O ano de 2023 viu um domínio expressivo de uma marca nas duas rodas: a Ducati. A montadora italiana dominou na Superbike, mas principalmente na MotoGP onde teve pilotos da marca disputando o título até a última corrida do ano.
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29 janeiro 2024
Domínio italiano nas motos | #080
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26 janeiro 2024
GTs do Endurance para 2024 | #079
Grandes mudanças nas categorias de GT estreiam no Mundial de Endurance em 2024, mas a gente já pode ter uma ideia do que vem por aí olhando para o que o IMSA fez nos últimos anos quando adotou o regulamento GT3.
24 janeiro 2024
GTP e Hipercarros em 2024 | #078
A expansão nas classes GTP e Hipercarros, do IMSA e do Mundial de Endurance, continua em 2024 e novas montadoras entram nas duas categorias nesta temporada. O Liguem seus Motores detalha o crescimento das classes rainhas do Endurance Mundial. O vídeo completo você confere aqui:
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25 maio 2023
Prévia do GP de Mônaco de F1 2023 | #053
É final de semana de GP de Mônaco de Fórmula 1. Novidade não falta para a corrida mais tradicional do calendário da categoria. Por isso mesmo que não poderia faltar aquela prévia para a corrida.
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17 fevereiro 2023
As próximas entradas nos LMDhs e Hipercarros | Pit Stop | #026
Quais serão as novas montadoras no IMSA e no Mundial de Endurance? É isso que o último vídeo da série do Liguem seus Motores sobre o Endurance Mundial responde.
27 janeiro 2023
GTP e seus participantes | Pit Stop | #023
A GTP é a classe que vai abrigar os Hipercarros e os LMDhs na IMSA, a categoria de Endurance nos Estados Unidos. Quatro montadoras vão iniciar essa nova fase por lá e você confere neste vídeo do Liguem seus Motores.
20 janeiro 2023
O Endurance chega a uma nova fase | Pit Stop | #022
O Mundial de Endurance, o #FIAWEC, e a #IMSA estão estreando um regulamento unificado para suas categorias principais. O @ligueumseusmotores está começando uma série que vai detalhar quais são as montadoras que vão correr em cada um. #FiqueLigado!
28 julho 2021
Domínio francês | #064
Fabio Quartarato e a Yamaha estão dominando o campeonato da MotoGP. O Liguem seus Motores fala da primeira metade do campeonato da rainha do motociclismo mundial. #FiqueLigado!
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07 julho 2021
Top 5 Rivalidades | #061
As rivalidades movem o esporte e não é diferente entre carros e motos. O Liguem seus Motores elencou cinco rivalidades que marcaram história.
20 março 2021
🏍️ MotoGP 2021 🏍️ | #053
A temporada da MotoGP começa no dia 28, mas o Liguem seus Motores queima a largada com a prévia da categoria para 2021. #FiqueLigado!
04 dezembro 2019
O ano de Marc Márquez na MotoGP
A MotoGP teve uma temporada completamente dominada por Marc Márquez, mas o Formiga Atômica não foi a única coisa da categoria em 2019. Veja o vídeo do Liguem seus Motores sobre a temporada da principal categoria das duas rodas.
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28 janeiro 2018
MotoGP 2018: Honda
Site Oficial da HRC
A Honda é a atual campeão dos três campeonatos da MotoGP. Para 2018 a expectativa não é outra que não disputar os três campeonatos mais uma vez. O time repete a mesma estrutura usada nos últimos anos.
Com apresentação marcada para 20 de fevereiro em Jacarta, na Indonésia, a Honda mantém a dupla formada pelos espanhóis Marc Márquez e Daniel Pedrosa. A escolha de Jacarta para a apresentação da nova Honda RC213V é pelo fato da Indonésia ser um dos maiores mercados da Honda no mundo inteiro. Geralmente, o lançamento do novo modelo envolve um grande evento para o público local.
A Honda é a atual campeão dos três campeonatos da MotoGP. Para 2018 a expectativa não é outra que não disputar os três campeonatos mais uma vez. O time repete a mesma estrutura usada nos últimos anos.
Com apresentação marcada para 20 de fevereiro em Jacarta, na Indonésia, a Honda mantém a dupla formada pelos espanhóis Marc Márquez e Daniel Pedrosa. A escolha de Jacarta para a apresentação da nova Honda RC213V é pelo fato da Indonésia ser um dos maiores mercados da Honda no mundo inteiro. Geralmente, o lançamento do novo modelo envolve um grande evento para o público local.
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MotoGP 2018: Marc VDS
Site Oficial da Marc VDS Racing Team
A Marc VDS é uma das caçulas da MotoGP, mas chega em 2018 com uma dupla de novatos. O time conta com um apoio pesado da Honda e após um modesto sétimo lugar em 2017, Marc van der Straten seguiu muito insatisfeito com o desempenho de seus pilotos e renovou completamente a dupla.
O belga foi atrás de pilotos jovens, trouxe um do próprio programa da Moto 2 e outro que duelou pelo título da categoria imediata a MotoGP. O italiano (de mãe brasileira) Franco Morbidelli conseguiu o campeonato da Moto 2 correndo pela própria Marc VDS depois de uma bela campanha. O suíço Thomas Lüthi disputou até onde pode o título da categoria, mas teve que contentar-se com o vice-campeonato da categoria em 2017.
A Marc VDS também não tem data para apresentação do programa de 2018, mas com toda a certeza deve evoluir muito neste campeonato por contar com pilotos muito consistentes e que mostraram as suas capacidades nas categorias de base da MotoGP. A expectativa é de que a Marc VDS passe a disputar posições com a Tech 3 e a LCR Honda no Campeonato de Equipes, situação que pode ou não ser confirmada nesta primeira semana de testes em Sepang, na Malásia.
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| A Marc VDS vai contar com o campeão da Moto 2 de 2017 Franco Morbidelli |
O belga foi atrás de pilotos jovens, trouxe um do próprio programa da Moto 2 e outro que duelou pelo título da categoria imediata a MotoGP. O italiano (de mãe brasileira) Franco Morbidelli conseguiu o campeonato da Moto 2 correndo pela própria Marc VDS depois de uma bela campanha. O suíço Thomas Lüthi disputou até onde pode o título da categoria, mas teve que contentar-se com o vice-campeonato da categoria em 2017.
A Marc VDS também não tem data para apresentação do programa de 2018, mas com toda a certeza deve evoluir muito neste campeonato por contar com pilotos muito consistentes e que mostraram as suas capacidades nas categorias de base da MotoGP. A expectativa é de que a Marc VDS passe a disputar posições com a Tech 3 e a LCR Honda no Campeonato de Equipes, situação que pode ou não ser confirmada nesta primeira semana de testes em Sepang, na Malásia.
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MotoGP 2018: LCR Honda
Facebook / LCR Honda Team
A LCR Honda em 2018 voltará a expandir as operações depois de quatro temporadas com apenas um moto. A primeira equipe satélite da Honda conseguiu um heroico oitavo lugar no Campeonato de Equipes mesmo contando com apenas uma moto em 2017. O time superou outros quatro equipes contando apenas com a campanha de Cal Crutchlow, nono no Campeonato de Pilotos.
Facebook / LCR Honda Team
Com duas motos em tempo integral, a LCR Honda mantém Cal Crutchlow e traz da Moto 2 o japonês Takaaki Nakagami, piloto que já faz parte do programa da montadora japonesa nas categorias de base MotoGP e sempre fez bonito nelas. Esta provavelmente será uma das duplas mais constantes de todo o campeonato da categoria rainha do motociclismo em 2018.
Com o aumento do programa, cada piloto vai correr com um patrocinador diferente. Crutchlow mantém o patrocínio da Castrol e Nakagami traz da Moto 2 o apoio da Idemitsu. A expectativa é que o time também tenha uma grande melhora na classificação final do Campeonato de Equipes.
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| Crutchlow mantém o patrocínio da Castrol em uma das Hondas da LCR |
Facebook / LCR Honda Team
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| Nakagami terá uma pintura e patrocinadores diferentes na segunda moto da LCR na MotoGP |
Com o aumento do programa, cada piloto vai correr com um patrocinador diferente. Crutchlow mantém o patrocínio da Castrol e Nakagami traz da Moto 2 o apoio da Idemitsu. A expectativa é que o time também tenha uma grande melhora na classificação final do Campeonato de Equipes.
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07 maio 2017
MotoGP 2017 - GP da Espanha - Pedrosa comanda dobradinha da Honda na corrida três mil da MotoGP
Reprodução / YouTube / MotoGP
Daniel Pedrosa venceu de ponta a ponta do GP da Espanha de MotoGP, a corrida três mil da categoria rainha do motociclismo, disputado em Jerez de la Frontera na manhã deste domingo. O #26 comandou a dobradinha da Honda em um final de semana apagado da equipe oficial da Yamaha. Essa corrida também marcou o primeiro pódio de Jorge Lorenzo pela Ducati.
Daniel Pedrosa dominou toda a corrida deste domingo. O #26 largou em primeiro e rapidamente abriu uma vantagem confortável para administrar a liderança até o final. Para completar a corrida perfeita, além de fazer a pole, Pedrosa cravou a melhor volta e liderou todas as voltas da prova.
Marc Márquez segue em recuperação no campeonato. O atual campeão da MotoGP largou em segundo, mas teve que lidar com a pressão do surpreendente Johann Zarco. Márquez chegou a perder o segundo posto, mas rapidamente o recuperou para não perder mais. O resultado coloca o "Formiga Atômica" na briga direta pelo campeonato.
Outro que teve um domingo dos sonhos foi Jorge Lorenzo. O #99 largou em oitavo e escalou o grid sem problemas ao longo da corrida. Ironicamente, as primeiras vítimas do tricampeão foram as Yamahas de fábrica. Na volta 12 foi a vez de Zarco ser "jantado" por Lorenzo. O #99 conseguiu manter-se em terceiro para conquistar o primeiro pódio dele com a Ducati.
Depois de fazer uma bagunça no início da corrida, Zarco manteve o quarto lugar e foi a melhor Yamaha da prova à frente das motos de fábrica. Maverick Viñales ainda perdeu posto para Andrea Dovizioso e fechou em sexto sem o mesmo drama de Valentino Rossi.
"O Doutor" chegou a andar no quinto lugar, mas foi vítima do desgaste de pneus e da moto mal acertada da Yamaha para Jerez. Depois da volta 11, Rossi despencou na classificação e fechou a corrida apenas no décimo posto e ameaçado pela chegada de Scott Redding, de Ducati.
O campeonato sai de Jerez de la Frontera extremamente embolado. Rossi ainda é líder, mas tem na cola dele Viñales e Márquez. Pedrosa surge em quarto um pouco mais distante da briga pela ponta, mas distante do quinto colocado, Andrea Dovizioso.
A próxima corrida será o GP da França no dia 21 de maio, em Le Mans.
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| Pedrosa dominou todo o final de semana em Jerez de la Frontera |
Daniel Pedrosa dominou toda a corrida deste domingo. O #26 largou em primeiro e rapidamente abriu uma vantagem confortável para administrar a liderança até o final. Para completar a corrida perfeita, além de fazer a pole, Pedrosa cravou a melhor volta e liderou todas as voltas da prova.
Marc Márquez segue em recuperação no campeonato. O atual campeão da MotoGP largou em segundo, mas teve que lidar com a pressão do surpreendente Johann Zarco. Márquez chegou a perder o segundo posto, mas rapidamente o recuperou para não perder mais. O resultado coloca o "Formiga Atômica" na briga direta pelo campeonato.
Outro que teve um domingo dos sonhos foi Jorge Lorenzo. O #99 largou em oitavo e escalou o grid sem problemas ao longo da corrida. Ironicamente, as primeiras vítimas do tricampeão foram as Yamahas de fábrica. Na volta 12 foi a vez de Zarco ser "jantado" por Lorenzo. O #99 conseguiu manter-se em terceiro para conquistar o primeiro pódio dele com a Ducati.
Depois de fazer uma bagunça no início da corrida, Zarco manteve o quarto lugar e foi a melhor Yamaha da prova à frente das motos de fábrica. Maverick Viñales ainda perdeu posto para Andrea Dovizioso e fechou em sexto sem o mesmo drama de Valentino Rossi.
"O Doutor" chegou a andar no quinto lugar, mas foi vítima do desgaste de pneus e da moto mal acertada da Yamaha para Jerez. Depois da volta 11, Rossi despencou na classificação e fechou a corrida apenas no décimo posto e ameaçado pela chegada de Scott Redding, de Ducati.
O campeonato sai de Jerez de la Frontera extremamente embolado. Rossi ainda é líder, mas tem na cola dele Viñales e Márquez. Pedrosa surge em quarto um pouco mais distante da briga pela ponta, mas distante do quinto colocado, Andrea Dovizioso.
A próxima corrida será o GP da França no dia 21 de maio, em Le Mans.
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Temporada 2017,
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13 março 2017
Indy 2017 - St. Petersburg - Bourdais sai do último lugar para a vitória
Reprodução / YouTube / indycar
O francês Sébastien Bourdais largou do último lugar para vencer a prova de abertura da temporada 2017 da Fórmula Indy nas ruas de St. Petersburg. A corrida da Flórida contou com apenas duas bandeiras amarelas que bagunçaram as estratégias e colocaram o francês na briga direta pela vitória com o compatriota e atual campeão, Simon Pagenaud. Bourdais assumiu a ponta na volta 37 e só a perdeu quando fez a parada para troca de pneus e reabastecimento. Superando os problemas de estratégia, Scott Dixon terminou a corrida no terceiro lugar.
O final de semana que tinha de tudo para ser amplamente dominado pela Chevrolet e a Penske não foi bem assim. A Honda tornou-se uma baita dor de cabeça para a marca da gravatinha que sofreu para conquistar a pole com Will Power.
A corrida começou e o equilíbrio de forças ficou evidente. Na verdade, a Honda teve uma pequena vantagem, principalmente depois da segunda bandeira amarela. Foram sete carros da Honda nas dez primeiras posições da corrida.
Reprodução / YouTube / indycar
O desempenho constante e melhor que o de Pagenaud garantiram para Bourdais uma aproximação e ultrapassagem tranquilas contra o compatriota da Penske. Correndo pela nanica Dale Coyne, Sebastien Bourdias dominou a segunda metade da prova sem dar chances para qualquer outro adversário, desde que assumiu a liderança na volta 37 da corrida.
Scott Dixon foi um bom destaque da corrida. Prejudicado pela segunda bandeira amarela da corrida, o neozelandês da Ganassi escalou o grid para terminar no terceiro lugar. Dixon fez uma segunda metade de prova muito boa e recheada de ultrapassagens.
Os brasileiros não conseguiram recuperar-se dos problemas de estratégia que a segunda bandeira amarela trouxe, mas ainda conquistaram algumas posições na pista. Hélio Castroneves terminou a corrida em sexto enquanto Tony Kanaan terminou em 12º.
O campeonato saiu de St. Petersburg assim:
1) Sebastien Bourdais (FRA) - 53 pts;
2) Simon Pagenaud (FRA) - 41 pts;
3) Scott Dixon (NZL) - 35 pts;
4) Ryan Hunter-Reay (EUA) - 32 pts;
5) Takuma Sato (JAP) - 31 pts;
6) Hélio Castroneves (BRA) - 28 pts;
7) Marco Andretti (EUA) - 26 pts;
8) Josef Newgarden (EUA) - 24 pts;
9) James Hinchcliffe (CAN) - 23 pts;
10) Ed Jones (EAU) - 20pts;
12) Tony Kanaan (BRA) - 18 pts;
A próxima etapa da Indy acontece em Long Beach no dia 09 de abril.
Texto publicado no dia 16 de março de 2017, às 16h15m.
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| Bourdais venceu na abertura do campeonato após largar do último lugar |
O final de semana que tinha de tudo para ser amplamente dominado pela Chevrolet e a Penske não foi bem assim. A Honda tornou-se uma baita dor de cabeça para a marca da gravatinha que sofreu para conquistar a pole com Will Power.
A corrida começou e o equilíbrio de forças ficou evidente. Na verdade, a Honda teve uma pequena vantagem, principalmente depois da segunda bandeira amarela. Foram sete carros da Honda nas dez primeiras posições da corrida.
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| Momento em que Bourdais ultrapassou Pagenaud pela liderança da corrida |
Scott Dixon foi um bom destaque da corrida. Prejudicado pela segunda bandeira amarela da corrida, o neozelandês da Ganassi escalou o grid para terminar no terceiro lugar. Dixon fez uma segunda metade de prova muito boa e recheada de ultrapassagens.
Os brasileiros não conseguiram recuperar-se dos problemas de estratégia que a segunda bandeira amarela trouxe, mas ainda conquistaram algumas posições na pista. Hélio Castroneves terminou a corrida em sexto enquanto Tony Kanaan terminou em 12º.
O campeonato saiu de St. Petersburg assim:
1) Sebastien Bourdais (FRA) - 53 pts;
2) Simon Pagenaud (FRA) - 41 pts;
3) Scott Dixon (NZL) - 35 pts;
4) Ryan Hunter-Reay (EUA) - 32 pts;
5) Takuma Sato (JAP) - 31 pts;
6) Hélio Castroneves (BRA) - 28 pts;
7) Marco Andretti (EUA) - 26 pts;
8) Josef Newgarden (EUA) - 24 pts;
9) James Hinchcliffe (CAN) - 23 pts;
10) Ed Jones (EAU) - 20pts;
12) Tony Kanaan (BRA) - 18 pts;
A próxima etapa da Indy acontece em Long Beach no dia 09 de abril.
Texto publicado no dia 16 de março de 2017, às 16h15m.
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07 março 2017
F1 2017 - Barcelona II - Massa encerra primeiro dia na liderança com tempo da manhã
Twitter / Formula 1 (@F1)
O brasileiro Felipe Massa abriu a segunda semana de testes coletivos da Fórmula 1 colocando a Williams no alto da tabela de tempos. Daniel Ricciardo e Sebastian Vettel fecharam os três melhores do dia. O quinto dia de atividades em Barcelona também ficou marcado por novos problemas com a Renault e a McLaren.
A grande surpresa do dia foi a Williams. O time de Grove tentou recuperar o tempo perdido com os acidentes de Lance Stroll na semana passada e colocou Felipe Massa para conduzir o FW40 nesta terça-feira. O brasileiro conseguiu o melhor tempo da manhã - 1m19s726 - com pneus supermacios. Esse também é o segundo melhor tempo no acumulado das duas semanas de testes até agora. Massa descontou boa parte do prejuízo dos últimos dias ao dar o maior número de voltas no primeiro dia da segunda semana de testes coletivos. O brasileiro deu 168 giros no traçado catalão e completou o dia na liderança.
A Ferrari e a Mercedes voltaram a impressionar pela regularidade. Enquanto o carro italiano deu um número bem grande de voltas e fechou o dia com Sebastian Vettel no terceiro lugar da tabela de tempos, os atuais campeões focaram na simulação de corridas, também dando um número bem grande de voltas com Lewis Hamilton e Valtteri Bottas. A Ferrari encerrou o dia com 168 voltas completadas enquanto a Mercedes chegou a marca de 135 voltas - Hamilton andou 49 voltas e Bottas deu 86 giros.
A Renault voltou a ter problemas nesta terça-feira. O time da montadora francesa teve que trocar mais uma vez o motor do R.S.17 já no período da manhã, quando Jolyon Palmer conduzia os testes pela equipe. O inglês chegou aos boxes com o motor desligado sem causar uma bandeira vermelha. A troca do motor levou boa parte da manhã e a Renault só voltou no período da tarde já com Nico Hülkenberg no comando do carro francês. Depois disso o carro não apresentou maiores problemas. Hulk fechou o dia na sétima posição enquanto Palmer foi o lanterninha e 13º do dia. Hülkenberg foi quem causou a única bandeira vermelha do dia ao parar o carro no último setor da pista nos minutos finais do dia.
Mais uma vez a McLaren enfrentou problemas com o motor Honda. O time de Woking chegou ao sexto motor em cinco dias de testes coletivos em Barcelona e o clima entre McLaren e Honda de novo não é dos melhores. Stoffel Vandoorne chegou a completar as atividades da manhã, mas o motor começou a ser trocado durante o horário de almoço e o piloto belga só retornou no meio da tarde para a pista (bem pertinho das 12h no horário de Brasília). Por "sorte", talvez, o time conseguiu que Vandoorne superasse o número de voltas de um GP da Espanha (66).
O destaque na Sauber foi o retorno do alemão Pascal Wehrlein às pistas depois do acidente sofrido na Race of Champions em janeiro e que o tirou da primeira semana de testes. Liberado pelos médicos, Wehrlein conduziu o C36 no período da manhã enquanto Marcus Ericsson assumiu o volante no período da tarde. O time continua sendo o favorito a ser o pior dessa temporada.
Force India, Haas e Toro Rosso aparentemente passaram o quinto dia de pré-temporada sem apresentar problemas e com um bom número de voltas. A Force India com Esteban Ocon andou 141 voltas, a Haas com Kevin Magnussen andou 80 voltas e a Toro Rosso com Daniil Kvyat andou 82 voltas ao longo desta terça-feira.
Lembrando que a última semana de testes coletivos da Fórmula 1 vai até o dia 10 de março em Barcelona, na Espanha.
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| Massa ajudou a Williams a recuperar um pouco do tempo perdido e cravou o melhor tempo do dia |
A grande surpresa do dia foi a Williams. O time de Grove tentou recuperar o tempo perdido com os acidentes de Lance Stroll na semana passada e colocou Felipe Massa para conduzir o FW40 nesta terça-feira. O brasileiro conseguiu o melhor tempo da manhã - 1m19s726 - com pneus supermacios. Esse também é o segundo melhor tempo no acumulado das duas semanas de testes até agora. Massa descontou boa parte do prejuízo dos últimos dias ao dar o maior número de voltas no primeiro dia da segunda semana de testes coletivos. O brasileiro deu 168 giros no traçado catalão e completou o dia na liderança.
A Ferrari e a Mercedes voltaram a impressionar pela regularidade. Enquanto o carro italiano deu um número bem grande de voltas e fechou o dia com Sebastian Vettel no terceiro lugar da tabela de tempos, os atuais campeões focaram na simulação de corridas, também dando um número bem grande de voltas com Lewis Hamilton e Valtteri Bottas. A Ferrari encerrou o dia com 168 voltas completadas enquanto a Mercedes chegou a marca de 135 voltas - Hamilton andou 49 voltas e Bottas deu 86 giros.
A Renault voltou a ter problemas nesta terça-feira. O time da montadora francesa teve que trocar mais uma vez o motor do R.S.17 já no período da manhã, quando Jolyon Palmer conduzia os testes pela equipe. O inglês chegou aos boxes com o motor desligado sem causar uma bandeira vermelha. A troca do motor levou boa parte da manhã e a Renault só voltou no período da tarde já com Nico Hülkenberg no comando do carro francês. Depois disso o carro não apresentou maiores problemas. Hulk fechou o dia na sétima posição enquanto Palmer foi o lanterninha e 13º do dia. Hülkenberg foi quem causou a única bandeira vermelha do dia ao parar o carro no último setor da pista nos minutos finais do dia.
Mais uma vez a McLaren enfrentou problemas com o motor Honda. O time de Woking chegou ao sexto motor em cinco dias de testes coletivos em Barcelona e o clima entre McLaren e Honda de novo não é dos melhores. Stoffel Vandoorne chegou a completar as atividades da manhã, mas o motor começou a ser trocado durante o horário de almoço e o piloto belga só retornou no meio da tarde para a pista (bem pertinho das 12h no horário de Brasília). Por "sorte", talvez, o time conseguiu que Vandoorne superasse o número de voltas de um GP da Espanha (66).
O destaque na Sauber foi o retorno do alemão Pascal Wehrlein às pistas depois do acidente sofrido na Race of Champions em janeiro e que o tirou da primeira semana de testes. Liberado pelos médicos, Wehrlein conduziu o C36 no período da manhã enquanto Marcus Ericsson assumiu o volante no período da tarde. O time continua sendo o favorito a ser o pior dessa temporada.
Force India, Haas e Toro Rosso aparentemente passaram o quinto dia de pré-temporada sem apresentar problemas e com um bom número de voltas. A Force India com Esteban Ocon andou 141 voltas, a Haas com Kevin Magnussen andou 80 voltas e a Toro Rosso com Daniil Kvyat andou 82 voltas ao longo desta terça-feira.
Lembrando que a última semana de testes coletivos da Fórmula 1 vai até o dia 10 de março em Barcelona, na Espanha.
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02 março 2017
MotoGP 2017 - Testes Coletivos - Sepang e Phillip Island
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A MotoGP está com boa parte da pré-temporada encaminhada. A categoria já passou por Sepang, na Malásia, e Phillip Island, na Austrália. Nos dois lugares o espanhol Maverick Viñales liderou as semanas de testes.
A primeira semana, na Malásia, aconteceu entre os dias 30 de janeiro e 01 de fevereiro e acabou sendo muito prejudicada pelo clima de Sepang. Mesmo com calor durante boa parte do dia, a chuva despencava no final da tarde e deixava a pista molhada o suficiente para atrapalhar as ações das equipes.
Yamaha, Honda, Suzuki e Ducati andaram próximas durante toda a semana, quem destoou foi Jorge Lorenzo. O tricampeão ainda sente os efeitos da adaptação a moto italiana. A mesma situação aconteceu com Álex Rins que fez os primeiros testes na categoria.
Participando da primeira semana de testes coletivos na categoria principal da MotoGP, a KTM não conseguiu bons tempos e terminou a semana fora do Top 20. A montadora austríaca fez o 21º e 22º melhores marcas da semana com a curiosidade de Bradley Smith e Pol Espargaró marcarem exatamente o mesmo tempo, 2m01s338, como melhores voltas ao longo dos três dias de testes na Malásia.
A Yamaha e a Suzuki demonstraram evolução, mas Honda aparentou claramente estar escondendo o jogo. O maior destaque da semana provavelmente tenha sido o bom desempenho de Maverick Viñales estreando pela Yamaha e cravando a melhor marca da semana.
O único destaque negativo da primeira semana foi a queda de Tito Rabat. O espanhol sofreu algumas fraturas ao cair na curva 11 durante o segundo dia de atividades na Malásia e acabou vetado inclusive da segunda semana de testes na Austrália. A Marc VDS seguiu com o programa de testes apenas com Jack Miller.
Entre os dias 15 a 17 de fevereiro, a MotoGP desembarcou em Phillip Island, na Austrália, uma pista mais curta e muito mais rápida que de Sepang. As diferenças ficaram ainda menores, mas a liderança continuou sendo do espanhol Maverick Viñales, com a Yamaha da equipe de fábrica. Uma situação que colaborou demais com as equipes foi o clima mais estável na terra do canguru.
Apenas Viñales e o atual campeão, Marc Márquez, andaram abaixo de 1m29s na pista australiana. Como na Malásia, 13 pilotos ficaram dentro da margem de um segundo. A diferença é que desta vez os pilotos de equipes satélites foram mais intrometidos nesse grupo. Jonas Folger (Tech 3) e Jack Miller (Marc VDS) foram alguns dos que tiveram uma melhora de desempenho na Austrália.
A KTM conseguiu entrar no Top 20 na segunda semana. A montadora conseguiu melhores tempos que ficaram entre 1s3 e 1s5 mais lentos que o de Maverick Viñales. Outra marca significativa é que os austríacos conseguiram andar mais na Austrália do que na Malásia, foram aproximadamente 1.720 quilômetros contra 1.677 da primeira semana.
A segunda semana de testes também acabou marcada pela menor presença de pilotos de testes. Ducati, Suzuki e Yamaha acabaram não levando os times de testes de suas montadoras para a Austrália. A Honda e a Aprilia optaram por andar apenas com os pilotos titulares durante as duas semanas de testes coletivos.
A MotoGP fará a última bateria de testes coletivos entre os dias 10 e 12 de março em Losail, no Catar, palco da abertura do campeonato no dia 26 desse mês.
Esse é um daqueles posts que está há um tempo para ser publicado e acaba não saindo antes por várias razões. Acabou saindo agora para não ficar sem publicar nada sobre o assunto por aqui.
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| Viñales foi o piloto que liderou as tabelas de tempos das duas semanas de testes da MotoGP |
A primeira semana, na Malásia, aconteceu entre os dias 30 de janeiro e 01 de fevereiro e acabou sendo muito prejudicada pelo clima de Sepang. Mesmo com calor durante boa parte do dia, a chuva despencava no final da tarde e deixava a pista molhada o suficiente para atrapalhar as ações das equipes.
Yamaha, Honda, Suzuki e Ducati andaram próximas durante toda a semana, quem destoou foi Jorge Lorenzo. O tricampeão ainda sente os efeitos da adaptação a moto italiana. A mesma situação aconteceu com Álex Rins que fez os primeiros testes na categoria.
Participando da primeira semana de testes coletivos na categoria principal da MotoGP, a KTM não conseguiu bons tempos e terminou a semana fora do Top 20. A montadora austríaca fez o 21º e 22º melhores marcas da semana com a curiosidade de Bradley Smith e Pol Espargaró marcarem exatamente o mesmo tempo, 2m01s338, como melhores voltas ao longo dos três dias de testes na Malásia.
A Yamaha e a Suzuki demonstraram evolução, mas Honda aparentou claramente estar escondendo o jogo. O maior destaque da semana provavelmente tenha sido o bom desempenho de Maverick Viñales estreando pela Yamaha e cravando a melhor marca da semana.
O único destaque negativo da primeira semana foi a queda de Tito Rabat. O espanhol sofreu algumas fraturas ao cair na curva 11 durante o segundo dia de atividades na Malásia e acabou vetado inclusive da segunda semana de testes na Austrália. A Marc VDS seguiu com o programa de testes apenas com Jack Miller.
Entre os dias 15 a 17 de fevereiro, a MotoGP desembarcou em Phillip Island, na Austrália, uma pista mais curta e muito mais rápida que de Sepang. As diferenças ficaram ainda menores, mas a liderança continuou sendo do espanhol Maverick Viñales, com a Yamaha da equipe de fábrica. Uma situação que colaborou demais com as equipes foi o clima mais estável na terra do canguru.
Apenas Viñales e o atual campeão, Marc Márquez, andaram abaixo de 1m29s na pista australiana. Como na Malásia, 13 pilotos ficaram dentro da margem de um segundo. A diferença é que desta vez os pilotos de equipes satélites foram mais intrometidos nesse grupo. Jonas Folger (Tech 3) e Jack Miller (Marc VDS) foram alguns dos que tiveram uma melhora de desempenho na Austrália.
A KTM conseguiu entrar no Top 20 na segunda semana. A montadora conseguiu melhores tempos que ficaram entre 1s3 e 1s5 mais lentos que o de Maverick Viñales. Outra marca significativa é que os austríacos conseguiram andar mais na Austrália do que na Malásia, foram aproximadamente 1.720 quilômetros contra 1.677 da primeira semana.
A segunda semana de testes também acabou marcada pela menor presença de pilotos de testes. Ducati, Suzuki e Yamaha acabaram não levando os times de testes de suas montadoras para a Austrália. A Honda e a Aprilia optaram por andar apenas com os pilotos titulares durante as duas semanas de testes coletivos.
A MotoGP fará a última bateria de testes coletivos entre os dias 10 e 12 de março em Losail, no Catar, palco da abertura do campeonato no dia 26 desse mês.
Esse é um daqueles posts que está há um tempo para ser publicado e acaba não saindo antes por várias razões. Acabou saindo agora para não ficar sem publicar nada sobre o assunto por aqui.
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09 fevereiro 2017
Honda RC213V 2017
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Diz o ditado que "não se mexe em time que está ganhando" e a Honda levou isso bem a sério. Os atuais campeões de Pilotos e Construtores apresentaram no último dia 03 de fevereiro em Jacarta, na Indonésia, uma RC213V extremamente parecida com a versão de 2016.
As mudanças, bem sutis, aconteceram no escapamento lateral, na entrada de ar na dianteira da moto e um detalhe ou outro na pintura, coisa pouca. De resto, externamente, a moto é quase exatamente igual a usada pela Honda na temporada passada.
A dupla de pilotos também será a mesma. Os espanhóis Daniel Pedrosa e, o atual campeão, Marc Márquez, a quinta temporada dessa dupla correndo pela Honda. Mais uma vez a expectativa é de que essa seja uma das formações mais fortes da MotoGP, como tem sido nas últimas temporadas.
A Honda começou meio discreta nos primeiros testes em Sepang, mas não demonstra estar atrás das principais adversárias. Márquez conseguiu cravar o terceiro melhor tempo da primeira semana de testes na Malásia, apenas 0s138 atrás de Maverick Viñales.
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| A nova RC213V tem poucas mudanças em relação a versão da temporada passada |
As mudanças, bem sutis, aconteceram no escapamento lateral, na entrada de ar na dianteira da moto e um detalhe ou outro na pintura, coisa pouca. De resto, externamente, a moto é quase exatamente igual a usada pela Honda na temporada passada.
A dupla de pilotos também será a mesma. Os espanhóis Daniel Pedrosa e, o atual campeão, Marc Márquez, a quinta temporada dessa dupla correndo pela Honda. Mais uma vez a expectativa é de que essa seja uma das formações mais fortes da MotoGP, como tem sido nas últimas temporadas.
A Honda começou meio discreta nos primeiros testes em Sepang, mas não demonstra estar atrás das principais adversárias. Márquez conseguiu cravar o terceiro melhor tempo da primeira semana de testes na Malásia, apenas 0s138 atrás de Maverick Viñales.
03 outubro 2016
F1 2016 - GP da Malásia - Ricciardo comanda dobradinha da Red Bull em corrida de problemas para a Mercedes
Twitter / Formula 1 (@F1)
Que corrida amiguinhos. A Red Bull finalmente aproveitou os problemas da Mercedes e faturou uma dobradinha no GP da Malásia da madrugada desse domingo. Daniel Ricciardo comandou o melhor resultado do time na temporada depois de Nico Rosberg ficar fora da briga ao ser tocado por Sebastian Vettel ainda na largada e o motor de Lewis Hamilton entregar os pontos no final da corrida.
Para a Red Bull, o resultado dos sonhos veio ainda com uma pitada de emoção, afinal de contas, Ricciardo e Verstappen aparentavam disputar o primeiro lugar e não somente "levarem as crianças para casa". A última dobradinha dos touros vermelhos aconteceu no GP do Brasil de 2013, em 24 de novembro daquele ano, com Sebastian Vettel e Mark Webber.
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Puxando alguns destaques da corrida desse domingo, Fernando Alonso é o primeiro deles. O espanhol recebeu duas punições que somaram 45 posições no grid de largada (que o jogaram para o final do grid) por trocar vários componentes da unidade de força, largou do 22º e último lugar para fechar a corrida em sétimo. O mais impressionante foi a largada em que ele saltou para o 12º lugar e só porque veio o Virtual Safety Car na parte final da primeira volta. Outro claro sinal de que a Honda melhorou foi o nono lugar de Jenson Button e mais uma vez a McLaren pontuou com seus dois carros nessa temporada.
Jolyon Palmer foi outro que mereceu ser citado por aqui. O inglês conquistou o seu primeiro ponto na Fórmula 1 ao terminar o GP da Malásia em décimo depois de largar em 19º. O mais perto que o inglês chegou da zona de pontuação havia sido no GP da Austrália, lá na abertura do campeonato, quando terminou em 11º.
Esteban Ocon já foi destaque por outra razão. O pupilo da Mercedes e queridinho pela Renault conseguiu uma proeza digna de Pastor Maldonado. O piloto do #31 foi punido duas vezes com Time Penalty de 10 segundos por excesso de velocidade dentro dos boxes, mais uma punição e ele estava ali juntinho com o venezuelano.
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Restando cinco corridas para o fim da temporada, o abandono de Hamilton quase que define as coisas para o restinho de campeonato. Mesmo com o terceiro lugar, Nico Rosberg conseguiu abrir 23 pontos de vantagem para o companheiro de Mercedes e tem vida mais fácil nesse restante de temporada.
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Hamilton precisa vencer todas as corridas, mesmo que Rosberg termine em segundo todas as próximas cinco etapas, só assim o inglês levanta o tetra. Se Rosberg vencer uma e Hamilton vencer as outras quatro, o alemão é campeão.
Agora imagine que com a quebra de motor na Malásia, Hamilton deve sofrer alguma punição por troca de componentes da unidade de força e uma vitória em Suzuka fica mais distante e que nesse caso a vitória de Rosberg é quase certa,. Por mais que Hamilton termine no pódio, não será suficiente e o caneco está praticamente encaminhado para a casa de Rosberg em Mônaco.
A quebra de Hamilton ainda gerou outra situação para a Mercedes: o adiamento da conquista do Campeonato de Construtores. Com Rosberg nos pontos e Hamilton vencendo, as flechas de prata iriam conquistar o caneco por antecipação, mas junto com o motor do inglês, uma chance foi perdida. Não que seja um pesadelo, a Mercedes pode levantar o terceiro caneco de Construtores consecutivo no GP do Japão, em Suzuka.
Por sinal, a corrida japonesa acontece no próximo final de semana, dia 09 de outubro e a largada está prevista para às 2h da manhã no horário de Brasília.
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| Ricciardo venceu pela primeira vez em 2016, a segunda vitória da equipe Red Bull nesse ano |
Para a Red Bull, o resultado dos sonhos veio ainda com uma pitada de emoção, afinal de contas, Ricciardo e Verstappen aparentavam disputar o primeiro lugar e não somente "levarem as crianças para casa". A última dobradinha dos touros vermelhos aconteceu no GP do Brasil de 2013, em 24 de novembro daquele ano, com Sebastian Vettel e Mark Webber.
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| Resultado final do GP da Malásia |
Jolyon Palmer foi outro que mereceu ser citado por aqui. O inglês conquistou o seu primeiro ponto na Fórmula 1 ao terminar o GP da Malásia em décimo depois de largar em 19º. O mais perto que o inglês chegou da zona de pontuação havia sido no GP da Austrália, lá na abertura do campeonato, quando terminou em 11º.
Esteban Ocon já foi destaque por outra razão. O pupilo da Mercedes e queridinho pela Renault conseguiu uma proeza digna de Pastor Maldonado. O piloto do #31 foi punido duas vezes com Time Penalty de 10 segundos por excesso de velocidade dentro dos boxes, mais uma punição e ele estava ali juntinho com o venezuelano.
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| Resultado do campeonato após o GP da Malásia |
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| A quebra de Hamilton praticamente definiu o campeonato da F1 |
Agora imagine que com a quebra de motor na Malásia, Hamilton deve sofrer alguma punição por troca de componentes da unidade de força e uma vitória em Suzuka fica mais distante e que nesse caso a vitória de Rosberg é quase certa,. Por mais que Hamilton termine no pódio, não será suficiente e o caneco está praticamente encaminhado para a casa de Rosberg em Mônaco.
A quebra de Hamilton ainda gerou outra situação para a Mercedes: o adiamento da conquista do Campeonato de Construtores. Com Rosberg nos pontos e Hamilton vencendo, as flechas de prata iriam conquistar o caneco por antecipação, mas junto com o motor do inglês, uma chance foi perdida. Não que seja um pesadelo, a Mercedes pode levantar o terceiro caneco de Construtores consecutivo no GP do Japão, em Suzuka.
Por sinal, a corrida japonesa acontece no próximo final de semana, dia 09 de outubro e a largada está prevista para às 2h da manhã no horário de Brasília.
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