A Fórmula E iniciou a temporada 2024 do mesmo jeito que começou a temporada de 2023, com a dupla Porsche e Pascal Wehrlein vencendo com os carros da Jaguar na cola. A segunda etapa do campeonato da categoria de carros elétricos está chegando e o Liguem seus Motores fala um pouco do início da temporada dos carros elétricos.
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25 janeiro 2024
Começou do mesmo jeito de 2023 | Pit Stop | #057
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17 julho 2023
Campeonato quase definido na Fórmula E? | Pit Stop | #043
Jake Dennis conseguiu abrir uma vantagem significativa para chegar na rodada dupla final da temporada em Londres muito tranquilo na disputa do título. Será que o inglês levanta o caneco em casa?
26 junho 2023
Cassidy vence “pack race” de Portland | Pit Stop | #040
1 ponto separa Jake Dennis, novo líder do campeonato da Fórmula E, e Nyck Cassidy, vencedor da corrida de Portland. O ePrix em solo americano foi pra lá de agitado e mexeu um pouco no campeonato.
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06 junho 2023
Wehrlein e Guenther vencem e campeonato volta ter graça | Pit Stop | #038
Pascal Wehrlein voltou a vencer, Maximilian Guenther dá a primeira vitória para a Maserati, Nyck Cassidy bobeou na rodada dupla e campeonato da Fórmula E voltou a ficar acirrado.
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10 maio 2023
Novo líder no campeonato da Fórmula E | Pit Stop | #034
#NickCassidy venceu a segunda corrida consecutiva e assumiu a liderança isolada do campeonato da Fórmula E. O piloto da Envision já tem 20 pontos de vantagem para o antigo líder do campeonato, o alemão Pascal Wehrlein, tudo isso no meio da reviravolta que os carros empurrados por motores da Jaguar causaram nas últimas corridas.
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24 abril 2023
Colocaram fogo no campeonato da Fórmula E | Pit Stop | #031
A rodada dupla da Fórmula E em Berlim colocou fogo no campeonato reduzindo a vantagem de Pascal Wehrlein para apenas quatro pontos. O campeonato de carros elétricos entra na segunda metade com uma bela disputa para a gente acompanhar.
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13 janeiro 2023
Porsche: a última das alemãs | Pit Stop | #020
A Porsche é a última das alemãs na Fórmula E e passou a fornecer motores na categoria.
14 fevereiro 2022
A Porsche desencantou na Fórmula E | Pit Stop | #007
A Porsche venceu pela primeira vez na categoria e com dobradinha no ePrix da Cidade do México. Pascal Wehrlein também conquistou a primeira vitória dele na Fórmula E.
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24 agosto 2017
Como a Sauber deve disputar a F1 em 2018?
O time de Hinwil está buscando recuperação após uma primeira metade de 2017 bem conturbada. Para isso já fechou contrato de motores que deve afetar a escolha dos pilotos da próxima temporada.
MOTOR
Depois de andar com os motores de 2016 da Ferrari nesta temporada, a Sauber chegou a fechar com a Honda para 2018 antes da demissão de Monisha Kaltenborn. Assim que a única mulher que chefiou uma equipe na história da Fórmula 1 foi demitida o contrato foi colocado em cheque pelas duas partes. Por fim, Frédéric Vasseur (ex-Renault) assumiu o comando do time e a Sauber acertou um novo contrato com a Ferrari.
Especulações indicam que o time deve ser uma equipe B da Ferrari abrigando os pilotos iniciantes da montadora em troca de um desconto nos valor das unidades de força. É aí que mora a dúvida para a dupla de pilotos.
PILOTOS
Logo de cara, o contrato com a Ferrari já ameaça demais a Pascal Wehrlein. O alemão é cria da Mercedes e só ficou na Sauber por uma possibilidade de negociação de fornecimento de motores entre as duas partes. Situação que não aconteceu e deve deixar o Wehrlein sem vaga para a próxima temporada mesmo sendo o responsável pelos pontos da Sauber na temporada.
O contrato com a Ferrari também coloca a permanência de Marcus Ericsson em cheque. Piloto pagante, Ericsson não está na Sauber apenas pelo "talento e o rostinho bonito". Nem mesmo o dinheiro poderia garantir o sueco na equipe para a próxima temporada. Hoje, Ericsson é junto com Jolyon Palmer um dos pilotos regulares que não pontuou na temporada.
Neste cenário entram Antonio Giovinazzi e Charles Leclerc. A dupla de pupilos da Ferrari é a aposta mais sólida para andar pela Sauber no próximo campeonato. Giovinazzi substituiu Wehrlein nas primeiras corridas do ano e também ao longo de toda a pré-temporada. Não fez feio e chamou a atenção de outras equipes da categoria mesmo sem pontuar.
Charles Leclerc domina com folga a temporada da Fórmula 2 e já é apontado como promessa para a Fórmula 1. O monegasco é apontado como favorito para ocupar a segunda vaga na Sauber na próxima temporada independente de quem esteja no outro carro.
Lembre-se que boa parte do que foi falado nesta postagem ainda não passa de mera especulação neste momento.
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22 agosto 2017
Como a Force India deve disputar a F1 em 2018?
Depois do fechamento da Manor, a Force India tornou-se quase uma equipe B da Mercedes e tem passado a abrigar alguns pilotos da montadora como forma de pagamento da dívida dos motores. Por isso, grande parte da dança das cadeiras que envolve a Mercedes deve passar pela Force India também.
MOTOR
Como já adiantado no início do texto, mais uma vez a Force India deve segue com os motores da montadora da estrela de três pontas. Um dos motivos é o abatimento no valor dos motores em troca do abrigo de um piloto iniciante da marca. O outro é que mesmo com um dos orçamentos mais baixos de toda a categoria, a Force India consegue ter o maior retorno por ponto conquistado muito pelo motor da Mercedes, sem contar que, geralmente, os pilotos que a Mercedes escolhe para o time não deixam a desejar.
PILOTOS
Uma das sinucas de bico que envolvem a troca de pilotos para a próxima temporada envolve diretamente a Force India. Em teoria, Esteban Ocon está garantido no time para 2018. O francês tem o vínculo garantido pela Mercedes.
A primeira vaga do time pode ter Sergio Pérez. O mexicano, além de ser apontado como forte candidato a correr na Ferrari, negocia com o atual time e também com a Renault oficializando de fato o acordo feito e cancelado no final de temporada passada. Ele fica na Force India caso os dois acordos com as montadoras falhem.
Nesse jogo também entra Pascal Wehrlein. O alemão não deve ter o contrato com a Sauber renovado agora que o time fechou acordo de fornecimento de motores com a Ferrari bem semelhante ao da Force India com a Mercedes (envolvendo a alocação de pilotos da marca como forma de desconto no valor dos motores).
Com essas peças na mesa temos alguns cenários envolvendo a Force India. O primeiro seria a renovação de contrato de Pérez e mais um ano com a dupla Pérez/Ocon. Com a saída de Pérez, uma dupla formada provavelmente por Wehrlein e Ocon forma a segunda opção. Uma terceira seria a Mercedes negociar um novo empréstimo de Ocon para a Renault como títular colocando Wehrlein na Force India ao lado de Pérez.
Neste momento, a mais certa é renovação da atual dupla para 2018 com Wehrlein tendo outro destino definido pela Mercedes. Fato é que a Force India só verá uma definição após os acertos de Ferrari e Mercedes.
Lembre-se que boa parte do que foi falado nesta postagem ainda não passa de mera especulação neste momento.
21 agosto 2017
Como a Mercedes deve disputar a F1 em 2018?
A última semana de férias da Fórmula 1 aqui no Liguem seus Motores será dedicada a tentar esclarecer quais caminhos as equipes devem tomar em 2018. Particularmente, muito do cenário dessa Silly Season deve ser esclarecido no retorno das atividades da Fórmula 1. Nas postagens dessa semana vamos falar dos possíveis pilotos e motores que integrarão cada time no próximo campeonato.
A ordem das postagens tomou como referência a classificação do Campeonato de Construtores do ano passado. Por isso começamos com os campeões, a Mercedes.
PILOTOS
Por ser uma equipe oficial de uma montadora, o único assunto neste post da Mercedes serão os pilotos para 2018 já que os alemães produzem o próprio motor. E falando em pilotos, apenas Lewis Hamilton está confirmado para a próxima temporada da Fórmula 1. O campeão de 2008, 2014 e 2015 tem contrato até o final da próxima temporada e, por enquanto, é o único com contrato garantido no time.
A segunda vaga do time segue como uma das mais cobiçadas de todo o grid. Já foram especulados Sebastian Vettel e Fernando Alonso, mas o primeiro ainda segue em negociações com a Ferrari e o segundo foi descartado pelos dirigentes da própria Mercedes. Outros prováveis candidatos são o atual "segundo piloto" do time, Valtteri Bottas, e o alemão Pascal Wehrlein que deve ficar sem vaga caso a Ferrari faça da Sauber de fato uma equipe B e determine quais pilotos de seu programa devem correr no time de Hinwil.
Bottas faz um trabalho que já o credenciaria para uma renovação de contrato, mas o fato de Wehrlein ficar sem um assento para 2018 complica um pouco as coisas para os dirigentes. A opção mais provável é a da renovação de Bottas e a recolocação de Wehrlein para uma última temporada no DTM ou ainda no projeto da Fórmula E para o final do ano que vem.
Qualquer outro movimento de Wehrlein deve envolver também Esteban Ocon, mas isso é assunto para os próximos dias. Fique ligado aqui no blog!
Lembre-se que boa parte do que foi falado nesta postagem ainda não passa de mera especulação neste momento.
A ordem das postagens tomou como referência a classificação do Campeonato de Construtores do ano passado. Por isso começamos com os campeões, a Mercedes.
PILOTOS
Por ser uma equipe oficial de uma montadora, o único assunto neste post da Mercedes serão os pilotos para 2018 já que os alemães produzem o próprio motor. E falando em pilotos, apenas Lewis Hamilton está confirmado para a próxima temporada da Fórmula 1. O campeão de 2008, 2014 e 2015 tem contrato até o final da próxima temporada e, por enquanto, é o único com contrato garantido no time.
A segunda vaga do time segue como uma das mais cobiçadas de todo o grid. Já foram especulados Sebastian Vettel e Fernando Alonso, mas o primeiro ainda segue em negociações com a Ferrari e o segundo foi descartado pelos dirigentes da própria Mercedes. Outros prováveis candidatos são o atual "segundo piloto" do time, Valtteri Bottas, e o alemão Pascal Wehrlein que deve ficar sem vaga caso a Ferrari faça da Sauber de fato uma equipe B e determine quais pilotos de seu programa devem correr no time de Hinwil.
Bottas faz um trabalho que já o credenciaria para uma renovação de contrato, mas o fato de Wehrlein ficar sem um assento para 2018 complica um pouco as coisas para os dirigentes. A opção mais provável é a da renovação de Bottas e a recolocação de Wehrlein para uma última temporada no DTM ou ainda no projeto da Fórmula E para o final do ano que vem.
Qualquer outro movimento de Wehrlein deve envolver também Esteban Ocon, mas isso é assunto para os próximos dias. Fique ligado aqui no blog!
Lembre-se que boa parte do que foi falado nesta postagem ainda não passa de mera especulação neste momento.
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27 junho 2017
F1 2017 - GP do Azerbaijão - Ricciardo vence corrida caótica marcada por problemas entre Hamilton e Vettel
Twitter / Formula 1 (@F1)
Daniel Ricciardo venceu o confuso GP do Azerbaijão de Fórmula 1 disputado no último domingo. O piloto da Red Bull contou com uma bela recuperação ao longo de toda a corrida e, principalmente, os problemas envolvendo os favoritos a vitória. Felipe Massa voltou a andar muito bem, mas abandonou com problemas de suspensão. Lewis Hamilton e Sebastian Vettel chegaram a bater durante um dos períodos de safety-car, claramente esquentando o clima na disputa pelo título de pilotos.
O australiano da Red Bull não teve uma corrida fácil no Azerbaijão. Ricciardo foi obrigado a fazer uma parada para troca de pneus bem prematura por ter detritos em um dos dutos de refrigeração dos freios. O #3 despencou na classificação da corrida, mas recuperou as várias posições assim que o safety-car foi acionado pela primeira vez. Nas relargadas seguintes Ricciardo fez o que sabe fazer de melhor e subiu na classificação da corrida na base das ultrapassagens. O australiano virou um sério candidato a vitória após o problema com o protetor de cabeça de Hamilton e a punição de Vettel. Daí em diante, Ricciardo conduziu brilhantemente o carro para a vitória, a quinta na carreira e a primeira dele em 2017.
Valtteri Bottas também fez outra bela corrida de recuperação. Envolvido em um toque com Kimi Raikkonen na segunda curva da corrida, Bottas chegou a perder uma volta em relação aos líderes e usou muito bem as relargadas para escalar a primeira metade do grid. A segunda metade da corrida foi marcada por uma série de ultrapassagens do finlandês que ainda conquistou o segundo lugar com uma ultrapassagem sobre Lance Stroll nos metros finais da corrida.
Mais uma vez Lance Stroll fez uma bela corrida. O novato da Williams contou com o bom rendimento da Williams em retas e, como no Canadá, teve um desempenho muito sólido ao longo de toda a corrida. Assim como Felipe Massa, Stroll também aproveitou as relargadas para conquistar posições. Com os problemas de Hamilton e Vettel, Stroll chegou ao segundo lugar da corrida. Sem conseguir manter um ritmo que pudesse sustentar o segundo lugar, Stroll acabou permitindo, muito pela inexperiência, a ultrapassagem de Bottas nos metros finais de prova. Mesmo com a ultrapassagem, Stroll conquistou o primeiro pódio dele na categoria e já ajuda a Williams subir na classificação do Campeonato de Construtores.
Twitter / Formula 1 (@F1)
Largando e terminando no quarto lugar, Sebastian Vettel teve uma corrida de altos e baixos no Azerbaijão. O alemão rapidamente chegou ao segundo lugar graças ao enrosco entre Raikkonen e Bottas e acompanhava o ritmo de Hamilton até as entradas do safety-car. Foi durante uma dessas entradas, a segunda para ser mais específico, que Vettel acertou a traseira de Hamilton - entendendo que o inglês havia feito um teste de freio após a curva - em seguida jogou o carro de forma proposital na Mercedes de Hamilton. O alemão recebeu um Stop and Go de 10 segundos de forma justa, retornou para a pista em sétimo e fez várias ultrapassagens para terminar a corrida em quarto, ainda à frente de Hamilton para manter a liderança do campeonato.
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Se Vettel cavou a própria cova no GP do Azerbaijão, Lewis Hamilton foi vítima de um erro da Mercedes. O inglês fazia uma corrida perfeita e não teve a proteção de cabeça do W08 encaixada de forma adequada após a bandeira vermelha. Assim que a corrida voltou ao ritmo normal o problema apareceu e Hamilton foi obrigado a fazer uma parada extra. Situação que o devolveu a pista em nono e atrás de Vettel. Hamilton até tentou ultrapassar Vettel, mas o alemão soube defender-se muito bem para deixar o inglês em quinto.
Um destaque para lá de positivo foi Fernando Alonso. O espanhol da McLaren finalmente conquistou os primeiros pontos para o time inglês e ele próprio nessa temporada. Sempre dentro da zona de pontuação, Alonso chegou a andar no Top 5 da corrida e ainda salvou o nono lugar mesmo com a McLaren MCL23 cheia de problemas no trecho final de prova.
Pascal Wehrlein foi outra boa surpresa na corrida do Azerbaijão. O alemão da Sauber foi um dos pivôs da saída de Monisha Kaltenborn do comando da Sauber - ela entendia que Wehrlein e Marcus Ericsson deveriam ter direitos iguais dentro do time - e não fez feio na corrida deste domingo. O alemão tentou ultrapassar o companheiro de equipe, chegou a tomar uma fechada do sueco, mas conseguiu ultrapassar e fechar a corrida com um bom décimo lugar. Até o momento todos os pontos da Sauber foram marcados por Wehrlein mesmo não tendo participado das duas primeiras corridas da temporada.
Nico Hülkenberg era outro que entraria aqui por ser um destaque positivo da corrida. Entraria. O alemão da Renault estava aproveitando-se dos problemas dos carros à frente e alcançava um excelente quarto lugar até errar a tangencia de uma curva, acertar o muro e abandonar a corrida com a quebra da suspensão dianteira direita. A Renault, que já havia perdido Jolyon Palmer no início da corrida, ficou mais uma vez sem pontos.
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Felipe Massa fez uma corrida muito agressiva e despontaria como favorito a vitória se não fosse um problema na suspensão da Williams. O brasileiro, assim como Hülkenberg, aproveitou-se dos problemas dos carros à frente para ganhar posições na corrida. Os pontos altos da corrida de Massa foram as duas primeiras relargadas quando o brasileiro saltou do sexto para o terceiro lugar da corrida. O piloto da Williams saiu da briga assim que a prova foi reiniciada depois da bandeira vermelha, ainda em bandeira amarela, quando o próprio Massa detectou o problema na Williams #19 que o obrigou a abandonar.
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Um ponto que ficou muito claro que deve ser melhorado pela organização do GP do Azerbaijão é o do resgate dos carros. Em treinos e principalmente na corrida sempre aconteceu muita demora na retirada dos carros com problemas da pista. Em todas as situações havia demora na entrada do trator para retirar o carro - mesmo com a interferência da direção de prova - e até mesmo na limpeza dos detritos da pista. A segunda bandeira amarela e o acionamento da bandeira vermelha aconteceram muito pela ineficiência dos fiscais em conseguir limpar os detritos do traçado. Querendo ou não, foi algo que influenciou indiretamente no resultado final da corrida.
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Para o Campeonato de Pilotos a corrida do Azerbaijão mudou pouca coisa. Na realidade, Vettel ampliou em dois pontos a vantagem que tinha antes da oitava etapa. O alemão agora tem 14 pontos de frente para Hamilton. O que joga contra Vettel é que a segunda metade do campeonato será marcada por uma troca de componentes - provavelmente o turbo - com punição e até a Inglaterra - a segunda etapa depois do Azerbaijão - qualquer punição pode causar uma suspensão de uma prova, ou seja, teremos um Vettel muito mais cauteloso nas próximas duas corridas.
Logo abaixo, Ricciardo assumiu a quarta colocação do campeonato de pilotos e abriu vantagem para Kimi Raikkonen no quinto lugar. Max Verstappen, que abandonou quatro das oito corridas da temporada é o sexto apenas um ponto à frente de Sergio Pérez. Felipe Massa fecha o Top 10 com 20 pontos conquistados e seguido de perto por Nico Hülkenberg (18 pontos) e Lance Stroll (17 pontos).
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Entre os Construtores, a Mercedes segue na ponta e a prova do Azerbaijão acabou ajudando os prateados. Agora os atuais campeões tem 24 pontos de vantagem para a Ferrari (250 contra 226 pontos) e praticamente se isolam na liderança do campeonato. Red Bull segue firme na terceira colocação e o mesmo acontece com a Force India no quarto lugar. Williams e Toro Rosso duelam pelo quinto lugar enquanto Haas e Renault brigam pelo sétimo posto. A Sauber segue à frente da McLaren, a lanterna do campeonato com dois pontos conquistados até o momento.
A próxima etapa da Fórmula 1 será o GP da Áustria entre os dias 07 e 09 de julho.
Texto publicado no dia 06 de julho de 2017, às 19h00m.
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| Ricciardo fez uma bela corrida de recuperação para vencer pela primeira vez em 2017 |
O australiano da Red Bull não teve uma corrida fácil no Azerbaijão. Ricciardo foi obrigado a fazer uma parada para troca de pneus bem prematura por ter detritos em um dos dutos de refrigeração dos freios. O #3 despencou na classificação da corrida, mas recuperou as várias posições assim que o safety-car foi acionado pela primeira vez. Nas relargadas seguintes Ricciardo fez o que sabe fazer de melhor e subiu na classificação da corrida na base das ultrapassagens. O australiano virou um sério candidato a vitória após o problema com o protetor de cabeça de Hamilton e a punição de Vettel. Daí em diante, Ricciardo conduziu brilhantemente o carro para a vitória, a quinta na carreira e a primeira dele em 2017.
Valtteri Bottas também fez outra bela corrida de recuperação. Envolvido em um toque com Kimi Raikkonen na segunda curva da corrida, Bottas chegou a perder uma volta em relação aos líderes e usou muito bem as relargadas para escalar a primeira metade do grid. A segunda metade da corrida foi marcada por uma série de ultrapassagens do finlandês que ainda conquistou o segundo lugar com uma ultrapassagem sobre Lance Stroll nos metros finais da corrida.
Mais uma vez Lance Stroll fez uma bela corrida. O novato da Williams contou com o bom rendimento da Williams em retas e, como no Canadá, teve um desempenho muito sólido ao longo de toda a corrida. Assim como Felipe Massa, Stroll também aproveitou as relargadas para conquistar posições. Com os problemas de Hamilton e Vettel, Stroll chegou ao segundo lugar da corrida. Sem conseguir manter um ritmo que pudesse sustentar o segundo lugar, Stroll acabou permitindo, muito pela inexperiência, a ultrapassagem de Bottas nos metros finais de prova. Mesmo com a ultrapassagem, Stroll conquistou o primeiro pódio dele na categoria e já ajuda a Williams subir na classificação do Campeonato de Construtores.
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| Vettel foi obrigado a cumprir um Stop and Go por bater em Hamilton durante o Safety Car |
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| Hamilton teve um problema com o protetor de cabeça que o tirou da liderança da corrida |
Um destaque para lá de positivo foi Fernando Alonso. O espanhol da McLaren finalmente conquistou os primeiros pontos para o time inglês e ele próprio nessa temporada. Sempre dentro da zona de pontuação, Alonso chegou a andar no Top 5 da corrida e ainda salvou o nono lugar mesmo com a McLaren MCL23 cheia de problemas no trecho final de prova.
Pascal Wehrlein foi outra boa surpresa na corrida do Azerbaijão. O alemão da Sauber foi um dos pivôs da saída de Monisha Kaltenborn do comando da Sauber - ela entendia que Wehrlein e Marcus Ericsson deveriam ter direitos iguais dentro do time - e não fez feio na corrida deste domingo. O alemão tentou ultrapassar o companheiro de equipe, chegou a tomar uma fechada do sueco, mas conseguiu ultrapassar e fechar a corrida com um bom décimo lugar. Até o momento todos os pontos da Sauber foram marcados por Wehrlein mesmo não tendo participado das duas primeiras corridas da temporada.
Nico Hülkenberg era outro que entraria aqui por ser um destaque positivo da corrida. Entraria. O alemão da Renault estava aproveitando-se dos problemas dos carros à frente e alcançava um excelente quarto lugar até errar a tangencia de uma curva, acertar o muro e abandonar a corrida com a quebra da suspensão dianteira direita. A Renault, que já havia perdido Jolyon Palmer no início da corrida, ficou mais uma vez sem pontos.
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| Massa fez uma corrida, mas abandonou com problemas na suspensão da Williams #19 |
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| Os resgates de carros e limpeza da pista foram o maior problema ao longo de toda a corrida no Azerbaijão |
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| Resultado do GP do Azerbaijão de Fórmula 1 |
Logo abaixo, Ricciardo assumiu a quarta colocação do campeonato de pilotos e abriu vantagem para Kimi Raikkonen no quinto lugar. Max Verstappen, que abandonou quatro das oito corridas da temporada é o sexto apenas um ponto à frente de Sergio Pérez. Felipe Massa fecha o Top 10 com 20 pontos conquistados e seguido de perto por Nico Hülkenberg (18 pontos) e Lance Stroll (17 pontos).
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| Campeonato após o GP do Azerbaijão |
A próxima etapa da Fórmula 1 será o GP da Áustria entre os dias 07 e 09 de julho.
Texto publicado no dia 06 de julho de 2017, às 19h00m.
28 maio 2017
F1 2017 - GP de Mônaco - Vettel encerra jejum de 16 anos da Ferrari em Monte Carlo
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Sebastian Vettel venceu o GP de Mônaco deste domingo. O alemão encerrou um jejum de 16 anos da Ferrari no principado, ampliou a liderança no campeonato, chegou a marca de três vitórias em seis corridas e é o único que terminou todas as corridas do ano no pódio. Lewis Hamilton conseguiu terminar em sétimo e Felipe Massa em nono.
Vettel contou muito com a estratégia para conquistar a vitória. O alemão da Ferrari atrasou a parada para troca de pneus em algumas voltas, andou muito rápido e conseguiu retornar para a pista à frente de Kimi Raikkonen para vencer pela terceira vez nessa temporada. Vettel encerrou um jejum de vitórias da Ferrari em Monte Carlo que já durava 16 anos. A última vez que a Ferrari venceu em Mônaco foi em 2001, também uma dobradinha, com Michael Schumacher em primeiro e Rubens Barrichello em segundo.
Kimi Raikkonen, que não marcava uma pole há nove anos - França em 2008 -, fazia uma corrida muito boa. O finlandês acabou parando cedo demais, em resposta as paradas de Valtteri Bottas e Max Verstappen, e perdeu muito tempo atrás de retardatários assim que voltou dos pits. Isso tudo acabou contando para Vettel voltar da parada à frente do finlandês que ainda assim completou a dobradinha da Ferrari no principado.
Daniel Ricciardo seguiu uma estratégia muito parecida com a de Sebastian Vettel. O australiano virou algumas voltas rápidas em sequência - três voltas seguidas fazendo a melhor volta da corrida - e conquistou o espaço necessário para saltar do quinto para o terceiro lugar na pista à frente de Valtteri Bottas e Max Verstappen. Grande manobra de Ricciardo para conquistar um resultado improvável em Mônaco.
Valtteri Bottas foi outra vítima da falta de rendimento da Mercedes em circuitos de baixa velocidade. O piloto do #77 conseguiu segurar o ritmo de Verstappen por um bom tempo e assim que Verstappen parou, o finlandês e a Mercedes responderam rapidamente fazendo a parada para troca de pneus e segurou momentaneamente o terceiro lugar. Acontece que a Mercedes não contava com o bom rendimento de Ricciardo e Bottas perdeu o último lugar no pódio. Essa talvez seja a maior decepção da prova deste domingo.
Max Verstappen bem que tentou, mas foi completamente anulado por Valtteri Bottas. O piloto da Red Bull chegou a soltar alguns xingamentos no rádio assim que soube que Ricciardo havia conseguido ultrapassar tanto ele quanto Bottas com a estratégia diferente na parada nos pits. Restou o quinto lugar para Verstappen.
Lewis Hamilton talvez tenha sido o grande destaque da corrida em Mônaco. O tricampeão largou do 13º posto e foi paciente para começar a conquistar posições. Hamilton conquistou uma posição na largada, segurou o máximo que pode a parada para troca de pneus, foi o último a fazer a troca de pneus na volta 47 e saltou para o sétimo lugar. O estrago no campeonato foi amenizado ao máximo com uma estratégia muito bem acertada.
Outro que foi nessa leva de Hamilton foi o brasileiro Felipe Massa. Largando do 14º lugar, o brasileiro contou com as quebras para terminar em nono mesmo com duas paradas para troca de pneus. Massa mostrou que toda a experiência ainda vale muito nessa Fórmula 1 atual e garantiu mais alguns pontinhos para a Williams nessa temporada.
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O grande acidente da corrida envolveu Jenson Button e Pascal Wehrlein. Preso atrás do alemão da Sauber durante toda a corrida, Button tentou uma ultrapassagem na Portier - na curva de entrada do túnel - e acabou jogando o #94 para o guard-rail. O acidente causou a entrada do Safety Car e uma longa bandeira amarela. O acidente causou o abandono tanto de Wehrlein quanto de Button. Para completar o dia triste para a McLaren que conquistava os primeiros pontos do ano acabou batendo a abandonando na parte final da corrida.
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O momento bizarro da corrida foi protagonizado por Marcus Ericsson. O sueco da Sauber bateu ao ultrapassar o safety car na Sainte Devote. Ericsson acabou escorregando no asfalto desgastado da curva 01 e acabou acertando a proteção.
Um destaque positivo foi a melhor volta de Sergio Pérez nos últimos instantes do GP de Mônaco. A volta de 1m14s820 é o novo recorde da pista de Monte Carlo neste traçado usado atualmente.
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O campeonato de pilotos tem uma liderança folgada de Vettel a partir de agora. O alemão já tem 25 pontos de vantagem - o equivalente a uma vitória - para Lewis Hamilton e tem uma boa gordurinha para queimar. Bottas é o terceiro colocado isolado, o mesmo para Raikkonen no quarto lugar. Daniel Ricciardo e Max Verstappen trocaram posições no quinto e sexto lugares.
Do sétimo em diante a coisa está um pouco mais embolada. Pérez tem uma folguinha para Sainz, Massa e Ocon completando o Top 10 até o momento.
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Desta vez, a Ferrari conseguiu sair de uma corrida com uma vantagem significativa para a Mercedes no Campeonato de Construtores. Os italianos tem 196 pontos contra 179 dos alemães, 97 da Red Bull, 53 da Force India - primeira corrida que o time não pontuou neste ano -, 29 da Toro Rosso, 20 da Williams, 14 da Renault e da Haas e o zero ponto da McLaren.
A próxima etapa da Fórmula 1 será o GP do Canadá entre os dias 09 e 11 de junho.
Caso não consiga assistir a lista de vídeos incorporada acima, você pode vê-la clicando neste link aqui.
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| Vettel usou a estratégia para vencer pela segunda vez em Mônaco, a terceira vitória do alemão na temporada |
Vettel contou muito com a estratégia para conquistar a vitória. O alemão da Ferrari atrasou a parada para troca de pneus em algumas voltas, andou muito rápido e conseguiu retornar para a pista à frente de Kimi Raikkonen para vencer pela terceira vez nessa temporada. Vettel encerrou um jejum de vitórias da Ferrari em Monte Carlo que já durava 16 anos. A última vez que a Ferrari venceu em Mônaco foi em 2001, também uma dobradinha, com Michael Schumacher em primeiro e Rubens Barrichello em segundo.
Kimi Raikkonen, que não marcava uma pole há nove anos - França em 2008 -, fazia uma corrida muito boa. O finlandês acabou parando cedo demais, em resposta as paradas de Valtteri Bottas e Max Verstappen, e perdeu muito tempo atrás de retardatários assim que voltou dos pits. Isso tudo acabou contando para Vettel voltar da parada à frente do finlandês que ainda assim completou a dobradinha da Ferrari no principado.
Daniel Ricciardo seguiu uma estratégia muito parecida com a de Sebastian Vettel. O australiano virou algumas voltas rápidas em sequência - três voltas seguidas fazendo a melhor volta da corrida - e conquistou o espaço necessário para saltar do quinto para o terceiro lugar na pista à frente de Valtteri Bottas e Max Verstappen. Grande manobra de Ricciardo para conquistar um resultado improvável em Mônaco.
Valtteri Bottas foi outra vítima da falta de rendimento da Mercedes em circuitos de baixa velocidade. O piloto do #77 conseguiu segurar o ritmo de Verstappen por um bom tempo e assim que Verstappen parou, o finlandês e a Mercedes responderam rapidamente fazendo a parada para troca de pneus e segurou momentaneamente o terceiro lugar. Acontece que a Mercedes não contava com o bom rendimento de Ricciardo e Bottas perdeu o último lugar no pódio. Essa talvez seja a maior decepção da prova deste domingo.
Max Verstappen bem que tentou, mas foi completamente anulado por Valtteri Bottas. O piloto da Red Bull chegou a soltar alguns xingamentos no rádio assim que soube que Ricciardo havia conseguido ultrapassar tanto ele quanto Bottas com a estratégia diferente na parada nos pits. Restou o quinto lugar para Verstappen.
Lewis Hamilton talvez tenha sido o grande destaque da corrida em Mônaco. O tricampeão largou do 13º posto e foi paciente para começar a conquistar posições. Hamilton conquistou uma posição na largada, segurou o máximo que pode a parada para troca de pneus, foi o último a fazer a troca de pneus na volta 47 e saltou para o sétimo lugar. O estrago no campeonato foi amenizado ao máximo com uma estratégia muito bem acertada.
Outro que foi nessa leva de Hamilton foi o brasileiro Felipe Massa. Largando do 14º lugar, o brasileiro contou com as quebras para terminar em nono mesmo com duas paradas para troca de pneus. Massa mostrou que toda a experiência ainda vale muito nessa Fórmula 1 atual e garantiu mais alguns pontinhos para a Williams nessa temporada.
Twitter / Formula 1 (@F1)
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| Button causou o acidente mais preocupante da corrida e deixou Wehrlein vendo o mundo de lado |
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| Ericsson abandonou após bater ao ultrapassar o safety car |
Um destaque positivo foi a melhor volta de Sergio Pérez nos últimos instantes do GP de Mônaco. A volta de 1m14s820 é o novo recorde da pista de Monte Carlo neste traçado usado atualmente.
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| Resultado do GP de Mônaco, sexta etapa do campeonato |
Do sétimo em diante a coisa está um pouco mais embolada. Pérez tem uma folguinha para Sainz, Massa e Ocon completando o Top 10 até o momento.
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| Campeonato de Pilotos após o GP de Mônaco, sexta etapa da temporada |
A próxima etapa da Fórmula 1 será o GP do Canadá entre os dias 09 e 11 de junho.
Caso não consiga assistir a lista de vídeos incorporada acima, você pode vê-la clicando neste link aqui.
15 maio 2017
F1 2017 - GP da Espanha - Hamilton vence duelo com Vettel e esquenta campeonato
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Lewis Hamilton venceu o duelo com Sebastian Vettel pela vitória do GP da Espanha do último domingo. O inglês da Mercedes usou a estratégia de pneus e ainda teve que ultrapassar o próprio Vettel para garantir a segunda vitória do ano. Com as quebras de um carro da Mercedes, Ferrari e Red Bull, a Force India foi o destaque colocando seus carros na quarta e quinta posições. A Sauber marcou os primeiros pontos enquanto Williams, Renault e McLaren seguem seus calvários particulares.
Sebastian Vettel abriu a corrida largando melhor e assumindo a ponta antes da primeira curva. O alemão conseguiu abrir a vantagem suficiente para manter as Mercedes apenas acompanhando o ritmo imposto por ele. Vettel fez a primeira parada e trocou os macios por macios enquanto Hamilton colocou os compostos médios. O inglês conseguiu acompanhar o ritmo da Ferrari mesmo com um composto mais lento durante toda a segunda "perna" de corrida muito pela ajudinha dada por Valtteri Bottas que retardou a primeira parada e segurou um pouco o ritmo de Vettel. O alemão sofreu para ultrapassar o finlandês.
O Safety Car Virtual foi determinante para a Mercedes ganhar tempo na segunda troca de pneus. Lewis Hamilton entrou nos pits no último momento da intervenção da direção de prova e em ritmo de bandeira amarela enquanto Sebastian Vettel fez a troca na volta seguinte toda ritmo normal de corrida. Somente com essa diferença de ritmo, Hamilton descontou toda a diferença que tinha para Vettel. A esperança da Ferrari era ter mais força nas voltas finais de corrida já que Vettel tinha pneus médios contra os macios de Hamilton.
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Primeiro, Hamilton e Vettel dividiram a curva 01 no retorno do alemão para a pista. Depois de cinco voltas de pressão, Hamilton fez a ultrapassagem pela liderança da corrida na abertura da volta 44, no final da reta principal. A administração do consumo de pneus nessa parte final de corrida foi determinante para a vitória de Hamilton. O inglês aos poucos abriu diferença para Vettel e garantiu a segunda vitória da temporada.
Essa corrida também foi marcada pelos primeiros abandonos da Mercedes e da Ferrari. O abandono de Kimi Raikkonen foi causado por um toque de Valtteri Bottas na primeira curva. O finlandês perdeu o controle da Ferrari foi jogado na direção de Max Verstappen e a quebra das suspensões dianteiras dos carros de Raikkonen e Verstappen tirou a dupla da corrida. O abandono do finlandês fez um pequeno fã da Ferrari chorar, mas ele foi ficou mais feliz com o presente que ganhou das mãos do próprio Raikkonen. Sem rendimento o pedaço da prova que participou, Valtteri Bottas abandonou com problemas no motor na volta 39. A primeira quebra de motor da Mercedes neste ano.
Daniel Ricciardo trouxe um misto de sentimentos. O australiano conquistou o primeiro pódio dele em 2017, o segundo da equipe nessa temporada. Uma alegria sem tamanho para Ricciardo. Por outro lado, o rendimento da Red Bull é bem inferior a expectativa que todos tinham em relação a Mercedes e Ferrari. O #3 terminou pouco mais de 1m15s atrás de Hamilton e nunca teve condições de duelar com qualquer um dos líderes. Nessa corrida de Barcelona ficou claro a grande diferença que as outras equipes tem para os prateados e os vermelhos. Além disso, Ricciardo foi o único que não tomou uma volta de Hamilton e Vettel.
A Force India foi um dos destaques positivos do GP da Espanha. Se fora das pistas a equipe vive um drama, dentro das pistas o time não para de surpreender e segue sendo a única equipe que pontuou com os dois carros em todas as corridas. Em Barcelona, Sergio Pérez e Estaban Ocon conquistaram os melhores resultados do time na temporada até o momento. Pérez terminou em quarto e Ocon em quinto. A Force India é de longe a quarta melhor equipe do ano com performances bem regulares durante as corridas.
A Sauber foi outro time que surpreendeu demais em Barcelona. O time suíço marcou os primeiros pontos da temporada com Pascal Wehrlein. O alemão andou boa parte da corrida dentro da zona de pontuação e mesmo com um Time Penalty de 5 segundos completou a corrida no oitavo lugar. Agora, apenas a McLaren ainda não pontuou no campeonato de Construtores.
A Williams segue sofrendo do problema de ter apenas um piloto pontuando e quando esse piloto tem problemas o time simplesmente não pontua. Felipe Massa foi envolvido em dois acidentes - um toque com Fernando Alonso na curva 02 que furou o pneu do brasileiro e uma fechada de Stoffel Vandoorne que obrigou o brasileiro a adiantar uma parada - e despencou na classificação. Mesmo assim, Massa alcançou Lance Stroll e passou o canadense nas voltas finais da corrida. O brasileiro teminou no 13º lugar enquanto Stroll terminou em 16º e último colocado dos carros na pista.
Situação parecida vive a Renault. Nico Hulkenberg fez a corrida que o carro francês pode lhe oferecer e encerrou em um bom sexto lugar, mas Jolyon Palmer andou mal durante toda a corrida e amargou o último lugar da pista até as últimas voltas, quando passou Stroll. O inglês terminou no modesto 15º lugar e a Renault, assim como a Williams, segue dependendo de apenas um piloto para pontuar no campeonato de Construtores.
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O campeonato voltou a ficar apertado na briga pela ponta. Seis pontos separam Sebastian Vettel e Lewis Hamilton, cada um com duas vitórias. A diferença entre a dupla é o número de segundos lugares e pódios. Enquanto Vettel tem outros três segundos lugares, Hamilton tem dois. Vettel também subiu no pódio em todas as corridas do ano enquanto Hamilton ficou de fora dos três primeiros colocados no GP da Rússia. Mesmo assim a situação pode virar em Mônaco, pista onde a ultrapassagem deve estar mais difícil do que nunca neste ano já que os carros são os mais largos dos últimos anos. Uma boa classificação para qualquer um dos dois deve ser determinante no principado.
Bottas e Raikkonen seguem isolados no terceiro e quarto lugares. Entre o quinto e o sétimo lugar, Daniel Ricciardo, Max Verstappen e Sergio Pérez são separados por apenas três pontos. A briga entre o oitavo e 11º lugares também é apertada. Cinco pontos separam Ocon, Massa, Carlos Sainz e Hulkenberg.
Twitter / Formula 1 (@F1)
O campeonato de construtores segue uma polarização parecida com o campeonato de pilotos. A Mercedes lidera com uma vantagem de oito pontos sobre a Ferrari. Red Bull e Force India seguem isoladas no terceiro e quarto lugares. A briga começa a partir do quinto lugar. A Toro Rosso lidera o grupo das equipes com desempenhos irregulares com 21 pontos seguida pela Williams com 18 e a Renault com 14 pontos. Haas e Sauber completam o grupo das equipes que pontuaram com nove e quatro pontos, respectivamente. A McLaren é a lanterna sem pontos marcados.
A próxima etapa da Fórmula 1 é o tradicional GP de Mônaco entre os dias 25 e 28 de maio.
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| Hamilton igualou o número de vitórias de Vettel em 2017 ao conquistar o GP da Espanha |
Sebastian Vettel abriu a corrida largando melhor e assumindo a ponta antes da primeira curva. O alemão conseguiu abrir a vantagem suficiente para manter as Mercedes apenas acompanhando o ritmo imposto por ele. Vettel fez a primeira parada e trocou os macios por macios enquanto Hamilton colocou os compostos médios. O inglês conseguiu acompanhar o ritmo da Ferrari mesmo com um composto mais lento durante toda a segunda "perna" de corrida muito pela ajudinha dada por Valtteri Bottas que retardou a primeira parada e segurou um pouco o ritmo de Vettel. O alemão sofreu para ultrapassar o finlandês.
O Safety Car Virtual foi determinante para a Mercedes ganhar tempo na segunda troca de pneus. Lewis Hamilton entrou nos pits no último momento da intervenção da direção de prova e em ritmo de bandeira amarela enquanto Sebastian Vettel fez a troca na volta seguinte toda ritmo normal de corrida. Somente com essa diferença de ritmo, Hamilton descontou toda a diferença que tinha para Vettel. A esperança da Ferrari era ter mais força nas voltas finais de corrida já que Vettel tinha pneus médios contra os macios de Hamilton.
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| Ultrapassagem de Hamilton que garantiu a vitória em Barcelona |
Essa corrida também foi marcada pelos primeiros abandonos da Mercedes e da Ferrari. O abandono de Kimi Raikkonen foi causado por um toque de Valtteri Bottas na primeira curva. O finlandês perdeu o controle da Ferrari foi jogado na direção de Max Verstappen e a quebra das suspensões dianteiras dos carros de Raikkonen e Verstappen tirou a dupla da corrida. O abandono do finlandês fez um pequeno fã da Ferrari chorar, mas ele foi ficou mais feliz com o presente que ganhou das mãos do próprio Raikkonen. Sem rendimento o pedaço da prova que participou, Valtteri Bottas abandonou com problemas no motor na volta 39. A primeira quebra de motor da Mercedes neste ano.
Daniel Ricciardo trouxe um misto de sentimentos. O australiano conquistou o primeiro pódio dele em 2017, o segundo da equipe nessa temporada. Uma alegria sem tamanho para Ricciardo. Por outro lado, o rendimento da Red Bull é bem inferior a expectativa que todos tinham em relação a Mercedes e Ferrari. O #3 terminou pouco mais de 1m15s atrás de Hamilton e nunca teve condições de duelar com qualquer um dos líderes. Nessa corrida de Barcelona ficou claro a grande diferença que as outras equipes tem para os prateados e os vermelhos. Além disso, Ricciardo foi o único que não tomou uma volta de Hamilton e Vettel.
A Force India foi um dos destaques positivos do GP da Espanha. Se fora das pistas a equipe vive um drama, dentro das pistas o time não para de surpreender e segue sendo a única equipe que pontuou com os dois carros em todas as corridas. Em Barcelona, Sergio Pérez e Estaban Ocon conquistaram os melhores resultados do time na temporada até o momento. Pérez terminou em quarto e Ocon em quinto. A Force India é de longe a quarta melhor equipe do ano com performances bem regulares durante as corridas.
A Sauber foi outro time que surpreendeu demais em Barcelona. O time suíço marcou os primeiros pontos da temporada com Pascal Wehrlein. O alemão andou boa parte da corrida dentro da zona de pontuação e mesmo com um Time Penalty de 5 segundos completou a corrida no oitavo lugar. Agora, apenas a McLaren ainda não pontuou no campeonato de Construtores.
A Williams segue sofrendo do problema de ter apenas um piloto pontuando e quando esse piloto tem problemas o time simplesmente não pontua. Felipe Massa foi envolvido em dois acidentes - um toque com Fernando Alonso na curva 02 que furou o pneu do brasileiro e uma fechada de Stoffel Vandoorne que obrigou o brasileiro a adiantar uma parada - e despencou na classificação. Mesmo assim, Massa alcançou Lance Stroll e passou o canadense nas voltas finais da corrida. O brasileiro teminou no 13º lugar enquanto Stroll terminou em 16º e último colocado dos carros na pista.
Situação parecida vive a Renault. Nico Hulkenberg fez a corrida que o carro francês pode lhe oferecer e encerrou em um bom sexto lugar, mas Jolyon Palmer andou mal durante toda a corrida e amargou o último lugar da pista até as últimas voltas, quando passou Stroll. O inglês terminou no modesto 15º lugar e a Renault, assim como a Williams, segue dependendo de apenas um piloto para pontuar no campeonato de Construtores.
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| Resultado do GP da Espanha do último domingo |
Bottas e Raikkonen seguem isolados no terceiro e quarto lugares. Entre o quinto e o sétimo lugar, Daniel Ricciardo, Max Verstappen e Sergio Pérez são separados por apenas três pontos. A briga entre o oitavo e 11º lugares também é apertada. Cinco pontos separam Ocon, Massa, Carlos Sainz e Hulkenberg.
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| Campeonato de pilotos após o GP da Espanha |
A próxima etapa da Fórmula 1 é o tradicional GP de Mônaco entre os dias 25 e 28 de maio.
07 março 2017
F1 2017 - Barcelona II - Massa encerra primeiro dia na liderança com tempo da manhã
Twitter / Formula 1 (@F1)
O brasileiro Felipe Massa abriu a segunda semana de testes coletivos da Fórmula 1 colocando a Williams no alto da tabela de tempos. Daniel Ricciardo e Sebastian Vettel fecharam os três melhores do dia. O quinto dia de atividades em Barcelona também ficou marcado por novos problemas com a Renault e a McLaren.
A grande surpresa do dia foi a Williams. O time de Grove tentou recuperar o tempo perdido com os acidentes de Lance Stroll na semana passada e colocou Felipe Massa para conduzir o FW40 nesta terça-feira. O brasileiro conseguiu o melhor tempo da manhã - 1m19s726 - com pneus supermacios. Esse também é o segundo melhor tempo no acumulado das duas semanas de testes até agora. Massa descontou boa parte do prejuízo dos últimos dias ao dar o maior número de voltas no primeiro dia da segunda semana de testes coletivos. O brasileiro deu 168 giros no traçado catalão e completou o dia na liderança.
A Ferrari e a Mercedes voltaram a impressionar pela regularidade. Enquanto o carro italiano deu um número bem grande de voltas e fechou o dia com Sebastian Vettel no terceiro lugar da tabela de tempos, os atuais campeões focaram na simulação de corridas, também dando um número bem grande de voltas com Lewis Hamilton e Valtteri Bottas. A Ferrari encerrou o dia com 168 voltas completadas enquanto a Mercedes chegou a marca de 135 voltas - Hamilton andou 49 voltas e Bottas deu 86 giros.
A Renault voltou a ter problemas nesta terça-feira. O time da montadora francesa teve que trocar mais uma vez o motor do R.S.17 já no período da manhã, quando Jolyon Palmer conduzia os testes pela equipe. O inglês chegou aos boxes com o motor desligado sem causar uma bandeira vermelha. A troca do motor levou boa parte da manhã e a Renault só voltou no período da tarde já com Nico Hülkenberg no comando do carro francês. Depois disso o carro não apresentou maiores problemas. Hulk fechou o dia na sétima posição enquanto Palmer foi o lanterninha e 13º do dia. Hülkenberg foi quem causou a única bandeira vermelha do dia ao parar o carro no último setor da pista nos minutos finais do dia.
Mais uma vez a McLaren enfrentou problemas com o motor Honda. O time de Woking chegou ao sexto motor em cinco dias de testes coletivos em Barcelona e o clima entre McLaren e Honda de novo não é dos melhores. Stoffel Vandoorne chegou a completar as atividades da manhã, mas o motor começou a ser trocado durante o horário de almoço e o piloto belga só retornou no meio da tarde para a pista (bem pertinho das 12h no horário de Brasília). Por "sorte", talvez, o time conseguiu que Vandoorne superasse o número de voltas de um GP da Espanha (66).
O destaque na Sauber foi o retorno do alemão Pascal Wehrlein às pistas depois do acidente sofrido na Race of Champions em janeiro e que o tirou da primeira semana de testes. Liberado pelos médicos, Wehrlein conduziu o C36 no período da manhã enquanto Marcus Ericsson assumiu o volante no período da tarde. O time continua sendo o favorito a ser o pior dessa temporada.
Force India, Haas e Toro Rosso aparentemente passaram o quinto dia de pré-temporada sem apresentar problemas e com um bom número de voltas. A Force India com Esteban Ocon andou 141 voltas, a Haas com Kevin Magnussen andou 80 voltas e a Toro Rosso com Daniil Kvyat andou 82 voltas ao longo desta terça-feira.
Lembrando que a última semana de testes coletivos da Fórmula 1 vai até o dia 10 de março em Barcelona, na Espanha.
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| Massa ajudou a Williams a recuperar um pouco do tempo perdido e cravou o melhor tempo do dia |
A grande surpresa do dia foi a Williams. O time de Grove tentou recuperar o tempo perdido com os acidentes de Lance Stroll na semana passada e colocou Felipe Massa para conduzir o FW40 nesta terça-feira. O brasileiro conseguiu o melhor tempo da manhã - 1m19s726 - com pneus supermacios. Esse também é o segundo melhor tempo no acumulado das duas semanas de testes até agora. Massa descontou boa parte do prejuízo dos últimos dias ao dar o maior número de voltas no primeiro dia da segunda semana de testes coletivos. O brasileiro deu 168 giros no traçado catalão e completou o dia na liderança.
A Ferrari e a Mercedes voltaram a impressionar pela regularidade. Enquanto o carro italiano deu um número bem grande de voltas e fechou o dia com Sebastian Vettel no terceiro lugar da tabela de tempos, os atuais campeões focaram na simulação de corridas, também dando um número bem grande de voltas com Lewis Hamilton e Valtteri Bottas. A Ferrari encerrou o dia com 168 voltas completadas enquanto a Mercedes chegou a marca de 135 voltas - Hamilton andou 49 voltas e Bottas deu 86 giros.
A Renault voltou a ter problemas nesta terça-feira. O time da montadora francesa teve que trocar mais uma vez o motor do R.S.17 já no período da manhã, quando Jolyon Palmer conduzia os testes pela equipe. O inglês chegou aos boxes com o motor desligado sem causar uma bandeira vermelha. A troca do motor levou boa parte da manhã e a Renault só voltou no período da tarde já com Nico Hülkenberg no comando do carro francês. Depois disso o carro não apresentou maiores problemas. Hulk fechou o dia na sétima posição enquanto Palmer foi o lanterninha e 13º do dia. Hülkenberg foi quem causou a única bandeira vermelha do dia ao parar o carro no último setor da pista nos minutos finais do dia.
Mais uma vez a McLaren enfrentou problemas com o motor Honda. O time de Woking chegou ao sexto motor em cinco dias de testes coletivos em Barcelona e o clima entre McLaren e Honda de novo não é dos melhores. Stoffel Vandoorne chegou a completar as atividades da manhã, mas o motor começou a ser trocado durante o horário de almoço e o piloto belga só retornou no meio da tarde para a pista (bem pertinho das 12h no horário de Brasília). Por "sorte", talvez, o time conseguiu que Vandoorne superasse o número de voltas de um GP da Espanha (66).
O destaque na Sauber foi o retorno do alemão Pascal Wehrlein às pistas depois do acidente sofrido na Race of Champions em janeiro e que o tirou da primeira semana de testes. Liberado pelos médicos, Wehrlein conduziu o C36 no período da manhã enquanto Marcus Ericsson assumiu o volante no período da tarde. O time continua sendo o favorito a ser o pior dessa temporada.
Force India, Haas e Toro Rosso aparentemente passaram o quinto dia de pré-temporada sem apresentar problemas e com um bom número de voltas. A Force India com Esteban Ocon andou 141 voltas, a Haas com Kevin Magnussen andou 80 voltas e a Toro Rosso com Daniil Kvyat andou 82 voltas ao longo desta terça-feira.
Lembrando que a última semana de testes coletivos da Fórmula 1 vai até o dia 10 de março em Barcelona, na Espanha.
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23 fevereiro 2017
Casco novo para Pascal Wehrlein em 2017
Facebook / Pascal Wehrlein Official
Pascal Wehrlein não vai mudar apenas de time em 2017, o alemão também mudou a pintura do capacete dele para essa nova temporada. Wehrlein, que costumava usar na Manor uma pintura com tons predominantemente mais escuros, segue para o outro extremo agora que desembarcou na Sauber.
Wehrlein tem o apoio da Mercedes e chega a Sauber provavelmente como parte de um acordo futuro entre a montadora e a equipe. Por essa razão da logo da Mercedes está na "testa" do capacete do alemão e a grande quantidade de cinza na parte traseira e no topo.
O capacete tem como cores predominantes o branco e o amarelo - quase um dourado -, o vermelho aparece em linhas de detalhe em quase todo o casco, e como preenchimento na parte de trás e no topo do capacete.
É sempre bom lembrar que Pascal Wehrlein ainda é dúvida para os testes coletivos em Barcelona. Após o acidente que o alemão sofreu durante a Race of Champions em janeiro, ele foi vetado pelos médicos de participar de pelo menos a primeira semana de testes e ainda é dúvida para o início da temporada na Austrália entre os dias 24 e 26 de março.
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| Pascal Wehrlein mudou radicalmente a pintura do capacete para 2017 |
Wehrlein tem o apoio da Mercedes e chega a Sauber provavelmente como parte de um acordo futuro entre a montadora e a equipe. Por essa razão da logo da Mercedes está na "testa" do capacete do alemão e a grande quantidade de cinza na parte traseira e no topo.
O capacete tem como cores predominantes o branco e o amarelo - quase um dourado -, o vermelho aparece em linhas de detalhe em quase todo o casco, e como preenchimento na parte de trás e no topo do capacete.
É sempre bom lembrar que Pascal Wehrlein ainda é dúvida para os testes coletivos em Barcelona. Após o acidente que o alemão sofreu durante a Race of Champions em janeiro, ele foi vetado pelos médicos de participar de pelo menos a primeira semana de testes e ainda é dúvida para o início da temporada na Austrália entre os dias 24 e 26 de março.
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20 fevereiro 2017
Sauber C36
Site Oficial da Sauber
Site Oficial da Sauber
A Sauber deu a largada da semana de apresentações dos carros para a temporada 2017 da Fórmula 1. O time suíço revelou bem no início da manhã desta segunda-feira - pouco antes das 7h, no horário de Brasília - o novo C36. Além das alterações já esperadas por causa do novo regulamento aerodinâmico que a Fórmula 1 vai introduzir nesse ano - carro mais largo, asa traseira mais baixa e mais larga, asa dianteira em "V" e pneus maiores -, a pintura da Sauber também sofreu alterações em comemoração aos 25 anos da equipe na Fórmula 1 e também um pouco pela saída do Banco do Brasil. Agora a Sauber vai correr com um carro pintado em azul, branco, dourado e preto.
As principais mudanças do C36 em relação ao antecessor C35 são bem mais aparentes que as vistas, por exemplo, na Williams. O novo carro segue a tendência de ter uma barbatana na carenagem que faz a cobertura do motor. A parte traseira foi completamente remodelada, as entradas de ar laterais são ligeiramente menores e a entrada de ar no Santo Antônio está dividida ao meio. O bico mantém um espécie de "língua" um pouco menor que a do C35. Como também era esperado o novo C36 tem mais aletas aerodinâmicas.
Site Oficial da Sauber
Sem tantos patrocinadores, o time teve muitos espaços "vazios", ou em branco mesmo, na carenagem, tanto que a Sauber colcou no bico e na tampa do motor a frase "25 anos na Fórmula 1".
O time terá como pilotos titulares o sueco Marcus Ericsson e o alemão Pascal Wehrlein, substituindo o brasileiro Felipe Nasr. Na pré-temporada o time também vai contar com os serviços do italiano Antonio Giovinazzi, vice-campeão da GP2 Series em 2016, que vai correr no lugar de Wehrlein. O alemão foi vetado pelos médicos por causa do acidente sofrido na Race of Champions no final de janeiro e ainda segue como dúvida para o início da temporada na Austrália.
Uma situação que deve prejudicar o desempenho da Sauber em 2017 é o motor. Sem dinheiro para comprar as novas unidades da Ferrari, o time suíço vai correr essa temporada com as usinas de 2016 da fabricante italiana, mais baratas que os modelos atualizados. Por isso mesmo que a chegada de Wehrlein ao time foi vista como um espécie de acordo futuro do time com a Mercedes visando um acordo de fornecimento de motores.
O C36 deve ir para a pista pela primeira vez na quarta-feira quando será apresentado para a imprensa em Barcelona e a equipe fará as filmagens do novo carro no traçado espanhol.
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| O novo C36 vem com uma nova pintura em comemoração aos 25 anos da Sauber |
A Sauber deu a largada da semana de apresentações dos carros para a temporada 2017 da Fórmula 1. O time suíço revelou bem no início da manhã desta segunda-feira - pouco antes das 7h, no horário de Brasília - o novo C36. Além das alterações já esperadas por causa do novo regulamento aerodinâmico que a Fórmula 1 vai introduzir nesse ano - carro mais largo, asa traseira mais baixa e mais larga, asa dianteira em "V" e pneus maiores -, a pintura da Sauber também sofreu alterações em comemoração aos 25 anos da equipe na Fórmula 1 e também um pouco pela saída do Banco do Brasil. Agora a Sauber vai correr com um carro pintado em azul, branco, dourado e preto.
As principais mudanças do C36 em relação ao antecessor C35 são bem mais aparentes que as vistas, por exemplo, na Williams. O novo carro segue a tendência de ter uma barbatana na carenagem que faz a cobertura do motor. A parte traseira foi completamente remodelada, as entradas de ar laterais são ligeiramente menores e a entrada de ar no Santo Antônio está dividida ao meio. O bico mantém um espécie de "língua" um pouco menor que a do C35. Como também era esperado o novo C36 tem mais aletas aerodinâmicas.
Site Oficial da Sauber
Sem tantos patrocinadores, o time teve muitos espaços "vazios", ou em branco mesmo, na carenagem, tanto que a Sauber colcou no bico e na tampa do motor a frase "25 anos na Fórmula 1".
O time terá como pilotos titulares o sueco Marcus Ericsson e o alemão Pascal Wehrlein, substituindo o brasileiro Felipe Nasr. Na pré-temporada o time também vai contar com os serviços do italiano Antonio Giovinazzi, vice-campeão da GP2 Series em 2016, que vai correr no lugar de Wehrlein. O alemão foi vetado pelos médicos por causa do acidente sofrido na Race of Champions no final de janeiro e ainda segue como dúvida para o início da temporada na Austrália.
Uma situação que deve prejudicar o desempenho da Sauber em 2017 é o motor. Sem dinheiro para comprar as novas unidades da Ferrari, o time suíço vai correr essa temporada com as usinas de 2016 da fabricante italiana, mais baratas que os modelos atualizados. Por isso mesmo que a chegada de Wehrlein ao time foi vista como um espécie de acordo futuro do time com a Mercedes visando um acordo de fornecimento de motores.
O C36 deve ir para a pista pela primeira vez na quarta-feira quando será apresentado para a imprensa em Barcelona e a equipe fará as filmagens do novo carro no traçado espanhol.
03 fevereiro 2017
Os últimos lugares da Dança das Cadeiras da F1
Twitter / Mercedes-AMG F1 (@MercedesAMGF1)
A aposentadoria inesperada de Nico Rosberg no início de dezembro causou um verdadeiro rebuliço no mercado de pilotos. Um dos lugares mais desejados por qualquer piloto no grid ficou vago. Claro que a correria geral começou logo em seguida.
O que ficou claro logo de cara é que toda a movimentação no mercado de pilotos estaria diretamente ligada ao caminho que o alemão Pascal Wehrlein, piloto reserva da estrela de três pontas, tomaria para 2017. Se o alemão fosse para a Mercedes a situação era mais simples, afinal de contas, seria uma substituição simples, porque a Manor já flertava com a falência assim que Felipe Nasr marcou os dois pontos para a Sauber aqui no Brasil. Qualquer uma das outras possibilidades jogava o alemão fora da Mercedes, outro piloto com contrato renovado dentro de uma flecha de prata e um veterano para ocupar o lugar vago.
Veja só! Aconteceu justamente isso. A Mercedes olhou para a Williams e pediu Valtteri Bottas - o finlandês é empresariado por Toto Wolff, chefão do time prateado -, mas Claire Williams e Cia LTDA. jogaram duro. Além da grana pela quebra de contrato, o time de Grove pediu um belo desconto nos motores, o diretor técnico da Mercedes Paddy Lowe e uma bela participação no salário do substituto.
Para agradar a Martini, patrocinadora principal, a Williams foi atrás de Felipe Massa. Os ingleses tiraram o brasileiro da breve aposentadoria para agradar tanto a parte técnica da equipe quanto o pessoal do marketing da patrocinadora.
Restava resolver a situação de Wehrlein. Ainda sem experiência suficiente, os alemães fecharam um acordo com a Sauber pensando em um futuro fornecimento de motores, já que só faltava oficializar a falência da Manor, então cliente da montadora.
Tudo fechado, restava anunciar tudo. Foi no último dia 16, uma nota atrás da outra, o quebra-cabeças foi sendo montado. Primeiro a Sauber, depois a Williams e por fim a Mercedes trataram de oficializar as poucas vagas restantes no grid.
Para Bottas, foi maravilhoso. Ele é um bom piloto e que não deve fazer feio na atual tricampeã Construtores. Para Wehrlein, depois do golpe de ver Esteban Ocon ocupar um lugar na Force India, a saída da Manor para Sauber foi uma pequena consolação porque tudo indica que o time helvético será o pior time do grid em 2017. Para Massa, a situação é confortável porque tudo indica que o futuro do brasileiro será na Fórmula E. Já sabe-se que temporada 2017/18 da categoria vai começar no início de dezembro - assim que a temporada da F1 acabar -, ou seja, acabando o contrato com a Williams, Massa pula direto e ainda em atividade para F-E.
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| Os últimos lugares do grid foram ocupados por Wehrlein, Massa e Bottas |
O que ficou claro logo de cara é que toda a movimentação no mercado de pilotos estaria diretamente ligada ao caminho que o alemão Pascal Wehrlein, piloto reserva da estrela de três pontas, tomaria para 2017. Se o alemão fosse para a Mercedes a situação era mais simples, afinal de contas, seria uma substituição simples, porque a Manor já flertava com a falência assim que Felipe Nasr marcou os dois pontos para a Sauber aqui no Brasil. Qualquer uma das outras possibilidades jogava o alemão fora da Mercedes, outro piloto com contrato renovado dentro de uma flecha de prata e um veterano para ocupar o lugar vago.
Veja só! Aconteceu justamente isso. A Mercedes olhou para a Williams e pediu Valtteri Bottas - o finlandês é empresariado por Toto Wolff, chefão do time prateado -, mas Claire Williams e Cia LTDA. jogaram duro. Além da grana pela quebra de contrato, o time de Grove pediu um belo desconto nos motores, o diretor técnico da Mercedes Paddy Lowe e uma bela participação no salário do substituto.
Para agradar a Martini, patrocinadora principal, a Williams foi atrás de Felipe Massa. Os ingleses tiraram o brasileiro da breve aposentadoria para agradar tanto a parte técnica da equipe quanto o pessoal do marketing da patrocinadora.
Restava resolver a situação de Wehrlein. Ainda sem experiência suficiente, os alemães fecharam um acordo com a Sauber pensando em um futuro fornecimento de motores, já que só faltava oficializar a falência da Manor, então cliente da montadora.
Tudo fechado, restava anunciar tudo. Foi no último dia 16, uma nota atrás da outra, o quebra-cabeças foi sendo montado. Primeiro a Sauber, depois a Williams e por fim a Mercedes trataram de oficializar as poucas vagas restantes no grid.
Para Bottas, foi maravilhoso. Ele é um bom piloto e que não deve fazer feio na atual tricampeã Construtores. Para Wehrlein, depois do golpe de ver Esteban Ocon ocupar um lugar na Force India, a saída da Manor para Sauber foi uma pequena consolação porque tudo indica que o time helvético será o pior time do grid em 2017. Para Massa, a situação é confortável porque tudo indica que o futuro do brasileiro será na Fórmula E. Já sabe-se que temporada 2017/18 da categoria vai começar no início de dezembro - assim que a temporada da F1 acabar -, ou seja, acabando o contrato com a Williams, Massa pula direto e ainda em atividade para F-E.
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01 fevereiro 2017
Race of Champions 2017
Reprodução / YouTube / Race of Champions
Realizada nos dias 21 e 22 em Miami, a Race of Champions 2017 teve como campeões o colombiano Juan Pablo Montoya, o alemão Sébastian Vettel representando a Alemanha na Copa das Nações e o time do Resto do Mundo na disputa contra a América. A competição amistosa ainda teve o susto do acidente de Pascal Wehrlein no primeiro dia de corridas.
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Começando pela competição individual da Race of Champions. No sábado (21), a vitória ficou com o estreante Juan Pablo Montoya. O colombiano derrotou nada mais nada menos que Tom Kristensen na final. Na verdade, a dupla foi a melhor do primeiro dia de corridas. Com a vitória de Montoya, Kristensen alcançou a marca de chegar pela quinta vez a final da Race of Champions e ficar apenas com o vice-campeonato.
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O grande destaque desse dia foi o acidente protagonizado por Pascal Wehrlein. Ainda nas quartas-de-finais da competição individual, o alemão perdeu o controle no final da última corrida que fez com Felipe Massa, bateu no carro do brasileiro e capotou o triciclo em que estava. Tanto Wehrlein quanto o passageiro saíram ilesos, mas o alemão foi vetado pelos médicos de participar do segundo dia de competições.
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Essa situação acabou deixando Sebastian Vettel sozinho na disputa por equipes no time da Alemanha, mas quem disse que isso foi um problema? O alemão da Ferrari chegou a final sem perder uma corrida sequer para disputar o título contra o time dos EUA/Nascar formado pelos irmãos Busch. Vettel sobrou mais uma vez e venceu tanto Kurt quanto Kyle Busch nas corridas da final e deu mais um título para a Alemanha na Race of Champions, o sétimo do país, todos conquistados por Vettel e o primeiro dele sem formar uma dupla com Michael Schumacher.
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Logo em seguida veio a disputa inédita entre o Resto do Mundo e a América. A briga foi parelha até a final vencida por Peter Solberg e que deu o título para a equipe do Resto do Mundo - formada pelo próprio Solberg, Jenson Button, David Coulthard, Tom Kristensen, James Hinchcliffe, Sébastian Vettel, Juan Pablo Montoya, Tony Kanaan e Felipe Massa. Na comemoração os pilotos da equipe - a maior parte com contrato para essa temporada - subiram no carro e deixaram para Button - que por enquanto está sem contrato para esse ano - pilotar. Só aí eu contei uns seis chefes de equipe apavorados com a cena.
Realizada nos dias 21 e 22 em Miami, a Race of Champions 2017 teve como campeões o colombiano Juan Pablo Montoya, o alemão Sébastian Vettel representando a Alemanha na Copa das Nações e o time do Resto do Mundo na disputa contra a América. A competição amistosa ainda teve o susto do acidente de Pascal Wehrlein no primeiro dia de corridas.
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| Montoya venceu logo na estreia da Race of Champions |
Reprodução / YouTube / Race of Champions
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| Esse acidente tirou Wehrlein do segundo dia de Race of Champions |
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| Vettel sobrou na disputa por equipes da Race of Champions |
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| A cena que deixou vários chefes de equipe de cabelo em pé |
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Tom Kristensen
29 dezembro 2016
O casco de Wehrlein para Abu Dhabi
Facebook / JMD Jens Munser Designs
Normalmente correndo com um desenho mais escuro, Pascal Wehrlein escolheu um esquema de cores diferentes para a corrida que marcou o encerramento da temporada da Fórmula 1 em Abu Dhabi.
Facebook / JMD Jens Munser Designs
O alemão da Manor geralmente corre com um desenho carregado de muito preto e vermelho e alguns detalhes em amarelo, mas no GP de Abu Dhabi escolheu um desenho em que o preto faz a base da pintura, mas o amarelo acaba tomando conta do topo e das laterais do casco. O vermelho aparece apenas nos detalhes do desenho.
Além disso, a pintura toda recebeu um tratamento para que brilhasse mais com a iluminação artificial da pista da Marina de Yas.
Normalmente correndo com um desenho mais escuro, Pascal Wehrlein escolheu um esquema de cores diferentes para a corrida que marcou o encerramento da temporada da Fórmula 1 em Abu Dhabi.
Facebook / JMD Jens Munser Designs
O alemão da Manor geralmente corre com um desenho carregado de muito preto e vermelho e alguns detalhes em amarelo, mas no GP de Abu Dhabi escolheu um desenho em que o preto faz a base da pintura, mas o amarelo acaba tomando conta do topo e das laterais do casco. O vermelho aparece apenas nos detalhes do desenho.
Além disso, a pintura toda recebeu um tratamento para que brilhasse mais com a iluminação artificial da pista da Marina de Yas.
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