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24 agosto 2017
Como a Sauber deve disputar a F1 em 2018?
O time de Hinwil está buscando recuperação após uma primeira metade de 2017 bem conturbada. Para isso já fechou contrato de motores que deve afetar a escolha dos pilotos da próxima temporada.
MOTOR
Depois de andar com os motores de 2016 da Ferrari nesta temporada, a Sauber chegou a fechar com a Honda para 2018 antes da demissão de Monisha Kaltenborn. Assim que a única mulher que chefiou uma equipe na história da Fórmula 1 foi demitida o contrato foi colocado em cheque pelas duas partes. Por fim, Frédéric Vasseur (ex-Renault) assumiu o comando do time e a Sauber acertou um novo contrato com a Ferrari.
Especulações indicam que o time deve ser uma equipe B da Ferrari abrigando os pilotos iniciantes da montadora em troca de um desconto nos valor das unidades de força. É aí que mora a dúvida para a dupla de pilotos.
PILOTOS
Logo de cara, o contrato com a Ferrari já ameaça demais a Pascal Wehrlein. O alemão é cria da Mercedes e só ficou na Sauber por uma possibilidade de negociação de fornecimento de motores entre as duas partes. Situação que não aconteceu e deve deixar o Wehrlein sem vaga para a próxima temporada mesmo sendo o responsável pelos pontos da Sauber na temporada.
O contrato com a Ferrari também coloca a permanência de Marcus Ericsson em cheque. Piloto pagante, Ericsson não está na Sauber apenas pelo "talento e o rostinho bonito". Nem mesmo o dinheiro poderia garantir o sueco na equipe para a próxima temporada. Hoje, Ericsson é junto com Jolyon Palmer um dos pilotos regulares que não pontuou na temporada.
Neste cenário entram Antonio Giovinazzi e Charles Leclerc. A dupla de pupilos da Ferrari é a aposta mais sólida para andar pela Sauber no próximo campeonato. Giovinazzi substituiu Wehrlein nas primeiras corridas do ano e também ao longo de toda a pré-temporada. Não fez feio e chamou a atenção de outras equipes da categoria mesmo sem pontuar.
Charles Leclerc domina com folga a temporada da Fórmula 2 e já é apontado como promessa para a Fórmula 1. O monegasco é apontado como favorito para ocupar a segunda vaga na Sauber na próxima temporada independente de quem esteja no outro carro.
Lembre-se que boa parte do que foi falado nesta postagem ainda não passa de mera especulação neste momento.
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15 maio 2017
F1 2017 - GP da Espanha - Hamilton vence duelo com Vettel e esquenta campeonato
Twitter / Formula 1 (@F1)
Lewis Hamilton venceu o duelo com Sebastian Vettel pela vitória do GP da Espanha do último domingo. O inglês da Mercedes usou a estratégia de pneus e ainda teve que ultrapassar o próprio Vettel para garantir a segunda vitória do ano. Com as quebras de um carro da Mercedes, Ferrari e Red Bull, a Force India foi o destaque colocando seus carros na quarta e quinta posições. A Sauber marcou os primeiros pontos enquanto Williams, Renault e McLaren seguem seus calvários particulares.
Sebastian Vettel abriu a corrida largando melhor e assumindo a ponta antes da primeira curva. O alemão conseguiu abrir a vantagem suficiente para manter as Mercedes apenas acompanhando o ritmo imposto por ele. Vettel fez a primeira parada e trocou os macios por macios enquanto Hamilton colocou os compostos médios. O inglês conseguiu acompanhar o ritmo da Ferrari mesmo com um composto mais lento durante toda a segunda "perna" de corrida muito pela ajudinha dada por Valtteri Bottas que retardou a primeira parada e segurou um pouco o ritmo de Vettel. O alemão sofreu para ultrapassar o finlandês.
O Safety Car Virtual foi determinante para a Mercedes ganhar tempo na segunda troca de pneus. Lewis Hamilton entrou nos pits no último momento da intervenção da direção de prova e em ritmo de bandeira amarela enquanto Sebastian Vettel fez a troca na volta seguinte toda ritmo normal de corrida. Somente com essa diferença de ritmo, Hamilton descontou toda a diferença que tinha para Vettel. A esperança da Ferrari era ter mais força nas voltas finais de corrida já que Vettel tinha pneus médios contra os macios de Hamilton.
Twitter / Formula 1 (@F1)
Primeiro, Hamilton e Vettel dividiram a curva 01 no retorno do alemão para a pista. Depois de cinco voltas de pressão, Hamilton fez a ultrapassagem pela liderança da corrida na abertura da volta 44, no final da reta principal. A administração do consumo de pneus nessa parte final de corrida foi determinante para a vitória de Hamilton. O inglês aos poucos abriu diferença para Vettel e garantiu a segunda vitória da temporada.
Essa corrida também foi marcada pelos primeiros abandonos da Mercedes e da Ferrari. O abandono de Kimi Raikkonen foi causado por um toque de Valtteri Bottas na primeira curva. O finlandês perdeu o controle da Ferrari foi jogado na direção de Max Verstappen e a quebra das suspensões dianteiras dos carros de Raikkonen e Verstappen tirou a dupla da corrida. O abandono do finlandês fez um pequeno fã da Ferrari chorar, mas ele foi ficou mais feliz com o presente que ganhou das mãos do próprio Raikkonen. Sem rendimento o pedaço da prova que participou, Valtteri Bottas abandonou com problemas no motor na volta 39. A primeira quebra de motor da Mercedes neste ano.
Daniel Ricciardo trouxe um misto de sentimentos. O australiano conquistou o primeiro pódio dele em 2017, o segundo da equipe nessa temporada. Uma alegria sem tamanho para Ricciardo. Por outro lado, o rendimento da Red Bull é bem inferior a expectativa que todos tinham em relação a Mercedes e Ferrari. O #3 terminou pouco mais de 1m15s atrás de Hamilton e nunca teve condições de duelar com qualquer um dos líderes. Nessa corrida de Barcelona ficou claro a grande diferença que as outras equipes tem para os prateados e os vermelhos. Além disso, Ricciardo foi o único que não tomou uma volta de Hamilton e Vettel.
A Force India foi um dos destaques positivos do GP da Espanha. Se fora das pistas a equipe vive um drama, dentro das pistas o time não para de surpreender e segue sendo a única equipe que pontuou com os dois carros em todas as corridas. Em Barcelona, Sergio Pérez e Estaban Ocon conquistaram os melhores resultados do time na temporada até o momento. Pérez terminou em quarto e Ocon em quinto. A Force India é de longe a quarta melhor equipe do ano com performances bem regulares durante as corridas.
A Sauber foi outro time que surpreendeu demais em Barcelona. O time suíço marcou os primeiros pontos da temporada com Pascal Wehrlein. O alemão andou boa parte da corrida dentro da zona de pontuação e mesmo com um Time Penalty de 5 segundos completou a corrida no oitavo lugar. Agora, apenas a McLaren ainda não pontuou no campeonato de Construtores.
A Williams segue sofrendo do problema de ter apenas um piloto pontuando e quando esse piloto tem problemas o time simplesmente não pontua. Felipe Massa foi envolvido em dois acidentes - um toque com Fernando Alonso na curva 02 que furou o pneu do brasileiro e uma fechada de Stoffel Vandoorne que obrigou o brasileiro a adiantar uma parada - e despencou na classificação. Mesmo assim, Massa alcançou Lance Stroll e passou o canadense nas voltas finais da corrida. O brasileiro teminou no 13º lugar enquanto Stroll terminou em 16º e último colocado dos carros na pista.
Situação parecida vive a Renault. Nico Hulkenberg fez a corrida que o carro francês pode lhe oferecer e encerrou em um bom sexto lugar, mas Jolyon Palmer andou mal durante toda a corrida e amargou o último lugar da pista até as últimas voltas, quando passou Stroll. O inglês terminou no modesto 15º lugar e a Renault, assim como a Williams, segue dependendo de apenas um piloto para pontuar no campeonato de Construtores.
Twitter / Formula 1 (@F1)
O campeonato voltou a ficar apertado na briga pela ponta. Seis pontos separam Sebastian Vettel e Lewis Hamilton, cada um com duas vitórias. A diferença entre a dupla é o número de segundos lugares e pódios. Enquanto Vettel tem outros três segundos lugares, Hamilton tem dois. Vettel também subiu no pódio em todas as corridas do ano enquanto Hamilton ficou de fora dos três primeiros colocados no GP da Rússia. Mesmo assim a situação pode virar em Mônaco, pista onde a ultrapassagem deve estar mais difícil do que nunca neste ano já que os carros são os mais largos dos últimos anos. Uma boa classificação para qualquer um dos dois deve ser determinante no principado.
Bottas e Raikkonen seguem isolados no terceiro e quarto lugares. Entre o quinto e o sétimo lugar, Daniel Ricciardo, Max Verstappen e Sergio Pérez são separados por apenas três pontos. A briga entre o oitavo e 11º lugares também é apertada. Cinco pontos separam Ocon, Massa, Carlos Sainz e Hulkenberg.
Twitter / Formula 1 (@F1)
O campeonato de construtores segue uma polarização parecida com o campeonato de pilotos. A Mercedes lidera com uma vantagem de oito pontos sobre a Ferrari. Red Bull e Force India seguem isoladas no terceiro e quarto lugares. A briga começa a partir do quinto lugar. A Toro Rosso lidera o grupo das equipes com desempenhos irregulares com 21 pontos seguida pela Williams com 18 e a Renault com 14 pontos. Haas e Sauber completam o grupo das equipes que pontuaram com nove e quatro pontos, respectivamente. A McLaren é a lanterna sem pontos marcados.
A próxima etapa da Fórmula 1 é o tradicional GP de Mônaco entre os dias 25 e 28 de maio.
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| Hamilton igualou o número de vitórias de Vettel em 2017 ao conquistar o GP da Espanha |
Sebastian Vettel abriu a corrida largando melhor e assumindo a ponta antes da primeira curva. O alemão conseguiu abrir a vantagem suficiente para manter as Mercedes apenas acompanhando o ritmo imposto por ele. Vettel fez a primeira parada e trocou os macios por macios enquanto Hamilton colocou os compostos médios. O inglês conseguiu acompanhar o ritmo da Ferrari mesmo com um composto mais lento durante toda a segunda "perna" de corrida muito pela ajudinha dada por Valtteri Bottas que retardou a primeira parada e segurou um pouco o ritmo de Vettel. O alemão sofreu para ultrapassar o finlandês.
O Safety Car Virtual foi determinante para a Mercedes ganhar tempo na segunda troca de pneus. Lewis Hamilton entrou nos pits no último momento da intervenção da direção de prova e em ritmo de bandeira amarela enquanto Sebastian Vettel fez a troca na volta seguinte toda ritmo normal de corrida. Somente com essa diferença de ritmo, Hamilton descontou toda a diferença que tinha para Vettel. A esperança da Ferrari era ter mais força nas voltas finais de corrida já que Vettel tinha pneus médios contra os macios de Hamilton.
Twitter / Formula 1 (@F1)
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| Ultrapassagem de Hamilton que garantiu a vitória em Barcelona |
Essa corrida também foi marcada pelos primeiros abandonos da Mercedes e da Ferrari. O abandono de Kimi Raikkonen foi causado por um toque de Valtteri Bottas na primeira curva. O finlandês perdeu o controle da Ferrari foi jogado na direção de Max Verstappen e a quebra das suspensões dianteiras dos carros de Raikkonen e Verstappen tirou a dupla da corrida. O abandono do finlandês fez um pequeno fã da Ferrari chorar, mas ele foi ficou mais feliz com o presente que ganhou das mãos do próprio Raikkonen. Sem rendimento o pedaço da prova que participou, Valtteri Bottas abandonou com problemas no motor na volta 39. A primeira quebra de motor da Mercedes neste ano.
Daniel Ricciardo trouxe um misto de sentimentos. O australiano conquistou o primeiro pódio dele em 2017, o segundo da equipe nessa temporada. Uma alegria sem tamanho para Ricciardo. Por outro lado, o rendimento da Red Bull é bem inferior a expectativa que todos tinham em relação a Mercedes e Ferrari. O #3 terminou pouco mais de 1m15s atrás de Hamilton e nunca teve condições de duelar com qualquer um dos líderes. Nessa corrida de Barcelona ficou claro a grande diferença que as outras equipes tem para os prateados e os vermelhos. Além disso, Ricciardo foi o único que não tomou uma volta de Hamilton e Vettel.
A Force India foi um dos destaques positivos do GP da Espanha. Se fora das pistas a equipe vive um drama, dentro das pistas o time não para de surpreender e segue sendo a única equipe que pontuou com os dois carros em todas as corridas. Em Barcelona, Sergio Pérez e Estaban Ocon conquistaram os melhores resultados do time na temporada até o momento. Pérez terminou em quarto e Ocon em quinto. A Force India é de longe a quarta melhor equipe do ano com performances bem regulares durante as corridas.
A Sauber foi outro time que surpreendeu demais em Barcelona. O time suíço marcou os primeiros pontos da temporada com Pascal Wehrlein. O alemão andou boa parte da corrida dentro da zona de pontuação e mesmo com um Time Penalty de 5 segundos completou a corrida no oitavo lugar. Agora, apenas a McLaren ainda não pontuou no campeonato de Construtores.
A Williams segue sofrendo do problema de ter apenas um piloto pontuando e quando esse piloto tem problemas o time simplesmente não pontua. Felipe Massa foi envolvido em dois acidentes - um toque com Fernando Alonso na curva 02 que furou o pneu do brasileiro e uma fechada de Stoffel Vandoorne que obrigou o brasileiro a adiantar uma parada - e despencou na classificação. Mesmo assim, Massa alcançou Lance Stroll e passou o canadense nas voltas finais da corrida. O brasileiro teminou no 13º lugar enquanto Stroll terminou em 16º e último colocado dos carros na pista.
Situação parecida vive a Renault. Nico Hulkenberg fez a corrida que o carro francês pode lhe oferecer e encerrou em um bom sexto lugar, mas Jolyon Palmer andou mal durante toda a corrida e amargou o último lugar da pista até as últimas voltas, quando passou Stroll. O inglês terminou no modesto 15º lugar e a Renault, assim como a Williams, segue dependendo de apenas um piloto para pontuar no campeonato de Construtores.
Twitter / Formula 1 (@F1)
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| Resultado do GP da Espanha do último domingo |
Bottas e Raikkonen seguem isolados no terceiro e quarto lugares. Entre o quinto e o sétimo lugar, Daniel Ricciardo, Max Verstappen e Sergio Pérez são separados por apenas três pontos. A briga entre o oitavo e 11º lugares também é apertada. Cinco pontos separam Ocon, Massa, Carlos Sainz e Hulkenberg.
Twitter / Formula 1 (@F1)
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| Campeonato de pilotos após o GP da Espanha |
A próxima etapa da Fórmula 1 é o tradicional GP de Mônaco entre os dias 25 e 28 de maio.
07 março 2017
F1 2017 - Barcelona II - Massa encerra primeiro dia na liderança com tempo da manhã
Twitter / Formula 1 (@F1)
O brasileiro Felipe Massa abriu a segunda semana de testes coletivos da Fórmula 1 colocando a Williams no alto da tabela de tempos. Daniel Ricciardo e Sebastian Vettel fecharam os três melhores do dia. O quinto dia de atividades em Barcelona também ficou marcado por novos problemas com a Renault e a McLaren.
A grande surpresa do dia foi a Williams. O time de Grove tentou recuperar o tempo perdido com os acidentes de Lance Stroll na semana passada e colocou Felipe Massa para conduzir o FW40 nesta terça-feira. O brasileiro conseguiu o melhor tempo da manhã - 1m19s726 - com pneus supermacios. Esse também é o segundo melhor tempo no acumulado das duas semanas de testes até agora. Massa descontou boa parte do prejuízo dos últimos dias ao dar o maior número de voltas no primeiro dia da segunda semana de testes coletivos. O brasileiro deu 168 giros no traçado catalão e completou o dia na liderança.
A Ferrari e a Mercedes voltaram a impressionar pela regularidade. Enquanto o carro italiano deu um número bem grande de voltas e fechou o dia com Sebastian Vettel no terceiro lugar da tabela de tempos, os atuais campeões focaram na simulação de corridas, também dando um número bem grande de voltas com Lewis Hamilton e Valtteri Bottas. A Ferrari encerrou o dia com 168 voltas completadas enquanto a Mercedes chegou a marca de 135 voltas - Hamilton andou 49 voltas e Bottas deu 86 giros.
A Renault voltou a ter problemas nesta terça-feira. O time da montadora francesa teve que trocar mais uma vez o motor do R.S.17 já no período da manhã, quando Jolyon Palmer conduzia os testes pela equipe. O inglês chegou aos boxes com o motor desligado sem causar uma bandeira vermelha. A troca do motor levou boa parte da manhã e a Renault só voltou no período da tarde já com Nico Hülkenberg no comando do carro francês. Depois disso o carro não apresentou maiores problemas. Hulk fechou o dia na sétima posição enquanto Palmer foi o lanterninha e 13º do dia. Hülkenberg foi quem causou a única bandeira vermelha do dia ao parar o carro no último setor da pista nos minutos finais do dia.
Mais uma vez a McLaren enfrentou problemas com o motor Honda. O time de Woking chegou ao sexto motor em cinco dias de testes coletivos em Barcelona e o clima entre McLaren e Honda de novo não é dos melhores. Stoffel Vandoorne chegou a completar as atividades da manhã, mas o motor começou a ser trocado durante o horário de almoço e o piloto belga só retornou no meio da tarde para a pista (bem pertinho das 12h no horário de Brasília). Por "sorte", talvez, o time conseguiu que Vandoorne superasse o número de voltas de um GP da Espanha (66).
O destaque na Sauber foi o retorno do alemão Pascal Wehrlein às pistas depois do acidente sofrido na Race of Champions em janeiro e que o tirou da primeira semana de testes. Liberado pelos médicos, Wehrlein conduziu o C36 no período da manhã enquanto Marcus Ericsson assumiu o volante no período da tarde. O time continua sendo o favorito a ser o pior dessa temporada.
Force India, Haas e Toro Rosso aparentemente passaram o quinto dia de pré-temporada sem apresentar problemas e com um bom número de voltas. A Force India com Esteban Ocon andou 141 voltas, a Haas com Kevin Magnussen andou 80 voltas e a Toro Rosso com Daniil Kvyat andou 82 voltas ao longo desta terça-feira.
Lembrando que a última semana de testes coletivos da Fórmula 1 vai até o dia 10 de março em Barcelona, na Espanha.
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| Massa ajudou a Williams a recuperar um pouco do tempo perdido e cravou o melhor tempo do dia |
A grande surpresa do dia foi a Williams. O time de Grove tentou recuperar o tempo perdido com os acidentes de Lance Stroll na semana passada e colocou Felipe Massa para conduzir o FW40 nesta terça-feira. O brasileiro conseguiu o melhor tempo da manhã - 1m19s726 - com pneus supermacios. Esse também é o segundo melhor tempo no acumulado das duas semanas de testes até agora. Massa descontou boa parte do prejuízo dos últimos dias ao dar o maior número de voltas no primeiro dia da segunda semana de testes coletivos. O brasileiro deu 168 giros no traçado catalão e completou o dia na liderança.
A Ferrari e a Mercedes voltaram a impressionar pela regularidade. Enquanto o carro italiano deu um número bem grande de voltas e fechou o dia com Sebastian Vettel no terceiro lugar da tabela de tempos, os atuais campeões focaram na simulação de corridas, também dando um número bem grande de voltas com Lewis Hamilton e Valtteri Bottas. A Ferrari encerrou o dia com 168 voltas completadas enquanto a Mercedes chegou a marca de 135 voltas - Hamilton andou 49 voltas e Bottas deu 86 giros.
A Renault voltou a ter problemas nesta terça-feira. O time da montadora francesa teve que trocar mais uma vez o motor do R.S.17 já no período da manhã, quando Jolyon Palmer conduzia os testes pela equipe. O inglês chegou aos boxes com o motor desligado sem causar uma bandeira vermelha. A troca do motor levou boa parte da manhã e a Renault só voltou no período da tarde já com Nico Hülkenberg no comando do carro francês. Depois disso o carro não apresentou maiores problemas. Hulk fechou o dia na sétima posição enquanto Palmer foi o lanterninha e 13º do dia. Hülkenberg foi quem causou a única bandeira vermelha do dia ao parar o carro no último setor da pista nos minutos finais do dia.
Mais uma vez a McLaren enfrentou problemas com o motor Honda. O time de Woking chegou ao sexto motor em cinco dias de testes coletivos em Barcelona e o clima entre McLaren e Honda de novo não é dos melhores. Stoffel Vandoorne chegou a completar as atividades da manhã, mas o motor começou a ser trocado durante o horário de almoço e o piloto belga só retornou no meio da tarde para a pista (bem pertinho das 12h no horário de Brasília). Por "sorte", talvez, o time conseguiu que Vandoorne superasse o número de voltas de um GP da Espanha (66).
O destaque na Sauber foi o retorno do alemão Pascal Wehrlein às pistas depois do acidente sofrido na Race of Champions em janeiro e que o tirou da primeira semana de testes. Liberado pelos médicos, Wehrlein conduziu o C36 no período da manhã enquanto Marcus Ericsson assumiu o volante no período da tarde. O time continua sendo o favorito a ser o pior dessa temporada.
Force India, Haas e Toro Rosso aparentemente passaram o quinto dia de pré-temporada sem apresentar problemas e com um bom número de voltas. A Force India com Esteban Ocon andou 141 voltas, a Haas com Kevin Magnussen andou 80 voltas e a Toro Rosso com Daniil Kvyat andou 82 voltas ao longo desta terça-feira.
Lembrando que a última semana de testes coletivos da Fórmula 1 vai até o dia 10 de março em Barcelona, na Espanha.
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23 fevereiro 2017
Casco novo para Pascal Wehrlein em 2017
Facebook / Pascal Wehrlein Official
Pascal Wehrlein não vai mudar apenas de time em 2017, o alemão também mudou a pintura do capacete dele para essa nova temporada. Wehrlein, que costumava usar na Manor uma pintura com tons predominantemente mais escuros, segue para o outro extremo agora que desembarcou na Sauber.
Wehrlein tem o apoio da Mercedes e chega a Sauber provavelmente como parte de um acordo futuro entre a montadora e a equipe. Por essa razão da logo da Mercedes está na "testa" do capacete do alemão e a grande quantidade de cinza na parte traseira e no topo.
O capacete tem como cores predominantes o branco e o amarelo - quase um dourado -, o vermelho aparece em linhas de detalhe em quase todo o casco, e como preenchimento na parte de trás e no topo do capacete.
É sempre bom lembrar que Pascal Wehrlein ainda é dúvida para os testes coletivos em Barcelona. Após o acidente que o alemão sofreu durante a Race of Champions em janeiro, ele foi vetado pelos médicos de participar de pelo menos a primeira semana de testes e ainda é dúvida para o início da temporada na Austrália entre os dias 24 e 26 de março.
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| Pascal Wehrlein mudou radicalmente a pintura do capacete para 2017 |
Wehrlein tem o apoio da Mercedes e chega a Sauber provavelmente como parte de um acordo futuro entre a montadora e a equipe. Por essa razão da logo da Mercedes está na "testa" do capacete do alemão e a grande quantidade de cinza na parte traseira e no topo.
O capacete tem como cores predominantes o branco e o amarelo - quase um dourado -, o vermelho aparece em linhas de detalhe em quase todo o casco, e como preenchimento na parte de trás e no topo do capacete.
É sempre bom lembrar que Pascal Wehrlein ainda é dúvida para os testes coletivos em Barcelona. Após o acidente que o alemão sofreu durante a Race of Champions em janeiro, ele foi vetado pelos médicos de participar de pelo menos a primeira semana de testes e ainda é dúvida para o início da temporada na Austrália entre os dias 24 e 26 de março.
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20 fevereiro 2017
Sauber C36
Site Oficial da Sauber
Site Oficial da Sauber
A Sauber deu a largada da semana de apresentações dos carros para a temporada 2017 da Fórmula 1. O time suíço revelou bem no início da manhã desta segunda-feira - pouco antes das 7h, no horário de Brasília - o novo C36. Além das alterações já esperadas por causa do novo regulamento aerodinâmico que a Fórmula 1 vai introduzir nesse ano - carro mais largo, asa traseira mais baixa e mais larga, asa dianteira em "V" e pneus maiores -, a pintura da Sauber também sofreu alterações em comemoração aos 25 anos da equipe na Fórmula 1 e também um pouco pela saída do Banco do Brasil. Agora a Sauber vai correr com um carro pintado em azul, branco, dourado e preto.
As principais mudanças do C36 em relação ao antecessor C35 são bem mais aparentes que as vistas, por exemplo, na Williams. O novo carro segue a tendência de ter uma barbatana na carenagem que faz a cobertura do motor. A parte traseira foi completamente remodelada, as entradas de ar laterais são ligeiramente menores e a entrada de ar no Santo Antônio está dividida ao meio. O bico mantém um espécie de "língua" um pouco menor que a do C35. Como também era esperado o novo C36 tem mais aletas aerodinâmicas.
Site Oficial da Sauber
Sem tantos patrocinadores, o time teve muitos espaços "vazios", ou em branco mesmo, na carenagem, tanto que a Sauber colcou no bico e na tampa do motor a frase "25 anos na Fórmula 1".
O time terá como pilotos titulares o sueco Marcus Ericsson e o alemão Pascal Wehrlein, substituindo o brasileiro Felipe Nasr. Na pré-temporada o time também vai contar com os serviços do italiano Antonio Giovinazzi, vice-campeão da GP2 Series em 2016, que vai correr no lugar de Wehrlein. O alemão foi vetado pelos médicos por causa do acidente sofrido na Race of Champions no final de janeiro e ainda segue como dúvida para o início da temporada na Austrália.
Uma situação que deve prejudicar o desempenho da Sauber em 2017 é o motor. Sem dinheiro para comprar as novas unidades da Ferrari, o time suíço vai correr essa temporada com as usinas de 2016 da fabricante italiana, mais baratas que os modelos atualizados. Por isso mesmo que a chegada de Wehrlein ao time foi vista como um espécie de acordo futuro do time com a Mercedes visando um acordo de fornecimento de motores.
O C36 deve ir para a pista pela primeira vez na quarta-feira quando será apresentado para a imprensa em Barcelona e a equipe fará as filmagens do novo carro no traçado espanhol.
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| O novo C36 vem com uma nova pintura em comemoração aos 25 anos da Sauber |
A Sauber deu a largada da semana de apresentações dos carros para a temporada 2017 da Fórmula 1. O time suíço revelou bem no início da manhã desta segunda-feira - pouco antes das 7h, no horário de Brasília - o novo C36. Além das alterações já esperadas por causa do novo regulamento aerodinâmico que a Fórmula 1 vai introduzir nesse ano - carro mais largo, asa traseira mais baixa e mais larga, asa dianteira em "V" e pneus maiores -, a pintura da Sauber também sofreu alterações em comemoração aos 25 anos da equipe na Fórmula 1 e também um pouco pela saída do Banco do Brasil. Agora a Sauber vai correr com um carro pintado em azul, branco, dourado e preto.
As principais mudanças do C36 em relação ao antecessor C35 são bem mais aparentes que as vistas, por exemplo, na Williams. O novo carro segue a tendência de ter uma barbatana na carenagem que faz a cobertura do motor. A parte traseira foi completamente remodelada, as entradas de ar laterais são ligeiramente menores e a entrada de ar no Santo Antônio está dividida ao meio. O bico mantém um espécie de "língua" um pouco menor que a do C35. Como também era esperado o novo C36 tem mais aletas aerodinâmicas.
Site Oficial da Sauber
Sem tantos patrocinadores, o time teve muitos espaços "vazios", ou em branco mesmo, na carenagem, tanto que a Sauber colcou no bico e na tampa do motor a frase "25 anos na Fórmula 1".
O time terá como pilotos titulares o sueco Marcus Ericsson e o alemão Pascal Wehrlein, substituindo o brasileiro Felipe Nasr. Na pré-temporada o time também vai contar com os serviços do italiano Antonio Giovinazzi, vice-campeão da GP2 Series em 2016, que vai correr no lugar de Wehrlein. O alemão foi vetado pelos médicos por causa do acidente sofrido na Race of Champions no final de janeiro e ainda segue como dúvida para o início da temporada na Austrália.
Uma situação que deve prejudicar o desempenho da Sauber em 2017 é o motor. Sem dinheiro para comprar as novas unidades da Ferrari, o time suíço vai correr essa temporada com as usinas de 2016 da fabricante italiana, mais baratas que os modelos atualizados. Por isso mesmo que a chegada de Wehrlein ao time foi vista como um espécie de acordo futuro do time com a Mercedes visando um acordo de fornecimento de motores.
O C36 deve ir para a pista pela primeira vez na quarta-feira quando será apresentado para a imprensa em Barcelona e a equipe fará as filmagens do novo carro no traçado espanhol.
03 fevereiro 2017
Os últimos lugares da Dança das Cadeiras da F1
Twitter / Mercedes-AMG F1 (@MercedesAMGF1)
A aposentadoria inesperada de Nico Rosberg no início de dezembro causou um verdadeiro rebuliço no mercado de pilotos. Um dos lugares mais desejados por qualquer piloto no grid ficou vago. Claro que a correria geral começou logo em seguida.
O que ficou claro logo de cara é que toda a movimentação no mercado de pilotos estaria diretamente ligada ao caminho que o alemão Pascal Wehrlein, piloto reserva da estrela de três pontas, tomaria para 2017. Se o alemão fosse para a Mercedes a situação era mais simples, afinal de contas, seria uma substituição simples, porque a Manor já flertava com a falência assim que Felipe Nasr marcou os dois pontos para a Sauber aqui no Brasil. Qualquer uma das outras possibilidades jogava o alemão fora da Mercedes, outro piloto com contrato renovado dentro de uma flecha de prata e um veterano para ocupar o lugar vago.
Veja só! Aconteceu justamente isso. A Mercedes olhou para a Williams e pediu Valtteri Bottas - o finlandês é empresariado por Toto Wolff, chefão do time prateado -, mas Claire Williams e Cia LTDA. jogaram duro. Além da grana pela quebra de contrato, o time de Grove pediu um belo desconto nos motores, o diretor técnico da Mercedes Paddy Lowe e uma bela participação no salário do substituto.
Para agradar a Martini, patrocinadora principal, a Williams foi atrás de Felipe Massa. Os ingleses tiraram o brasileiro da breve aposentadoria para agradar tanto a parte técnica da equipe quanto o pessoal do marketing da patrocinadora.
Restava resolver a situação de Wehrlein. Ainda sem experiência suficiente, os alemães fecharam um acordo com a Sauber pensando em um futuro fornecimento de motores, já que só faltava oficializar a falência da Manor, então cliente da montadora.
Tudo fechado, restava anunciar tudo. Foi no último dia 16, uma nota atrás da outra, o quebra-cabeças foi sendo montado. Primeiro a Sauber, depois a Williams e por fim a Mercedes trataram de oficializar as poucas vagas restantes no grid.
Para Bottas, foi maravilhoso. Ele é um bom piloto e que não deve fazer feio na atual tricampeã Construtores. Para Wehrlein, depois do golpe de ver Esteban Ocon ocupar um lugar na Force India, a saída da Manor para Sauber foi uma pequena consolação porque tudo indica que o time helvético será o pior time do grid em 2017. Para Massa, a situação é confortável porque tudo indica que o futuro do brasileiro será na Fórmula E. Já sabe-se que temporada 2017/18 da categoria vai começar no início de dezembro - assim que a temporada da F1 acabar -, ou seja, acabando o contrato com a Williams, Massa pula direto e ainda em atividade para F-E.
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| Os últimos lugares do grid foram ocupados por Wehrlein, Massa e Bottas |
O que ficou claro logo de cara é que toda a movimentação no mercado de pilotos estaria diretamente ligada ao caminho que o alemão Pascal Wehrlein, piloto reserva da estrela de três pontas, tomaria para 2017. Se o alemão fosse para a Mercedes a situação era mais simples, afinal de contas, seria uma substituição simples, porque a Manor já flertava com a falência assim que Felipe Nasr marcou os dois pontos para a Sauber aqui no Brasil. Qualquer uma das outras possibilidades jogava o alemão fora da Mercedes, outro piloto com contrato renovado dentro de uma flecha de prata e um veterano para ocupar o lugar vago.
Veja só! Aconteceu justamente isso. A Mercedes olhou para a Williams e pediu Valtteri Bottas - o finlandês é empresariado por Toto Wolff, chefão do time prateado -, mas Claire Williams e Cia LTDA. jogaram duro. Além da grana pela quebra de contrato, o time de Grove pediu um belo desconto nos motores, o diretor técnico da Mercedes Paddy Lowe e uma bela participação no salário do substituto.
Para agradar a Martini, patrocinadora principal, a Williams foi atrás de Felipe Massa. Os ingleses tiraram o brasileiro da breve aposentadoria para agradar tanto a parte técnica da equipe quanto o pessoal do marketing da patrocinadora.
Restava resolver a situação de Wehrlein. Ainda sem experiência suficiente, os alemães fecharam um acordo com a Sauber pensando em um futuro fornecimento de motores, já que só faltava oficializar a falência da Manor, então cliente da montadora.
Tudo fechado, restava anunciar tudo. Foi no último dia 16, uma nota atrás da outra, o quebra-cabeças foi sendo montado. Primeiro a Sauber, depois a Williams e por fim a Mercedes trataram de oficializar as poucas vagas restantes no grid.
Para Bottas, foi maravilhoso. Ele é um bom piloto e que não deve fazer feio na atual tricampeã Construtores. Para Wehrlein, depois do golpe de ver Esteban Ocon ocupar um lugar na Force India, a saída da Manor para Sauber foi uma pequena consolação porque tudo indica que o time helvético será o pior time do grid em 2017. Para Massa, a situação é confortável porque tudo indica que o futuro do brasileiro será na Fórmula E. Já sabe-se que temporada 2017/18 da categoria vai começar no início de dezembro - assim que a temporada da F1 acabar -, ou seja, acabando o contrato com a Williams, Massa pula direto e ainda em atividade para F-E.
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16 novembro 2016
F1 2017 - Dança das Cadeiras (3)
A terceira parte dos posts sobre a Dança das Cadeiras da Fórmula 1 para 2017 está aqui. Hoje é a vez de encerrar com a Williams, Haas, Marussia e a Sauber. Se você perdeu a primeira parte e a segunda parte, clique aqui (Parte 01) e aqui (Parte 02) antes, leia e volte para essa terceira postagem. Agora, se você já passou pelos posts anteriores, fique por aqui.
WILLIAMS
Se teve uma equipe que quase ficou sem pilotos foi a Williams. Felipe Massa e Valtteri Bottas foram procurados pela Renault e outras equipes, mas o cenário foi se fechando e a Williams tratou de garantir Bottas, uma vez que Massa resolveu aposentar-se da Fórmula 1. Lance Stroll vem direto da Fórmula 3 Europeia com um título e um caminhão (talvez uma betoneira lotadinha) de dinheiro.
HAAS
O time americano chegou sem fazer feio na Fórmula 1. Romain Grosjean não fez feio e uma renovação era mais do que esperada. A dúvida ficava para o segundo assento. Esteban Gutiérrez não fez nada demais e não precisava de muito para sacar o mexicano da Haas. Foi Kevin Magnussen resmungar por um contrato maior na Renault e os franceses negarem que a Haas pinçou o dinamarquês de lá. O contrato com o K-Mag é para 2017, mas deve ser estendido.
MARUSSIA
A Marussia ainda não definiu nenhum assento e muito se especula sobre o time. Um nome provável já é o do alemão Pascal Wehrlein. O vínculo do alemão com a Mercedes pode garantir mais uma vez aquele descontinho maroto no preço do motor e é claro que a Manor está de olho nisso. O outro nome deve trazer dinheiro e o favorito nessa leva é o inglês Jordan King, atual reserva do time.
SAUBER
Depois do GP do Brasil a Sauber deve renovar com Marcus Ericsson e Felipe Nasr. Ericsson já tem o contrato encaminhado e Nasr resgatou U$13 milhões que estavam indo para a conta da Manor com os dois pontos conquistados em Interlagos nesse domingo. Se o décimo lugar no campeonato de Construtores for confirmado em Abu Dhabi, é aí que o brasileiro deve ter tudo acertado para mais um ano no time suíço.
[Atualizado dia 21/11/2016 às 21h47] No última final de semana, o cenário da Sauber começou a ganhar uma definição. No domingo, a equipe e Marcus Ericsson confirmaram a permanência do sueco por mais uma temporada no time de Hinwil. Por outro lado, o jornal Folha de São Paulo publicou que o Banco do Brasil não renovou o contrato com a Sauber para 2017. Situação que complica a sequência de Felipe Nasr na categoria.
Perdeu os posts anteriores? Clique aqui para ver a Parte 01 e a Parte 02 dessa série.
WILLIAMS
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SAUBER
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[Atualizado dia 21/11/2016 às 21h47] No última final de semana, o cenário da Sauber começou a ganhar uma definição. No domingo, a equipe e Marcus Ericsson confirmaram a permanência do sueco por mais uma temporada no time de Hinwil. Por outro lado, o jornal Folha de São Paulo publicou que o Banco do Brasil não renovou o contrato com a Sauber para 2017. Situação que complica a sequência de Felipe Nasr na categoria.
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07 março 2016
F1 2016 - Barcelona II (4) - Ferrari é a mais rápida da pré-temporada, mas Mercedes andou muito mais
Imagens: Twitter / Formula 1 (@F1)
Acabou na sexta-feira a pré-temporada da F1. Como aconteceu na maioria dos dias, a Ferrari mais uma vez fechou a última sessão na melhor posição. A Mercedes outra vez escolheu simular corrida revezando seus dois pilotos ao longo do dia e sem usar os compostos mais macios.
No agregado dos oito dias a Ferrari foi a equipe com as duas melhores marcas - Kimi Raikkonen com 1m22s765 e Sebastian Vettel com 1m22s810 - andando com pneus ultramacios (rosa/roxo). O terceiro melhor tempo das duas semanas de testes é de Nico Rosberg e com pneus macios (amarelos) - 1m23s022 -, mostrando que mesmo sem arriscar voltas rápidas e usar os dois compostos de pneus mais rápidos - supermacios (vermelhos) e os ultramacios - a Mercedes tem um bom ritmo. Eu tenho a sensação que a diferença das flechas de prata para o restante do grid, nesse momento, é a maior desde a introdução do novo regulamento. Resta ainda saber se os alemães corrigiram as deficiências que apresentavam em temperaturas mais elevadas.
A Force India apresentou um bom ritmo durante a pré-temporada, assim como as irmãs Red Bull e Toro Rosso. A Williams por sua vez aparentemente se recuperou de uma primeira semana bem desanimadora e pelo menos em ritmo de classificação conseguiu bons tempos.
Um segundo grupo intermediário surge com McLaren, Renault e Sauber. Os times viveram uma montanha russa durante os testes, mas acabaram por se estabelecer nesse bloco no agregados dos oito dias de pré-temporada.
Manor e Haas fecham o grid com toda a certeza. A Manor andou pouco por ter pouca grana e em quase todos os dias era o time que menos andava sem uma razão de problemas técnicos aparentes. A Haas sofreu com menos problemas do que se esperava, mas quando essas situações aconteciam acabavam deixando o time por boa parte do dia na garagem.
Ainda pretendo me aprofundar no assunto mais para frente, mas não posso prometer muito.
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| Mais uma vez a Ferrari fechou o dia na frente |
No agregado dos oito dias a Ferrari foi a equipe com as duas melhores marcas - Kimi Raikkonen com 1m22s765 e Sebastian Vettel com 1m22s810 - andando com pneus ultramacios (rosa/roxo). O terceiro melhor tempo das duas semanas de testes é de Nico Rosberg e com pneus macios (amarelos) - 1m23s022 -, mostrando que mesmo sem arriscar voltas rápidas e usar os dois compostos de pneus mais rápidos - supermacios (vermelhos) e os ultramacios - a Mercedes tem um bom ritmo. Eu tenho a sensação que a diferença das flechas de prata para o restante do grid, nesse momento, é a maior desde a introdução do novo regulamento. Resta ainda saber se os alemães corrigiram as deficiências que apresentavam em temperaturas mais elevadas.
A Force India apresentou um bom ritmo durante a pré-temporada, assim como as irmãs Red Bull e Toro Rosso. A Williams por sua vez aparentemente se recuperou de uma primeira semana bem desanimadora e pelo menos em ritmo de classificação conseguiu bons tempos.
Um segundo grupo intermediário surge com McLaren, Renault e Sauber. Os times viveram uma montanha russa durante os testes, mas acabaram por se estabelecer nesse bloco no agregados dos oito dias de pré-temporada.
Manor e Haas fecham o grid com toda a certeza. A Manor andou pouco por ter pouca grana e em quase todos os dias era o time que menos andava sem uma razão de problemas técnicos aparentes. A Haas sofreu com menos problemas do que se esperava, mas quando essas situações aconteciam acabavam deixando o time por boa parte do dia na garagem.
Ainda pretendo me aprofundar no assunto mais para frente, mas não posso prometer muito.
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02 março 2016
F1 2016 - Barcelona II (2) - Bottas, de supermacios, supera Hamilton
Imagens: Twitter / Formula 1 (@F1)
O sexto dia de pré-temporada se foi e nele a Williams teve uma pequena reação. O time de Grove simulou corridas com os compostos médios, macios e supermacios e o melhor tempo veio com esse último. Mesmo assim, o abismo entre o time inglês e as Mercedes fica evidente quando nós vemos que Lewis Hamilton, que simulou corrida pela manhã, andou apenas com os compostos médios e macios, o segundo melhor tempo do dia veio com esse último.
A Renault (com Kevin Magnussen) mais uma vez apareceu em terceiro seguida pela Ferrari (com Sebastien Vettel) e a Mclaren (com Jenson Button) que fechou o Top 5. Todas as equipes, exceto a Sauber e a Haas, andaram bastante, quase todas ultrapassando as 100 voltas, situação que mostra que os modelos tem uma boa durabilidade.
A Sauber (com Marcus Ericsson) andou pouco, 55 voltas, e ainda causou a única bandeira amarela, por uma rodada. Isso significa que o C35 ainda carece de desenvolvimento.
A novata Haas sofreu um sério revés hoje. Com problemas no turbo o time deu apenas um volta no traçado de Barcelona, não permitindo que o time ganhasse quilometragem.
Agora restam apenas dois dias para o final da pré-temporada.
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| De supermacios Bottas fez o melhor tempo do dia, o 4º melhor da pré-temporada |
A Renault (com Kevin Magnussen) mais uma vez apareceu em terceiro seguida pela Ferrari (com Sebastien Vettel) e a Mclaren (com Jenson Button) que fechou o Top 5. Todas as equipes, exceto a Sauber e a Haas, andaram bastante, quase todas ultrapassando as 100 voltas, situação que mostra que os modelos tem uma boa durabilidade.
A Sauber (com Marcus Ericsson) andou pouco, 55 voltas, e ainda causou a única bandeira amarela, por uma rodada. Isso significa que o C35 ainda carece de desenvolvimento.
A novata Haas sofreu um sério revés hoje. Com problemas no turbo o time deu apenas um volta no traçado de Barcelona, não permitindo que o time ganhasse quilometragem.
Agora restam apenas dois dias para o final da pré-temporada.
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01 março 2016
Sauber C35
Facebook / Sauber F1 Team
Foi ontem que a Sauber apresentou de forma oficial pela internet oC34 C35, modelo com que o time vai disputar essa temporada da Fórmula 1. O modelo não tem quase nada de diferente do carro que começou bem a temporada 2015 e, sem desenvolvimento, perdeu terreno ao longo da temporada passada. Destaque mesmo para o bico do carro e a asa dianteira. O bico ficou menor e a asa foi remodelada, seguindo as tendências apresentadas pelas outras equipes na semana passada.
Felipe Nasr e Marcus Ericsson serão mais uma vez os pilotos do time que mantém a pintura azul, amarela e branca de 2015, com alguns novos patrocinadores ganhando destaque na asa traseira.
O novoC34 C35 já está sendo usado na segunda semana de testes coletivos da Fórmula 1, que começou hoje e vai até a quinta-feira em Barcelona, na Espanha. Na semana passada, o time de Hinwil usou o modelo do ano passado para testar os novos compostos da Pirelli para 2016.
Foi ontem que a Sauber apresentou de forma oficial pela internet o
Felipe Nasr e Marcus Ericsson serão mais uma vez os pilotos do time que mantém a pintura azul, amarela e branca de 2015, com alguns novos patrocinadores ganhando destaque na asa traseira.
O novo
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09 março 2015
Sauber pronta
Reprodução / YouTube / Sauber F1 Team
A Sauber também soltou um vídeo no melhor clima desse blog, pedindo para (re)ligarem os motores (deste jeito, não é coisa minha não). Como a Williams fez, Marcus Ericsson e Felipe Nasr são algumas das estrelas do vídeo junto com a equipe técnica e o novo carro. Assista:
A Sauber também soltou um vídeo no melhor clima desse blog, pedindo para (re)ligarem os motores (deste jeito, não é coisa minha não). Como a Williams fez, Marcus Ericsson e Felipe Nasr são algumas das estrelas do vídeo junto com a equipe técnica e o novo carro. Assista:
03 fevereiro 2015
F1 2015 - Testes Coletivos - Jerez - Dia 02
Facebook / Scuderia Ferrari
Segundo dia de testes em Jerez de la Frontera e mais um dia que terminou com Sebastian Vettel na ponta. Diferente de ontem, hoje Vettel liderou quase todo o dia, inclusive a sua melhor marca veio no período da manhã. Provavelmente seguindo a mesma tática de ontem, a Sauber terminou outra vez no segundo lugar, desta vez o brasileiro Felipe Nasr estava no comando do carro e foi quase um segundo mais lento que Vettel. Valtteri Bottas, que hoje encerrava as suas atividades, terminou o dia em terceiro.
Lewis Hamilton terminou o dia em quarto com a Mercedes. O time campeão novamente se focou na quilometragem, mas na parte final do dia encontrou um vazamento de água que encurtou a atividade. Max Verstappen, estreando pela Toro Rosso, terminou em quinto seguido de Pastor Maldonado com a Lotus. O time de Enstone conseguiu aprontar o carro mais cedo e foi para a pista já nesta segunda-feira.
Jenson Button terminou o dia em sétimo dando apenas seis voltas com o novo MP4-30. O motor Honda tem dado muita dor de cabeça para o time que deu apenas 12 voltas em dois dias. Pior mesmo foi a Red Bull. Daniil Kvyat fazia a sua estreia pelo time até que quebrou a asa dianteira de seu carro, sem outra asa para fazer a reposição o time seguiu nos testes apenas com voltas de instalação e retorno para os pits, sempre em ritmo bem mais lento que os demais carros da pista.
Confira os tempos do segundo dia de testes em Jerez de la Frontera, na Espanha:
1) Sebastian Vettel (ALE) [Ferrari] 1m20s984 - 148 voltas;
2) Felipe Nasr (BRA) [Sauber - Ferrari] 1m21s867 - 88 voltas;
3) Valtteri Bottas (FIN) [Williams - Mercedes] 1m22s319 - 61 voltas;
4) Lewis Hamilton (ING) [Mercedes] 1m22s490 - 91 voltas;
5) Max Verstappen (HOL) [Toro Rosso - Renault] 1m24s167 - 73 voltas;
6) Pastor Maldonado (VEN) [Lotus - Mercedes] 1m25s802 - 41 voltas;
7) Jenson Button (ING) [McLaren - Honda] 1m54s655 - 6 voltas;
8) Daniil Kvyat (RUS) [Red Bull - Renault] sem tempo - 18 voltas;
Confira os tempos agregados dos dois dias de testes em Jerez de la Frontera, na Espanha:
1) Sebastian Vettel (ALE) [Ferrari] 1m20s984 - 148 voltas;
2) Felipe Nasr (BRA) [Sauber - Ferrari] 1m21s867 - 88 voltas;
3) Valtteri Bottas (FIN) [Williams - Mercedes] 1m22s319 - 134 voltas;
4) Lewis Hamilton (ING) [Mercedes] 1m22s490 - 91 voltas;
5) Marcus Ericsson (SUE) [Sauber - Ferrari] 1m22s777 - 73 voltas;
6) Nico Rosberg (ALE) [Mercedes] 1m23s106 - 157 voltas;
7) Daniel Ricciardo (AUS) [Red Bull - Renault] 1m23s338 - 35 voltas;
8) Max Verstappen (HOL) [Toro Rosso - Renault] 1m24s167 - 73 voltas;
7) Carlos Sainz Jr. (ESP) [Toro Rosso - Renault] 1m25s327 - 46 voltas;
8) Pastor Maldonado (VEN) [Lotus - Mercedes] 1m25s802 - 41 voltas;
9) Fernando Alonso (ESP) [McLaren - Honda] 1m40s738 - 6 voltas; 10) Jenson Button (ING) [McLaren - Honda] 1m54s655 - 6 voltas;
11) Daniil Kvyat (RUS) [Red Bull - Renault] sem tempo - 18 voltas;
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| Vettel encerrou a sua primeira semana de testes pela Ferrari na ponta |
Lewis Hamilton terminou o dia em quarto com a Mercedes. O time campeão novamente se focou na quilometragem, mas na parte final do dia encontrou um vazamento de água que encurtou a atividade. Max Verstappen, estreando pela Toro Rosso, terminou em quinto seguido de Pastor Maldonado com a Lotus. O time de Enstone conseguiu aprontar o carro mais cedo e foi para a pista já nesta segunda-feira.
Jenson Button terminou o dia em sétimo dando apenas seis voltas com o novo MP4-30. O motor Honda tem dado muita dor de cabeça para o time que deu apenas 12 voltas em dois dias. Pior mesmo foi a Red Bull. Daniil Kvyat fazia a sua estreia pelo time até que quebrou a asa dianteira de seu carro, sem outra asa para fazer a reposição o time seguiu nos testes apenas com voltas de instalação e retorno para os pits, sempre em ritmo bem mais lento que os demais carros da pista.
Confira os tempos do segundo dia de testes em Jerez de la Frontera, na Espanha:
1) Sebastian Vettel (ALE) [Ferrari] 1m20s984 - 148 voltas;
2) Felipe Nasr (BRA) [Sauber - Ferrari] 1m21s867 - 88 voltas;
3) Valtteri Bottas (FIN) [Williams - Mercedes] 1m22s319 - 61 voltas;
4) Lewis Hamilton (ING) [Mercedes] 1m22s490 - 91 voltas;
5) Max Verstappen (HOL) [Toro Rosso - Renault] 1m24s167 - 73 voltas;
6) Pastor Maldonado (VEN) [Lotus - Mercedes] 1m25s802 - 41 voltas;
7) Jenson Button (ING) [McLaren - Honda] 1m54s655 - 6 voltas;
8) Daniil Kvyat (RUS) [Red Bull - Renault] sem tempo - 18 voltas;
Confira os tempos agregados dos dois dias de testes em Jerez de la Frontera, na Espanha:
1) Sebastian Vettel (ALE) [Ferrari] 1m20s984 - 148 voltas;
2) Felipe Nasr (BRA) [Sauber - Ferrari] 1m21s867 - 88 voltas;
3) Valtteri Bottas (FIN) [Williams - Mercedes] 1m22s319 - 134 voltas;
4) Lewis Hamilton (ING) [Mercedes] 1m22s490 - 91 voltas;
5) Marcus Ericsson (SUE) [Sauber - Ferrari] 1m22s777 - 73 voltas;
6) Nico Rosberg (ALE) [Mercedes] 1m23s106 - 157 voltas;
7) Daniel Ricciardo (AUS) [Red Bull - Renault] 1m23s338 - 35 voltas;
8) Max Verstappen (HOL) [Toro Rosso - Renault] 1m24s167 - 73 voltas;
7) Carlos Sainz Jr. (ESP) [Toro Rosso - Renault] 1m25s327 - 46 voltas;
8) Pastor Maldonado (VEN) [Lotus - Mercedes] 1m25s802 - 41 voltas;
9) Fernando Alonso (ESP) [McLaren - Honda] 1m40s738 - 6 voltas; 10) Jenson Button (ING) [McLaren - Honda] 1m54s655 - 6 voltas;
11) Daniil Kvyat (RUS) [Red Bull - Renault] sem tempo - 18 voltas;
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31 janeiro 2015
F1 2015 - Os primeiros testes do ano
Facebook / Scuderia Toro Rosso
Amanhã começa a pré-temporada da Fórmula 1. O circuito de Jerez de la Frontera, na Espanha irá receber a primeira semana de testes até o dia 4. Algumas equipes já estão em Jerez, mas nem todas estão com todo o staff técnico e toda a estrutura no Circuito de Jerez.
A Force India é até o momento o único time que não vai participar desta primeira semana. A razão? Segundo veículos de imprensa da Europa, a falta de dinheiro é a principal razão. A Red Bull diz que estará em Jerez, mas até o momento é o único time que não mostrou uma vírgula de seu carro.
Para o primeiro dia de testes está previsto que Nico Rosberg ande pela Mercedes, Daniel Ricciardo pela Red Bull, Valtteri Bottas pela Williams, Sebastian Vettel pela Ferrari, Fernando Alonso pela McLaren, Carlos Sainz Jr. pela Toro Rosso, Pastor Maldonado pela Lotus e Marcus Ericsson pela Sauber.
Por enquanto a programação segue da seguinte forma, mas pode sofrer alterações conforme os testes acontecem:
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| Os testes em Jerez começam neste domingo com oito das nove equipes da F1 |
A Force India é até o momento o único time que não vai participar desta primeira semana. A razão? Segundo veículos de imprensa da Europa, a falta de dinheiro é a principal razão. A Red Bull diz que estará em Jerez, mas até o momento é o único time que não mostrou uma vírgula de seu carro.
Para o primeiro dia de testes está previsto que Nico Rosberg ande pela Mercedes, Daniel Ricciardo pela Red Bull, Valtteri Bottas pela Williams, Sebastian Vettel pela Ferrari, Fernando Alonso pela McLaren, Carlos Sainz Jr. pela Toro Rosso, Pastor Maldonado pela Lotus e Marcus Ericsson pela Sauber.
Por enquanto a programação segue da seguinte forma, mas pode sofrer alterações conforme os testes acontecem:
| Equipe\Dia | 01/02 | 02/02 | 03/02 | 04/02 |
|---|---|---|---|---|
| Mercedes | Nico Rosberg | Lewis Hamilton | Nico Rosberg | Lewis Hamilton |
| Red Bull | Daniel Ricciardo | Daniil Kvyat | Daniel Ricciardo | Daniil Kvyat |
| Williams | Valtteri Bottas | Valtteri Bottas | Felipe Massa | Felipe Massa |
| Ferrari | Sebastian Vettel | Sebastian Vettel | Kimi Raikkonen | Kimi Raikkonen |
| McLaren | Fernando Alonso | Jenson Button | Fernando Alonso | Jenson Button |
| Toro Rosso | Carlos Sainz Jr. | Max Verstappen | Carlos Sainz Jr. | Max Verstappen |
| Lotus | Pastor Maldonado | Romain Grosjean | Pastor Maldonado | Romain Grosjean |
| Sauber | Marcus Ericsson | Felipe Nasr | Felipe Nasr | Marcus Ericsson |
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30 janeiro 2015
F1 2015: Sauber C34 azul para esquecer um 2014 cinza
Fotos: Facebook / Sauber F1 Team
A sexta-feira começou com a Sauber mostrando o seu novo C34. O carro helvético vem azul com detalhes em branco e amarelo, foras as asas todas brancas, dando grande destaque ao patrocínio do Banco do Brasil levado pelo brasileiro Felipe Nasr, um dos novos titulares do time.
Como tem sido visto nos outros carros apresentados até o momento, o C34 tem um novo bico/nariz, mas diferente do outros carro do grid, a ponta do bico é a maior de todas as vistas até o momento e bem mais "gorda" que a do C33. O resto do carro segue fielmente o antecessor e quase nenhuma mudança pode ser vista no C34 em comparação ao C33.
O sueco Marcus Ericsson é o outro titular do time e o italiano Raffaele Marciello será o piloto reserva. Lembrando que Marciello faz parte da Acadêmia de Pilotos da Ferrari, fornedora de motores da Sauber.
O C34 é a esperança de tempos melhores em Hinwil. O C33 não marcou um ponto sequer em 2014 e o time de Peter Sauber viveu uma de suas piores temporadas terminando atrás da "praticamente" falecida Marussia que marcou dois pontos no GP de Mônaco. Sem muitas marcas estampando o novo carro, a Sauber vive uma séria crise financeira e só continua usando os motores Ferrari porque a montadora está usando o túnel de vento de Hinwil.
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| O C34, em azul e sem muitos patrocínios, dando destaque ao reclame do Banco do Brasil |
Como tem sido visto nos outros carros apresentados até o momento, o C34 tem um novo bico/nariz, mas diferente do outros carro do grid, a ponta do bico é a maior de todas as vistas até o momento e bem mais "gorda" que a do C33. O resto do carro segue fielmente o antecessor e quase nenhuma mudança pode ser vista no C34 em comparação ao C33.
O sueco Marcus Ericsson é o outro titular do time e o italiano Raffaele Marciello será o piloto reserva. Lembrando que Marciello faz parte da Acadêmia de Pilotos da Ferrari, fornedora de motores da Sauber.
O C34 é a esperança de tempos melhores em Hinwil. O C33 não marcou um ponto sequer em 2014 e o time de Peter Sauber viveu uma de suas piores temporadas terminando atrás da "praticamente" falecida Marussia que marcou dois pontos no GP de Mônaco. Sem muitas marcas estampando o novo carro, a Sauber vive uma séria crise financeira e só continua usando os motores Ferrari porque a montadora está usando o túnel de vento de Hinwil.
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07 janeiro 2015
A Fórmula 1 para 2015 - Parte 03
Então vamos para a última parte das expectativas das equipes da Fórmula 1 para 2015. Hoje tem Toro Rosso, Lotus, Sauber e as nanicas Manor e Caterham.
Toro Rosso
Pilotos: #33 Max Verstappen (HOL) e #55 Carlos Sainz Jr. (ESP);
Facebook / Scuderia Toro Rosso
O time satélite da Red Bull tem executado com muita eficiência a sua obrigação que é a de revelar os novos talentos do programa de pilotos da marca. Passaram por ali Vitantonio Liuzzi, Scott Speed, Sebastian Vettel, Sébastien Buemi, Jaime Alguersuari, Daniel Ricciardo, Jean-Éric Vergne e Daniil Kvyat. Destes oito, quatro passaram pelo time principal. 2015, como em 2012, a Toro Rosso terá uma dupla completamente nova. O maior desafio é que Max Verstappen vem direto da Fórmula 3 para a Fórmula 1. Carlos Sainz Jr. tem o título do ano passado na Fórmula Renault como aprendizado.
O tópico motor entra na mesma situação da irmã mais velha, com a brecha na regra dos motores o desempenho pode melhorar. O chassi da Toro Rosso normalmente é algo muito próximo do que é feito pela Red Bull, a excessão foi o último ano, mesmo assim, no final da temporada o quê se viu foi uma aproximação dos desenhos das duas equipes. A expectativa é que o time siga nesse mesmo ritmo em que coloca novos pilotos para serem testados e um campo de pesquisa auxiliar da Red Bull, ou você acha que a Red Bull ainda mantém o segundo time só pelo esporte.
Lotus
Pilotos: #8 Romain Grosjean (FRA) e #13 Pastor Maldonado (VEN);
Facebook / Lotus F1 Team
Aqui é de onde se espera que venha a melhora mais significativa entre 2014 e 2015. O maior motivo é a troca dos motores Renault pelos Mercedes. O chassi pode ser um problema, a Lotus marcou apenas dez pontos durante a última temporada e causa não foi apenas o motor. Foi bem mais difícil de ver o time na briga por pontos no último campeonato, muito pela draga que era o E22 e seu bico de garfo.
Outro ponto que deveria ser mudado, mas não foi é a dupla de pilotos. Romain Grosjean até amadureceu e anda longe de acidentes há algum tempo, mas Pastor Maldonado não abandonou o seu lado "destrutivo". Acontece que mesmo dando prejuízo de um lado, Maldonado é quem traz os patrocinadores mais polpudos da equipe e é por isso que o time mantém o venezuelano por lá, afinal, a Lotus é uma das equipes que pede uma revisão na premiação da Fórmula 1 e tem sofrido com uma séria crise financeira desde 2013, pelo menos.
Sauber
Pilotos: #9 Marcus Ericsson (SUE), #12 Felipe Nasr (BRA) e Raffaele Marciello (ITA);
Se tem uma equipe que vive uma situação parecida com a da Lotus essa equipe é a Sauber. O time sofre com os motores Ferrari e sofreu com o chassi C33. Fora isso, a dupla de pilotos ficou bem aquém do que era esperado. Adrian Sutil e Esteban Gutiérrez pouco fizeram em 2014 e também foram as causas do mau desempenho do time.
A esperança da Sauber é que o C34 faça o time ter desempenho semelhante ao de 2014 e que a nova dupla de pilotos colabore mais que a última. Marcus Ericsson chega para encher os cofres, o desempenho do suéco nunca foi dos melhores. Felipe Nasr pode reunir as duas coisas porque além da grana do Banco do Brasil o brasileiro conseguiu dois terceiros lugares nos campeonatos GP2 Series e sempre demonstrou ser muito veloz.
Manor
Oficialmente o time que era a Marussia até 2014 está inscrito, mas extra-oficialmente boa parte da estrutura e o projeto deste ano foram vendidos para a Haas. O quê restou da estrutura aguarda um novo leilão para ser liquidado, a expectativa de correr a próxima temporada é quase nula.
Caterham
O time dos carros verde e amarelo teve que fazer vaquinha para correr em Abu Dhabi e vive drama semelhante ao da Manor. Depois da briga de Tony Fernandes e dos investidores que teriam comprado a Caterham, o time foi para a mão de administradores do governo inglês na tentativa de dar um rumo ao que sobrou da equipe. O futuro da Caterham é muito nebuloso, mas é bem possível que seja o mesmo da Manor.
A Fórmula 1 para 2015 - Parte 01
A Fórmula 1 para 2015 - Parte 02
Toro Rosso
Pilotos: #33 Max Verstappen (HOL) e #55 Carlos Sainz Jr. (ESP);
Facebook / Scuderia Toro Rosso
O time satélite da Red Bull tem executado com muita eficiência a sua obrigação que é a de revelar os novos talentos do programa de pilotos da marca. Passaram por ali Vitantonio Liuzzi, Scott Speed, Sebastian Vettel, Sébastien Buemi, Jaime Alguersuari, Daniel Ricciardo, Jean-Éric Vergne e Daniil Kvyat. Destes oito, quatro passaram pelo time principal. 2015, como em 2012, a Toro Rosso terá uma dupla completamente nova. O maior desafio é que Max Verstappen vem direto da Fórmula 3 para a Fórmula 1. Carlos Sainz Jr. tem o título do ano passado na Fórmula Renault como aprendizado.
O tópico motor entra na mesma situação da irmã mais velha, com a brecha na regra dos motores o desempenho pode melhorar. O chassi da Toro Rosso normalmente é algo muito próximo do que é feito pela Red Bull, a excessão foi o último ano, mesmo assim, no final da temporada o quê se viu foi uma aproximação dos desenhos das duas equipes. A expectativa é que o time siga nesse mesmo ritmo em que coloca novos pilotos para serem testados e um campo de pesquisa auxiliar da Red Bull, ou você acha que a Red Bull ainda mantém o segundo time só pelo esporte.
Lotus
Pilotos: #8 Romain Grosjean (FRA) e #13 Pastor Maldonado (VEN);
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| Primeira imagem do E23, modelo de 2015 da Lotus |
Outro ponto que deveria ser mudado, mas não foi é a dupla de pilotos. Romain Grosjean até amadureceu e anda longe de acidentes há algum tempo, mas Pastor Maldonado não abandonou o seu lado "destrutivo". Acontece que mesmo dando prejuízo de um lado, Maldonado é quem traz os patrocinadores mais polpudos da equipe e é por isso que o time mantém o venezuelano por lá, afinal, a Lotus é uma das equipes que pede uma revisão na premiação da Fórmula 1 e tem sofrido com uma séria crise financeira desde 2013, pelo menos.
Sauber
Pilotos: #9 Marcus Ericsson (SUE), #12 Felipe Nasr (BRA) e Raffaele Marciello (ITA);
Se tem uma equipe que vive uma situação parecida com a da Lotus essa equipe é a Sauber. O time sofre com os motores Ferrari e sofreu com o chassi C33. Fora isso, a dupla de pilotos ficou bem aquém do que era esperado. Adrian Sutil e Esteban Gutiérrez pouco fizeram em 2014 e também foram as causas do mau desempenho do time.
A esperança da Sauber é que o C34 faça o time ter desempenho semelhante ao de 2014 e que a nova dupla de pilotos colabore mais que a última. Marcus Ericsson chega para encher os cofres, o desempenho do suéco nunca foi dos melhores. Felipe Nasr pode reunir as duas coisas porque além da grana do Banco do Brasil o brasileiro conseguiu dois terceiros lugares nos campeonatos GP2 Series e sempre demonstrou ser muito veloz.
Manor
Oficialmente o time que era a Marussia até 2014 está inscrito, mas extra-oficialmente boa parte da estrutura e o projeto deste ano foram vendidos para a Haas. O quê restou da estrutura aguarda um novo leilão para ser liquidado, a expectativa de correr a próxima temporada é quase nula.
Caterham
O time dos carros verde e amarelo teve que fazer vaquinha para correr em Abu Dhabi e vive drama semelhante ao da Manor. Depois da briga de Tony Fernandes e dos investidores que teriam comprado a Caterham, o time foi para a mão de administradores do governo inglês na tentativa de dar um rumo ao que sobrou da equipe. O futuro da Caterham é muito nebuloso, mas é bem possível que seja o mesmo da Manor.
A Fórmula 1 para 2015 - Parte 01
A Fórmula 1 para 2015 - Parte 02
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22 julho 2014
Cascos 2014: Romero Britto nas cabeças da Sauber
Divulgação
Para o GP de Mônaco a Sauber colocou na cabeça de seus pilotos capacetes desenhados pelo artista Romero Britto. A causa foi nobre já que os capacetes foram doados para a Gabrielle’s Angel Foundation for Cancer Research (Fundação Gabrielle Angel para Pesquisas do Câncer). Apesar de todo o alarde que a equipe fez em cima dos capacetes, Esteban Gutiérrez e Adrian Sutil pouco usaram os capacetes com as pinturas do artista brasileiro.
Gutiérrez acabou usando o casco especial apenas na classificação para o GP de Mônaco retornando a pintura deste ano durante os treinos livres e a corrida. Adrian Sutil que já havia feito uma pintura para o GP da Espanha e voltou a usar no Principado (desenho que vai aparecer por aqui nos próximos dias) só usou o casco de Romero Britto no dia da corrida e acabou aparecendo porquê o alemão estava largando do fundo do grid e resolveu fazer ultrapassagens bem arrojadas durante a corrida, mas na volta 23 Sutil estampou o muro na freada da saída do túnel e acabou abandonando a corrida.
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| Os capacetes da Sauber em Mônaco: à esquerda o de Gutiérrez e à direita do de Sutil |
Gutiérrez acabou usando o casco especial apenas na classificação para o GP de Mônaco retornando a pintura deste ano durante os treinos livres e a corrida. Adrian Sutil que já havia feito uma pintura para o GP da Espanha e voltou a usar no Principado (desenho que vai aparecer por aqui nos próximos dias) só usou o casco de Romero Britto no dia da corrida e acabou aparecendo porquê o alemão estava largando do fundo do grid e resolveu fazer ultrapassagens bem arrojadas durante a corrida, mas na volta 23 Sutil estampou o muro na freada da saída do túnel e acabou abandonando a corrida.
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Temporada 2014
17 fevereiro 2014
Objetivo: F1 em 2015
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| Simona De Silvestro fechou acordo com a Sauber e tenta uma vaga na F1 em 2015 |
Mais do que isso, em suas quatro temporadas na Indy sempre demonstrou ser uma piloto muito rápida. Em 2011, se não me falha a memória, a moça deu um suador em Tony Kanaan logo na primeira corrida da temporada em São Petersburgo e tratou de conquistar o primeiro pódio de uma mulher em traçado misto na Indy. Simona, assim como Bia Figueiredo, acabou não recebendo as mesmas oportunidades na Indy que Danica Patrick recebeu, talvez pelo pouco que a primeira tenha feito, mas sempre andou muito bem em qualquer equipe que correu.
Fato é que ela é rápida e ambiciosa, mas eu acredito que no próximo ano ela pode figurar na lista de pilotos da dança das cadeiras da Fórmula 1. Potencial e velocidade ela tem e com toda a certeza irão chover patrocinadores.
Antes de acabar de vez, mais um ponto positivo para a equipe de Peter Sauber que foi o primeiro time a ter uma mulher como Team Principal, Monisha Kaltenborn, e agora aposta na Simona.
28 janeiro 2014
Um carro conservador
Divulgação
Seguindo um caminho completamente diferente da fornecedora de motores, a Sauber apresentou o C33 com linhas mais leves e menos arrojadas, diferente da Ferrari, e buscando soluções mais próximas das escolhidas pela McLaren e Williams.
O C33 espanta pela leveza do traço, buscando linhas mais contínuas e as adaptações ao novo regulamento. O carro é tão conservador que até o bico, mesmo tendo o apêndice na ponta, é mais suave que o de todos os adversários.
Não acredito que com Adrian Sutil e Esteban Gutiérrez o time irá fazer muito mais do quê fez no ano passado.
Seguindo um caminho completamente diferente da fornecedora de motores, a Sauber apresentou o C33 com linhas mais leves e menos arrojadas, diferente da Ferrari, e buscando soluções mais próximas das escolhidas pela McLaren e Williams.
O C33 espanta pela leveza do traço, buscando linhas mais contínuas e as adaptações ao novo regulamento. O carro é tão conservador que até o bico, mesmo tendo o apêndice na ponta, é mais suave que o de todos os adversários.
Não acredito que com Adrian Sutil e Esteban Gutiérrez o time irá fazer muito mais do quê fez no ano passado.
14 outubro 2013
F1 2013 – GP do Japão (4) – Vettel bem perto do tetra
Sutton/GP Update
Quinta vitória consecutiva, nona da temporada. A temporada é tão boa para o atual tricampeão que mesmo quando tudo indica que uma vitória de Sebastian Vettel esta descartada, o alemão vira o jogo durante a corrida com uma bela estratégia que o recoloca rapidamente no jogo. Fase magnífica.
A Red Bull propôs uma tática que Vettel seguiu a risca e o colocou em condições de briga com Romain Grosjean, então líder da corrida, e desbancar o avanço de Mark Webber. Aliás Webber teria que fazer a ultrapassagem sobre Romain Grosjean assim que encostasse no francês, mas não fez e perdeu a possibilidade de brigar com Vettel pela vitória.
Romain Grosjean tem mostrado que amadureceu para caramba neste ano, o francês fez uma bela corrida neste domingo e só não conseguiu a vitória porque Vettel e a Red Bull estão em uma fase em que tudo dá certo, mesmo quando parece que vai dar errado.
Fernando Alonso e Kimi Raikkonen largaram do meio do grid e ganharam quatro posições cada um para terminar a corrida no quarto e quinto lugares respectivamente, corridas discretas, mas que arrancaram os pontos necessários para o campeonato.
Felipe Massa fez um início muito bom, mas foi perdendo rendimento até receber um Drive Through e esculachar a corrida de vez. O décimo lugar acabou saindo no lucro.
Nico Hülkenberg e Esteban Gutiérrez fizeram uma boa corrida com os carros da Sauber e conquistaram os pontos importantes para o time.
O campeonato está quase acabado e chega na Índia com Vettel precisando de muito pouco para acabar. Se o alemão terminar na frente de Alonso levanta a taça em Nova Déli. Para o espanhol salvar mais um Match Point ele precisa das seguintes combinações:
- Alonso em 1º e Vettel terminando no máximo no 5º lugar;
- Alonso em 2º e Vettel terminando no máximo no 9º lugar;
- Alonso em 3º e Vettel não pode pontuar;
Particularmente eu acho que o campeonato acaba na Índia mesmo e com Vettel sobrando de novo.
Próxima Corrida: GP da Índia, em Nova Déli, entre os dias 25 e 27 de outubro.
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| Vettel colocou estas duas mãos na taça ao vencer no Japão |
A Red Bull propôs uma tática que Vettel seguiu a risca e o colocou em condições de briga com Romain Grosjean, então líder da corrida, e desbancar o avanço de Mark Webber. Aliás Webber teria que fazer a ultrapassagem sobre Romain Grosjean assim que encostasse no francês, mas não fez e perdeu a possibilidade de brigar com Vettel pela vitória.
Romain Grosjean tem mostrado que amadureceu para caramba neste ano, o francês fez uma bela corrida neste domingo e só não conseguiu a vitória porque Vettel e a Red Bull estão em uma fase em que tudo dá certo, mesmo quando parece que vai dar errado.
Fernando Alonso e Kimi Raikkonen largaram do meio do grid e ganharam quatro posições cada um para terminar a corrida no quarto e quinto lugares respectivamente, corridas discretas, mas que arrancaram os pontos necessários para o campeonato.
Felipe Massa fez um início muito bom, mas foi perdendo rendimento até receber um Drive Through e esculachar a corrida de vez. O décimo lugar acabou saindo no lucro.
Nico Hülkenberg e Esteban Gutiérrez fizeram uma boa corrida com os carros da Sauber e conquistaram os pontos importantes para o time.
O campeonato está quase acabado e chega na Índia com Vettel precisando de muito pouco para acabar. Se o alemão terminar na frente de Alonso levanta a taça em Nova Déli. Para o espanhol salvar mais um Match Point ele precisa das seguintes combinações:
- Alonso em 1º e Vettel terminando no máximo no 5º lugar;
- Alonso em 2º e Vettel terminando no máximo no 9º lugar;
- Alonso em 3º e Vettel não pode pontuar;
Particularmente eu acho que o campeonato acaba na Índia mesmo e com Vettel sobrando de novo.
Próxima Corrida: GP da Índia, em Nova Déli, entre os dias 25 e 27 de outubro.
19 julho 2013
Uma Sauber mais... russa
Manchete por estar afundada em uma séria crise financeira e estar devendo salário para Nico Hülkenberg, a Sauber garantiu o seu futuro nas próximas temporadas da Fórmula 1. O time suíço fechou acordo com três empresas russas: Fundo Internacional de Investimento Corporativo (Investment Corporation International Fund), Fundo Estadual de Desenvolvimento do Noroeste da Federação Russa (State Fund of Development of North-West Russian Federation) e o Instituto Nacional de Tecnologia da Aviação (National Institute of Aviation Technologies).
Como nada vem de graça nesta vida, os helvéticos terão que divulgar o GP da Rússia que acontece em Sochi no próximo ano e promover para o posto de titular em 2014 o piloto russo Sergey Sirotkin, 17 anos, que atualmente participa do campeonato da World Series e ocupa o oitavo lugar no campeonato. O melhor resultado de Sirotkin nesta temporada foi um segundo lugar na segunda corrida do traçado espanhol de Aragon.
Com isto tudo, Nico Hülkenberg e Esteban Gutiérrez tem o posto de titular ameaçado. Hülkenberg novamente é cotado para ocupar o lugar de Felipe Massa na Ferrari e também vê uma oportunidade em uma possível saída de Kimi Raikkonen da Lotus para ocupar o posto deixado vago por Mark Webber, onde o alemão também é apontado como candidato. O problema para Nico é que em todas as três equipes ele não é a primeira opção e corre por fora nesta dança das cadeiras. Esta situação também é vivida por ele na própria Sauber, já que Gutiérrez tem apoio de várias empresas mexicanas, entre elas a gigante Telmex que patrocina o time há dois anos e meio.
Eu particularmente acredito no duo Esteban Gutiérrez e Sergey Sirotkin na Sauber em 2014, formando uma das duplas mais inexperientes do grid, mas com os bolsos recheados de verdinhas e azulzinhas.
Como nada vem de graça nesta vida, os helvéticos terão que divulgar o GP da Rússia que acontece em Sochi no próximo ano e promover para o posto de titular em 2014 o piloto russo Sergey Sirotkin, 17 anos, que atualmente participa do campeonato da World Series e ocupa o oitavo lugar no campeonato. O melhor resultado de Sirotkin nesta temporada foi um segundo lugar na segunda corrida do traçado espanhol de Aragon.
Com isto tudo, Nico Hülkenberg e Esteban Gutiérrez tem o posto de titular ameaçado. Hülkenberg novamente é cotado para ocupar o lugar de Felipe Massa na Ferrari e também vê uma oportunidade em uma possível saída de Kimi Raikkonen da Lotus para ocupar o posto deixado vago por Mark Webber, onde o alemão também é apontado como candidato. O problema para Nico é que em todas as três equipes ele não é a primeira opção e corre por fora nesta dança das cadeiras. Esta situação também é vivida por ele na própria Sauber, já que Gutiérrez tem apoio de várias empresas mexicanas, entre elas a gigante Telmex que patrocina o time há dois anos e meio.
Eu particularmente acredito no duo Esteban Gutiérrez e Sergey Sirotkin na Sauber em 2014, formando uma das duplas mais inexperientes do grid, mas com os bolsos recheados de verdinhas e azulzinhas.
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