Max Verstappen venceu mais e sozinho garantiu o sexto título de construtores da Red Bull, o segundo consecutivo e em parceria com a Honda.
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25 setembro 2023
A Red Bull conquista o primeiro título em 2023 | Pit Stop | #050
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10 julho 2023
Red Bull chega a 11ª vitória consecutiva | Pit Stop | #042
Max Verstappen e Red Bull vencem mais uma, igualam marcas de McLaren e Mercedes de vitórias consecutivas e sobram na busca por mais um Título de Pilotos e outro de Construtores.
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03 julho 2023
Verstappen varre a Áustria em meio a mar de punições | Pit Stop | #041
Max Verstappen sobra nas duas corridas do final de semana, além disso, o holandês escapou do mar de punições que aconteceram durante a corrida sprint e a corrida principal.
20 junho 2023
Verstappen iguala número de vitórias de Senna no Canadá | Pit Stop | #039
Confira os destaques do GP do Canadá de 2023, onde Max Verstappen conquistou sua 41ª vitória na Fórmula 1, igualando a lenda Ayrton Senna. Além disso, o resultado também foi o marco histórico da equipe Red Bull, que alcançou sua 100ª vitória na categoria.
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25 maio 2023
Prévia do GP de Mônaco de F1 2023 | #053
É final de semana de GP de Mônaco de Fórmula 1. Novidade não falta para a corrida mais tradicional do calendário da categoria. Por isso mesmo que não poderia faltar aquela prévia para a corrida.
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06 março 2023
Passeios e surpresas na noite barenita | Pit Stop | #027
Max Verstappen venceu sem grandes dificuldades a abertura do campeonato da Fórmula 1 e o Liguem seus Motores comenta o GP do Bahrein que iniciou a temporada de 2023.
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01 março 2023
Fórmula 1 2023 | #073
A Fórmula 1 começa a temporada 2023 neste final de semana e o Liguem seus Motores falou dos principais pontos que podem marcar o início do campeonato que está começando.
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24 março 2021
🏎️ Fórmula 1 2021 🏎️ | #054
É hora da Fórmula 1 iniciar a temporada e o Liguem seus Motores não perdeu tempo para soltar a prévia do campeonato. #FiqueLigado!
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22 agosto 2017
Como a Williams deve disputar a F1 em 2018?
O time de Frank e Claire Williams ainda não tem definição de motores e muito menos de uma dupla de pilotos para o próximo ano. Tanto para motores quanto para pilotos a Williams tem algumas opções para tocar a próxima temporada. Vamos falar delas!
MOTOR
Ainda sem um novo acordo firmado com a Mercedes, o time de Grove frequentemente tem sido alvo de especulações que apontam para um fornecimento de motores da Honda para 2018 e os anos seguintes. Para os japoneses seria o melhor dos cenários, já que eles buscam uma segunda equipe desde a temporada passada, mas a falta de potência e de confiabilidade das unidades de força da Honda jogam contra a montadora que ainda sofre a ameaça de perder a McLaren (assunto de logo mais).
No caso da Williams, o mais provável é que uma renovação com a Mercedes deva acontecer mais cedo ou mais tarde repetindo o cenário que já vem acontecendo desde 2014. As chances de renovação com os alemães, segundo apontam os boatos, é maior do que o de um acerto para um novo contrato com a Honda.
PILOTOS
Essas são duas vagas que seguem indefinidas e ainda são alvo de muita especulação. O mais provável neste momento é que as renovações de contrato com Felipe Massa e Lance Stroll deva acontecer de fato. Pela experiência de um e a montanha de dinheiro do outro.
O que tem situação mais frágil é justamente Felipe Massa. Paul Di Resta tornou-se uma ameaça depois do bom desempenho apresentado principalmente na classificação para o GP da Hungria, quando substituiu o brasileiro que não passou bem de saúde ao longo do final de semana. O que mais chamou a atenção da equipe foi a evolução nos tempos de volta durante o Q1.
A segunda opção seria Robert Kubica. O polonês só ruma para os cantos de Grove caso não feche um acordo com a Renault. Nesse meio tempo, Kubica viu surgir Di Resta no caminho dele. Fora que outros pilotos sem acordo com alguma outra equipe devem bater na porta da família Williams pedindo uma vaguinha.
Mesmo diante deste cenário, uma renovação com Massa e Stroll é o mais provável de acontecer.
Lembre-se que boa parte do que foi falado nesta postagem ainda não passa de mera especulação neste momento.
23 março 2017
Um pouco dos 40 anos da Williams
Reprodução / YouTube / WilliamsF1Team
Em 2017 a Williams comemora 40 anos. O time de Grove tem feito vários materiais lembrando da data e até o nome do carro dessa temporada quebrou a sequência numérica pulando do FW38 para o FW40.
Hoje a equipe publicou um vídeo fazendo alusão aos vários momentos importantes da equipe na Fórmula 1. Prepare o lencinho de papel porque pode cair um cisco no seu olho:
Caso não consiga assistir o vídeo incorporado acima, você pode vê-lo clicando na imagem no início do post ou neste link aqui.
Em 2017 a Williams comemora 40 anos. O time de Grove tem feito vários materiais lembrando da data e até o nome do carro dessa temporada quebrou a sequência numérica pulando do FW38 para o FW40.
Hoje a equipe publicou um vídeo fazendo alusão aos vários momentos importantes da equipe na Fórmula 1. Prepare o lencinho de papel porque pode cair um cisco no seu olho:
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08 março 2017
F1 2017 - Barcelona II - Bottas baixa mais uma vez a melhor marca da pré-temporada
Twitter / Formula 1 (@F1)
Valtteri Bottas mais uma vez conseguiu baixar o melhor tempo da pré-temporada em Barcelona, na Espanha. O finlandês foi o mais rápido da manhã e não foi superado no restante das atividades do dia. Esta quarta ainda registrou o primeiro problema da Ferrari na pré-temporada. O sexto dia da pré-temporada também teve revezamento de pilotos em quatro times: Mercedes, Williams, Renault e Sauber.
Valtteri Bottas foi o responsável pelas atividades da Mercedes no período da manhã. O finlandês conseguiu o melhor tempo do dia com pneus supermacios. As flechas de prata focaram em stints menores e em simulações de classificação com os compostos mais macios, então, ficou fácil para o #77 virar o tempo mais rápido da pré-temporada. Com um programa de simulação de corridas, Lewis Hamilton não passou do sexto lugar do dia mais ou menos 1s5 mais lento que o companheiro.
Felipe Massa abriu os trabalhos da Williams nesta quarta-feira. O brasileiro mais uma vez deu muitas voltas e andou rápido com o FW40, foram 63, quase um GP da Espanha, e o segundo lugar do período da manhã com pneus ultramacios. O mais importante foi dar continuidade no trabalho feito no dia anterior e foi isso que Massa fez. Um período da tarde sem sustos para a Williams com Lance Stroll no comando do FW40. Pela primeira vez o canadense terminou uma sessão de testes sem causar problemas para o time. Foram 59 voltas e o quinto lugar do dia.
A Red Bull começou a quarta-feira com o quarto melhor tempo da manhã e 34 voltas na carteira com Max Verstappen, mas acabou trocando o motor Renault no intervalo do almoço e demorou aproximadamente uma hora e meia para voltar a pista. O holandês fez uma longa simulação de corrida e nos minutos finais de treino chamou a segunda bandeira vermelha do dia ao parar o carro na pista catalã. Foram 101 voltas ao longo do dia e o quarto lugar.
O segundo time dos touros vermelhos conseguiu um dia sem problemas. Carlos Sainz Jr. chegou ao número de 92 voltas com o carro italiano e fechou o dia com o nono lugar. Um dia raro para a Toro Rosso que sofreu demais com problemas mecânicos durante essa semana e meia de testes coletivos em Barcelona.
Outro time que tem enfrentado problemas é a Renault. Hoje os franceses conseguiram uma manhã quase sem problemas com Nico Hülkenberg (61 voltas e o sétimo lugar do dia), mas no retorno para o almoço o time demorou quase duas horas e meia para colocar Jolyon Palmer na pista. No final do dia o inglês fechou com o pior tempo e apenas 29 voltas rodadas.
A McLaren segue com a cruz dela. Hoje foi a vez do bicampeão Fernando Alonso andar com MCL32. No período da manhã foram 27 voltas e o pior tempo - 1m23s041 com pneus macios - e no período da tarde a McLaren demorou para recolocar Alonso na pista, foram quase duas horas de espera até o espanhol retornar. Um verdadeiro mistério ronda a relação ente o time inglês e a Honda. Alonso fechou o dia com 46 voltas e o 12º tempo do dia com a marca da manhã.
A Ferrari fazia uma treino ileso de problemas e com muitas voltas até que no meio da tarde Kimi Raikkonen rodou e chamou a primeira bandeira vermelha. O SF70H ficou preso na caixa de brita e os italianos não retornaram mais para a pista. Raikkonen ainda fechou o dia com o terceiro tempo e 53 voltas completadas nesta quarta-feira. Pelo que eu me lembre, esse foi o primeiro problema que a escuderia enfrentou em seis dias de testes.
A Sauber é outra equipe que segue com o calvário particular na pré-temporada. Sem um motor atualizado, o time é de longe o favorito a ser o pior time deste ano. Para completar a situação, Marcus Ericsson encerrou o dia de todo mundo uns minutos mais cedo ao parar a Sauber no circuito e chamar a terceira e última bandeira vermelha do dia.
Com seis dias de pré-temporada podemos concluir que:
1) A Mercedes parece ter o melhor conjunto mais uma vez;
2) Ferrari está um passo à frente da Red Bull;
3) Williams tem um bom conjunto e deve estar perto da Ferrari e da Red Bull;
4) A Sauber deve mesmo ser um dos piores times;
5) Se a Honda não resolver os problemas com o motor, a McLaren vai brigar com a Sauber pela lanterninha;
6) Renault, Force India, Haas e Toro Rosso devem formar aquele grupo intermediário e bem embolado;
7) Isso aí de cima é tudo um chute pelo que consigo ver do que está acontecendo nos testes.
No final da tarde a Fórmula 1 ainda presenteou os fãs com as imagens on-board da melhor volta da pré-temporada até o momento. Confira a volta de Valtteri Bottas hoje em Barcelona:
Caso não consiga assistir o vídeo incorporado acima, você pode vê-lo clicando neste link aqui.
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| Bottas terminou pelo segunda vez o dia na ponta durante a pré-temporada de 2017 da F1 |
Valtteri Bottas foi o responsável pelas atividades da Mercedes no período da manhã. O finlandês conseguiu o melhor tempo do dia com pneus supermacios. As flechas de prata focaram em stints menores e em simulações de classificação com os compostos mais macios, então, ficou fácil para o #77 virar o tempo mais rápido da pré-temporada. Com um programa de simulação de corridas, Lewis Hamilton não passou do sexto lugar do dia mais ou menos 1s5 mais lento que o companheiro.
Felipe Massa abriu os trabalhos da Williams nesta quarta-feira. O brasileiro mais uma vez deu muitas voltas e andou rápido com o FW40, foram 63, quase um GP da Espanha, e o segundo lugar do período da manhã com pneus ultramacios. O mais importante foi dar continuidade no trabalho feito no dia anterior e foi isso que Massa fez. Um período da tarde sem sustos para a Williams com Lance Stroll no comando do FW40. Pela primeira vez o canadense terminou uma sessão de testes sem causar problemas para o time. Foram 59 voltas e o quinto lugar do dia.
A Red Bull começou a quarta-feira com o quarto melhor tempo da manhã e 34 voltas na carteira com Max Verstappen, mas acabou trocando o motor Renault no intervalo do almoço e demorou aproximadamente uma hora e meia para voltar a pista. O holandês fez uma longa simulação de corrida e nos minutos finais de treino chamou a segunda bandeira vermelha do dia ao parar o carro na pista catalã. Foram 101 voltas ao longo do dia e o quarto lugar.
O segundo time dos touros vermelhos conseguiu um dia sem problemas. Carlos Sainz Jr. chegou ao número de 92 voltas com o carro italiano e fechou o dia com o nono lugar. Um dia raro para a Toro Rosso que sofreu demais com problemas mecânicos durante essa semana e meia de testes coletivos em Barcelona.
Outro time que tem enfrentado problemas é a Renault. Hoje os franceses conseguiram uma manhã quase sem problemas com Nico Hülkenberg (61 voltas e o sétimo lugar do dia), mas no retorno para o almoço o time demorou quase duas horas e meia para colocar Jolyon Palmer na pista. No final do dia o inglês fechou com o pior tempo e apenas 29 voltas rodadas.
A McLaren segue com a cruz dela. Hoje foi a vez do bicampeão Fernando Alonso andar com MCL32. No período da manhã foram 27 voltas e o pior tempo - 1m23s041 com pneus macios - e no período da tarde a McLaren demorou para recolocar Alonso na pista, foram quase duas horas de espera até o espanhol retornar. Um verdadeiro mistério ronda a relação ente o time inglês e a Honda. Alonso fechou o dia com 46 voltas e o 12º tempo do dia com a marca da manhã.
A Ferrari fazia uma treino ileso de problemas e com muitas voltas até que no meio da tarde Kimi Raikkonen rodou e chamou a primeira bandeira vermelha. O SF70H ficou preso na caixa de brita e os italianos não retornaram mais para a pista. Raikkonen ainda fechou o dia com o terceiro tempo e 53 voltas completadas nesta quarta-feira. Pelo que eu me lembre, esse foi o primeiro problema que a escuderia enfrentou em seis dias de testes.
A Sauber é outra equipe que segue com o calvário particular na pré-temporada. Sem um motor atualizado, o time é de longe o favorito a ser o pior time deste ano. Para completar a situação, Marcus Ericsson encerrou o dia de todo mundo uns minutos mais cedo ao parar a Sauber no circuito e chamar a terceira e última bandeira vermelha do dia.
Com seis dias de pré-temporada podemos concluir que:
1) A Mercedes parece ter o melhor conjunto mais uma vez;
2) Ferrari está um passo à frente da Red Bull;
3) Williams tem um bom conjunto e deve estar perto da Ferrari e da Red Bull;
4) A Sauber deve mesmo ser um dos piores times;
5) Se a Honda não resolver os problemas com o motor, a McLaren vai brigar com a Sauber pela lanterninha;
6) Renault, Force India, Haas e Toro Rosso devem formar aquele grupo intermediário e bem embolado;
7) Isso aí de cima é tudo um chute pelo que consigo ver do que está acontecendo nos testes.
No final da tarde a Fórmula 1 ainda presenteou os fãs com as imagens on-board da melhor volta da pré-temporada até o momento. Confira a volta de Valtteri Bottas hoje em Barcelona:
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Williams
07 março 2017
F1 2017 - Barcelona II - Massa encerra primeiro dia na liderança com tempo da manhã
Twitter / Formula 1 (@F1)
O brasileiro Felipe Massa abriu a segunda semana de testes coletivos da Fórmula 1 colocando a Williams no alto da tabela de tempos. Daniel Ricciardo e Sebastian Vettel fecharam os três melhores do dia. O quinto dia de atividades em Barcelona também ficou marcado por novos problemas com a Renault e a McLaren.
A grande surpresa do dia foi a Williams. O time de Grove tentou recuperar o tempo perdido com os acidentes de Lance Stroll na semana passada e colocou Felipe Massa para conduzir o FW40 nesta terça-feira. O brasileiro conseguiu o melhor tempo da manhã - 1m19s726 - com pneus supermacios. Esse também é o segundo melhor tempo no acumulado das duas semanas de testes até agora. Massa descontou boa parte do prejuízo dos últimos dias ao dar o maior número de voltas no primeiro dia da segunda semana de testes coletivos. O brasileiro deu 168 giros no traçado catalão e completou o dia na liderança.
A Ferrari e a Mercedes voltaram a impressionar pela regularidade. Enquanto o carro italiano deu um número bem grande de voltas e fechou o dia com Sebastian Vettel no terceiro lugar da tabela de tempos, os atuais campeões focaram na simulação de corridas, também dando um número bem grande de voltas com Lewis Hamilton e Valtteri Bottas. A Ferrari encerrou o dia com 168 voltas completadas enquanto a Mercedes chegou a marca de 135 voltas - Hamilton andou 49 voltas e Bottas deu 86 giros.
A Renault voltou a ter problemas nesta terça-feira. O time da montadora francesa teve que trocar mais uma vez o motor do R.S.17 já no período da manhã, quando Jolyon Palmer conduzia os testes pela equipe. O inglês chegou aos boxes com o motor desligado sem causar uma bandeira vermelha. A troca do motor levou boa parte da manhã e a Renault só voltou no período da tarde já com Nico Hülkenberg no comando do carro francês. Depois disso o carro não apresentou maiores problemas. Hulk fechou o dia na sétima posição enquanto Palmer foi o lanterninha e 13º do dia. Hülkenberg foi quem causou a única bandeira vermelha do dia ao parar o carro no último setor da pista nos minutos finais do dia.
Mais uma vez a McLaren enfrentou problemas com o motor Honda. O time de Woking chegou ao sexto motor em cinco dias de testes coletivos em Barcelona e o clima entre McLaren e Honda de novo não é dos melhores. Stoffel Vandoorne chegou a completar as atividades da manhã, mas o motor começou a ser trocado durante o horário de almoço e o piloto belga só retornou no meio da tarde para a pista (bem pertinho das 12h no horário de Brasília). Por "sorte", talvez, o time conseguiu que Vandoorne superasse o número de voltas de um GP da Espanha (66).
O destaque na Sauber foi o retorno do alemão Pascal Wehrlein às pistas depois do acidente sofrido na Race of Champions em janeiro e que o tirou da primeira semana de testes. Liberado pelos médicos, Wehrlein conduziu o C36 no período da manhã enquanto Marcus Ericsson assumiu o volante no período da tarde. O time continua sendo o favorito a ser o pior dessa temporada.
Force India, Haas e Toro Rosso aparentemente passaram o quinto dia de pré-temporada sem apresentar problemas e com um bom número de voltas. A Force India com Esteban Ocon andou 141 voltas, a Haas com Kevin Magnussen andou 80 voltas e a Toro Rosso com Daniil Kvyat andou 82 voltas ao longo desta terça-feira.
Lembrando que a última semana de testes coletivos da Fórmula 1 vai até o dia 10 de março em Barcelona, na Espanha.
![]() |
| Massa ajudou a Williams a recuperar um pouco do tempo perdido e cravou o melhor tempo do dia |
A grande surpresa do dia foi a Williams. O time de Grove tentou recuperar o tempo perdido com os acidentes de Lance Stroll na semana passada e colocou Felipe Massa para conduzir o FW40 nesta terça-feira. O brasileiro conseguiu o melhor tempo da manhã - 1m19s726 - com pneus supermacios. Esse também é o segundo melhor tempo no acumulado das duas semanas de testes até agora. Massa descontou boa parte do prejuízo dos últimos dias ao dar o maior número de voltas no primeiro dia da segunda semana de testes coletivos. O brasileiro deu 168 giros no traçado catalão e completou o dia na liderança.
A Ferrari e a Mercedes voltaram a impressionar pela regularidade. Enquanto o carro italiano deu um número bem grande de voltas e fechou o dia com Sebastian Vettel no terceiro lugar da tabela de tempos, os atuais campeões focaram na simulação de corridas, também dando um número bem grande de voltas com Lewis Hamilton e Valtteri Bottas. A Ferrari encerrou o dia com 168 voltas completadas enquanto a Mercedes chegou a marca de 135 voltas - Hamilton andou 49 voltas e Bottas deu 86 giros.
A Renault voltou a ter problemas nesta terça-feira. O time da montadora francesa teve que trocar mais uma vez o motor do R.S.17 já no período da manhã, quando Jolyon Palmer conduzia os testes pela equipe. O inglês chegou aos boxes com o motor desligado sem causar uma bandeira vermelha. A troca do motor levou boa parte da manhã e a Renault só voltou no período da tarde já com Nico Hülkenberg no comando do carro francês. Depois disso o carro não apresentou maiores problemas. Hulk fechou o dia na sétima posição enquanto Palmer foi o lanterninha e 13º do dia. Hülkenberg foi quem causou a única bandeira vermelha do dia ao parar o carro no último setor da pista nos minutos finais do dia.
Mais uma vez a McLaren enfrentou problemas com o motor Honda. O time de Woking chegou ao sexto motor em cinco dias de testes coletivos em Barcelona e o clima entre McLaren e Honda de novo não é dos melhores. Stoffel Vandoorne chegou a completar as atividades da manhã, mas o motor começou a ser trocado durante o horário de almoço e o piloto belga só retornou no meio da tarde para a pista (bem pertinho das 12h no horário de Brasília). Por "sorte", talvez, o time conseguiu que Vandoorne superasse o número de voltas de um GP da Espanha (66).
O destaque na Sauber foi o retorno do alemão Pascal Wehrlein às pistas depois do acidente sofrido na Race of Champions em janeiro e que o tirou da primeira semana de testes. Liberado pelos médicos, Wehrlein conduziu o C36 no período da manhã enquanto Marcus Ericsson assumiu o volante no período da tarde. O time continua sendo o favorito a ser o pior dessa temporada.
Force India, Haas e Toro Rosso aparentemente passaram o quinto dia de pré-temporada sem apresentar problemas e com um bom número de voltas. A Force India com Esteban Ocon andou 141 voltas, a Haas com Kevin Magnussen andou 80 voltas e a Toro Rosso com Daniil Kvyat andou 82 voltas ao longo desta terça-feira.
Lembrando que a última semana de testes coletivos da Fórmula 1 vai até o dia 10 de março em Barcelona, na Espanha.
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04 março 2017
F1 2017 - Barcelona I - Raikkonen lidera testes com pista molhada no final da primeira semana
Twitter / Formula 1 (@F1)
Kimi Raikkonen fechou a primeira semana de testes coletivos da Fórmula 1 em Barcelona, na Espanha, na ponta. A quinta-feira foi marcada pelos testes com os compostos de pista molhada da Pirelli. A montadora molhou artificialmente o traçado catalão no início da manhã e da tarde para conseguir testar os novos pneus intermediários e de chuva.
"Invicto", Raikkonen ficou na ponta do quarto dia de testes coletivos durante boa parte do dia. O finlandês da Ferrari só saiu da ponta por alguns minutos no período da tarde quando Max Verstappen tomou a liderança por alguns minutos. De resto, Raikkonen andou ao longo de todo o dia, usou os dois compostos de pista molhada e depois andou com os pneus macios quando a pista já estava mais seca nas metades finais de cada sessão. O finlandês ficou abaixo dos tempos anotados já no segundo dia de testes em Barcelona, mas não conseguiu baixar a marca de Valtteri Bottas na quarta-feira, terceiro dia de testes coletivos.
A Mercedes, uma das equipes que não concordou com a atividade de pista molhada, deu apenas nove voltas no período da manhã já com a pista seca. A equipe alegou que enfrentou problemas elétricos no W08. Lewis Hamilton que deveria conduzir as atividades do time pela manhã, foi embora antes mesmo da sessão acabar. Foi Valtteri Bottas quem deu as nove voltas nos minutos finais do treino. No período da tarde a Mercedes esteve mais presente na pista e Bottas fechou o dia com 68 voltas e o oitavo tempo do dia sem mais problemas.
A Williams optou por não andar no último dia da primeira semana de testes. A decisão veio após Lance Stroll danificar o primeiro chassi da equipe em um acidente durante o terceiro dia de testes em Barcelona. O segundo chassi, que chegou no período da tarde, só ficaria pronto para a segunda semana, mesmo sendo montado em Barcelona. Com isso o brasileiro Felipe Massa nem deu o ar da graça no traçado espanhol.
A Toro Rosso conseguiu dar apenas uma volta pela manhã. O carro era conduzido por Daniil Kvyat quando foi identificado um problema no motor Renault que tirou a equipe de toda a atividade. O segundo time dos touros vermelhos chegou a trocar o motor, mas não houve tempo hábil para que o próprio Kvyat ou Carlos Sainz Jr. recolocassem o STR12 na pista.
O primeiro time dos touros vermelhos também não passou o dia ileso de problemas nessa quinta-feira. Problemas no sistema de exaustão deixaram a Red Bull parada por quase duas horas no retorno do almoço. Logo que o problema foi resolvido, Max Verstappen conduziu o carro nos testes e rapidamente colocou o time no topo da tabela de tempos. O holandês ainda conseguiu dar 85 voltas com o RB13 e fechar o dia no segundo lugar.
A Renault mostrou ligeira recuperação ao fechar o dia com o terceiro lugar de Jolyon Palmer. Nico Hülkenberg ficou focado em testes de stints de corrida e terminou o dia com o nono melhor tempo. O time da montadora francesa começou a semana com vários problemas e tempos mais altos. Conforme a semana foi avançando, a Renault conseguiu solucionar esses problemas e os tempos melhoraram em relação aos times adversários, diminuindo a margem de diferença para os líderes.
A Haas mais uma vez não enfrentou problemas e segue no alto da tabela. O único problema é que o time não baixa os tempos da casa de 1m22s e aí temos duas razões para isso não acontecer: o time não evoluiu o desempenho do carro ou o time só fez simulações de longos trechos com o VF17. A última opção, na minha visão, deve ser a mais provável porque a Haas sempre foi uma das equipes que mais andou durante os quatro dias de testes.
A Force India segue no meio da tabela de tempos também completando muitas voltas no traçado de Barcelona. Somente ontem, Sergio Pérez deu 82 voltas ao longo dia. Também é bom lembrar que os indianos costumam investir pouco e ter um bom rendimento em pistas de altas velocidades.
A Sauber e Antonio Giovinazzi surpreenderam com o quinto tempo do dia, mas ficou bem claro que o time não terá um bom desempenho em 2017. Com um motor defasado, a Sauber fez o melhor tempo com pneus ultramacios e bem distantes do 1m19s(alto) que os líderes conseguiram virar em Barcelona.
Para encerrar, a McLaren conseguiu completar a distância de um GP no último dia da primeira semana de testes. Stoffel Vandoorne teve um dos dias mais tranquilos depois de uma semana que começou mal para o time inglês. Ainda sofrendo com falta de potência nas usinas da Honda, a primeira metade dos testes foi muito comprometida pelo tempo excessivo do novo MCL32 parado nos pits para reparos/trocas de motor.
A Fórmula 1 volta a andar em Barcelona entre os dias 07 e 10 de março para a segunda, e última, semana de testes coletivos.
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| Raikkonen encerrou a primeira semana de testes na primeira posiçãoo |
"Invicto", Raikkonen ficou na ponta do quarto dia de testes coletivos durante boa parte do dia. O finlandês da Ferrari só saiu da ponta por alguns minutos no período da tarde quando Max Verstappen tomou a liderança por alguns minutos. De resto, Raikkonen andou ao longo de todo o dia, usou os dois compostos de pista molhada e depois andou com os pneus macios quando a pista já estava mais seca nas metades finais de cada sessão. O finlandês ficou abaixo dos tempos anotados já no segundo dia de testes em Barcelona, mas não conseguiu baixar a marca de Valtteri Bottas na quarta-feira, terceiro dia de testes coletivos.
A Mercedes, uma das equipes que não concordou com a atividade de pista molhada, deu apenas nove voltas no período da manhã já com a pista seca. A equipe alegou que enfrentou problemas elétricos no W08. Lewis Hamilton que deveria conduzir as atividades do time pela manhã, foi embora antes mesmo da sessão acabar. Foi Valtteri Bottas quem deu as nove voltas nos minutos finais do treino. No período da tarde a Mercedes esteve mais presente na pista e Bottas fechou o dia com 68 voltas e o oitavo tempo do dia sem mais problemas.
A Williams optou por não andar no último dia da primeira semana de testes. A decisão veio após Lance Stroll danificar o primeiro chassi da equipe em um acidente durante o terceiro dia de testes em Barcelona. O segundo chassi, que chegou no período da tarde, só ficaria pronto para a segunda semana, mesmo sendo montado em Barcelona. Com isso o brasileiro Felipe Massa nem deu o ar da graça no traçado espanhol.
A Toro Rosso conseguiu dar apenas uma volta pela manhã. O carro era conduzido por Daniil Kvyat quando foi identificado um problema no motor Renault que tirou a equipe de toda a atividade. O segundo time dos touros vermelhos chegou a trocar o motor, mas não houve tempo hábil para que o próprio Kvyat ou Carlos Sainz Jr. recolocassem o STR12 na pista.
O primeiro time dos touros vermelhos também não passou o dia ileso de problemas nessa quinta-feira. Problemas no sistema de exaustão deixaram a Red Bull parada por quase duas horas no retorno do almoço. Logo que o problema foi resolvido, Max Verstappen conduziu o carro nos testes e rapidamente colocou o time no topo da tabela de tempos. O holandês ainda conseguiu dar 85 voltas com o RB13 e fechar o dia no segundo lugar.
A Renault mostrou ligeira recuperação ao fechar o dia com o terceiro lugar de Jolyon Palmer. Nico Hülkenberg ficou focado em testes de stints de corrida e terminou o dia com o nono melhor tempo. O time da montadora francesa começou a semana com vários problemas e tempos mais altos. Conforme a semana foi avançando, a Renault conseguiu solucionar esses problemas e os tempos melhoraram em relação aos times adversários, diminuindo a margem de diferença para os líderes.
A Haas mais uma vez não enfrentou problemas e segue no alto da tabela. O único problema é que o time não baixa os tempos da casa de 1m22s e aí temos duas razões para isso não acontecer: o time não evoluiu o desempenho do carro ou o time só fez simulações de longos trechos com o VF17. A última opção, na minha visão, deve ser a mais provável porque a Haas sempre foi uma das equipes que mais andou durante os quatro dias de testes.
A Force India segue no meio da tabela de tempos também completando muitas voltas no traçado de Barcelona. Somente ontem, Sergio Pérez deu 82 voltas ao longo dia. Também é bom lembrar que os indianos costumam investir pouco e ter um bom rendimento em pistas de altas velocidades.
A Sauber e Antonio Giovinazzi surpreenderam com o quinto tempo do dia, mas ficou bem claro que o time não terá um bom desempenho em 2017. Com um motor defasado, a Sauber fez o melhor tempo com pneus ultramacios e bem distantes do 1m19s(alto) que os líderes conseguiram virar em Barcelona.
Para encerrar, a McLaren conseguiu completar a distância de um GP no último dia da primeira semana de testes. Stoffel Vandoorne teve um dos dias mais tranquilos depois de uma semana que começou mal para o time inglês. Ainda sofrendo com falta de potência nas usinas da Honda, a primeira metade dos testes foi muito comprometida pelo tempo excessivo do novo MCL32 parado nos pits para reparos/trocas de motor.
A Fórmula 1 volta a andar em Barcelona entre os dias 07 e 10 de março para a segunda, e última, semana de testes coletivos.
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01 março 2017
F1 2017 - Barcelona I - Valtteri Bottas recoloca Mercedes no topo com pneus ultramacios
Twitter / Formula 1 (@F1)
Valtteri Bottas liderou o terceiro dia de testes coletivos e recolocou a Mercedes no topo da tabela mais uma vez. Sebastian Vettel terminou o dia em segundo pouco mais de 0s2 atrás do finlandês da Mercedes, mas com uma diferença em relação ao piloto da Mercedes. Enquanto Bottas conquistou a melhor marca com ultramacios, Vettel conquistou o melhor tempo com pneus macios.
No dia mais tranquilo desta semana de testes, apenas rodadas e paradas causaram bandeiras vermelhas nessa quarta-feira. A única equipe que ficou parada por um tempo foi a Toro Rosso pela manhã e a Williams, que trocou a escala dos pilotos, que deu mais uma oportunidade para o novato Lance Stroll. O jovem canadense rodou duas vezes - uma em cada turno - nesta quarta-feira, a última acabou com as atividades do time hoje.
A McLaren finalmente conseguiu andar, foram 72 voltas com Fernando Alonso. O mesmo aconteceu com a Renault que, seguindo o exemplo da Mercedes e da Toro Rosso, também promoveu o revezamento de seus pilotos hoje. Foi com pneus macios que a equipe chegou ao quarto e quinto lugares do dia.
A Red Bull conseguiu o terceiro lugar logo pela manhã com Daniel Ricciardo também calçando pneus macios, o tempo chegou a ser melhor que a melhor marca da Mercedes com esses compostos (1m21s765 de Lewis Hamilton, ainda no primeiro dia).
Sobre o desempenho das adversárias em relação aos atuais campeões, tanto a Ferrari quanto a Red Bull já conseguiram melhores resultados que os alemães. O desempenho que mais impressiona é o da Ferrari. O time italiano hoje conquistou com Vettel no comando do SF70H o tempo de 1m19s952 com compostos macios. A Mercedes só baixou da marca de 1m20s com compostos ultramacios também hoje com Valtteri Bottas ao marcar 1m19s705. Ontem mesmo, a Ferrari já havia feito algo semelhante quando Kimi Raikkonen conquistou a melhor marca do dia com pneus macios enquanto Hamilton chegou ao melhor tempo dele com pneus supermacios.
Aparentemente a Red Bull e, principalmente, a Ferrari podem ser rivais bem incômodas para a Mercedes, pelo menos é o que mostra essa primeira metade de pré-temporada.
Se a programação da Pirelli for seguida como o planejado, os melhores tempos dessa semana surgiram hoje. Amanhã devem acontecer testes com os compostos de pista molhada. O circuito catalão deve ser molhado artificialmente. A razão para algumas equipes terem promovido o revezamento hoje deve ser justamente esse teste com pista molhada amanhã.
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| Bottas conquistou o melhor tempo da semana com pneus ultramacios |
No dia mais tranquilo desta semana de testes, apenas rodadas e paradas causaram bandeiras vermelhas nessa quarta-feira. A única equipe que ficou parada por um tempo foi a Toro Rosso pela manhã e a Williams, que trocou a escala dos pilotos, que deu mais uma oportunidade para o novato Lance Stroll. O jovem canadense rodou duas vezes - uma em cada turno - nesta quarta-feira, a última acabou com as atividades do time hoje.
A McLaren finalmente conseguiu andar, foram 72 voltas com Fernando Alonso. O mesmo aconteceu com a Renault que, seguindo o exemplo da Mercedes e da Toro Rosso, também promoveu o revezamento de seus pilotos hoje. Foi com pneus macios que a equipe chegou ao quarto e quinto lugares do dia.
A Red Bull conseguiu o terceiro lugar logo pela manhã com Daniel Ricciardo também calçando pneus macios, o tempo chegou a ser melhor que a melhor marca da Mercedes com esses compostos (1m21s765 de Lewis Hamilton, ainda no primeiro dia).
Sobre o desempenho das adversárias em relação aos atuais campeões, tanto a Ferrari quanto a Red Bull já conseguiram melhores resultados que os alemães. O desempenho que mais impressiona é o da Ferrari. O time italiano hoje conquistou com Vettel no comando do SF70H o tempo de 1m19s952 com compostos macios. A Mercedes só baixou da marca de 1m20s com compostos ultramacios também hoje com Valtteri Bottas ao marcar 1m19s705. Ontem mesmo, a Ferrari já havia feito algo semelhante quando Kimi Raikkonen conquistou a melhor marca do dia com pneus macios enquanto Hamilton chegou ao melhor tempo dele com pneus supermacios.
Aparentemente a Red Bull e, principalmente, a Ferrari podem ser rivais bem incômodas para a Mercedes, pelo menos é o que mostra essa primeira metade de pré-temporada.
Se a programação da Pirelli for seguida como o planejado, os melhores tempos dessa semana surgiram hoje. Amanhã devem acontecer testes com os compostos de pista molhada. O circuito catalão deve ser molhado artificialmente. A razão para algumas equipes terem promovido o revezamento hoje deve ser justamente esse teste com pista molhada amanhã.
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28 fevereiro 2017
F1 2017 - Barcelona I - Kimi Raikkonen desbanca Mercedes e lidera segundo dia de testes
Twitter / Formula 1 (@F1)
Kimi Raikkonen, calçando pneus macios, desbancou Lewis Hamilton durante o segundo dia de testes coletivos da Fórmula 1 em Barcelona. O dia mais uma vez ficou marcado pela regularidade de Mercedes e Ferrari. Nesse grupo dos que mais andaram podemos colocar também o finlandês Kevin Magnussen com a Haas.
Hoje foi a vez da Ferrari dar as cartas no Circuito da Catalunha, em Barcelona, na Espanha. Com Kimi Raikkonen no comando do SF70H, o time conseguiu a melhor marca da semana com pneus macios contra os supermacios usados por Lewis Hamilton no período da manhã. Mais uma vez o time vermelho esteve entre os que mais andaram: foram 108 voltas. Menos que ontem, mas acima da casa das 100 voltas. Essa quantidade de voltas é importante para conseguir uma grande quantidade de dados.
A Mercedes também andou bastante neste segundo dia de testes. Foram 167 voltas no total - 66 de Hamilton e outras 101 de Valtteri Bottas - lembrando que nesses primeiros trabalhos é sempre muito importante acumular quilometragem e depois baixar tempo. Essa situação fica bem clara com Bottas. Por sinal, o finlandês escapou de uma "panca" no período da manhã. As contas da Fórmula 1 nas redes sociais mostraram um momento em que o #77 escapa de traseira em uma das curvas do traçado catalão e chega a tocar com as rodas no muro.
A Haas foi a segunda equipe com mais voltas ao longo do dia. O time americano teve Kevin Magnussen pelo segundo dia consecutivo no comando do VF17. O dinamarquês deu 116 voltas - quase dois GPs da Espanha - e fechou o dia com a quarta melhor marca do dia usando pneus supermacios. O time é outro que não enfrentou problemas até o momento.
No outro lado da tabela está a Williams. Lance Stroll guiou pela primeira vez o FW40 e acabou dando apenas 12 voltas. O jovem canadense rodou e danificou a única asa dianteira que a equipe levou para Barcelona. Resultado: último lugar do dia e o carro estacionado durante boa parte da manhã e toda a tarde desta terça-feira. Cronograma comprometido.
A McLaren viveu outro dia de problemas. O time de Woking teve que trocar mais uma vez o motor Honda por problemas de perda de potência e mais uma vez ficou com o cronograma comprometido. Foram 29 voltas pela manhã e o dia fechou com Stoffel Vandoorne dando apenas 40 voltas.
A Renault não andou pela manhã porque estava esperando a chegada de novas peças da fábrica. Jolyon Palmer deu 53 voltas no período da tarde e, seguindo o exemplo de Nico Hülkenberg, ficou na parte de baixo da tabela de classificação.
A Sauber também não andou pela manhã por problemas no motor Ferrari. Com Antonio Giovinazzi substituindo Pascal Wehrlein o time conseguiu chegar a marca das 66 voltas, mas com uma desvantagem de quase quatro segundos para os líderes.
Confira o resultado do segundo dia de testes:
1) Kimi Raikkonen (FIN) [Ferrari] 1m20s960 [Macios] 108 voltas;
2) Lewis Hamilton (ING) [Mercedes] 1m20s983 [Supermacios] 66 voltas;
3) Max Verstappen (HOL) [Red Bull - Renault] 1m22s200 [Macios] 89 voltas;
4) Kevin Magnussen (DIN) [Haas - Ferrari] 1m22s204 [Supermacios] 116 voltas;
5) Esteban Ocon (FRA) [Force India - Mercedes] 1m22s509 [Supermacios] 86 voltas;
6) Daniil Kvyat (RUS) [Toro Rosso - Renault] 1m22s956 [Macios] 68 voltas;
7) Valtteri Bottas (FIN) [Mercedes] 1m22s986 [Macios] 101 voltas;
8) Jolyon Palmer (ING) [Renault] 1m24s139 [Macios] 53 voltas;
9) Antonio Giovinazzi (ITA) [Sauber - Ferrari] 1m24s617 [Macios] 66 voltas;
10) Stoffel Vandoorne (BEL) [McLaren - Honda] 1m25s600 [Macios] 40 voltas;
11) Lance Stroll (CAN) [Williams - Mercedes] 1m26s040 [Médios] 12 voltas;
Confira o resultado acumulado da semana de testes:
1) Kimi Raikkonen (FIN) [Ferrari] 1m20s960 [Macios] 108 voltas;
2) Lewis Hamilton (ING) [Mercedes] 1m20s983 [Supermacios] 139 voltas;
3) Sebastian Vettel (ALE) [Ferrari] 1m21s878 [Médios] 126 voltas;
4) Felipe Massa (BRA) [Williams - Mercedes] 1m22s076 [Macios] 103 voltas;
5) Max Verstappen (HOL) [Red Bull - Renault] 1m22s200 [Macios] 89 voltas;
6) Kevin Magnussen (DIN) [Haas - Ferrari] 1m22s204 [Supermacios] 167 voltas;
7) Esteban Ocon (FRA) [Force India - Mercedes] 1m22s509 [Supermacios] 86 voltas;
8) Daniel Ricciardo (AUS) [Red Bull - Renault] 1m22s926 [Macios] 50 voltas;
9) Daniil Kvyat (RUS) [Toro Rosso - Renault] 1m22s956 [Macios] 68 voltas;
10) Valtteri Bottas (FIN) [Mercedes] 1m22s986 [Macios] 180 voltas;
11) Sergio Pérez (MEX) [Force India - Mercedes] 1m23s709 [Macios] 39 voltas;
12) Jolyon Palmer (ING) [Renault] 1m24s139 [Macios] 53 voltas;
13) Carlos Sainz Jr. (ESP) [Toro Rosso - Renault] 1m24s494 [Médios] 51 voltas;
14) Antonio Giovinazzi (ITA) [Sauber - Ferrari] 1m24s617 [Macios] 66 voltas;
15) Nico Hülkenberg (ALE) [Renault] 1m24s784 [Médios] 57 voltas;
16) Fernando Alonso (ESP) [McLaren - Honda] 1m24s852 [Macios] 29 voltas;
17) Stoffel Vandoorne (BEL) [McLaren - Honda] 1m25s600 [Macios] 40 voltas;
18) Lance Stroll (CAN) [Williams - Mercedes] 1m26s040 [Médios] 12 voltas;
19) Marcus Ericsson (SUE) [Sauber - Ferrari] 1m26s841 [Médios] 72 voltas.
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| Foi com pneus macios que Kimi Raikkonen marcou o melhor tempo do dia |
Hoje foi a vez da Ferrari dar as cartas no Circuito da Catalunha, em Barcelona, na Espanha. Com Kimi Raikkonen no comando do SF70H, o time conseguiu a melhor marca da semana com pneus macios contra os supermacios usados por Lewis Hamilton no período da manhã. Mais uma vez o time vermelho esteve entre os que mais andaram: foram 108 voltas. Menos que ontem, mas acima da casa das 100 voltas. Essa quantidade de voltas é importante para conseguir uma grande quantidade de dados.
A Mercedes também andou bastante neste segundo dia de testes. Foram 167 voltas no total - 66 de Hamilton e outras 101 de Valtteri Bottas - lembrando que nesses primeiros trabalhos é sempre muito importante acumular quilometragem e depois baixar tempo. Essa situação fica bem clara com Bottas. Por sinal, o finlandês escapou de uma "panca" no período da manhã. As contas da Fórmula 1 nas redes sociais mostraram um momento em que o #77 escapa de traseira em uma das curvas do traçado catalão e chega a tocar com as rodas no muro.
A Haas foi a segunda equipe com mais voltas ao longo do dia. O time americano teve Kevin Magnussen pelo segundo dia consecutivo no comando do VF17. O dinamarquês deu 116 voltas - quase dois GPs da Espanha - e fechou o dia com a quarta melhor marca do dia usando pneus supermacios. O time é outro que não enfrentou problemas até o momento.
No outro lado da tabela está a Williams. Lance Stroll guiou pela primeira vez o FW40 e acabou dando apenas 12 voltas. O jovem canadense rodou e danificou a única asa dianteira que a equipe levou para Barcelona. Resultado: último lugar do dia e o carro estacionado durante boa parte da manhã e toda a tarde desta terça-feira. Cronograma comprometido.
A McLaren viveu outro dia de problemas. O time de Woking teve que trocar mais uma vez o motor Honda por problemas de perda de potência e mais uma vez ficou com o cronograma comprometido. Foram 29 voltas pela manhã e o dia fechou com Stoffel Vandoorne dando apenas 40 voltas.
A Renault não andou pela manhã porque estava esperando a chegada de novas peças da fábrica. Jolyon Palmer deu 53 voltas no período da tarde e, seguindo o exemplo de Nico Hülkenberg, ficou na parte de baixo da tabela de classificação.
A Sauber também não andou pela manhã por problemas no motor Ferrari. Com Antonio Giovinazzi substituindo Pascal Wehrlein o time conseguiu chegar a marca das 66 voltas, mas com uma desvantagem de quase quatro segundos para os líderes.
Confira o resultado do segundo dia de testes:
1) Kimi Raikkonen (FIN) [Ferrari] 1m20s960 [Macios] 108 voltas;
2) Lewis Hamilton (ING) [Mercedes] 1m20s983 [Supermacios] 66 voltas;
3) Max Verstappen (HOL) [Red Bull - Renault] 1m22s200 [Macios] 89 voltas;
4) Kevin Magnussen (DIN) [Haas - Ferrari] 1m22s204 [Supermacios] 116 voltas;
5) Esteban Ocon (FRA) [Force India - Mercedes] 1m22s509 [Supermacios] 86 voltas;
6) Daniil Kvyat (RUS) [Toro Rosso - Renault] 1m22s956 [Macios] 68 voltas;
7) Valtteri Bottas (FIN) [Mercedes] 1m22s986 [Macios] 101 voltas;
8) Jolyon Palmer (ING) [Renault] 1m24s139 [Macios] 53 voltas;
9) Antonio Giovinazzi (ITA) [Sauber - Ferrari] 1m24s617 [Macios] 66 voltas;
10) Stoffel Vandoorne (BEL) [McLaren - Honda] 1m25s600 [Macios] 40 voltas;
11) Lance Stroll (CAN) [Williams - Mercedes] 1m26s040 [Médios] 12 voltas;
Confira o resultado acumulado da semana de testes:
1) Kimi Raikkonen (FIN) [Ferrari] 1m20s960 [Macios] 108 voltas;
2) Lewis Hamilton (ING) [Mercedes] 1m20s983 [Supermacios] 139 voltas;
3) Sebastian Vettel (ALE) [Ferrari] 1m21s878 [Médios] 126 voltas;
4) Felipe Massa (BRA) [Williams - Mercedes] 1m22s076 [Macios] 103 voltas;
5) Max Verstappen (HOL) [Red Bull - Renault] 1m22s200 [Macios] 89 voltas;
6) Kevin Magnussen (DIN) [Haas - Ferrari] 1m22s204 [Supermacios] 167 voltas;
7) Esteban Ocon (FRA) [Force India - Mercedes] 1m22s509 [Supermacios] 86 voltas;
8) Daniel Ricciardo (AUS) [Red Bull - Renault] 1m22s926 [Macios] 50 voltas;
9) Daniil Kvyat (RUS) [Toro Rosso - Renault] 1m22s956 [Macios] 68 voltas;
10) Valtteri Bottas (FIN) [Mercedes] 1m22s986 [Macios] 180 voltas;
11) Sergio Pérez (MEX) [Force India - Mercedes] 1m23s709 [Macios] 39 voltas;
12) Jolyon Palmer (ING) [Renault] 1m24s139 [Macios] 53 voltas;
13) Carlos Sainz Jr. (ESP) [Toro Rosso - Renault] 1m24s494 [Médios] 51 voltas;
14) Antonio Giovinazzi (ITA) [Sauber - Ferrari] 1m24s617 [Macios] 66 voltas;
15) Nico Hülkenberg (ALE) [Renault] 1m24s784 [Médios] 57 voltas;
16) Fernando Alonso (ESP) [McLaren - Honda] 1m24s852 [Macios] 29 voltas;
17) Stoffel Vandoorne (BEL) [McLaren - Honda] 1m25s600 [Macios] 40 voltas;
18) Lance Stroll (CAN) [Williams - Mercedes] 1m26s040 [Médios] 12 voltas;
19) Marcus Ericsson (SUE) [Sauber - Ferrari] 1m26s841 [Médios] 72 voltas.
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26 fevereiro 2017
Williams FW40 - Agora de verdade
Facebook / Williams Martini Racing
Foi no sábado que a Williams apresentou fotos do carro (de verdade). Na semana passada, a equipe inglesa apresentou imagens do carro por computação gráfica do que deveria ser o FW40 para a temporada 2017 da Fórmula 1.
De diferente do que foi mostrado na semana passada, apenas algumas variações na pintura. A barbatana recebe um pouco mais de cores com o desenho da Martini tomando conta de boa parte da cobertura do motor.
Algumas das aletas que não estavam nas imagens em computação gráfica agora apareceram principalmente acima das entradas de ar laterais de motor. De resto, o carro segue o mesmo do que foi mostrado na semana anterior.
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| A Williams divlgou fotos do FW40 sem aviso mais uma vez |
De diferente do que foi mostrado na semana passada, apenas algumas variações na pintura. A barbatana recebe um pouco mais de cores com o desenho da Martini tomando conta de boa parte da cobertura do motor.
Algumas das aletas que não estavam nas imagens em computação gráfica agora apareceram principalmente acima das entradas de ar laterais de motor. De resto, o carro segue o mesmo do que foi mostrado na semana anterior.
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17 fevereiro 2017
Williams FW40
Facebook / Williams Martini Racing
Foi sem aviso prévio que a Williams apresentou no início da manhã desta sexta-feira o novo FW40, carro da equipe para a temporada 2017 da Fórmula 1 e que será guiado pelo brasileiro Felipe Massa e o canadense Lance Stroll.
Ainda com imagens de computação gráfica e através da revista inglesa Autosport, a equipe de Grove já deu uma clara ideia de qual será a tendência dessa temporada em que as regras da principal categoria do automobilismo mundial fazem com que os carros voltem a ter maior carga aerodinâmica, os tornando muito mais rápidos - a expectativa é que cheguem a ser até cinco segundos mais rápidos - que os das últimas três temporadas.
Facebook / Williams Martini Racing
Como era esperado e pede o novo regulamento, a asa traseira é mais larga e mais baixa, o nariz é um pouco mais comprido e alguns apêndices aerodinâmicos já podem ser vistos, mesmo nessas imagens que a Williams divulgou.
Destaque para o retorno da “barbatana”, tendência indica já pelas poucas fotos que vazaram do que seria o carro da Manor para 2017. A extensão na tampa do motor não chega até a asa traseira como nas que a categoria tinha até mais ou menos 2008, mas já alonga consideravelmente a carenagem na parte traseira do carro.
No nariz do carro, a Williams manteve a espécie de língua e, próximo da suspensão dianteira, o carro inglês parece ter uma espécie de saída de ar, provavelmente de algum duto que venha do bico do carro ou da parte de baixo.
Claro que o FW40 – nome que faz alusão aos 40 anos da equipe na Fórmula 1 – tem outras pequenas modificações, mas traz demais dos carros que a equipe fez para as temporadas passadas da categoria rainha do automobilismo mundial.
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| A Williams quebrou o silêncio para apresentar o novo FW40 |
Ainda com imagens de computação gráfica e através da revista inglesa Autosport, a equipe de Grove já deu uma clara ideia de qual será a tendência dessa temporada em que as regras da principal categoria do automobilismo mundial fazem com que os carros voltem a ter maior carga aerodinâmica, os tornando muito mais rápidos - a expectativa é que cheguem a ser até cinco segundos mais rápidos - que os das últimas três temporadas.
Facebook / Williams Martini Racing
Como era esperado e pede o novo regulamento, a asa traseira é mais larga e mais baixa, o nariz é um pouco mais comprido e alguns apêndices aerodinâmicos já podem ser vistos, mesmo nessas imagens que a Williams divulgou.
Destaque para o retorno da “barbatana”, tendência indica já pelas poucas fotos que vazaram do que seria o carro da Manor para 2017. A extensão na tampa do motor não chega até a asa traseira como nas que a categoria tinha até mais ou menos 2008, mas já alonga consideravelmente a carenagem na parte traseira do carro.
No nariz do carro, a Williams manteve a espécie de língua e, próximo da suspensão dianteira, o carro inglês parece ter uma espécie de saída de ar, provavelmente de algum duto que venha do bico do carro ou da parte de baixo.
Claro que o FW40 – nome que faz alusão aos 40 anos da equipe na Fórmula 1 – tem outras pequenas modificações, mas traz demais dos carros que a equipe fez para as temporadas passadas da categoria rainha do automobilismo mundial.
03 fevereiro 2017
Os últimos lugares da Dança das Cadeiras da F1
Twitter / Mercedes-AMG F1 (@MercedesAMGF1)
A aposentadoria inesperada de Nico Rosberg no início de dezembro causou um verdadeiro rebuliço no mercado de pilotos. Um dos lugares mais desejados por qualquer piloto no grid ficou vago. Claro que a correria geral começou logo em seguida.
O que ficou claro logo de cara é que toda a movimentação no mercado de pilotos estaria diretamente ligada ao caminho que o alemão Pascal Wehrlein, piloto reserva da estrela de três pontas, tomaria para 2017. Se o alemão fosse para a Mercedes a situação era mais simples, afinal de contas, seria uma substituição simples, porque a Manor já flertava com a falência assim que Felipe Nasr marcou os dois pontos para a Sauber aqui no Brasil. Qualquer uma das outras possibilidades jogava o alemão fora da Mercedes, outro piloto com contrato renovado dentro de uma flecha de prata e um veterano para ocupar o lugar vago.
Veja só! Aconteceu justamente isso. A Mercedes olhou para a Williams e pediu Valtteri Bottas - o finlandês é empresariado por Toto Wolff, chefão do time prateado -, mas Claire Williams e Cia LTDA. jogaram duro. Além da grana pela quebra de contrato, o time de Grove pediu um belo desconto nos motores, o diretor técnico da Mercedes Paddy Lowe e uma bela participação no salário do substituto.
Para agradar a Martini, patrocinadora principal, a Williams foi atrás de Felipe Massa. Os ingleses tiraram o brasileiro da breve aposentadoria para agradar tanto a parte técnica da equipe quanto o pessoal do marketing da patrocinadora.
Restava resolver a situação de Wehrlein. Ainda sem experiência suficiente, os alemães fecharam um acordo com a Sauber pensando em um futuro fornecimento de motores, já que só faltava oficializar a falência da Manor, então cliente da montadora.
Tudo fechado, restava anunciar tudo. Foi no último dia 16, uma nota atrás da outra, o quebra-cabeças foi sendo montado. Primeiro a Sauber, depois a Williams e por fim a Mercedes trataram de oficializar as poucas vagas restantes no grid.
Para Bottas, foi maravilhoso. Ele é um bom piloto e que não deve fazer feio na atual tricampeã Construtores. Para Wehrlein, depois do golpe de ver Esteban Ocon ocupar um lugar na Force India, a saída da Manor para Sauber foi uma pequena consolação porque tudo indica que o time helvético será o pior time do grid em 2017. Para Massa, a situação é confortável porque tudo indica que o futuro do brasileiro será na Fórmula E. Já sabe-se que temporada 2017/18 da categoria vai começar no início de dezembro - assim que a temporada da F1 acabar -, ou seja, acabando o contrato com a Williams, Massa pula direto e ainda em atividade para F-E.
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| Os últimos lugares do grid foram ocupados por Wehrlein, Massa e Bottas |
O que ficou claro logo de cara é que toda a movimentação no mercado de pilotos estaria diretamente ligada ao caminho que o alemão Pascal Wehrlein, piloto reserva da estrela de três pontas, tomaria para 2017. Se o alemão fosse para a Mercedes a situação era mais simples, afinal de contas, seria uma substituição simples, porque a Manor já flertava com a falência assim que Felipe Nasr marcou os dois pontos para a Sauber aqui no Brasil. Qualquer uma das outras possibilidades jogava o alemão fora da Mercedes, outro piloto com contrato renovado dentro de uma flecha de prata e um veterano para ocupar o lugar vago.
Veja só! Aconteceu justamente isso. A Mercedes olhou para a Williams e pediu Valtteri Bottas - o finlandês é empresariado por Toto Wolff, chefão do time prateado -, mas Claire Williams e Cia LTDA. jogaram duro. Além da grana pela quebra de contrato, o time de Grove pediu um belo desconto nos motores, o diretor técnico da Mercedes Paddy Lowe e uma bela participação no salário do substituto.
Para agradar a Martini, patrocinadora principal, a Williams foi atrás de Felipe Massa. Os ingleses tiraram o brasileiro da breve aposentadoria para agradar tanto a parte técnica da equipe quanto o pessoal do marketing da patrocinadora.
Restava resolver a situação de Wehrlein. Ainda sem experiência suficiente, os alemães fecharam um acordo com a Sauber pensando em um futuro fornecimento de motores, já que só faltava oficializar a falência da Manor, então cliente da montadora.
Tudo fechado, restava anunciar tudo. Foi no último dia 16, uma nota atrás da outra, o quebra-cabeças foi sendo montado. Primeiro a Sauber, depois a Williams e por fim a Mercedes trataram de oficializar as poucas vagas restantes no grid.
Para Bottas, foi maravilhoso. Ele é um bom piloto e que não deve fazer feio na atual tricampeã Construtores. Para Wehrlein, depois do golpe de ver Esteban Ocon ocupar um lugar na Force India, a saída da Manor para Sauber foi uma pequena consolação porque tudo indica que o time helvético será o pior time do grid em 2017. Para Massa, a situação é confortável porque tudo indica que o futuro do brasileiro será na Fórmula E. Já sabe-se que temporada 2017/18 da categoria vai começar no início de dezembro - assim que a temporada da F1 acabar -, ou seja, acabando o contrato com a Williams, Massa pula direto e ainda em atividade para F-E.
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16 novembro 2016
F1 2017 - Dança das Cadeiras (3)
A terceira parte dos posts sobre a Dança das Cadeiras da Fórmula 1 para 2017 está aqui. Hoje é a vez de encerrar com a Williams, Haas, Marussia e a Sauber. Se você perdeu a primeira parte e a segunda parte, clique aqui (Parte 01) e aqui (Parte 02) antes, leia e volte para essa terceira postagem. Agora, se você já passou pelos posts anteriores, fique por aqui.
WILLIAMS
Se teve uma equipe que quase ficou sem pilotos foi a Williams. Felipe Massa e Valtteri Bottas foram procurados pela Renault e outras equipes, mas o cenário foi se fechando e a Williams tratou de garantir Bottas, uma vez que Massa resolveu aposentar-se da Fórmula 1. Lance Stroll vem direto da Fórmula 3 Europeia com um título e um caminhão (talvez uma betoneira lotadinha) de dinheiro.
HAAS
O time americano chegou sem fazer feio na Fórmula 1. Romain Grosjean não fez feio e uma renovação era mais do que esperada. A dúvida ficava para o segundo assento. Esteban Gutiérrez não fez nada demais e não precisava de muito para sacar o mexicano da Haas. Foi Kevin Magnussen resmungar por um contrato maior na Renault e os franceses negarem que a Haas pinçou o dinamarquês de lá. O contrato com o K-Mag é para 2017, mas deve ser estendido.
MARUSSIA
A Marussia ainda não definiu nenhum assento e muito se especula sobre o time. Um nome provável já é o do alemão Pascal Wehrlein. O vínculo do alemão com a Mercedes pode garantir mais uma vez aquele descontinho maroto no preço do motor e é claro que a Manor está de olho nisso. O outro nome deve trazer dinheiro e o favorito nessa leva é o inglês Jordan King, atual reserva do time.
SAUBER
Depois do GP do Brasil a Sauber deve renovar com Marcus Ericsson e Felipe Nasr. Ericsson já tem o contrato encaminhado e Nasr resgatou U$13 milhões que estavam indo para a conta da Manor com os dois pontos conquistados em Interlagos nesse domingo. Se o décimo lugar no campeonato de Construtores for confirmado em Abu Dhabi, é aí que o brasileiro deve ter tudo acertado para mais um ano no time suíço.
[Atualizado dia 21/11/2016 às 21h47] No última final de semana, o cenário da Sauber começou a ganhar uma definição. No domingo, a equipe e Marcus Ericsson confirmaram a permanência do sueco por mais uma temporada no time de Hinwil. Por outro lado, o jornal Folha de São Paulo publicou que o Banco do Brasil não renovou o contrato com a Sauber para 2017. Situação que complica a sequência de Felipe Nasr na categoria.
Perdeu os posts anteriores? Clique aqui para ver a Parte 01 e a Parte 02 dessa série.
WILLIAMS
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[Atualizado dia 21/11/2016 às 21h47] No última final de semana, o cenário da Sauber começou a ganhar uma definição. No domingo, a equipe e Marcus Ericsson confirmaram a permanência do sueco por mais uma temporada no time de Hinwil. Por outro lado, o jornal Folha de São Paulo publicou que o Banco do Brasil não renovou o contrato com a Sauber para 2017. Situação que complica a sequência de Felipe Nasr na categoria.
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22 junho 2016
F1 2016 - GP da Europa - Rosberg sobra em corrida chata e retoma vantagem no campeonato
Twitter / Formula 1 (@F1)
Meu amigo, que corrida chata. Não tem muito sobre o quê comentar desse GP da Europa. Nico Rosberg largou, fez suas paradas nos boxes e ganhou. Sem sustos, sem problemas e nem complicações. Molezinha, molezinha.
Como Lewis Hamilton bateu no sábado, largou do 10º lugar no domingo e não passou do quinto lugar na corrida, a diferença que separava a dupla da Mercedes saltou dos nove para os 24 pontos mais uma vez. De revoltante, foi a atitude de Hamilton que não soube solucionar o problema de seu carro e ficou choramingando durante a corrida. Na briga pelo campeonato, se Rosberg sabe ele também deveria saber.
De bom mesmo, só o desempenho de Sergio Pérez. O mexicano repetiu o pódio de Mônaco, mas diferente de Monte Carlo, o resultado foi genuínio e não veio de um golpe de sorte. Baita corrida do novo valorizado do mercado de pilotos.
Felipe Massa apareceu pelo pit stop que a equipe Williams fez durante a corrida. O time inglês igualou a marca da Red Bull do GP dos Estados Unidos de 2013. Impressionante como a troca no material da suspensão dos seu modelo fez os tempos nas paradas dos boxes caírem consideravelmente. A Williams tem brigado frequentemente pelo melhor pit stop de cada etapa toda santa corrida dessa temporada. Agora só falta eles acertarem as estratégias.
De resto, a Sauber andou melhor, mas não conseguiu refletir em um resultado efetivo. Felipe Nasr fechou a corrida em 12º enquanto Marcus Ericsson só foi o 18º. Foi legal ver Nasr brigando por posições mais uma vez e não apenas tomando riscos no capacete.
O campeonato ganha um novo rumo, exatamente o mesmo que tinha antes do GP do Canadá. Rosberg tem uma pequena vantagem, mas não pense em bobear que Hamilton está na cola. Por outro lado, se Hamilton também vacilar, Rosberg escapa. Resta saber quem vai se dar melhor nessa briga de gato e rato que é o campeonato desse ano.
O próximo capítulo dessa história será o GP da Áustria no dia 03 de julho.
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| Rosberg voltou ao jogo com a vitória em Baku |
Como Lewis Hamilton bateu no sábado, largou do 10º lugar no domingo e não passou do quinto lugar na corrida, a diferença que separava a dupla da Mercedes saltou dos nove para os 24 pontos mais uma vez. De revoltante, foi a atitude de Hamilton que não soube solucionar o problema de seu carro e ficou choramingando durante a corrida. Na briga pelo campeonato, se Rosberg sabe ele também deveria saber.
De bom mesmo, só o desempenho de Sergio Pérez. O mexicano repetiu o pódio de Mônaco, mas diferente de Monte Carlo, o resultado foi genuínio e não veio de um golpe de sorte. Baita corrida do novo valorizado do mercado de pilotos.
Felipe Massa apareceu pelo pit stop que a equipe Williams fez durante a corrida. O time inglês igualou a marca da Red Bull do GP dos Estados Unidos de 2013. Impressionante como a troca no material da suspensão dos seu modelo fez os tempos nas paradas dos boxes caírem consideravelmente. A Williams tem brigado frequentemente pelo melhor pit stop de cada etapa toda santa corrida dessa temporada. Agora só falta eles acertarem as estratégias.
De resto, a Sauber andou melhor, mas não conseguiu refletir em um resultado efetivo. Felipe Nasr fechou a corrida em 12º enquanto Marcus Ericsson só foi o 18º. Foi legal ver Nasr brigando por posições mais uma vez e não apenas tomando riscos no capacete.
O campeonato ganha um novo rumo, exatamente o mesmo que tinha antes do GP do Canadá. Rosberg tem uma pequena vantagem, mas não pense em bobear que Hamilton está na cola. Por outro lado, se Hamilton também vacilar, Rosberg escapa. Resta saber quem vai se dar melhor nessa briga de gato e rato que é o campeonato desse ano.
O próximo capítulo dessa história será o GP da Áustria no dia 03 de julho.
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