A MotoGP teve uma temporada completamente dominada por Marc Márquez, mas o Formiga Atômica não foi a única coisa da categoria em 2019. Veja o vídeo do Liguem seus Motores sobre a temporada da principal categoria das duas rodas.
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04 dezembro 2019
O ano de Marc Márquez na MotoGP
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18 janeiro 2018
MotoGP 2018: Suzuki
Facebook / Team Suzuki Ecstar
A Suzuki ficou longe dos resultados apresentados em 2016 e claramente não deu sequência ao bom trabalho em 2017. O time de Shizuoka terminou a última temporada no quarto lugar no campeonato de Construtores (longe da Ducati que foi a terceira colocada) e apenas na sexta posição no campeonato de equipes. Desempenho bem aquém do esperado e planejado pelos japoneses.
Dois fatores importantes colaboraram para esse desempenho abaixo do esperado. Uma séria lesão de Álex Rins tirou o espanhol de cinco etapas e prejudicou o desempenho do piloto espanhol da moto #42 em pelo menos outras duas. O outro era esperado, mas poderia ser controlado. O temperamento descontrolado de Andrea Iannone. O italiano da moto #29 é conhecido por sua loucura excessiva em cima das duas rodas e por não terminar corridas com alguma frequência por ser afoito demais em situações e não foi diferente em 2017.
Tanto que quando o equipamento finalmente evoluiu, Rins recuperou-se e os ânimos do "The Maniac" se acalmaram, a Suzuki conquistou os melhores resultados dela no ano e conseguiu uma evolução nos campeonato de Construtores e Equipes.
O projeto da GSX-RR segue em desenvolvimento e, apesar de ter negociado o fornecimento de motos para outras equipes, a Suzuki deve andar apenas com as duas motos de fábrica em 2018. Seguindo exatamente o que aconteceu em 2016 e 2017 o time optou por manter o trabalho com a dupla da temporada passada e mantém Álex Rins e Andrea Iannone.
A Suzuki ainda não divulgou quando fará a apresentação da equipe e da moto para a temporada 2018.
A Suzuki ficou longe dos resultados apresentados em 2016 e claramente não deu sequência ao bom trabalho em 2017. O time de Shizuoka terminou a última temporada no quarto lugar no campeonato de Construtores (longe da Ducati que foi a terceira colocada) e apenas na sexta posição no campeonato de equipes. Desempenho bem aquém do esperado e planejado pelos japoneses.
Dois fatores importantes colaboraram para esse desempenho abaixo do esperado. Uma séria lesão de Álex Rins tirou o espanhol de cinco etapas e prejudicou o desempenho do piloto espanhol da moto #42 em pelo menos outras duas. O outro era esperado, mas poderia ser controlado. O temperamento descontrolado de Andrea Iannone. O italiano da moto #29 é conhecido por sua loucura excessiva em cima das duas rodas e por não terminar corridas com alguma frequência por ser afoito demais em situações e não foi diferente em 2017.
Tanto que quando o equipamento finalmente evoluiu, Rins recuperou-se e os ânimos do "The Maniac" se acalmaram, a Suzuki conquistou os melhores resultados dela no ano e conseguiu uma evolução nos campeonato de Construtores e Equipes.
O projeto da GSX-RR segue em desenvolvimento e, apesar de ter negociado o fornecimento de motos para outras equipes, a Suzuki deve andar apenas com as duas motos de fábrica em 2018. Seguindo exatamente o que aconteceu em 2016 e 2017 o time optou por manter o trabalho com a dupla da temporada passada e mantém Álex Rins e Andrea Iannone.
A Suzuki ainda não divulgou quando fará a apresentação da equipe e da moto para a temporada 2018.
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02 fevereiro 2017
Suzuki GSX-RR 2017
Facebook / Team Suzuki Ecstar
No último dia 29, dia de abertura dos testes coletivos da MotoGP, a Suzuki apresentou em Sepang a moto e a equipe completamente reformulada para a temporada 2017 da categoria rainha do motociclismo mundial. Após perder Maverick Viñales - que foi para a Yamaha - e não manter Aleix Espargaró, o time acabou contratando Andrea Iannone - preterido pela Ducati com a chegada de Jorge Lorenzo - e Álex Rins - diretamente da Moto 2 - para formar um quadro de pilotos completamente novo.
A nova GSX-RR não tem características muito diferentes da versão que ajudou Viñales conquistar uma vitória e três terceiros lugares na temporada de 2016. Segundo a direção do time, a moto tem modificações de chassi e é uma evolução do modelo usado na temporada anterior. Mesmo papo que a Yamaha e a Ducati falaram nos lançamentos das motos.
Sobre os pilotos. Iannone vem de uma temporada em que conquistou uma vitória e outros três terceiros lugares e fechou o campeonato em nono, bem atrás do companheiros de Ducati porque sofreu com uma lesão que o tirou de boa parte da temporada. Rins, por sua vez, acaba de ser promovido da Moto 2 onde disputou o título até as últimas etapas, mas claramente sofreu a pressão da briga pelo caneco e perdeu o vice-campeonato nas provas finais da temporada para Thomas Luthi.
É uma equipe que deve ser a pedra no sapato de Yamaha, Ducati e Honda e deve beliscar bons resultados ao longo de toda a temporada. Temos que ficar de olho.
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| Iannone e Rins formam a nova dupla da Suzuki para 2017 |
A nova GSX-RR não tem características muito diferentes da versão que ajudou Viñales conquistar uma vitória e três terceiros lugares na temporada de 2016. Segundo a direção do time, a moto tem modificações de chassi e é uma evolução do modelo usado na temporada anterior. Mesmo papo que a Yamaha e a Ducati falaram nos lançamentos das motos.
Sobre os pilotos. Iannone vem de uma temporada em que conquistou uma vitória e outros três terceiros lugares e fechou o campeonato em nono, bem atrás do companheiros de Ducati porque sofreu com uma lesão que o tirou de boa parte da temporada. Rins, por sua vez, acaba de ser promovido da Moto 2 onde disputou o título até as últimas etapas, mas claramente sofreu a pressão da briga pelo caneco e perdeu o vice-campeonato nas provas finais da temporada para Thomas Luthi.
É uma equipe que deve ser a pedra no sapato de Yamaha, Ducati e Honda e deve beliscar bons resultados ao longo de toda a temporada. Temos que ficar de olho.
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