Max Verstappen venceu pela terceira vez em 2021 e ampliou a vantagem no Campeonato de Pilotos da Fórmula 1. O #LiguemseusMotores, com Victor Paulino, vai discutir tudo o que aconteceu na sétima etapa do campeonato com Rikardo Santana da Silva, Roberto Lourenço e Gustavo Jalifi.
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21 junho 2021
GP da França de F1 em 2021 | Live | #043
07 junho 2021
GP do Azerbaijão de F1 em 2021 | Live | #042
Segunda-feira pós-GP é dia de live no canal do Liguem seus Motores no YouTube. Vamos falar do que aconteceu no maluco GP do Azerbaijão. Victor Paulino conversa com Rikardo Santana da Silva e Gustavo Jalifi sobre a sexta etapa do campeonato de 2021. #FiqueLigado e não perca nada!
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22 outubro 2018
Programa #034 - Pós GP dos Estados Unidos de F1 2018
Kimi Raikkonen venceu o GP dos Estados Unidos de Fórmula 1 e ajudou a evitar que Lewis Hamilton conquistasse o pentacampeonato por antecipação. Sebastian Vettel não passou de um quarto lugar depois de um novo erro em disputa de posição.
24 agosto 2017
Como a Renault deve disputar a F1 em 2018?
A Renault segue com o plano de expansão do programa da Fórmula 1 e tem aumentado progressivamente o orçamento da equipe na categoria. Para seguir com essa expansão da forma adequada, o time demora em escolher o segundo piloto para seguir no rumo certo em 2018.
PILOTOS
O time francês já tem Nico Hülkenberg garantido por contrato até o final de 2018. O bom trabalho do alemão ao longo da primeira metade dessa temporada não fez com nenhuma parte procurasse outros caminhos.
A segunda vaga tem um grande ponto de interrogação. Jolyon Palmer é um dos dois dos pilotos regulares da categoria que ainda não marcou pontos e é constantemente ameaçado por notícias de substituição antes mesmo do fim dessa temporada. Vários pilotos são especulados para o lugar do inglês.
O primeiro é Fernando Alonso. O espanhol é indicado para fazer a terceira passagem pelo time de Enstone depois de um novo período melancólico na McLaren. Alonso quer um carro campeão e esse não é o caso da Renault neste momento. Bicampeão pelo time em 2005 e 2006, hoje Alonso faria parte do processo de reconstrução, algo não muito bem quisto pelo espanhol.
Carlos Sainz Jr. é a segunda opção. A Renault tem que pagar a rescisão com a Red Bull, mas teria um piloto mais do que experimentado em seus cockpits e que poderia ajudar no processo de evolução. Outro que segue neste mesmo perfil e chegou a ser anunciado pela Renault para 2017 foi Sergio Pérez. O mexicano ainda é apontado nessa briga para ocupar uma vaga em Enstone e repetir a dupla que fez com Hülkenberg na Force India.
A última opção é uma clara aposta da Renault. Um dos grandes nomes do time para 2011, o polonês Robert Kubica acabou deixando de forma forçada o projeto após uma acidente durante uma prova de rali. Depois uma longa recuperação, Kubica foi convidado para andar com os carros da equipe em junho e agosto deste ano e agradou demais. Também é certo que o polonês vai andar com o carro do time em alguns treinos livres de GPs até o fim da temporada. Só depois disso que deve sair uma definição de quem vai ocupar o segundo assento da Renault em 2018.
Lembre-se que boa parte do que foi falado nesta postagem ainda não passa de mera especulação neste momento.
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22 agosto 2017
Como a Force India deve disputar a F1 em 2018?
Depois do fechamento da Manor, a Force India tornou-se quase uma equipe B da Mercedes e tem passado a abrigar alguns pilotos da montadora como forma de pagamento da dívida dos motores. Por isso, grande parte da dança das cadeiras que envolve a Mercedes deve passar pela Force India também.
MOTOR
Como já adiantado no início do texto, mais uma vez a Force India deve segue com os motores da montadora da estrela de três pontas. Um dos motivos é o abatimento no valor dos motores em troca do abrigo de um piloto iniciante da marca. O outro é que mesmo com um dos orçamentos mais baixos de toda a categoria, a Force India consegue ter o maior retorno por ponto conquistado muito pelo motor da Mercedes, sem contar que, geralmente, os pilotos que a Mercedes escolhe para o time não deixam a desejar.
PILOTOS
Uma das sinucas de bico que envolvem a troca de pilotos para a próxima temporada envolve diretamente a Force India. Em teoria, Esteban Ocon está garantido no time para 2018. O francês tem o vínculo garantido pela Mercedes.
A primeira vaga do time pode ter Sergio Pérez. O mexicano, além de ser apontado como forte candidato a correr na Ferrari, negocia com o atual time e também com a Renault oficializando de fato o acordo feito e cancelado no final de temporada passada. Ele fica na Force India caso os dois acordos com as montadoras falhem.
Nesse jogo também entra Pascal Wehrlein. O alemão não deve ter o contrato com a Sauber renovado agora que o time fechou acordo de fornecimento de motores com a Ferrari bem semelhante ao da Force India com a Mercedes (envolvendo a alocação de pilotos da marca como forma de desconto no valor dos motores).
Com essas peças na mesa temos alguns cenários envolvendo a Force India. O primeiro seria a renovação de contrato de Pérez e mais um ano com a dupla Pérez/Ocon. Com a saída de Pérez, uma dupla formada provavelmente por Wehrlein e Ocon forma a segunda opção. Uma terceira seria a Mercedes negociar um novo empréstimo de Ocon para a Renault como títular colocando Wehrlein na Force India ao lado de Pérez.
Neste momento, a mais certa é renovação da atual dupla para 2018 com Wehrlein tendo outro destino definido pela Mercedes. Fato é que a Force India só verá uma definição após os acertos de Ferrari e Mercedes.
Lembre-se que boa parte do que foi falado nesta postagem ainda não passa de mera especulação neste momento.
21 agosto 2017
Como a Ferrari deve disputar a F1 em 2018?
Fornecedora, a única preocupação para a Ferrari em 2018 são os pilotos. Mas em que sinuca entraram os italianos com o final dos contratos de Sebastian Vettel e Kimi Raikkonen?
PILOTOS
A escuderia tem como uma das prioridades segurar Vettel por mais que um ano, situação que não agrada o alemão que também quer opções para além de 2018. Hoje a indecisão na renovação de Vettel passa justamente pela duração do novo contrato com a Ferrari. Enquanto o time quer outro contrato de três anos, o piloto quer um contrato apenas para 2018. Alguns boatos indicam que Vettel já negocia com a Mercedes para 2019.
Kimi Raikkonen ainda tem que mostrar um bocado para conseguir mais uma renovação de um ano com os italianos. É na vaga do finlandês que surgem a maior quantidade de boatos. Uma das primeiras, e mais fracas neste momento, colocam Nico Rosberg no segundo carro italiano depois de um ano sabático. Uma situação que as equipes da Fórmula 1 tradicionalmente evitam é a de ter dois pilotos com a mesma nacionalidade para diversificar os patrocinadores.
As dúvidas dos dirigentes da Ferrari passam em uma possível promoção de Antonio Giovinazzi ou Charles Leclerc, vindos direto das categorias de base. Desses dois, Leclerc já sai como favorito, mas o caminho da dupla pode estar ligado a Sauber (assunto para os próximos posts).
Outros pilotos ligados aos boatos de ocupar uma vaga na Ferrari são Max Verstappen e Sergio Pérez. O mexicano reataria os laços que teve com a Ferrari no início da carreira. Na verdade, o piloto da Force India já é ligado à Ferrari faz alguns anos.
Max Verstappen também tem sido muito sondado pela Ferrari. O holandês da Red Bull anda muito insatisfeito com as constantes quebras das unidades de força da Renault que empurram os touros vermelhos e mesmo com contrato até o final de 2018, Verstappen é um dos nomes mais fortes nos boatos que envolvem o segundo cockpit da Ferrari.
[Atualizado 22/08/2017 às 09h] A Ferrari confirmou na manhã dessa terça-feira a renovação de contrato de Kimi Raikkonen até o final da temporada 2018. Esse será o quarto ano consecutivo do finlandês pela escuderia italiana.
Amanhã tem mais e os assuntos são Force India, Williams e McLaren.
Lembre-se que boa parte do que foi falado nesta postagem ainda não passa de mera especulação neste momento.
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12 junho 2017
F1 2017 - GP do Canadá - Hamilton vence e encosta em Vettel no campeonato
Twitter / Formula 1 (@F1)
Lewis Hamilton vence após passeio em Montreal e conta com problemas de Sebastian Vettel no Canadá para voltar com tudo para a briga pelo título desta temporada da Fórmula 1. A vantagem de Vettel que era de 25 pontos caiu para 12.
Lewis Hamilton não teve problemas durante a corrida. O inglês não perdeu a ponta em nenhum momento da prova, nem quando fez a única parada para troca de pneus. Para completar o domínio do piloto da Mercedes, fez a pole - no sábado, igualando a marca de 65 poles de Ayrton Senna -, liderou todas as voltas e fez a melhor volta da corrida.
Valtteri Bottas foi outro que andou muito bem e sem problemas em Montreal. O piloto da Mercedes parou cedo e perdeu o segundo lugar - herdado pelo abandono de Max Verstappen - por algumas voltas. Logo que a sequência de paradas terminou, Bottas retomou o segundo lugar e não perdeu mais.
Daniel Ricciardo foi outro que andou bem durante toda a corrida. O australiano herdou o terceiro lugar, mas teve que lidar com as pressões de Sergio Pérez e Esteban Ocon durante toda a segunda metade da corrida. A pressão de Sebastian Vettel na dupla da Force India deu tranquilidade para Ricciardo abrir vantagem e garantir o último lugar no pódio da corrida.
Sebastian Vettel teve a asa dianteira quebrada logo na largada e teve que parar para trocar ainda na sexta volta da corrida. O alemão saiu do 18º lugar para o a zona de pontuação muito rápido. Mesmo com uma segunda parada no trecho final de corrida, Vettel alcançou e ultrapassou as duas Force Indias para terminar no quarto lugar. Grande corrida de Vettel que ainda mantém a liderança do campeonato.
A disputa entre as Force Indias foi levada até o final, sempre com Sergio Pérez à frente de Esteban Ocon. Acontece que a disputa de Montreal pode ser levada a diante e esquentar o clima dentro do time indiano, o melhor entre os times medianos da temporada quase sempre pontuando com os dois carros.
Twitter / Formula 1 (@F1)
Essa corrida também foi marcada pelos primeiros pontos de Lance Stroll na Fórmula 1. O canadense andou bem durante toda a corrida, fazendo ultrapassagens e sem cometer grandes erros ficou durante boa parte da corrida dentro da zona de pontuação e fechou em nono para conquistar os primeiros pontos correndo no GP de casa. Stroll é o primeiro canadense na Fórmula 1 desde Jacques Villeneuve.
Fernando Alonso foi outro que fez uma bela corrida em Montreal. O espanhol chegou a andar no quarto lugar, mas foi perdendo posições conforme os pneus foram acabando. Alonso era o décimo colocado quando abandonou a corrida com novos problemas no motor Honda restando duas voltas para o fim.
Felipe Massa não fez muito nessa corrida. O brasileiro foi tirado logo na terceira curva da prova após Carlos Sainz Jr. tocar em Grosjean, rodar e acertar Massa. A manobra estabanada de Sainz rendeu para o espanhol a perda de três posições no grid do GP do Azerbaijão e outros dois pontos na carteira, já são sete em um ano.
Twitter / Formula 1 (@F1)
Com a vantagem cortada pela metade, Vettel e Hamilton terão que enfrentar o confuso traçado de Baku na sequência do campeonato. Se a Mercedes mostra ter bom rendimento em pistas de alta velocidade, a longa reta principal do traçado de rua é uma vantagem, mas a Ferrari anda bem em pistas travadas como todo o restante do circuito do Azerbaijão.
O retorno a Europa é determinante para o rumo que o campeonato deve tomar até pelo menos as férias de agosto, que marcam o final da primeira metade da temporada.
Twitter / Formula 1 (@F1)
Como já citei ali em cima, a próxima etapa será o GP do Azerbaijão, em Baku, no dia 25 de junho.
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| Hamilton fez uma passeio no parque durante o GP do Canadá |
Lewis Hamilton não teve problemas durante a corrida. O inglês não perdeu a ponta em nenhum momento da prova, nem quando fez a única parada para troca de pneus. Para completar o domínio do piloto da Mercedes, fez a pole - no sábado, igualando a marca de 65 poles de Ayrton Senna -, liderou todas as voltas e fez a melhor volta da corrida.
Valtteri Bottas foi outro que andou muito bem e sem problemas em Montreal. O piloto da Mercedes parou cedo e perdeu o segundo lugar - herdado pelo abandono de Max Verstappen - por algumas voltas. Logo que a sequência de paradas terminou, Bottas retomou o segundo lugar e não perdeu mais.
Daniel Ricciardo foi outro que andou bem durante toda a corrida. O australiano herdou o terceiro lugar, mas teve que lidar com as pressões de Sergio Pérez e Esteban Ocon durante toda a segunda metade da corrida. A pressão de Sebastian Vettel na dupla da Force India deu tranquilidade para Ricciardo abrir vantagem e garantir o último lugar no pódio da corrida.
Sebastian Vettel teve a asa dianteira quebrada logo na largada e teve que parar para trocar ainda na sexta volta da corrida. O alemão saiu do 18º lugar para o a zona de pontuação muito rápido. Mesmo com uma segunda parada no trecho final de corrida, Vettel alcançou e ultrapassou as duas Force Indias para terminar no quarto lugar. Grande corrida de Vettel que ainda mantém a liderança do campeonato.
A disputa entre as Force Indias foi levada até o final, sempre com Sergio Pérez à frente de Esteban Ocon. Acontece que a disputa de Montreal pode ser levada a diante e esquentar o clima dentro do time indiano, o melhor entre os times medianos da temporada quase sempre pontuando com os dois carros.
Twitter / Formula 1 (@F1)
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| Stroll conquistou os primeiros pontos dele na Fórmula 1 correndo em casa |
Fernando Alonso foi outro que fez uma bela corrida em Montreal. O espanhol chegou a andar no quarto lugar, mas foi perdendo posições conforme os pneus foram acabando. Alonso era o décimo colocado quando abandonou a corrida com novos problemas no motor Honda restando duas voltas para o fim.
Felipe Massa não fez muito nessa corrida. O brasileiro foi tirado logo na terceira curva da prova após Carlos Sainz Jr. tocar em Grosjean, rodar e acertar Massa. A manobra estabanada de Sainz rendeu para o espanhol a perda de três posições no grid do GP do Azerbaijão e outros dois pontos na carteira, já são sete em um ano.
Twitter / Formula 1 (@F1)
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| Resultado do GP do Canadá de Fórmula 1 |
O retorno a Europa é determinante para o rumo que o campeonato deve tomar até pelo menos as férias de agosto, que marcam o final da primeira metade da temporada.
Twitter / Formula 1 (@F1)
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| Campeonato após o GP do Canadá deste domingo |
20 março 2017
A Pantera Cor-de-Rosa da Force India
Facebook / Sahara Force India Formula One Team
Foi na terça-feira passada que a Force India apresentou a pintura com a qual vai disputar a temporada 2017 da Fórmula 1. O anúncio de um novo patrocinador também trouxe novas cores para o time indiano: o rosa, vermelho, preto e prata.
Essas são as mesmas cores que a BWT - empresa austríaca de tecnologia de água - usou nas últimas temporadas para patrocinar Lucas Auer no DTM. A textura da lateral do carro da Force India foi usada em todo o Mercedes do piloto austríaco. A Force India ainda manteve o preto e o prata em alguns detalhes do novo layout do VJM10.
O carro indiano já ganhou alguns apelidos logo no dia que foi apresentado com a nova pintura. Os dois mais comuns foram Pantera Cor-de-Rosa e Penélope Charmosa.
E você, o quê achou da nova pintura da Force India?
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| As novas cores da Force India para temporada 2017 da Fórmula 1 |
Essas são as mesmas cores que a BWT - empresa austríaca de tecnologia de água - usou nas últimas temporadas para patrocinar Lucas Auer no DTM. A textura da lateral do carro da Force India foi usada em todo o Mercedes do piloto austríaco. A Force India ainda manteve o preto e o prata em alguns detalhes do novo layout do VJM10.
O carro indiano já ganhou alguns apelidos logo no dia que foi apresentado com a nova pintura. Os dois mais comuns foram Pantera Cor-de-Rosa e Penélope Charmosa.
E você, o quê achou da nova pintura da Force India?
22 fevereiro 2017
Force India VJM10
Twitter / Sahara Force India (@ForceIndiaF1)
Hoje foi a vez da Force India tirar o pano de cima do carro e apresentar o VJM10, modelo com que vai disputar a temporada 2017 da Fórmula 1. No autódromo de Silverstone, quintal da sede da Force India, a equipe anglo-indiana trouxe algumas novidades.
A barbatana gigantesca na carenagem que cobre o motor talvez seja o quê mais chame a atenção. Depois o degrau que aparece no nariz do carro exatamente na altura da suspensão dianteira e o bico com um centro descolado das laterais e lembrando demais os que surgiram na Fórmula 1 alguns anos atrás.
A pintura tem muito mais prateado que na últimas temporada. O laranja aparece apenas para alguns contornos e o preto para as partes mais baixas do VJM10.
O time indiano terá o mexicano Sergio Pérez e o francês Esteban Ocon como pilotos titulares. O mexicano Alfonso Celis Jr. segue como piloto reserva da equipe e andará com o VJM10 durante um dia da pré-temporada.
Por sinal, Pérez será o primeiro a andar – no dia 27 de fevereiro, primeiro dia de testes coletivos - com o décimo carro feito pela Force India. Ocon assume o carro no dia 28, Celis Jr. no dia 29 e no dia 30 Pérez e Ocon farão um período do dia cada. A segunda semana começará com Ocon conduzindo o carro no primeiro (07/03) e no terceiro dias de testes enquanto Pérez vai andar no segundo e no quarto dias.
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| Pérez e Ocon foram os responsáveis por mostrar o novo VJM10 |
A barbatana gigantesca na carenagem que cobre o motor talvez seja o quê mais chame a atenção. Depois o degrau que aparece no nariz do carro exatamente na altura da suspensão dianteira e o bico com um centro descolado das laterais e lembrando demais os que surgiram na Fórmula 1 alguns anos atrás.
A pintura tem muito mais prateado que na últimas temporada. O laranja aparece apenas para alguns contornos e o preto para as partes mais baixas do VJM10.
O time indiano terá o mexicano Sergio Pérez e o francês Esteban Ocon como pilotos titulares. O mexicano Alfonso Celis Jr. segue como piloto reserva da equipe e andará com o VJM10 durante um dia da pré-temporada.
Por sinal, Pérez será o primeiro a andar – no dia 27 de fevereiro, primeiro dia de testes coletivos - com o décimo carro feito pela Force India. Ocon assume o carro no dia 28, Celis Jr. no dia 29 e no dia 30 Pérez e Ocon farão um período do dia cada. A segunda semana começará com Ocon conduzindo o carro no primeiro (07/03) e no terceiro dias de testes enquanto Pérez vai andar no segundo e no quarto dias.
16 fevereiro 2017
Melhores ultrapassagens da F1 em 2016
Reprodução / YouTube / FORMULA 1
Se ontem foi vez de mostrar os melhores rádios de 2016 na Fórmula 1 elencados pela própria categoria, hoje é a vez de ver quais foram as melhores ultrapassagens do ano, só que esses momentos foram rankeados pelo público que acompanha a categoria pelas redes sociais. Foi por Twitter, Facebook e Instagram que o público votou quais eram as melhores passões da última temporada.
Só de ultrapassagens por foram são seis: Kimi Raikkonen sobre Nico Hülkenberg no GP do México, Sergio Pérez passando Felipe Massa no GP da Bélgica, Hulk mandando o "See you later" para Valtteri Bottas no Japão, Esteban Gutiérrez aproveitando o piso molhado em Mônaco para ultrapassar Raikkonen e o vídeo fecha com os dois passões de Max Verstappen em Nico Rosberg na Inglaterra e aqui no Brasil.
Por dentro, foram três as escolhidas como as melhores do ano. Tem Daniel Ricciardo freando pra lá do "Deus me livre" para ultrapassar Bottas em Monza, Kevin Magnussen quase trocando tintas com Jolyon Palmer no GP dos Estados Unidos e Kimi Raikkonen segurando o carro para deixar o brasileiro Felipe Nasr durante o GP da Hungria.
A mais curiosa é a ultrapassagem de Sebastian Vettel em Hülkenberg e Carlos Sainz Jr. na entrada dos pits durante o GP da China, indo no limite do que o regulamento permite. Confira:
Caso não consiga assistir o vídeo incorporado acima, você pode vê-lo clicando na imagem no início do post ou neste link aqui.
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| Verstappen foi o grande vilão de Rosberg com duas ultrapassagens por fora no campeão de 2016 |
Só de ultrapassagens por foram são seis: Kimi Raikkonen sobre Nico Hülkenberg no GP do México, Sergio Pérez passando Felipe Massa no GP da Bélgica, Hulk mandando o "See you later" para Valtteri Bottas no Japão, Esteban Gutiérrez aproveitando o piso molhado em Mônaco para ultrapassar Raikkonen e o vídeo fecha com os dois passões de Max Verstappen em Nico Rosberg na Inglaterra e aqui no Brasil.
Por dentro, foram três as escolhidas como as melhores do ano. Tem Daniel Ricciardo freando pra lá do "Deus me livre" para ultrapassar Bottas em Monza, Kevin Magnussen quase trocando tintas com Jolyon Palmer no GP dos Estados Unidos e Kimi Raikkonen segurando o carro para deixar o brasileiro Felipe Nasr durante o GP da Hungria.
A mais curiosa é a ultrapassagem de Sebastian Vettel em Hülkenberg e Carlos Sainz Jr. na entrada dos pits durante o GP da China, indo no limite do que o regulamento permite. Confira:
Caso não consiga assistir o vídeo incorporado acima, você pode vê-lo clicando na imagem no início do post ou neste link aqui.
15 novembro 2016
F1 2017 - Dança das Cadeiras (2)
A segunda parte dos posts sobre a Dança das Cadeiras da Fórmula 1 para 2017 está aqui. Hoje é a vez de falar da Red Bull, Toro Rosso, Force India e da Renault. Se você perdeu a primeira parte, clique aqui antes, leia o post e volte para essa segunda postagem. Bom, se você já passou pelo post anterior, fique por aqui e siga lendo.
RED BULL
Daniel Ricciardo e Max Verstappen foram confirmados até pelo menos o final de 2018 ainda em junho. A dupla era cobiçada por várias equipes, então, Helmut Marko e toda a direção da Red Bull trataram de garantir Ricciardo e Verstappen entre os touros vermelhos.
TORO ROSSO
A especulação dos caminhos de Carlos Sainz Jr. e Daniil Kvyat para 2017 durou boa parte do ano. O filho da lenda dos ralis Carlos Sainz foi confirmado para 2017 ainda em junho, no final de semana do GP da Áustria. A dúvida que pairava sobra a cabeça de Kvyat era se o russo continuaria com os touros vermelhos depois de ser "rebaixado" para a Toro Rosso no início da temporada ou trocaria de ares.
No final das contas, foi o próprio Kvyat que começou a fechar o quebra-cabeças que era a silly season. Só foi o russo ser confirmado por mais uma temporada na Toro Rosso que as outras equipes começaram a preencher os assentos restantes.
FORCE INDIA
Inicialmente a Force India conseguiu renovar tranquilamente com Nico Hülkenberg e Sergio Pérez por mais uma temporada. Estava tudo certo, segundo o dono da equipe Vijay Mallya, antes mesmo da Fórmula 1 entrar em férias. Pérez desmintiu o chefe e falou que faltava muito para um acerto. Logo que o mexicano finalmente acertou os pontos do contrato, Hülkenberg debandou do time indiano. Ficou um assento vago.
Aí entrou em ação a Mercedes, fornecedora das unidades de força da equipe. Com Esteban Ocon e Pascal Wehrlein - pilotos vinculados à montadora - na Manor e aguardando uma oportunidade melhor em outra equipe, tudo era questão de uma boa oferta para definir a situação na Force India. Acabou que o escolhido foi Ocon para "2017 e além". Claro que para o francês correr com os indianos foi oferecido um abatimento nos valores dos motores que serão entregues para o time, afinal, nada vem de graça.
RENAULT
A Renault voltou, como equipe, a Fórmula 1 em 2016 com um projeto de médio prazo para novamente brigar por títulos. Depois de correr com o projeto feito pela Lotus em 2016 e amargar as últimas posições, os franceses querem algo mais que isso. Nesse primeiro momento o objetivo é brigar pelas posições intermediárias e depois disputar títulos.
Para isso, a montadora procurou por pelo menos um piloto experiente para ajudar no processo. Foram atrás de Sergio Pérez, Valtterri Bottas, Felipe Massa e Nico Hülkenberg. O último largou o contrato que, teoricamente, tinha com a Force India para assinar até 2018 (com possibilidade de renovar até 2019) com a Renault e realizar o sonho de correr por uma equipe de montadora.
A segunda vaga não era para ser de Kevin Magnussen ou Jolyon Palmer, mas o mercado foi se fechando e as opções rareando, então, Palmer foi o escolhido. Magnussen é assunto para amanhã.
Para fechar o grid, amanhã é o dia de falar dos lugares definidos na Williams e na Haas. Mas não podemos deixar de comentar das especulações que giram em torno dos quatro assentos restantes na Sauber e na Manor.
Perdeu o post anterior? Clique aqui para ver a Parte 01 dessa série.
RED BULL
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TORO ROSSO
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No final das contas, foi o próprio Kvyat que começou a fechar o quebra-cabeças que era a silly season. Só foi o russo ser confirmado por mais uma temporada na Toro Rosso que as outras equipes começaram a preencher os assentos restantes.
FORCE INDIA
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Aí entrou em ação a Mercedes, fornecedora das unidades de força da equipe. Com Esteban Ocon e Pascal Wehrlein - pilotos vinculados à montadora - na Manor e aguardando uma oportunidade melhor em outra equipe, tudo era questão de uma boa oferta para definir a situação na Force India. Acabou que o escolhido foi Ocon para "2017 e além". Claro que para o francês correr com os indianos foi oferecido um abatimento nos valores dos motores que serão entregues para o time, afinal, nada vem de graça.
RENAULT
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Para isso, a montadora procurou por pelo menos um piloto experiente para ajudar no processo. Foram atrás de Sergio Pérez, Valtterri Bottas, Felipe Massa e Nico Hülkenberg. O último largou o contrato que, teoricamente, tinha com a Force India para assinar até 2018 (com possibilidade de renovar até 2019) com a Renault e realizar o sonho de correr por uma equipe de montadora.
A segunda vaga não era para ser de Kevin Magnussen ou Jolyon Palmer, mas o mercado foi se fechando e as opções rareando, então, Palmer foi o escolhido. Magnussen é assunto para amanhã.
Para fechar o grid, amanhã é o dia de falar dos lugares definidos na Williams e na Haas. Mas não podemos deixar de comentar das especulações que giram em torno dos quatro assentos restantes na Sauber e na Manor.
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22 junho 2016
F1 2016 - GP da Europa - Rosberg sobra em corrida chata e retoma vantagem no campeonato
Twitter / Formula 1 (@F1)
Meu amigo, que corrida chata. Não tem muito sobre o quê comentar desse GP da Europa. Nico Rosberg largou, fez suas paradas nos boxes e ganhou. Sem sustos, sem problemas e nem complicações. Molezinha, molezinha.
Como Lewis Hamilton bateu no sábado, largou do 10º lugar no domingo e não passou do quinto lugar na corrida, a diferença que separava a dupla da Mercedes saltou dos nove para os 24 pontos mais uma vez. De revoltante, foi a atitude de Hamilton que não soube solucionar o problema de seu carro e ficou choramingando durante a corrida. Na briga pelo campeonato, se Rosberg sabe ele também deveria saber.
De bom mesmo, só o desempenho de Sergio Pérez. O mexicano repetiu o pódio de Mônaco, mas diferente de Monte Carlo, o resultado foi genuínio e não veio de um golpe de sorte. Baita corrida do novo valorizado do mercado de pilotos.
Felipe Massa apareceu pelo pit stop que a equipe Williams fez durante a corrida. O time inglês igualou a marca da Red Bull do GP dos Estados Unidos de 2013. Impressionante como a troca no material da suspensão dos seu modelo fez os tempos nas paradas dos boxes caírem consideravelmente. A Williams tem brigado frequentemente pelo melhor pit stop de cada etapa toda santa corrida dessa temporada. Agora só falta eles acertarem as estratégias.
De resto, a Sauber andou melhor, mas não conseguiu refletir em um resultado efetivo. Felipe Nasr fechou a corrida em 12º enquanto Marcus Ericsson só foi o 18º. Foi legal ver Nasr brigando por posições mais uma vez e não apenas tomando riscos no capacete.
O campeonato ganha um novo rumo, exatamente o mesmo que tinha antes do GP do Canadá. Rosberg tem uma pequena vantagem, mas não pense em bobear que Hamilton está na cola. Por outro lado, se Hamilton também vacilar, Rosberg escapa. Resta saber quem vai se dar melhor nessa briga de gato e rato que é o campeonato desse ano.
O próximo capítulo dessa história será o GP da Áustria no dia 03 de julho.
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| Rosberg voltou ao jogo com a vitória em Baku |
Como Lewis Hamilton bateu no sábado, largou do 10º lugar no domingo e não passou do quinto lugar na corrida, a diferença que separava a dupla da Mercedes saltou dos nove para os 24 pontos mais uma vez. De revoltante, foi a atitude de Hamilton que não soube solucionar o problema de seu carro e ficou choramingando durante a corrida. Na briga pelo campeonato, se Rosberg sabe ele também deveria saber.
De bom mesmo, só o desempenho de Sergio Pérez. O mexicano repetiu o pódio de Mônaco, mas diferente de Monte Carlo, o resultado foi genuínio e não veio de um golpe de sorte. Baita corrida do novo valorizado do mercado de pilotos.
Felipe Massa apareceu pelo pit stop que a equipe Williams fez durante a corrida. O time inglês igualou a marca da Red Bull do GP dos Estados Unidos de 2013. Impressionante como a troca no material da suspensão dos seu modelo fez os tempos nas paradas dos boxes caírem consideravelmente. A Williams tem brigado frequentemente pelo melhor pit stop de cada etapa toda santa corrida dessa temporada. Agora só falta eles acertarem as estratégias.
De resto, a Sauber andou melhor, mas não conseguiu refletir em um resultado efetivo. Felipe Nasr fechou a corrida em 12º enquanto Marcus Ericsson só foi o 18º. Foi legal ver Nasr brigando por posições mais uma vez e não apenas tomando riscos no capacete.
O campeonato ganha um novo rumo, exatamente o mesmo que tinha antes do GP do Canadá. Rosberg tem uma pequena vantagem, mas não pense em bobear que Hamilton está na cola. Por outro lado, se Hamilton também vacilar, Rosberg escapa. Resta saber quem vai se dar melhor nessa briga de gato e rato que é o campeonato desse ano.
O próximo capítulo dessa história será o GP da Áustria no dia 03 de julho.
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29 maio 2016
F1 2016 - GP de Mônaco - Red Bull erra e deixa vitória cair no colo de Hamilton
Imagens: Twitter / Formula 1 (@F1)
Parecia improvável Lewis Hamilton vencer. Parecia improvável a Red Bull errar. Por incrível que pareça isso tudo aconteceu. A Mercedes e Hamilton foram perfeitos na estratégia e ainda contaram com um erro grotesco da Red Bull na segunda parada de Ricciardo para garantir a vitória do GP de Mônaco. Sérgio Pérez completou o pódio depois de fazer uma corrida sem erros e segurar Sebastian Vettel na parte final da prova.
Podemos dizer que Hamilton foi perfeito nesse GP de Mônaco. O inglês esperou a pista quase que secar por completo para fazer apenas uma parada enquanto todos os outros adversários já estavam na segunda parada para troca de pneus depois de terem partido com pneus de chuva, passarem para os intermediários e aí andarem com os de pista seca. Hamilton foi direto dos pneus de chuva para os de pista seca. Com isso o inglês pulou para a ponta, mas não sem uma colaboração da Red Bull.
Daniel Ricciardo liderava e tinha tudo para voltar da segunda parada ainda na ponta, mas a Red Bull não estava com os pneus prontos e o australiano perdeu segundos preciosos e que garantiram a ponta de Hamilton até o final. Uma pena porque Ricciardo chegou a pressionar Hamilton, mas o inglês conseguiu segurar a pressão com certa facilidade no aperto da ruas de Mônaco. O erro não foi muito bem recebido por Ricciardo que não estava com cara de "muitos amigos" no pódio. É claro que a Mercedes tem seus méritos, mas o erro da Red Bull foi determinante para o resultado final da prova.
O GP de Mônaco é palco de algumas surpresas com muita freqüência e dessa vez não foi diferente. Sergio Pérez foi outro que andou muito bem e também com uma estratégia certeira logo apareceu nas primeiras posições. O mexicano terminou em terceiro, mostrando que corridas assim serão a esperança da Force India que ainda não havia engrenado no campeonato. Outro destaque vai para Fernando Alonso que terminou a corrida em quinto.
O brasileiro Felipe Massa fez o que deu para fazer com uma Williams que não anda bem em pistas de baixa e na chuva. Por incrível que pareça, Massa e Valtteri Bottas fecharam a corrida em 10º e 11º lugares e salvaram um pontinho, coisa que esteve longe de acontecer no ano passado, por exemplo. Para fazer uma comparação rápida, as duas Williams ficaram atrás das duas McLarens que claramente apresentavam um desempenho pior que os carros de Grove durante o ano, por enquanto. Essa foi apenas a segunda vez nessa temporada que os dois carros da McLaren terminaram nos pontos.
Como a prova começou com pista molhada e foi secando conforme a corrida avançava, os acidentes aconteceram durante toda a corrida. Jolyon Palmer, Kimi Raikkonen, Daniil Kvyat e Kevin Magnussen juntos, Max Verstappen, Esteban Gutiérrez e, antes desse último, Felipe Nasr e Marcus Ericsson para desespero da Sauber.
Mais uma vez a Sauber fazia uma corrida discreta com os seus dois carros e uma ordem de equipe depois da metade parecia ser uma boa opção para tentar algo melhor. Foi aí que o time ordenou que Nasr deixasse Ericsson passar. O brasileiro negou, Ericsson tentou passar de qualquer jeito e causou um acidente entre os dois carros da Sauber. Agora imagina o desespero da direção do time ao ver a cena.
Essa é a segunda corrida consecutiva que Nico Rosberg não pontua muito, apenas seis pontos nas duas corridas, e a vantagem para Hamilton deu uma despencadinha. Dos 39 pontos de vantagem para Kimi Raikkonen da corrida passada, agora a diferença é de 24 para o companheiro de Mercedes. A situação ainda é bem confortável, quase uma vitória de diferença, mas a aproximação dos concorrentes é bem real. Daniel Ricciardo assumiu o terceiro lugar, Raikkonen se segurou no quarto posto por muito pouco, Vettel é o quinto seguido por Verstappen, Massa, Bottas, Pérez e Kvyat. Esse é o Top 10 da temporada até o momento.
O GP do Canadá, no dia 12 de junho, é a próxima etapa da Fórmula 1 em uma curta pausa na temporada europeia.
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| Hamilton foi perfeito na estratégia e ainda mais na pilotagem para vencer a primeira do ano |
Podemos dizer que Hamilton foi perfeito nesse GP de Mônaco. O inglês esperou a pista quase que secar por completo para fazer apenas uma parada enquanto todos os outros adversários já estavam na segunda parada para troca de pneus depois de terem partido com pneus de chuva, passarem para os intermediários e aí andarem com os de pista seca. Hamilton foi direto dos pneus de chuva para os de pista seca. Com isso o inglês pulou para a ponta, mas não sem uma colaboração da Red Bull.
Daniel Ricciardo liderava e tinha tudo para voltar da segunda parada ainda na ponta, mas a Red Bull não estava com os pneus prontos e o australiano perdeu segundos preciosos e que garantiram a ponta de Hamilton até o final. Uma pena porque Ricciardo chegou a pressionar Hamilton, mas o inglês conseguiu segurar a pressão com certa facilidade no aperto da ruas de Mônaco. O erro não foi muito bem recebido por Ricciardo que não estava com cara de "muitos amigos" no pódio. É claro que a Mercedes tem seus méritos, mas o erro da Red Bull foi determinante para o resultado final da prova.
O GP de Mônaco é palco de algumas surpresas com muita freqüência e dessa vez não foi diferente. Sergio Pérez foi outro que andou muito bem e também com uma estratégia certeira logo apareceu nas primeiras posições. O mexicano terminou em terceiro, mostrando que corridas assim serão a esperança da Force India que ainda não havia engrenado no campeonato. Outro destaque vai para Fernando Alonso que terminou a corrida em quinto.
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| Clique na imagem para ampliar o resultado do GP de Mônaco |
Como a prova começou com pista molhada e foi secando conforme a corrida avançava, os acidentes aconteceram durante toda a corrida. Jolyon Palmer, Kimi Raikkonen, Daniil Kvyat e Kevin Magnussen juntos, Max Verstappen, Esteban Gutiérrez e, antes desse último, Felipe Nasr e Marcus Ericsson para desespero da Sauber.
Mais uma vez a Sauber fazia uma corrida discreta com os seus dois carros e uma ordem de equipe depois da metade parecia ser uma boa opção para tentar algo melhor. Foi aí que o time ordenou que Nasr deixasse Ericsson passar. O brasileiro negou, Ericsson tentou passar de qualquer jeito e causou um acidente entre os dois carros da Sauber. Agora imagina o desespero da direção do time ao ver a cena.
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| Clique na imagem para ampliar o resultado do Campeonato |
O GP do Canadá, no dia 12 de junho, é a próxima etapa da Fórmula 1 em uma curta pausa na temporada europeia.
Marcador(es):
Daniel Ricciardo,
Felipe Massa,
Felipe Nasr,
Fórmula 1,
GP de Mônaco,
Lewis Hamilton,
Sergio Pérez,
Temporada 2016
24 fevereiro 2016
F1 2016 - Barcelona I (2) - Com ultramacios, Vettel se mantém em primeiro na tabela de tempos
Imagens: Twitter / Formula 1 (@F1)
Se na segunda-feira apenas três equipes marcaram tempos com os pneus macios (amarelos) e o restante cravou a melhor marca do dia com os médios (brancos), nessa terça-feira a história mudou um pouco. O segundo dia de testes foi marcado por apenas a Mercedes e Toro Rosso conseguir a sua melhor marca do dia com pneus médios enquanto o restante andou com pneus macios, supermacios (vermelhos) e os novos ultramacios (rosas).
Acontece que as referências acabaram ainda mais distorcidas com essas variações nos calçados. Sebastian Vettel baixou o melhor tempo da semana em dois segundos com os calçados ultramacios, mesmo composto que Daniel Ricciardo usou para marcar a melhor volta da Red Bull. Sergio Pérez fez o terceiro tempo com um supermacio. O grupo das melhores voltas com pneus macios foi composto por Marcus Ericsson, Esteban Gutiérrez, Valtteri Bottas, Pascal Wehrlein, Fernando Alonso e Jolyon Palmer. Apenas Max Verstappen e Nico Rosberg usaram os pneus médios em suas melhores voltas.
Por sinal, a Renault foi a única que sofreu com quebra de motor hoje causando uma bandeira vermelha, a outra foi causada pela Toro Rosso que parou na curva 13 do Circuito de Barcelona.
O meu destaque segue para as altas quilometragens que as equipes estão dando com seus equipamentos. Hoje, 8 das 11 equipes ultrapassaram a marca das 100 voltas rodadas mostrando a confiabilidade dos conjuntos. O que podemos avaliar por enquanto é que a Mercedes está mais preocupada em dar quilometragem ao equipamento do que marcar voltas rápidas, também uma forma de esconder o jogo, afinal, com o mesmo composto da Ferrari os prateados não estão tão longe dos italianos.
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| Estreando os pneus ultramacios, Vettel fechou o segundo dia em primeiro |
Acontece que as referências acabaram ainda mais distorcidas com essas variações nos calçados. Sebastian Vettel baixou o melhor tempo da semana em dois segundos com os calçados ultramacios, mesmo composto que Daniel Ricciardo usou para marcar a melhor volta da Red Bull. Sergio Pérez fez o terceiro tempo com um supermacio. O grupo das melhores voltas com pneus macios foi composto por Marcus Ericsson, Esteban Gutiérrez, Valtteri Bottas, Pascal Wehrlein, Fernando Alonso e Jolyon Palmer. Apenas Max Verstappen e Nico Rosberg usaram os pneus médios em suas melhores voltas.
Por sinal, a Renault foi a única que sofreu com quebra de motor hoje causando uma bandeira vermelha, a outra foi causada pela Toro Rosso que parou na curva 13 do Circuito de Barcelona.
O meu destaque segue para as altas quilometragens que as equipes estão dando com seus equipamentos. Hoje, 8 das 11 equipes ultrapassaram a marca das 100 voltas rodadas mostrando a confiabilidade dos conjuntos. O que podemos avaliar por enquanto é que a Mercedes está mais preocupada em dar quilometragem ao equipamento do que marcar voltas rápidas, também uma forma de esconder o jogo, afinal, com o mesmo composto da Ferrari os prateados não estão tão longe dos italianos.
Marcador(es):
Barcelona,
Daniel Ricciardo,
Fórmula 1,
Nico Rosberg,
Sebastian Vettel,
Sergio Pérez,
Temporada 2016,
Testes Coletivos
22 fevereiro 2016
Force India VJM09
Facebook / Sahara Force India Formula One Team
O terceiro carro apresentado de fato hoje foi o novo Force India VJM09. O modelo segue o trabalho que a equipe indiana apresentou na segunda metade do campeonato do ano passado e seguindo por um outro caminho de soluções em relação as rivais.
O momento de time indiano é de um pouco de apreensão já que a principal empresa associada a equipe está vendendo as ações que tem da Force India. A Sahara viu o seu presidente ser preso e está procurando dinheiro onde não tem para pagar o alto valor da fiança. Se com o apoio da Sahara a Force India não andava muito bem das pernas, não vai ser sem esse acordo que o time irá melhorar.
O acordo com a Aston Martin não vingou, então, o time está dependendo demais da grana trazida pelos seus pilotos. A expectativa é que o atual modelo siga dando boas condições do time andar pelo menos no meio do grid.
O terceiro carro apresentado de fato hoje foi o novo Force India VJM09. O modelo segue o trabalho que a equipe indiana apresentou na segunda metade do campeonato do ano passado e seguindo por um outro caminho de soluções em relação as rivais.
O momento de time indiano é de um pouco de apreensão já que a principal empresa associada a equipe está vendendo as ações que tem da Force India. A Sahara viu o seu presidente ser preso e está procurando dinheiro onde não tem para pagar o alto valor da fiança. Se com o apoio da Sahara a Force India não andava muito bem das pernas, não vai ser sem esse acordo que o time irá melhorar.
O acordo com a Aston Martin não vingou, então, o time está dependendo demais da grana trazida pelos seus pilotos. A expectativa é que o atual modelo siga dando boas condições do time andar pelo menos no meio do grid.
Marcador(es):
Apresentações,
Force India,
Fórmula 1,
Nico Hülkenberg,
Sergio Pérez,
Temporada 2016
02 novembro 2015
F1 2015 - GP do México - Rosberg vence sem problemas primeira corrida pós-título de Hamilton
Fotos: Twitter / Formula 1 (@F1)
Corridinha chata essa do México. Nico Rosberg acabou com todos os meus palpites que colocavam Lewis Hamilton na ponta do final de semana e ele quase que fora da briga pelo vice-campeonato. O alemão da Mercedes fez barba, cabelo e bigode ao venceu quase que de ponta-a-ponta o GP do México deste domingo.
Rosberg nem foi muito pressionado por Hamilton, aliás, o inglês comboiou o alemão durante toda a corrida e só assumia a ponta quando Rosberg parava para a troca de pneus. Para colaborar com as pretenções de vice-campeonato do alemão do carro #6, o alemão da Ferrari #5 não deu muita sorte neste domingo. Primeiro Sebastian Vettel teve um pneu furado na largada e depois, na tentativa de recuperar terreno, exagerou na dose junto com problemas nos freios, bateu sem gravidade e abandonou a corrida abrindo caminho para o segundo vice de Rosberg.
Quem terminou em terceiro foi Valtteri Bottas. O finlandês ganhou uma ajudinha de Vettel para terminar no último degrau do pódio. Isso porque com a entrada do Safety-Car na pista, Bottas descontou a larga vantagem que Daniil Kvyat e Daniel Ricciardo tinham para ele. Logo foi dada a relargada e o piloto do #77 passou com facilidade os carros da Red Bull. Bottas ainda acabou se envolvendo - em um momento anterior da corrida - em um toque com Kimi Raikkonen. O novo encontro finlandês mais uma vez não foi muito agradável, mas quem abandonou foi Raikkonen. O piloto da Ferrari fechou muito cedo a trajetória da curva e reeditou o acidente de Sochi, só que foi a suspensão do carro italiano que quebrou dessa vez. Para mim, a culpa foi de Raikkonen que se "esqueceu" que tinha um carro do lado de dentro da curva.
Falando de outra coisa relacionada a corrida, mas que acabaria ficando em segundo plano. Apesar de terem matado a "Peraltada", curvão que levava para a reta principal, o trecho do estádio ficou sensacional. O público é figura muito constante durante a transmissão da corrida. O pódio acontecer nesse pedaço da pista ao invéz da reta principal foi outro acerto porque o público acaba reagindo muito bem a tudo. O melhor da corrida foi ver as duas principais ultrapassagens de Sergio Pérez na corrida acontecerem justamente nesse trecho.
Os brasileiros não se acharam na corrida. Felipe Massa até fez uma corrida constante, mas não atacou e nem foi muito atacado efetivamente, ainda assim o brasileiro da Williams ganhou uma posição em relação a largada. Nasr quase não apareceu durante a corrida, muito pela falta de desempenho da sua Sauber e o brasileiro ainda abandonou a corrida com problemas de freio já na parte final da corrida.
A próxima corrida é justamente o GP do Brasil no dia 15 de novembro.
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| Rosberg venceu o GP do México com muita tranquilidade. |
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| Campeonato após o GP do México. |
Rosberg nem foi muito pressionado por Hamilton, aliás, o inglês comboiou o alemão durante toda a corrida e só assumia a ponta quando Rosberg parava para a troca de pneus. Para colaborar com as pretenções de vice-campeonato do alemão do carro #6, o alemão da Ferrari #5 não deu muita sorte neste domingo. Primeiro Sebastian Vettel teve um pneu furado na largada e depois, na tentativa de recuperar terreno, exagerou na dose junto com problemas nos freios, bateu sem gravidade e abandonou a corrida abrindo caminho para o segundo vice de Rosberg.
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| Novo toque entre Raikkonen e Bottas. Pior para o ferrarista. |
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| O pódio e trecho do estádio foram atrações da corrida. |
Os brasileiros não se acharam na corrida. Felipe Massa até fez uma corrida constante, mas não atacou e nem foi muito atacado efetivamente, ainda assim o brasileiro da Williams ganhou uma posição em relação a largada. Nasr quase não apareceu durante a corrida, muito pela falta de desempenho da sua Sauber e o brasileiro ainda abandonou a corrida com problemas de freio já na parte final da corrida.
A próxima corrida é justamente o GP do Brasil no dia 15 de novembro.
13 outubro 2015
F1 2015 - GP da Rússia - Hamilton vence e Mercedes levanta o bi de construtores
Twitter / Formula 1 (@F1)
Twitter / Formula 1 (@F1)
Com um certo atraso, mas vamos lá. Essa corrida acabou sendo um pouco mais animada que a do ano passado, mas não foi "lá uma Brastemp" também. Nico Rosberg abandonou a corrida com problemas no acelerador e entregou a vitória no colo de Lewis Hamilton. Agora está tudo muito mais fácil para o inglês levantar o tricampeonato da categoria e com algumas provas de antecipação - até na próxima corrida, no GP dos Estados Unidos - e definir tudo mais cedo.
Sebastian Vettel começou em um ritmo mais lento, perdendo posições, mas conseguiu se recuperar e salvar o segundo lugar já na metade final da prova. Com o abandono de Rosberg, Vettel assumiu o segundo lugar do campeonato e se colocando de fato como a segunda força deste ano.
Uma grande surpresa foi ver Segio Pérez na terceira posição. O mexicano da Force India apresentou um bom ritmo durante toda a corrida e soube bem usar o segundo safety-car para mudar um pouco a estratégia e ganhar posições com esse momento da corrida - na verdade, boa parte dos pilotos que pararam durante o segundo safety-car terminaram em melhor posição das que estavam antes disso - e ainda contou com o enrosco na frente dele para garantir o terceiro lugar na corrida.
Dois que foram um pouco prejudicados pelos segundo safety-car foram os brasileiros Felipe Massa e Felipe Nasr. Os brasileiros andaram bem durante toda a corrida depois de largarem em 15º e 12º, respectivamente, mostraram ter bom ritmo. Os dois sofreram com os pit stops de suas equipes, a falha na tática em não parar durante o safety-car e perderam terreno para alguns carros. No final, Massa ainda terminou em quarto - o acidente de Valtteri Bottas e Kimi Raikkonen de uma ajudinha - e Nasr salvou um sexto lugar.
Twitter / Formula 1 (@F1)
A dupla finlandesa Bottas e Raikkonen acabou agitando o final da corrida e definindo o título de Construtores em favor da Mercedes. Os dois tinham melhor ritmo que Pérez - tanto que passaram o mexicano com certa facilidade -, mas Raikkonen foi afoito ao tentar uma ultrapassagem sem sequer emparelhar os carros. Erro grave de Raikkonen que levou 30s de punição - equivalente a um Drive Through em um pouco mais na pista de Sochi - merecida. Não sei como a FIA - fresca do jeito que está - não mandou uns pontinhos na cateira de Kimi Raikkonen.
Twitter / Formula 1 (@F1)
Agora Hamilton pode ser campeão em Austin. O inglês da Mercedes precisa abrir 75 pontos para o segundo colocado no campeonato após o GP dos Estados Unidos - Sebastian Vettel ou Nico Rosberg até lá são os únicos que podem impedir o tri de Hamilton -, ou seja, Hamilton tem que marcar nove pontos a mais que Vettel e dois a mais que Rosberg em Austin. As combinações para que Hamilton levante o caneco no Texas são as seguintes:
- Hamilton em 1º, Vettel em 3º pra baixo, Rosberg em 2º (só para ajudar o inglês);
- Hamilton em 2º, Vettel em 6º pra baixo, Rosberg em 3º pra baixo;
- Hamilton em 3º, Vettel em 7º pra baixo, Rosberg em 4º pra baixo;
- Hamilton em 4º, Vettel em 9º pra baixo, Rosberg em 5º pra baixo;
- Hamilton em 5º, Vettel em 10º pra baixo, Rosberg em 6º pra baixo;
O GP dos Estados Unidos acontece no dia 25 de outubro às 17h no horário de Brasília e provavelmente não terá transmissão da TV aberta aqui no Brasil.
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| Hamilton pode levantar o tri já nos Estados Unidos |
Com um certo atraso, mas vamos lá. Essa corrida acabou sendo um pouco mais animada que a do ano passado, mas não foi "lá uma Brastemp" também. Nico Rosberg abandonou a corrida com problemas no acelerador e entregou a vitória no colo de Lewis Hamilton. Agora está tudo muito mais fácil para o inglês levantar o tricampeonato da categoria e com algumas provas de antecipação - até na próxima corrida, no GP dos Estados Unidos - e definir tudo mais cedo.
Sebastian Vettel começou em um ritmo mais lento, perdendo posições, mas conseguiu se recuperar e salvar o segundo lugar já na metade final da prova. Com o abandono de Rosberg, Vettel assumiu o segundo lugar do campeonato e se colocando de fato como a segunda força deste ano.
Uma grande surpresa foi ver Segio Pérez na terceira posição. O mexicano da Force India apresentou um bom ritmo durante toda a corrida e soube bem usar o segundo safety-car para mudar um pouco a estratégia e ganhar posições com esse momento da corrida - na verdade, boa parte dos pilotos que pararam durante o segundo safety-car terminaram em melhor posição das que estavam antes disso - e ainda contou com o enrosco na frente dele para garantir o terceiro lugar na corrida.
Dois que foram um pouco prejudicados pelos segundo safety-car foram os brasileiros Felipe Massa e Felipe Nasr. Os brasileiros andaram bem durante toda a corrida depois de largarem em 15º e 12º, respectivamente, mostraram ter bom ritmo. Os dois sofreram com os pit stops de suas equipes, a falha na tática em não parar durante o safety-car e perderam terreno para alguns carros. No final, Massa ainda terminou em quarto - o acidente de Valtteri Bottas e Kimi Raikkonen de uma ajudinha - e Nasr salvou um sexto lugar.
Twitter / Formula 1 (@F1)
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| Acidente que definiu o campeonato de Construtores |
Twitter / Formula 1 (@F1)
Agora Hamilton pode ser campeão em Austin. O inglês da Mercedes precisa abrir 75 pontos para o segundo colocado no campeonato após o GP dos Estados Unidos - Sebastian Vettel ou Nico Rosberg até lá são os únicos que podem impedir o tri de Hamilton -, ou seja, Hamilton tem que marcar nove pontos a mais que Vettel e dois a mais que Rosberg em Austin. As combinações para que Hamilton levante o caneco no Texas são as seguintes:
- Hamilton em 1º, Vettel em 3º pra baixo, Rosberg em 2º (só para ajudar o inglês);
- Hamilton em 2º, Vettel em 6º pra baixo, Rosberg em 3º pra baixo;
- Hamilton em 3º, Vettel em 7º pra baixo, Rosberg em 4º pra baixo;
- Hamilton em 4º, Vettel em 9º pra baixo, Rosberg em 5º pra baixo;
- Hamilton em 5º, Vettel em 10º pra baixo, Rosberg em 6º pra baixo;
O GP dos Estados Unidos acontece no dia 25 de outubro às 17h no horário de Brasília e provavelmente não terá transmissão da TV aberta aqui no Brasil.
21 junho 2014
F1 2014 – GP da Áustria (1)
Depois de 11 anos a Fórmula 1 retorna para Spielberg e para a Áustria. Um traçado sempre muito rápido e desafiador para os pilotos. Neste meio tempo o Autódromo deixou de ser chamado como A1 Ring, foi comprado pela Red Bull e tornou-se o Red Bull Ring. Aos poucos a pista foi retornando aos calendários das principais categorias do automobilismo mundial, um exemplo é o DTM que segue para o quarto ano consecutivo com etapas no traçado austríaco.
A Fórmula 1 se despediu do traçado em 2003, mas já ensaiava um retorno muito antes deste ano, sempre como tentativa de substituição de algum GP do calendário, mas nenhuma tentativa passou da especulação.
Comissário convidado
Para o retorno da Áustria à Fórmula 1 a FIA chamou um dos Comissários que ainda é piloto em atividade. O nome escolhido foi o do dinamarquês Tom Kristensen, piloto da Audi no WEC e nove vezes campeão das 24 Horas de Le Mans, figura extremamente experiente no automobilismo internacional e no cargo de Comissário Convidado, essa será a sétima participação do dinamarquês neste posto.
Punições
Dois pilotos começaram o final de semana com punições recebidas ainda na última corrida, o GP do Canadá, ambas por causarem acidentes. Max Chilton por causar um acidente com o companheiro de equipe, o francês Jules Bianchi, ainda na primeira volta da corrida do Canadá e com isso irá perder três posições no grid. O caso de Sergio Pérez é o do final da última corrida e que envolveu o brasileiro Felipe Massa. O mexicano chegou a pedir uma revisão da punição neste final de semana, mas os comissários do GP da Áustria concordaram com a decisão tomada no Canadá e a punição de perder cinco posições no grid ficou mantida.
DRS
Duas zonas foram definidas para o retorno da Fórmula 1 para Spielberg. A primeira fica colocada na reta oposta do traçado com o ponto de detecção colocado antes da zona de frenagem da maior reta do circuito. A segunda zona de ativação da asa traseira está colocada na reta principal com o ponto de detecção colocado antes da curva que leva os carros para a reta dos boxes do Red Bull Ring.
Pneus
Pela terceira corrida consecutiva a Pirelli escolheu os seus compostos mais macios para serem usados durante o final de semana. A montadora italiana escolheu os pneus supermacios e macios para os GP de Mônaco e do Canadá e repete a escolha para a Áustria. A escolha da Pirelli permite uma estratégia parecida com a do GP do Canadá, de duas paradas. A diferença é que diferente do Canadá, na Áustria a possibilidade de uma parada é um pouco mais remota.
Agenda
O final de semana já começou, mas como a corrida é na Europa o horário é o velho conhecido com a corrida às 09h da manhã no horário de Brasília:
Treino Livre 01 – Sexta-feira – 05h;
Treino Livre 02 – Sexta-feira – 09h;
Treino Livre 03 – Sábado – 05h;
Classificação – Sábado – 09h;
Corrida – Domingo – 09h.
A Fórmula 1 se despediu do traçado em 2003, mas já ensaiava um retorno muito antes deste ano, sempre como tentativa de substituição de algum GP do calendário, mas nenhuma tentativa passou da especulação.
Comissário convidado
Para o retorno da Áustria à Fórmula 1 a FIA chamou um dos Comissários que ainda é piloto em atividade. O nome escolhido foi o do dinamarquês Tom Kristensen, piloto da Audi no WEC e nove vezes campeão das 24 Horas de Le Mans, figura extremamente experiente no automobilismo internacional e no cargo de Comissário Convidado, essa será a sétima participação do dinamarquês neste posto.
Punições
Dois pilotos começaram o final de semana com punições recebidas ainda na última corrida, o GP do Canadá, ambas por causarem acidentes. Max Chilton por causar um acidente com o companheiro de equipe, o francês Jules Bianchi, ainda na primeira volta da corrida do Canadá e com isso irá perder três posições no grid. O caso de Sergio Pérez é o do final da última corrida e que envolveu o brasileiro Felipe Massa. O mexicano chegou a pedir uma revisão da punição neste final de semana, mas os comissários do GP da Áustria concordaram com a decisão tomada no Canadá e a punição de perder cinco posições no grid ficou mantida.
DRS
Duas zonas foram definidas para o retorno da Fórmula 1 para Spielberg. A primeira fica colocada na reta oposta do traçado com o ponto de detecção colocado antes da zona de frenagem da maior reta do circuito. A segunda zona de ativação da asa traseira está colocada na reta principal com o ponto de detecção colocado antes da curva que leva os carros para a reta dos boxes do Red Bull Ring.
Pneus
Pela terceira corrida consecutiva a Pirelli escolheu os seus compostos mais macios para serem usados durante o final de semana. A montadora italiana escolheu os pneus supermacios e macios para os GP de Mônaco e do Canadá e repete a escolha para a Áustria. A escolha da Pirelli permite uma estratégia parecida com a do GP do Canadá, de duas paradas. A diferença é que diferente do Canadá, na Áustria a possibilidade de uma parada é um pouco mais remota.
Agenda
O final de semana já começou, mas como a corrida é na Europa o horário é o velho conhecido com a corrida às 09h da manhã no horário de Brasília:
Treino Livre 01 – Sexta-feira – 05h;
Treino Livre 02 – Sexta-feira – 09h;
Treino Livre 03 – Sábado – 05h;
Classificação – Sábado – 09h;
Corrida – Domingo – 09h.
Marcador(es):
Fórmula 1,
GP da Áustria,
Max Chilton,
Pirelli,
Sergio Pérez,
Temporada 2014,
Tom Kristensen
09 junho 2014
GP do Canadá (2) - Vitória de Ricciardo e o acidente de Massa
Sutton/GPUpdate
Olha, foi um corridão, como costuma ser em Montreal, mas desta vez por motivos diferentes. O quê antes era previsto como um duelo de dois carros ficou aberto e trouxe um novo vencedor: Daniel Ricciardo.
Para ser sincero, depois de estabelecido o domínio da Mercedes eu estava esperando o dia em que os carros prateados sofressem com algum tipo de problema que colocasse o as flechas de prata no mesmo patamar do restante do grid e esse dia foi ontem. Os problemas de freio de Lewis Hamilton e Nico Rosberg, para mim, foram causados pela disputa entre os dois e ajudou o restante do grid a encostar neles. Bom, Hamilton abandonou, a situação parecia ser insustentável para ele. Já Rosberg, de alguma forma, se segurou como pode na pista. Melhor para ele que agora tem 22 pontos de vantagem para o companheiro no campeonato.
A Force India acertou na estratégia de uma parada e posicionou muito bem os seus carros na corrida até começarem a sofrer com os freios também. O maior erro ficou na cautela da Red Bull e da Williams. Está certo que é melhor garantir uns pontinhos do que sair sem nada, mas nenhum dos pilotos tem chance alguma na briga pelo campeonato e um arrojo “mais precoce” dos dois times poderia garantir algo mais, até para a segunda metade do campeonato. E olha que isso, no meu ponto de vista, é uma prática comum nas equipes da Fórmula 1, fora a Force India e Sauber, e me irrita um bocado.
Vamos lá! Por que Ricciardo não atacou antes se tinha mais carro? Ficou claro que o australiano ficou cozinhando uma ultrapassagem sobre Sergio Pérez, que estava sem DRS, por umas 15 voltas que, por outro lado, não tinha condições de passar Rosberg. Foi o australiano forçar um pouco que passou o mexicano. Logo em seguida foi a vez de Vettel. Mesmo demorando, Ricciardo ainda conseguiu uma grande ultrapassagem e vencer pela primeira vez na Fórmula 1. Grande corrida do australiano que segue colocando Vettel no bolso.
Sutton/GPUpdate
Aí veio Felipe Massa e o acidente com Sergio Pérez. Agora é que vem elas. Pra mim, a Williams errou várias vezes com o brasileiro, principalmente na estratégia (vou tentar evitar o pachequismo), e esses erros indiretamente “seriam responsáveis” pelo acidente. Começou com o problema na primeira parada, a roda dianteira esquerda ficou presa e nessa foram cinco segundos. Ok! Coisa de corrida, mas nessa o brasileiro perdeu posições para Ricciardo (que provavelmente já perderia de qualquer forma), Sebastian Vettel, Fernando Alonso, Daniil Kvyat e Jean-Éric Vergne. Esses três últimos foram ultrapassados com relativa facilidade.
A corrida seguia com Massa muito bem até aparecer no terceiro lugar, graças as paradas dos carros da frente. O brasileiro seguia sendo dois segundos mais rápido que Rosberg e Hamilton e descontando a vantagem até que a Mercedes resolveu fazer a segunda parada de seus carros e o brasileiro se encontrava em primeiro e com um ritmo melhor, mesmo com o composto mais velho. A lógica, mostrada pela Force India, era manter o brasileiro na pista ampliando a vantagem e com dois carros mais lentos fazendo a barreira para os que vinham em melhores condições. A Williams fez Massa parar pela segunda vez nos pits e retornar em sétimo.
Na minha cabeça, se a Williams arrisca e deixa Massa na pista a vitória seria do brasileiro. Faltou coragem para o time para arriscar uma estratégia não convencional e que havia sido provada pouco antes, já que Nico Hulkenberg havia andado metade da corrida com os compostos macios, os mesmos que Massa usava no momento. Nessa hora sou bem sincero que me desanimei com o conservadorismo inglês. Aqui o jornalista Victor Martins fala o mesmo.
Em seguida, Massa passou Hulkenberg e Bottas e encostou em Pérez, Ricciardo e Vettel. Aí aconteceu o que descrevi acima e o acidente entre o brasileiro o mexicano da Force India. Na hora, admito que esbravejei contra Massa, mas os replays me fizeram ficar em dúvida e horas depois a imagem aérea mostrou que Pérez mudou a trajetória. Hoje cedo, vi esse post de Renan do Couto sobre um velho hábito do mexicano. Pérez vai perder cinco posições no grid da próxima corrida.
Agora Hamilton terá que se virar para descontar a vantagem de 22 pontos para Rosberg. Talvez só com uma nova sequência de vitórias.
Próxima Corrida: GP da Áustria, em Spielberg, entre os dias 20 e 22 de junho.
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| Com sorriso mais largo que o comum, Ricciardo subiu ao lugar mais alto do pódio |
Para ser sincero, depois de estabelecido o domínio da Mercedes eu estava esperando o dia em que os carros prateados sofressem com algum tipo de problema que colocasse o as flechas de prata no mesmo patamar do restante do grid e esse dia foi ontem. Os problemas de freio de Lewis Hamilton e Nico Rosberg, para mim, foram causados pela disputa entre os dois e ajudou o restante do grid a encostar neles. Bom, Hamilton abandonou, a situação parecia ser insustentável para ele. Já Rosberg, de alguma forma, se segurou como pode na pista. Melhor para ele que agora tem 22 pontos de vantagem para o companheiro no campeonato.
A Force India acertou na estratégia de uma parada e posicionou muito bem os seus carros na corrida até começarem a sofrer com os freios também. O maior erro ficou na cautela da Red Bull e da Williams. Está certo que é melhor garantir uns pontinhos do que sair sem nada, mas nenhum dos pilotos tem chance alguma na briga pelo campeonato e um arrojo “mais precoce” dos dois times poderia garantir algo mais, até para a segunda metade do campeonato. E olha que isso, no meu ponto de vista, é uma prática comum nas equipes da Fórmula 1, fora a Force India e Sauber, e me irrita um bocado.
Vamos lá! Por que Ricciardo não atacou antes se tinha mais carro? Ficou claro que o australiano ficou cozinhando uma ultrapassagem sobre Sergio Pérez, que estava sem DRS, por umas 15 voltas que, por outro lado, não tinha condições de passar Rosberg. Foi o australiano forçar um pouco que passou o mexicano. Logo em seguida foi a vez de Vettel. Mesmo demorando, Ricciardo ainda conseguiu uma grande ultrapassagem e vencer pela primeira vez na Fórmula 1. Grande corrida do australiano que segue colocando Vettel no bolso.
Sutton/GPUpdate
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| Massa sendo atendido após o acidente. A Williams poderia evitar o acidente do brasileiro? |
A corrida seguia com Massa muito bem até aparecer no terceiro lugar, graças as paradas dos carros da frente. O brasileiro seguia sendo dois segundos mais rápido que Rosberg e Hamilton e descontando a vantagem até que a Mercedes resolveu fazer a segunda parada de seus carros e o brasileiro se encontrava em primeiro e com um ritmo melhor, mesmo com o composto mais velho. A lógica, mostrada pela Force India, era manter o brasileiro na pista ampliando a vantagem e com dois carros mais lentos fazendo a barreira para os que vinham em melhores condições. A Williams fez Massa parar pela segunda vez nos pits e retornar em sétimo.
Na minha cabeça, se a Williams arrisca e deixa Massa na pista a vitória seria do brasileiro. Faltou coragem para o time para arriscar uma estratégia não convencional e que havia sido provada pouco antes, já que Nico Hulkenberg havia andado metade da corrida com os compostos macios, os mesmos que Massa usava no momento. Nessa hora sou bem sincero que me desanimei com o conservadorismo inglês. Aqui o jornalista Victor Martins fala o mesmo.
Em seguida, Massa passou Hulkenberg e Bottas e encostou em Pérez, Ricciardo e Vettel. Aí aconteceu o que descrevi acima e o acidente entre o brasileiro o mexicano da Force India. Na hora, admito que esbravejei contra Massa, mas os replays me fizeram ficar em dúvida e horas depois a imagem aérea mostrou que Pérez mudou a trajetória. Hoje cedo, vi esse post de Renan do Couto sobre um velho hábito do mexicano. Pérez vai perder cinco posições no grid da próxima corrida.
Agora Hamilton terá que se virar para descontar a vantagem de 22 pontos para Rosberg. Talvez só com uma nova sequência de vitórias.
Próxima Corrida: GP da Áustria, em Spielberg, entre os dias 20 e 22 de junho.
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Williams
01 março 2014
F1 2014 – Testes Coletivos – Bahrein 2 - Dia 02
Sutton/GP Update
Mais uma vez o mexicano Sergio Pérez cravou a melhor marca do dia. Com o tempo de 1m35s570 ainda no período da manhã, o piloto da Force India colocou o time pela terceira vez na posição de honra durante a pré-temporada.
No segundo lugar, o espanhol Fernando Alonso com a Ferrari foi o que mais andou nesta sexta-feira. No terceiro lugar é que veio a "surpresa" do dia. Acendendo uma luz no fim do túnel e sem apresentar problemas durante o dia todo, Daniel Ricciardo deu esperanças a Red Bull que mal estava conseguindo andar e quando o fazia ficava muito distante dos ponteiros. O único problema é que o time continua rodando relativamente pouco, foram apenas 66 voltas neste segundo dia de testes desta semana.
No quarto lugar, apareceu Felipe Massa que demonstrou que a Williams segue com bom ritmo. Jenson Button em quinto e um surpreendente Jules Bianchi em sexto. Lewis Hamilton ficou apenas no sétimo lugar. A Mercedes enfrentou problemas, os mais sérios até agora, e viu o carro não andar tão bem quanto tem andado durante a pré-temporada.
O que fica claro com este novo regulamento é que qualquer problema que apareça é um grande problema. Os carros não andam e penam para virar voltas razoáveis, um verdadeiro drama, até para quem vinha muito bem.
1) Sergio Pérez (MEX) [Force India – Mercedes] 1m35s570 – 108 voltas;
2) Fernando Alonso (ESP) [Ferrari] 1m35s634 – 122 voltas;
3) Daniel Ricciardo (AUS) [Red Bull – Renault] 1m35s743 – 66 voltas;
4) Felipe Massa (BRA) [Williams – Mercedes] 1m36s507 – 103 voltas;
5) Jenson Button (ING) [McLaren - Mercedes] 1m36s901 – 52 voltas;
6) Jules Bianchi (FRA) [Marussia – Ferrari] 1m38s092 – 75 voltas;
7) Lewis Hamilton (ING) [Mercedes] 1m39s041 – 89 voltas;
8) Jean-Éric Vergne (FRA) [Toro Rosso – Renault] 1m39s636 – 61 voltas;
9) Esteban Gutiérrez (MEX) [Sauber - Ferrari] 1m39s976 – 106 voltas;
10) Pastor Maldonado (VEN) [Lotus – Renault] 1m41s613 – 31 voltas;
11) Marcus Ericsson (SUE) [Caterham – Renault] 1m42s516 – 55 voltas.
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| Nesta semana, só Sergio Pérez soube o que é terminar o dia na frente |
No segundo lugar, o espanhol Fernando Alonso com a Ferrari foi o que mais andou nesta sexta-feira. No terceiro lugar é que veio a "surpresa" do dia. Acendendo uma luz no fim do túnel e sem apresentar problemas durante o dia todo, Daniel Ricciardo deu esperanças a Red Bull que mal estava conseguindo andar e quando o fazia ficava muito distante dos ponteiros. O único problema é que o time continua rodando relativamente pouco, foram apenas 66 voltas neste segundo dia de testes desta semana.
No quarto lugar, apareceu Felipe Massa que demonstrou que a Williams segue com bom ritmo. Jenson Button em quinto e um surpreendente Jules Bianchi em sexto. Lewis Hamilton ficou apenas no sétimo lugar. A Mercedes enfrentou problemas, os mais sérios até agora, e viu o carro não andar tão bem quanto tem andado durante a pré-temporada.
O que fica claro com este novo regulamento é que qualquer problema que apareça é um grande problema. Os carros não andam e penam para virar voltas razoáveis, um verdadeiro drama, até para quem vinha muito bem.
1) Sergio Pérez (MEX) [Force India – Mercedes] 1m35s570 – 108 voltas;
2) Fernando Alonso (ESP) [Ferrari] 1m35s634 – 122 voltas;
3) Daniel Ricciardo (AUS) [Red Bull – Renault] 1m35s743 – 66 voltas;
4) Felipe Massa (BRA) [Williams – Mercedes] 1m36s507 – 103 voltas;
5) Jenson Button (ING) [McLaren - Mercedes] 1m36s901 – 52 voltas;
6) Jules Bianchi (FRA) [Marussia – Ferrari] 1m38s092 – 75 voltas;
7) Lewis Hamilton (ING) [Mercedes] 1m39s041 – 89 voltas;
8) Jean-Éric Vergne (FRA) [Toro Rosso – Renault] 1m39s636 – 61 voltas;
9) Esteban Gutiérrez (MEX) [Sauber - Ferrari] 1m39s976 – 106 voltas;
10) Pastor Maldonado (VEN) [Lotus – Renault] 1m41s613 – 31 voltas;
11) Marcus Ericsson (SUE) [Caterham – Renault] 1m42s516 – 55 voltas.
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