O GP de São Paulo foi marcado por um novo passeio de Max Verstappen e pelo duelo que definiu o último lugar no pódio da corrida paulista.
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06 novembro 2023
Chegada apertada para pódio do GP de São Paulo | Pit Stop | #054
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10 julho 2023
Red Bull chega a 11ª vitória consecutiva | Pit Stop | #042
Max Verstappen e Red Bull vencem mais uma, igualam marcas de McLaren e Mercedes de vitórias consecutivas e sobram na busca por mais um Título de Pilotos e outro de Construtores.
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05 junho 2023
Verstappen domina e uma nova vida para a Mercedes | Pit Stop | #037
Max Verstappen dominou mais uma corrida para vencer o GP da Espanha de Fórmula 1, mas o final de semana não teve apenas o atual bicampeão como tema. A Mercedes deu sinais significativos de recuperação depois de abandonar o conceito de “zeropod”.
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30 maio 2023
Passeio de luxo | Pit Stop | #035
Max Verstappen dominou mais um GP de Mônaco marcado pela chuva que agitou o final da corrida no principado.
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03 abril 2023
Caos e confusão na Austrália | Pit Stop | #030
Max Verstappen venceu o GP da Austrália, mas a direção de prova mais uma vez foi o centro das atenções. Confira o vídeo do Liguem seus Motores sobre a terceira etapa do campeonato da Fórmula 1.
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06 março 2023
Passeios e surpresas na noite barenita | Pit Stop | #027
Max Verstappen venceu sem grandes dificuldades a abertura do campeonato da Fórmula 1 e o Liguem seus Motores comenta o GP do Bahrein que iniciou a temporada de 2023.
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21 junho 2021
GP da França de F1 em 2021 | Live | #043
Max Verstappen venceu pela terceira vez em 2021 e ampliou a vantagem no Campeonato de Pilotos da Fórmula 1. O #LiguemseusMotores, com Victor Paulino, vai discutir tudo o que aconteceu na sétima etapa do campeonato com Rikardo Santana da Silva, Roberto Lourenço e Gustavo Jalifi.
22 outubro 2018
Programa #034 - Pós GP dos Estados Unidos de F1 2018
Kimi Raikkonen venceu o GP dos Estados Unidos de Fórmula 1 e ajudou a evitar que Lewis Hamilton conquistasse o pentacampeonato por antecipação. Sebastian Vettel não passou de um quarto lugar depois de um novo erro em disputa de posição.
30 outubro 2017
F1 2017 - GP do México - Temos um novo tetracampeão
Twitter / Formula 1 (@F1)
Lewis Hamilton sagrou-se tetracampeão da Fórmula 1 após uma corrida confusa, vencida por Max Verstappen e em que os principais candidatos ao título foram os protagonistas ao escalarem o grid. Tudo após um toque ainda na primeira volta da corrida.
Lewis Hamilton precisava de um quinto lugar para conquistar o caneco sem depender de uma combinação de resultados, mas um toque entre ele, Sebastian Vettel e Max Verstappen atrapalhou o plano do inglês que pretendia fazer um passeio de domingo. O toque causou um furo de pneu no Mercedes #44 e quebrou a asa dianteira da Ferrari #5.
Hamilton sofreu demais, já que foi obrigado a colocar os pneus macios prematuramente e esses calçados não são os melhores para os carros prateados. Só da volta 33 em diante que o inglês andou e mostrou o porque é o melhor da temporada 2017 da Fórmula 1. Com pneus supermacios, Hamilton saiu do 16º para o nono lugar que lhe garantiu o tetra porque Vettel não chegou ao segundo lugar necessário para evitar a conquista do piloto da Mercedes.
Twitter / Formula 1 (@F1)
Vettel "começou" a corrida do 17º lugar. O alemão calçado de macios conseguiu chegar até ao oitavo lugar. De ultramacios, da volta 34 em diante, a parte mais difícil foi chegar até o quarto lugar. O alemão sofreu para ultrapassar Fernando Alonso e depois enfileirou ultrapassagens, mas a distância de mais de 20 segundos para o pódio foi o maior problema. Agora Vettel tem que contentar-se com o vice-campeonato e focar em 2018.
Twitter / Formula 1 (@F1)
Arrojado, Max Verstappen largou muito bem, peitou Vettel e daí em diante não viu mas nenhum adversário direto pela vitória. O holandês da Red Bull fez um passeio de domingo enquanto trocava voltas rápidas com Valtteri Bottas e Kimi Raikkonen na ponta da prova. Uma curiosidade é que cada uma das vitórias de Verstappen vieram após uma demissão de Daniil Kvyat. Foi assim na Espanha no ano passado, na corrida da Malásia deste ano e na corrida do México de hoje.
Valtteri Bottas até que tentou a redenção da temporada fraca que fez, principalmente depois da férias. O #77 chegou a marcar algumas voltas rápidas ao longo da corrida na tentativa de alcançar Verstappen, mas Bottas não foi efetivamente uma ameaça para o líder da corrida e acabou contentando-se com o segundo lugar.
Kimi Raikkonen largou mal, despencou para a sexta colocação e foi obrigado a escalar o grid para terminar em terceiro. O finlandês contou também com as paradas prematuras dos adversários e o Virtual Safety Car para garantir o terceiro posto e garantir a posição final com certa tranquilidade.
Twitter / Formula 1 (@F1)
Um destaque especial para a dupla da Williams que trocou de posições no campeonato. O sexto lugar do aniversariante deste domingo fez Felipe Massa, que não pontuou, ver Lance Stroll assumir o décimo lugar no Campeonato de Pilotos. A dupla ainda disputa a vaguinha no Top 10 com Nico Hülkenberg. O alemão foi uma das vítimas dos motores Renault deste final de semana.
Foram sete problemas de motores nesta etapa e cinco destes eram empurrados por motores Renault. A dupla da McLaren foi a primeira a receber punição por motores, mas depois disso só pilotos da Renault que sofreram com as unidades de força. A lista tem Pierre Gasly (três vezes), Daniel Ricciardo (nos treinos e na corrida), Brendon Hartley (nos treinos e na corrida), Nico Hülkenberg e Carlos Sainz (os dois últimos durante a corrida). Eu acenderia a luz vermelha na montadora francesa.
As próximas etapas da Fórmula 1 são o GP do Brasil (12 de novembro) e o GP de Abu Dhabi (26 de novembro) e devem ser corridas para lá de abertas já que os campeonatos de Pilotos e Construtores estão definidos.
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| Lewis Hamilton tornou-se o maior campeão inglês da história da Fórmula 1 |
Lewis Hamilton precisava de um quinto lugar para conquistar o caneco sem depender de uma combinação de resultados, mas um toque entre ele, Sebastian Vettel e Max Verstappen atrapalhou o plano do inglês que pretendia fazer um passeio de domingo. O toque causou um furo de pneu no Mercedes #44 e quebrou a asa dianteira da Ferrari #5.
Hamilton sofreu demais, já que foi obrigado a colocar os pneus macios prematuramente e esses calçados não são os melhores para os carros prateados. Só da volta 33 em diante que o inglês andou e mostrou o porque é o melhor da temporada 2017 da Fórmula 1. Com pneus supermacios, Hamilton saiu do 16º para o nono lugar que lhe garantiu o tetra porque Vettel não chegou ao segundo lugar necessário para evitar a conquista do piloto da Mercedes.
Twitter / Formula 1 (@F1)
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| Sebastian Vettel e Hamilton acabaram prejudicados com os toques das curvas 01, 02 e 03 |
Twitter / Formula 1 (@F1)
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| Max Verstappen venceu a prova do México de forma dominante |
Valtteri Bottas até que tentou a redenção da temporada fraca que fez, principalmente depois da férias. O #77 chegou a marcar algumas voltas rápidas ao longo da corrida na tentativa de alcançar Verstappen, mas Bottas não foi efetivamente uma ameaça para o líder da corrida e acabou contentando-se com o segundo lugar.
Kimi Raikkonen largou mal, despencou para a sexta colocação e foi obrigado a escalar o grid para terminar em terceiro. O finlandês contou também com as paradas prematuras dos adversários e o Virtual Safety Car para garantir o terceiro posto e garantir a posição final com certa tranquilidade.
Twitter / Formula 1 (@F1)
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| Resultado do GP do México de Fórmula 1 |
Foram sete problemas de motores nesta etapa e cinco destes eram empurrados por motores Renault. A dupla da McLaren foi a primeira a receber punição por motores, mas depois disso só pilotos da Renault que sofreram com as unidades de força. A lista tem Pierre Gasly (três vezes), Daniel Ricciardo (nos treinos e na corrida), Brendon Hartley (nos treinos e na corrida), Nico Hülkenberg e Carlos Sainz (os dois últimos durante a corrida). Eu acenderia a luz vermelha na montadora francesa.
As próximas etapas da Fórmula 1 são o GP do Brasil (12 de novembro) e o GP de Abu Dhabi (26 de novembro) e devem ser corridas para lá de abertas já que os campeonatos de Pilotos e Construtores estão definidos.
22 agosto 2017
Como a Williams deve disputar a F1 em 2018?
O time de Frank e Claire Williams ainda não tem definição de motores e muito menos de uma dupla de pilotos para o próximo ano. Tanto para motores quanto para pilotos a Williams tem algumas opções para tocar a próxima temporada. Vamos falar delas!
MOTOR
Ainda sem um novo acordo firmado com a Mercedes, o time de Grove frequentemente tem sido alvo de especulações que apontam para um fornecimento de motores da Honda para 2018 e os anos seguintes. Para os japoneses seria o melhor dos cenários, já que eles buscam uma segunda equipe desde a temporada passada, mas a falta de potência e de confiabilidade das unidades de força da Honda jogam contra a montadora que ainda sofre a ameaça de perder a McLaren (assunto de logo mais).
No caso da Williams, o mais provável é que uma renovação com a Mercedes deva acontecer mais cedo ou mais tarde repetindo o cenário que já vem acontecendo desde 2014. As chances de renovação com os alemães, segundo apontam os boatos, é maior do que o de um acerto para um novo contrato com a Honda.
PILOTOS
Essas são duas vagas que seguem indefinidas e ainda são alvo de muita especulação. O mais provável neste momento é que as renovações de contrato com Felipe Massa e Lance Stroll deva acontecer de fato. Pela experiência de um e a montanha de dinheiro do outro.
O que tem situação mais frágil é justamente Felipe Massa. Paul Di Resta tornou-se uma ameaça depois do bom desempenho apresentado principalmente na classificação para o GP da Hungria, quando substituiu o brasileiro que não passou bem de saúde ao longo do final de semana. O que mais chamou a atenção da equipe foi a evolução nos tempos de volta durante o Q1.
A segunda opção seria Robert Kubica. O polonês só ruma para os cantos de Grove caso não feche um acordo com a Renault. Nesse meio tempo, Kubica viu surgir Di Resta no caminho dele. Fora que outros pilotos sem acordo com alguma outra equipe devem bater na porta da família Williams pedindo uma vaguinha.
Mesmo diante deste cenário, uma renovação com Massa e Stroll é o mais provável de acontecer.
Lembre-se que boa parte do que foi falado nesta postagem ainda não passa de mera especulação neste momento.
27 junho 2017
F1 2017 - GP do Azerbaijão - Ricciardo vence corrida caótica marcada por problemas entre Hamilton e Vettel
Twitter / Formula 1 (@F1)
Daniel Ricciardo venceu o confuso GP do Azerbaijão de Fórmula 1 disputado no último domingo. O piloto da Red Bull contou com uma bela recuperação ao longo de toda a corrida e, principalmente, os problemas envolvendo os favoritos a vitória. Felipe Massa voltou a andar muito bem, mas abandonou com problemas de suspensão. Lewis Hamilton e Sebastian Vettel chegaram a bater durante um dos períodos de safety-car, claramente esquentando o clima na disputa pelo título de pilotos.
O australiano da Red Bull não teve uma corrida fácil no Azerbaijão. Ricciardo foi obrigado a fazer uma parada para troca de pneus bem prematura por ter detritos em um dos dutos de refrigeração dos freios. O #3 despencou na classificação da corrida, mas recuperou as várias posições assim que o safety-car foi acionado pela primeira vez. Nas relargadas seguintes Ricciardo fez o que sabe fazer de melhor e subiu na classificação da corrida na base das ultrapassagens. O australiano virou um sério candidato a vitória após o problema com o protetor de cabeça de Hamilton e a punição de Vettel. Daí em diante, Ricciardo conduziu brilhantemente o carro para a vitória, a quinta na carreira e a primeira dele em 2017.
Valtteri Bottas também fez outra bela corrida de recuperação. Envolvido em um toque com Kimi Raikkonen na segunda curva da corrida, Bottas chegou a perder uma volta em relação aos líderes e usou muito bem as relargadas para escalar a primeira metade do grid. A segunda metade da corrida foi marcada por uma série de ultrapassagens do finlandês que ainda conquistou o segundo lugar com uma ultrapassagem sobre Lance Stroll nos metros finais da corrida.
Mais uma vez Lance Stroll fez uma bela corrida. O novato da Williams contou com o bom rendimento da Williams em retas e, como no Canadá, teve um desempenho muito sólido ao longo de toda a corrida. Assim como Felipe Massa, Stroll também aproveitou as relargadas para conquistar posições. Com os problemas de Hamilton e Vettel, Stroll chegou ao segundo lugar da corrida. Sem conseguir manter um ritmo que pudesse sustentar o segundo lugar, Stroll acabou permitindo, muito pela inexperiência, a ultrapassagem de Bottas nos metros finais de prova. Mesmo com a ultrapassagem, Stroll conquistou o primeiro pódio dele na categoria e já ajuda a Williams subir na classificação do Campeonato de Construtores.
Twitter / Formula 1 (@F1)
Largando e terminando no quarto lugar, Sebastian Vettel teve uma corrida de altos e baixos no Azerbaijão. O alemão rapidamente chegou ao segundo lugar graças ao enrosco entre Raikkonen e Bottas e acompanhava o ritmo de Hamilton até as entradas do safety-car. Foi durante uma dessas entradas, a segunda para ser mais específico, que Vettel acertou a traseira de Hamilton - entendendo que o inglês havia feito um teste de freio após a curva - em seguida jogou o carro de forma proposital na Mercedes de Hamilton. O alemão recebeu um Stop and Go de 10 segundos de forma justa, retornou para a pista em sétimo e fez várias ultrapassagens para terminar a corrida em quarto, ainda à frente de Hamilton para manter a liderança do campeonato.
Twitter / Formula 1 (@F1)
Se Vettel cavou a própria cova no GP do Azerbaijão, Lewis Hamilton foi vítima de um erro da Mercedes. O inglês fazia uma corrida perfeita e não teve a proteção de cabeça do W08 encaixada de forma adequada após a bandeira vermelha. Assim que a corrida voltou ao ritmo normal o problema apareceu e Hamilton foi obrigado a fazer uma parada extra. Situação que o devolveu a pista em nono e atrás de Vettel. Hamilton até tentou ultrapassar Vettel, mas o alemão soube defender-se muito bem para deixar o inglês em quinto.
Um destaque para lá de positivo foi Fernando Alonso. O espanhol da McLaren finalmente conquistou os primeiros pontos para o time inglês e ele próprio nessa temporada. Sempre dentro da zona de pontuação, Alonso chegou a andar no Top 5 da corrida e ainda salvou o nono lugar mesmo com a McLaren MCL23 cheia de problemas no trecho final de prova.
Pascal Wehrlein foi outra boa surpresa na corrida do Azerbaijão. O alemão da Sauber foi um dos pivôs da saída de Monisha Kaltenborn do comando da Sauber - ela entendia que Wehrlein e Marcus Ericsson deveriam ter direitos iguais dentro do time - e não fez feio na corrida deste domingo. O alemão tentou ultrapassar o companheiro de equipe, chegou a tomar uma fechada do sueco, mas conseguiu ultrapassar e fechar a corrida com um bom décimo lugar. Até o momento todos os pontos da Sauber foram marcados por Wehrlein mesmo não tendo participado das duas primeiras corridas da temporada.
Nico Hülkenberg era outro que entraria aqui por ser um destaque positivo da corrida. Entraria. O alemão da Renault estava aproveitando-se dos problemas dos carros à frente e alcançava um excelente quarto lugar até errar a tangencia de uma curva, acertar o muro e abandonar a corrida com a quebra da suspensão dianteira direita. A Renault, que já havia perdido Jolyon Palmer no início da corrida, ficou mais uma vez sem pontos.
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Felipe Massa fez uma corrida muito agressiva e despontaria como favorito a vitória se não fosse um problema na suspensão da Williams. O brasileiro, assim como Hülkenberg, aproveitou-se dos problemas dos carros à frente para ganhar posições na corrida. Os pontos altos da corrida de Massa foram as duas primeiras relargadas quando o brasileiro saltou do sexto para o terceiro lugar da corrida. O piloto da Williams saiu da briga assim que a prova foi reiniciada depois da bandeira vermelha, ainda em bandeira amarela, quando o próprio Massa detectou o problema na Williams #19 que o obrigou a abandonar.
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Um ponto que ficou muito claro que deve ser melhorado pela organização do GP do Azerbaijão é o do resgate dos carros. Em treinos e principalmente na corrida sempre aconteceu muita demora na retirada dos carros com problemas da pista. Em todas as situações havia demora na entrada do trator para retirar o carro - mesmo com a interferência da direção de prova - e até mesmo na limpeza dos detritos da pista. A segunda bandeira amarela e o acionamento da bandeira vermelha aconteceram muito pela ineficiência dos fiscais em conseguir limpar os detritos do traçado. Querendo ou não, foi algo que influenciou indiretamente no resultado final da corrida.
Twitter / Formula 1 (@F1)
Para o Campeonato de Pilotos a corrida do Azerbaijão mudou pouca coisa. Na realidade, Vettel ampliou em dois pontos a vantagem que tinha antes da oitava etapa. O alemão agora tem 14 pontos de frente para Hamilton. O que joga contra Vettel é que a segunda metade do campeonato será marcada por uma troca de componentes - provavelmente o turbo - com punição e até a Inglaterra - a segunda etapa depois do Azerbaijão - qualquer punição pode causar uma suspensão de uma prova, ou seja, teremos um Vettel muito mais cauteloso nas próximas duas corridas.
Logo abaixo, Ricciardo assumiu a quarta colocação do campeonato de pilotos e abriu vantagem para Kimi Raikkonen no quinto lugar. Max Verstappen, que abandonou quatro das oito corridas da temporada é o sexto apenas um ponto à frente de Sergio Pérez. Felipe Massa fecha o Top 10 com 20 pontos conquistados e seguido de perto por Nico Hülkenberg (18 pontos) e Lance Stroll (17 pontos).
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Entre os Construtores, a Mercedes segue na ponta e a prova do Azerbaijão acabou ajudando os prateados. Agora os atuais campeões tem 24 pontos de vantagem para a Ferrari (250 contra 226 pontos) e praticamente se isolam na liderança do campeonato. Red Bull segue firme na terceira colocação e o mesmo acontece com a Force India no quarto lugar. Williams e Toro Rosso duelam pelo quinto lugar enquanto Haas e Renault brigam pelo sétimo posto. A Sauber segue à frente da McLaren, a lanterna do campeonato com dois pontos conquistados até o momento.
A próxima etapa da Fórmula 1 será o GP da Áustria entre os dias 07 e 09 de julho.
Texto publicado no dia 06 de julho de 2017, às 19h00m.
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| Ricciardo fez uma bela corrida de recuperação para vencer pela primeira vez em 2017 |
O australiano da Red Bull não teve uma corrida fácil no Azerbaijão. Ricciardo foi obrigado a fazer uma parada para troca de pneus bem prematura por ter detritos em um dos dutos de refrigeração dos freios. O #3 despencou na classificação da corrida, mas recuperou as várias posições assim que o safety-car foi acionado pela primeira vez. Nas relargadas seguintes Ricciardo fez o que sabe fazer de melhor e subiu na classificação da corrida na base das ultrapassagens. O australiano virou um sério candidato a vitória após o problema com o protetor de cabeça de Hamilton e a punição de Vettel. Daí em diante, Ricciardo conduziu brilhantemente o carro para a vitória, a quinta na carreira e a primeira dele em 2017.
Valtteri Bottas também fez outra bela corrida de recuperação. Envolvido em um toque com Kimi Raikkonen na segunda curva da corrida, Bottas chegou a perder uma volta em relação aos líderes e usou muito bem as relargadas para escalar a primeira metade do grid. A segunda metade da corrida foi marcada por uma série de ultrapassagens do finlandês que ainda conquistou o segundo lugar com uma ultrapassagem sobre Lance Stroll nos metros finais da corrida.
Mais uma vez Lance Stroll fez uma bela corrida. O novato da Williams contou com o bom rendimento da Williams em retas e, como no Canadá, teve um desempenho muito sólido ao longo de toda a corrida. Assim como Felipe Massa, Stroll também aproveitou as relargadas para conquistar posições. Com os problemas de Hamilton e Vettel, Stroll chegou ao segundo lugar da corrida. Sem conseguir manter um ritmo que pudesse sustentar o segundo lugar, Stroll acabou permitindo, muito pela inexperiência, a ultrapassagem de Bottas nos metros finais de prova. Mesmo com a ultrapassagem, Stroll conquistou o primeiro pódio dele na categoria e já ajuda a Williams subir na classificação do Campeonato de Construtores.
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| Vettel foi obrigado a cumprir um Stop and Go por bater em Hamilton durante o Safety Car |
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| Hamilton teve um problema com o protetor de cabeça que o tirou da liderança da corrida |
Um destaque para lá de positivo foi Fernando Alonso. O espanhol da McLaren finalmente conquistou os primeiros pontos para o time inglês e ele próprio nessa temporada. Sempre dentro da zona de pontuação, Alonso chegou a andar no Top 5 da corrida e ainda salvou o nono lugar mesmo com a McLaren MCL23 cheia de problemas no trecho final de prova.
Pascal Wehrlein foi outra boa surpresa na corrida do Azerbaijão. O alemão da Sauber foi um dos pivôs da saída de Monisha Kaltenborn do comando da Sauber - ela entendia que Wehrlein e Marcus Ericsson deveriam ter direitos iguais dentro do time - e não fez feio na corrida deste domingo. O alemão tentou ultrapassar o companheiro de equipe, chegou a tomar uma fechada do sueco, mas conseguiu ultrapassar e fechar a corrida com um bom décimo lugar. Até o momento todos os pontos da Sauber foram marcados por Wehrlein mesmo não tendo participado das duas primeiras corridas da temporada.
Nico Hülkenberg era outro que entraria aqui por ser um destaque positivo da corrida. Entraria. O alemão da Renault estava aproveitando-se dos problemas dos carros à frente e alcançava um excelente quarto lugar até errar a tangencia de uma curva, acertar o muro e abandonar a corrida com a quebra da suspensão dianteira direita. A Renault, que já havia perdido Jolyon Palmer no início da corrida, ficou mais uma vez sem pontos.
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| Massa fez uma corrida, mas abandonou com problemas na suspensão da Williams #19 |
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| Os resgates de carros e limpeza da pista foram o maior problema ao longo de toda a corrida no Azerbaijão |
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| Resultado do GP do Azerbaijão de Fórmula 1 |
Logo abaixo, Ricciardo assumiu a quarta colocação do campeonato de pilotos e abriu vantagem para Kimi Raikkonen no quinto lugar. Max Verstappen, que abandonou quatro das oito corridas da temporada é o sexto apenas um ponto à frente de Sergio Pérez. Felipe Massa fecha o Top 10 com 20 pontos conquistados e seguido de perto por Nico Hülkenberg (18 pontos) e Lance Stroll (17 pontos).
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| Campeonato após o GP do Azerbaijão |
A próxima etapa da Fórmula 1 será o GP da Áustria entre os dias 07 e 09 de julho.
Texto publicado no dia 06 de julho de 2017, às 19h00m.
12 junho 2017
F1 2017 - GP do Canadá - Hamilton vence e encosta em Vettel no campeonato
Twitter / Formula 1 (@F1)
Lewis Hamilton vence após passeio em Montreal e conta com problemas de Sebastian Vettel no Canadá para voltar com tudo para a briga pelo título desta temporada da Fórmula 1. A vantagem de Vettel que era de 25 pontos caiu para 12.
Lewis Hamilton não teve problemas durante a corrida. O inglês não perdeu a ponta em nenhum momento da prova, nem quando fez a única parada para troca de pneus. Para completar o domínio do piloto da Mercedes, fez a pole - no sábado, igualando a marca de 65 poles de Ayrton Senna -, liderou todas as voltas e fez a melhor volta da corrida.
Valtteri Bottas foi outro que andou muito bem e sem problemas em Montreal. O piloto da Mercedes parou cedo e perdeu o segundo lugar - herdado pelo abandono de Max Verstappen - por algumas voltas. Logo que a sequência de paradas terminou, Bottas retomou o segundo lugar e não perdeu mais.
Daniel Ricciardo foi outro que andou bem durante toda a corrida. O australiano herdou o terceiro lugar, mas teve que lidar com as pressões de Sergio Pérez e Esteban Ocon durante toda a segunda metade da corrida. A pressão de Sebastian Vettel na dupla da Force India deu tranquilidade para Ricciardo abrir vantagem e garantir o último lugar no pódio da corrida.
Sebastian Vettel teve a asa dianteira quebrada logo na largada e teve que parar para trocar ainda na sexta volta da corrida. O alemão saiu do 18º lugar para o a zona de pontuação muito rápido. Mesmo com uma segunda parada no trecho final de corrida, Vettel alcançou e ultrapassou as duas Force Indias para terminar no quarto lugar. Grande corrida de Vettel que ainda mantém a liderança do campeonato.
A disputa entre as Force Indias foi levada até o final, sempre com Sergio Pérez à frente de Esteban Ocon. Acontece que a disputa de Montreal pode ser levada a diante e esquentar o clima dentro do time indiano, o melhor entre os times medianos da temporada quase sempre pontuando com os dois carros.
Twitter / Formula 1 (@F1)
Essa corrida também foi marcada pelos primeiros pontos de Lance Stroll na Fórmula 1. O canadense andou bem durante toda a corrida, fazendo ultrapassagens e sem cometer grandes erros ficou durante boa parte da corrida dentro da zona de pontuação e fechou em nono para conquistar os primeiros pontos correndo no GP de casa. Stroll é o primeiro canadense na Fórmula 1 desde Jacques Villeneuve.
Fernando Alonso foi outro que fez uma bela corrida em Montreal. O espanhol chegou a andar no quarto lugar, mas foi perdendo posições conforme os pneus foram acabando. Alonso era o décimo colocado quando abandonou a corrida com novos problemas no motor Honda restando duas voltas para o fim.
Felipe Massa não fez muito nessa corrida. O brasileiro foi tirado logo na terceira curva da prova após Carlos Sainz Jr. tocar em Grosjean, rodar e acertar Massa. A manobra estabanada de Sainz rendeu para o espanhol a perda de três posições no grid do GP do Azerbaijão e outros dois pontos na carteira, já são sete em um ano.
Twitter / Formula 1 (@F1)
Com a vantagem cortada pela metade, Vettel e Hamilton terão que enfrentar o confuso traçado de Baku na sequência do campeonato. Se a Mercedes mostra ter bom rendimento em pistas de alta velocidade, a longa reta principal do traçado de rua é uma vantagem, mas a Ferrari anda bem em pistas travadas como todo o restante do circuito do Azerbaijão.
O retorno a Europa é determinante para o rumo que o campeonato deve tomar até pelo menos as férias de agosto, que marcam o final da primeira metade da temporada.
Twitter / Formula 1 (@F1)
Como já citei ali em cima, a próxima etapa será o GP do Azerbaijão, em Baku, no dia 25 de junho.
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| Hamilton fez uma passeio no parque durante o GP do Canadá |
Lewis Hamilton não teve problemas durante a corrida. O inglês não perdeu a ponta em nenhum momento da prova, nem quando fez a única parada para troca de pneus. Para completar o domínio do piloto da Mercedes, fez a pole - no sábado, igualando a marca de 65 poles de Ayrton Senna -, liderou todas as voltas e fez a melhor volta da corrida.
Valtteri Bottas foi outro que andou muito bem e sem problemas em Montreal. O piloto da Mercedes parou cedo e perdeu o segundo lugar - herdado pelo abandono de Max Verstappen - por algumas voltas. Logo que a sequência de paradas terminou, Bottas retomou o segundo lugar e não perdeu mais.
Daniel Ricciardo foi outro que andou bem durante toda a corrida. O australiano herdou o terceiro lugar, mas teve que lidar com as pressões de Sergio Pérez e Esteban Ocon durante toda a segunda metade da corrida. A pressão de Sebastian Vettel na dupla da Force India deu tranquilidade para Ricciardo abrir vantagem e garantir o último lugar no pódio da corrida.
Sebastian Vettel teve a asa dianteira quebrada logo na largada e teve que parar para trocar ainda na sexta volta da corrida. O alemão saiu do 18º lugar para o a zona de pontuação muito rápido. Mesmo com uma segunda parada no trecho final de corrida, Vettel alcançou e ultrapassou as duas Force Indias para terminar no quarto lugar. Grande corrida de Vettel que ainda mantém a liderança do campeonato.
A disputa entre as Force Indias foi levada até o final, sempre com Sergio Pérez à frente de Esteban Ocon. Acontece que a disputa de Montreal pode ser levada a diante e esquentar o clima dentro do time indiano, o melhor entre os times medianos da temporada quase sempre pontuando com os dois carros.
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| Stroll conquistou os primeiros pontos dele na Fórmula 1 correndo em casa |
Fernando Alonso foi outro que fez uma bela corrida em Montreal. O espanhol chegou a andar no quarto lugar, mas foi perdendo posições conforme os pneus foram acabando. Alonso era o décimo colocado quando abandonou a corrida com novos problemas no motor Honda restando duas voltas para o fim.
Felipe Massa não fez muito nessa corrida. O brasileiro foi tirado logo na terceira curva da prova após Carlos Sainz Jr. tocar em Grosjean, rodar e acertar Massa. A manobra estabanada de Sainz rendeu para o espanhol a perda de três posições no grid do GP do Azerbaijão e outros dois pontos na carteira, já são sete em um ano.
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| Resultado do GP do Canadá de Fórmula 1 |
O retorno a Europa é determinante para o rumo que o campeonato deve tomar até pelo menos as férias de agosto, que marcam o final da primeira metade da temporada.
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| Campeonato após o GP do Canadá deste domingo |
17 abril 2017
F1 2017 - GP do Bahrein - Vettel conta com tática e erro de Hamilton para vencer pela segunda vez no ano
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Sebastian Vettel venceu o GP do Bahrein neste domingo, a segunda vitória em três corridas, ao contar com uma tática bem afiada e o erro de Lewis Hamilton durante o Safety Car que gerou uma punição determinante para o resultado final da corrida. A nova vitória confirmou tanto Vettel quanto a Ferrari na liderança dos campeonatos de pilotos e construtores, respectivamente.
O alemão Sebastian Vettel construiu a vitória desde a largada. Antes mesmo da curva 01 o piloto da Ferrari já estava à frente de Hamilton e fazendo uma forte pressão em Valtteri Bottas, o pole e líder da prova naquele momento. Sem conseguir ultrapassar Bottas na pista a dupla Vettel/Ferrari investiu na tática e o alemão parou mais cedo. Quando o safety car causado pelos acidentes de Max Verstappen e Lance Stroll/Carlos Sainz Jr entrou na pista e quem ainda não tinha parado fez o primeiro pit stop, Vettel estava à frente do pelotão e liderando.
Alías uma pausa para falar do acidente entre Stroll e Sainz. Esse foi o ponto determinante para o resultado final da corrida. Dessa vez Lance Stroll fazia uma corrida boa em relação ao que apresentou na Austrália e na China. Por outro lado, Carlos Sainz vivia um final de semana infernal. O espanhol teve problemas com extintor, falta de combustível e fazia uma corrida de recuperação.
Ao contrário do que aconteceu na China, quando Stroll fechou a trajetória de Sergio Pérez, desta vez a culpa não foi do novato da Williams. Acontece que ao sair dos pits, Sainz não considerou que Stroll não tinha mais visão dele e resolveu fazer a curva normalmente ao invés de frear mais cedo e contornar a curva atrás da Williams. No caso, a punição de três posições no grid do GP da Rússia e os dois pontos na carteira de Carlos Sainz Jr. foram mais do que justos.
O Safety Car causado pelo acidente da dupla Stroll/Sainz só ajudou Vettel. Para não ficar muito tempo parado nos pits atrás de Bottas, Hamilton segurou o ritmo dele e de Daniel Ricciardo. A direção de prova deu um Time Penalty de 5 segundos para o inglês. Tendo que correr ainda mais para descontar o tempo da punição, Hamilton imprimiu um ritmo muito forte para ficar em apenas uma parada. A Mercedes optou por um último stint com pneus macios e não supermacios, escolha que não ajudou o inglês a descontar o suficiente da diferença para Vettel. Mesmo sem a punição, Hamilton ainda teria 1s6 de atraso para o líder.
A outra Mercedes saiu da pole, mas terminou no terceiro lugar. A cara nada satisfeita de Valtteri Bottas no pódio refletia bem qual foi a situação do finlandês na corrida. De líder e concorrente a vitória, Bottas teve que abrir espaço para Hamilton e fazer o jogo de equipe. No final da prova, o finlandês terminou em um terceiro lugar bem desagradável.
A Red Bull passou por uma corrida de altos e baixos. Começando pela notícia ruim, Max Verstappen estava bem na corrida e um problema nos freios fez o holandês bater - relativamente devagar, já que os freios travaram - e abandonar com 12 voltas. Após o Safety Car, Daniel Ricciardo confirmou a boa classificação e melhorou de desempenho durante a corrida e confirmou o bom quinto lugar, o primeiro atrás das Ferraris e das Mercedes.
Felipe Massa foi outro que fez o que podia com o equipamento disponível. Primeiro, Massa largou bem mesmo estando no lado sujo da pista e saltou do oitavo para o sexto lugar. Depois do Safety Car o brasileiro chegou a andar em quarto, mas acabou cedendo posições para Kimi Raikkonen e Ricciardo. No final, Massa terminou na melhor posição que a Williams poderia conquistar, o sexto lugar.
Sobre as intervenções da direção de prova, o Safety Car foi a decisão certa, mas apenas uma bandeira amarela localizada quando Marcus Ericsson parou em uma posição perigosa nas voltas finais não foi nada bom. O carro da Sauber estava parado em uma zona de frenagem - local bem crítico - e o ideal seria acionar o Virtual Safety Car para não interferir tanto na caça de Hamilton e manter a segurança na pista.
Twitter / Formula 1 (@F1)
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O campeonato de Pilotos voltou a ter liderança apenas de Sebastian Vettel. O alemão da Ferrari tem sete pontos de vantagem para Hamilton fazendo a dupla sobrar na briga pelo caneco. No segundo plano, Bottas e Kimi Raikkonen fazem outro duelo Ferrari/Mercedes no campeonato. No duelo finlandês, o do carro prateado é o terceiro colocado com quatro pontos de vantagem para o do carro vermelho. Verstappen e Ricciardo formam um terceiro grupo, seguidos à distância por Felipe Massa, Sergio Pérez e Carlos Sainz. Romain Grosjean entrou no Top 10 com os pontos do GP do Bahrein.
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Entre os Construtores, a Ferrari voltou a liderar. A Escuderia tem três pontos de vantagem para os atuais campeões. Ferrari e Mercedes estão isoladas nessa briga, tanto que a Red Bull, terceira colocada, tem pouco menos da metade dos pontos da Mercedes e bem à frente da adversária mais próxima. A Force India, quarta colocada, tem 30 pontos a menos que os touros vermelhos. Os indianos brigam duramente com Williams e Toro Rosso. Haas e Renault ainda estão um passo atrás. Sauber e McLaren seguem sem pontuar.
A próxima etapa da Fórmula 1 será o GP da Rússia no dia 30 de abril.
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| Mais uma vez Vettel contou com uma tática melhor para bater Hamilton |
O alemão Sebastian Vettel construiu a vitória desde a largada. Antes mesmo da curva 01 o piloto da Ferrari já estava à frente de Hamilton e fazendo uma forte pressão em Valtteri Bottas, o pole e líder da prova naquele momento. Sem conseguir ultrapassar Bottas na pista a dupla Vettel/Ferrari investiu na tática e o alemão parou mais cedo. Quando o safety car causado pelos acidentes de Max Verstappen e Lance Stroll/Carlos Sainz Jr entrou na pista e quem ainda não tinha parado fez o primeiro pit stop, Vettel estava à frente do pelotão e liderando.
Alías uma pausa para falar do acidente entre Stroll e Sainz. Esse foi o ponto determinante para o resultado final da corrida. Dessa vez Lance Stroll fazia uma corrida boa em relação ao que apresentou na Austrália e na China. Por outro lado, Carlos Sainz vivia um final de semana infernal. O espanhol teve problemas com extintor, falta de combustível e fazia uma corrida de recuperação.
Ao contrário do que aconteceu na China, quando Stroll fechou a trajetória de Sergio Pérez, desta vez a culpa não foi do novato da Williams. Acontece que ao sair dos pits, Sainz não considerou que Stroll não tinha mais visão dele e resolveu fazer a curva normalmente ao invés de frear mais cedo e contornar a curva atrás da Williams. No caso, a punição de três posições no grid do GP da Rússia e os dois pontos na carteira de Carlos Sainz Jr. foram mais do que justos.
O Safety Car causado pelo acidente da dupla Stroll/Sainz só ajudou Vettel. Para não ficar muito tempo parado nos pits atrás de Bottas, Hamilton segurou o ritmo dele e de Daniel Ricciardo. A direção de prova deu um Time Penalty de 5 segundos para o inglês. Tendo que correr ainda mais para descontar o tempo da punição, Hamilton imprimiu um ritmo muito forte para ficar em apenas uma parada. A Mercedes optou por um último stint com pneus macios e não supermacios, escolha que não ajudou o inglês a descontar o suficiente da diferença para Vettel. Mesmo sem a punição, Hamilton ainda teria 1s6 de atraso para o líder.
A outra Mercedes saiu da pole, mas terminou no terceiro lugar. A cara nada satisfeita de Valtteri Bottas no pódio refletia bem qual foi a situação do finlandês na corrida. De líder e concorrente a vitória, Bottas teve que abrir espaço para Hamilton e fazer o jogo de equipe. No final da prova, o finlandês terminou em um terceiro lugar bem desagradável.
A Red Bull passou por uma corrida de altos e baixos. Começando pela notícia ruim, Max Verstappen estava bem na corrida e um problema nos freios fez o holandês bater - relativamente devagar, já que os freios travaram - e abandonar com 12 voltas. Após o Safety Car, Daniel Ricciardo confirmou a boa classificação e melhorou de desempenho durante a corrida e confirmou o bom quinto lugar, o primeiro atrás das Ferraris e das Mercedes.
Felipe Massa foi outro que fez o que podia com o equipamento disponível. Primeiro, Massa largou bem mesmo estando no lado sujo da pista e saltou do oitavo para o sexto lugar. Depois do Safety Car o brasileiro chegou a andar em quarto, mas acabou cedendo posições para Kimi Raikkonen e Ricciardo. No final, Massa terminou na melhor posição que a Williams poderia conquistar, o sexto lugar.
Sobre as intervenções da direção de prova, o Safety Car foi a decisão certa, mas apenas uma bandeira amarela localizada quando Marcus Ericsson parou em uma posição perigosa nas voltas finais não foi nada bom. O carro da Sauber estava parado em uma zona de frenagem - local bem crítico - e o ideal seria acionar o Virtual Safety Car para não interferir tanto na caça de Hamilton e manter a segurança na pista.
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| Resultado do GP do Bahrein |
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| Clique para ampliar |
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| Clique para ampliar |
A próxima etapa da Fórmula 1 será o GP da Rússia no dia 30 de abril.
23 março 2017
Um pouco dos 40 anos da Williams
Reprodução / YouTube / WilliamsF1Team
Em 2017 a Williams comemora 40 anos. O time de Grove tem feito vários materiais lembrando da data e até o nome do carro dessa temporada quebrou a sequência numérica pulando do FW38 para o FW40.
Hoje a equipe publicou um vídeo fazendo alusão aos vários momentos importantes da equipe na Fórmula 1. Prepare o lencinho de papel porque pode cair um cisco no seu olho:
Caso não consiga assistir o vídeo incorporado acima, você pode vê-lo clicando na imagem no início do post ou neste link aqui.
Em 2017 a Williams comemora 40 anos. O time de Grove tem feito vários materiais lembrando da data e até o nome do carro dessa temporada quebrou a sequência numérica pulando do FW38 para o FW40.
Hoje a equipe publicou um vídeo fazendo alusão aos vários momentos importantes da equipe na Fórmula 1. Prepare o lencinho de papel porque pode cair um cisco no seu olho:
Caso não consiga assistir o vídeo incorporado acima, você pode vê-lo clicando na imagem no início do post ou neste link aqui.
01 março 2017
F1 2017 - Barcelona I - Valtteri Bottas recoloca Mercedes no topo com pneus ultramacios
Twitter / Formula 1 (@F1)
Valtteri Bottas liderou o terceiro dia de testes coletivos e recolocou a Mercedes no topo da tabela mais uma vez. Sebastian Vettel terminou o dia em segundo pouco mais de 0s2 atrás do finlandês da Mercedes, mas com uma diferença em relação ao piloto da Mercedes. Enquanto Bottas conquistou a melhor marca com ultramacios, Vettel conquistou o melhor tempo com pneus macios.
No dia mais tranquilo desta semana de testes, apenas rodadas e paradas causaram bandeiras vermelhas nessa quarta-feira. A única equipe que ficou parada por um tempo foi a Toro Rosso pela manhã e a Williams, que trocou a escala dos pilotos, que deu mais uma oportunidade para o novato Lance Stroll. O jovem canadense rodou duas vezes - uma em cada turno - nesta quarta-feira, a última acabou com as atividades do time hoje.
A McLaren finalmente conseguiu andar, foram 72 voltas com Fernando Alonso. O mesmo aconteceu com a Renault que, seguindo o exemplo da Mercedes e da Toro Rosso, também promoveu o revezamento de seus pilotos hoje. Foi com pneus macios que a equipe chegou ao quarto e quinto lugares do dia.
A Red Bull conseguiu o terceiro lugar logo pela manhã com Daniel Ricciardo também calçando pneus macios, o tempo chegou a ser melhor que a melhor marca da Mercedes com esses compostos (1m21s765 de Lewis Hamilton, ainda no primeiro dia).
Sobre o desempenho das adversárias em relação aos atuais campeões, tanto a Ferrari quanto a Red Bull já conseguiram melhores resultados que os alemães. O desempenho que mais impressiona é o da Ferrari. O time italiano hoje conquistou com Vettel no comando do SF70H o tempo de 1m19s952 com compostos macios. A Mercedes só baixou da marca de 1m20s com compostos ultramacios também hoje com Valtteri Bottas ao marcar 1m19s705. Ontem mesmo, a Ferrari já havia feito algo semelhante quando Kimi Raikkonen conquistou a melhor marca do dia com pneus macios enquanto Hamilton chegou ao melhor tempo dele com pneus supermacios.
Aparentemente a Red Bull e, principalmente, a Ferrari podem ser rivais bem incômodas para a Mercedes, pelo menos é o que mostra essa primeira metade de pré-temporada.
Se a programação da Pirelli for seguida como o planejado, os melhores tempos dessa semana surgiram hoje. Amanhã devem acontecer testes com os compostos de pista molhada. O circuito catalão deve ser molhado artificialmente. A razão para algumas equipes terem promovido o revezamento hoje deve ser justamente esse teste com pista molhada amanhã.
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| Bottas conquistou o melhor tempo da semana com pneus ultramacios |
No dia mais tranquilo desta semana de testes, apenas rodadas e paradas causaram bandeiras vermelhas nessa quarta-feira. A única equipe que ficou parada por um tempo foi a Toro Rosso pela manhã e a Williams, que trocou a escala dos pilotos, que deu mais uma oportunidade para o novato Lance Stroll. O jovem canadense rodou duas vezes - uma em cada turno - nesta quarta-feira, a última acabou com as atividades do time hoje.
A McLaren finalmente conseguiu andar, foram 72 voltas com Fernando Alonso. O mesmo aconteceu com a Renault que, seguindo o exemplo da Mercedes e da Toro Rosso, também promoveu o revezamento de seus pilotos hoje. Foi com pneus macios que a equipe chegou ao quarto e quinto lugares do dia.
A Red Bull conseguiu o terceiro lugar logo pela manhã com Daniel Ricciardo também calçando pneus macios, o tempo chegou a ser melhor que a melhor marca da Mercedes com esses compostos (1m21s765 de Lewis Hamilton, ainda no primeiro dia).
Sobre o desempenho das adversárias em relação aos atuais campeões, tanto a Ferrari quanto a Red Bull já conseguiram melhores resultados que os alemães. O desempenho que mais impressiona é o da Ferrari. O time italiano hoje conquistou com Vettel no comando do SF70H o tempo de 1m19s952 com compostos macios. A Mercedes só baixou da marca de 1m20s com compostos ultramacios também hoje com Valtteri Bottas ao marcar 1m19s705. Ontem mesmo, a Ferrari já havia feito algo semelhante quando Kimi Raikkonen conquistou a melhor marca do dia com pneus macios enquanto Hamilton chegou ao melhor tempo dele com pneus supermacios.
Aparentemente a Red Bull e, principalmente, a Ferrari podem ser rivais bem incômodas para a Mercedes, pelo menos é o que mostra essa primeira metade de pré-temporada.
Se a programação da Pirelli for seguida como o planejado, os melhores tempos dessa semana surgiram hoje. Amanhã devem acontecer testes com os compostos de pista molhada. O circuito catalão deve ser molhado artificialmente. A razão para algumas equipes terem promovido o revezamento hoje deve ser justamente esse teste com pista molhada amanhã.
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28 fevereiro 2017
F1 2017 - Barcelona I - Kimi Raikkonen desbanca Mercedes e lidera segundo dia de testes
Twitter / Formula 1 (@F1)
Kimi Raikkonen, calçando pneus macios, desbancou Lewis Hamilton durante o segundo dia de testes coletivos da Fórmula 1 em Barcelona. O dia mais uma vez ficou marcado pela regularidade de Mercedes e Ferrari. Nesse grupo dos que mais andaram podemos colocar também o finlandês Kevin Magnussen com a Haas.
Hoje foi a vez da Ferrari dar as cartas no Circuito da Catalunha, em Barcelona, na Espanha. Com Kimi Raikkonen no comando do SF70H, o time conseguiu a melhor marca da semana com pneus macios contra os supermacios usados por Lewis Hamilton no período da manhã. Mais uma vez o time vermelho esteve entre os que mais andaram: foram 108 voltas. Menos que ontem, mas acima da casa das 100 voltas. Essa quantidade de voltas é importante para conseguir uma grande quantidade de dados.
A Mercedes também andou bastante neste segundo dia de testes. Foram 167 voltas no total - 66 de Hamilton e outras 101 de Valtteri Bottas - lembrando que nesses primeiros trabalhos é sempre muito importante acumular quilometragem e depois baixar tempo. Essa situação fica bem clara com Bottas. Por sinal, o finlandês escapou de uma "panca" no período da manhã. As contas da Fórmula 1 nas redes sociais mostraram um momento em que o #77 escapa de traseira em uma das curvas do traçado catalão e chega a tocar com as rodas no muro.
A Haas foi a segunda equipe com mais voltas ao longo do dia. O time americano teve Kevin Magnussen pelo segundo dia consecutivo no comando do VF17. O dinamarquês deu 116 voltas - quase dois GPs da Espanha - e fechou o dia com a quarta melhor marca do dia usando pneus supermacios. O time é outro que não enfrentou problemas até o momento.
No outro lado da tabela está a Williams. Lance Stroll guiou pela primeira vez o FW40 e acabou dando apenas 12 voltas. O jovem canadense rodou e danificou a única asa dianteira que a equipe levou para Barcelona. Resultado: último lugar do dia e o carro estacionado durante boa parte da manhã e toda a tarde desta terça-feira. Cronograma comprometido.
A McLaren viveu outro dia de problemas. O time de Woking teve que trocar mais uma vez o motor Honda por problemas de perda de potência e mais uma vez ficou com o cronograma comprometido. Foram 29 voltas pela manhã e o dia fechou com Stoffel Vandoorne dando apenas 40 voltas.
A Renault não andou pela manhã porque estava esperando a chegada de novas peças da fábrica. Jolyon Palmer deu 53 voltas no período da tarde e, seguindo o exemplo de Nico Hülkenberg, ficou na parte de baixo da tabela de classificação.
A Sauber também não andou pela manhã por problemas no motor Ferrari. Com Antonio Giovinazzi substituindo Pascal Wehrlein o time conseguiu chegar a marca das 66 voltas, mas com uma desvantagem de quase quatro segundos para os líderes.
Confira o resultado do segundo dia de testes:
1) Kimi Raikkonen (FIN) [Ferrari] 1m20s960 [Macios] 108 voltas;
2) Lewis Hamilton (ING) [Mercedes] 1m20s983 [Supermacios] 66 voltas;
3) Max Verstappen (HOL) [Red Bull - Renault] 1m22s200 [Macios] 89 voltas;
4) Kevin Magnussen (DIN) [Haas - Ferrari] 1m22s204 [Supermacios] 116 voltas;
5) Esteban Ocon (FRA) [Force India - Mercedes] 1m22s509 [Supermacios] 86 voltas;
6) Daniil Kvyat (RUS) [Toro Rosso - Renault] 1m22s956 [Macios] 68 voltas;
7) Valtteri Bottas (FIN) [Mercedes] 1m22s986 [Macios] 101 voltas;
8) Jolyon Palmer (ING) [Renault] 1m24s139 [Macios] 53 voltas;
9) Antonio Giovinazzi (ITA) [Sauber - Ferrari] 1m24s617 [Macios] 66 voltas;
10) Stoffel Vandoorne (BEL) [McLaren - Honda] 1m25s600 [Macios] 40 voltas;
11) Lance Stroll (CAN) [Williams - Mercedes] 1m26s040 [Médios] 12 voltas;
Confira o resultado acumulado da semana de testes:
1) Kimi Raikkonen (FIN) [Ferrari] 1m20s960 [Macios] 108 voltas;
2) Lewis Hamilton (ING) [Mercedes] 1m20s983 [Supermacios] 139 voltas;
3) Sebastian Vettel (ALE) [Ferrari] 1m21s878 [Médios] 126 voltas;
4) Felipe Massa (BRA) [Williams - Mercedes] 1m22s076 [Macios] 103 voltas;
5) Max Verstappen (HOL) [Red Bull - Renault] 1m22s200 [Macios] 89 voltas;
6) Kevin Magnussen (DIN) [Haas - Ferrari] 1m22s204 [Supermacios] 167 voltas;
7) Esteban Ocon (FRA) [Force India - Mercedes] 1m22s509 [Supermacios] 86 voltas;
8) Daniel Ricciardo (AUS) [Red Bull - Renault] 1m22s926 [Macios] 50 voltas;
9) Daniil Kvyat (RUS) [Toro Rosso - Renault] 1m22s956 [Macios] 68 voltas;
10) Valtteri Bottas (FIN) [Mercedes] 1m22s986 [Macios] 180 voltas;
11) Sergio Pérez (MEX) [Force India - Mercedes] 1m23s709 [Macios] 39 voltas;
12) Jolyon Palmer (ING) [Renault] 1m24s139 [Macios] 53 voltas;
13) Carlos Sainz Jr. (ESP) [Toro Rosso - Renault] 1m24s494 [Médios] 51 voltas;
14) Antonio Giovinazzi (ITA) [Sauber - Ferrari] 1m24s617 [Macios] 66 voltas;
15) Nico Hülkenberg (ALE) [Renault] 1m24s784 [Médios] 57 voltas;
16) Fernando Alonso (ESP) [McLaren - Honda] 1m24s852 [Macios] 29 voltas;
17) Stoffel Vandoorne (BEL) [McLaren - Honda] 1m25s600 [Macios] 40 voltas;
18) Lance Stroll (CAN) [Williams - Mercedes] 1m26s040 [Médios] 12 voltas;
19) Marcus Ericsson (SUE) [Sauber - Ferrari] 1m26s841 [Médios] 72 voltas.
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| Foi com pneus macios que Kimi Raikkonen marcou o melhor tempo do dia |
Hoje foi a vez da Ferrari dar as cartas no Circuito da Catalunha, em Barcelona, na Espanha. Com Kimi Raikkonen no comando do SF70H, o time conseguiu a melhor marca da semana com pneus macios contra os supermacios usados por Lewis Hamilton no período da manhã. Mais uma vez o time vermelho esteve entre os que mais andaram: foram 108 voltas. Menos que ontem, mas acima da casa das 100 voltas. Essa quantidade de voltas é importante para conseguir uma grande quantidade de dados.
A Mercedes também andou bastante neste segundo dia de testes. Foram 167 voltas no total - 66 de Hamilton e outras 101 de Valtteri Bottas - lembrando que nesses primeiros trabalhos é sempre muito importante acumular quilometragem e depois baixar tempo. Essa situação fica bem clara com Bottas. Por sinal, o finlandês escapou de uma "panca" no período da manhã. As contas da Fórmula 1 nas redes sociais mostraram um momento em que o #77 escapa de traseira em uma das curvas do traçado catalão e chega a tocar com as rodas no muro.
A Haas foi a segunda equipe com mais voltas ao longo do dia. O time americano teve Kevin Magnussen pelo segundo dia consecutivo no comando do VF17. O dinamarquês deu 116 voltas - quase dois GPs da Espanha - e fechou o dia com a quarta melhor marca do dia usando pneus supermacios. O time é outro que não enfrentou problemas até o momento.
No outro lado da tabela está a Williams. Lance Stroll guiou pela primeira vez o FW40 e acabou dando apenas 12 voltas. O jovem canadense rodou e danificou a única asa dianteira que a equipe levou para Barcelona. Resultado: último lugar do dia e o carro estacionado durante boa parte da manhã e toda a tarde desta terça-feira. Cronograma comprometido.
A McLaren viveu outro dia de problemas. O time de Woking teve que trocar mais uma vez o motor Honda por problemas de perda de potência e mais uma vez ficou com o cronograma comprometido. Foram 29 voltas pela manhã e o dia fechou com Stoffel Vandoorne dando apenas 40 voltas.
A Renault não andou pela manhã porque estava esperando a chegada de novas peças da fábrica. Jolyon Palmer deu 53 voltas no período da tarde e, seguindo o exemplo de Nico Hülkenberg, ficou na parte de baixo da tabela de classificação.
A Sauber também não andou pela manhã por problemas no motor Ferrari. Com Antonio Giovinazzi substituindo Pascal Wehrlein o time conseguiu chegar a marca das 66 voltas, mas com uma desvantagem de quase quatro segundos para os líderes.
Confira o resultado do segundo dia de testes:
1) Kimi Raikkonen (FIN) [Ferrari] 1m20s960 [Macios] 108 voltas;
2) Lewis Hamilton (ING) [Mercedes] 1m20s983 [Supermacios] 66 voltas;
3) Max Verstappen (HOL) [Red Bull - Renault] 1m22s200 [Macios] 89 voltas;
4) Kevin Magnussen (DIN) [Haas - Ferrari] 1m22s204 [Supermacios] 116 voltas;
5) Esteban Ocon (FRA) [Force India - Mercedes] 1m22s509 [Supermacios] 86 voltas;
6) Daniil Kvyat (RUS) [Toro Rosso - Renault] 1m22s956 [Macios] 68 voltas;
7) Valtteri Bottas (FIN) [Mercedes] 1m22s986 [Macios] 101 voltas;
8) Jolyon Palmer (ING) [Renault] 1m24s139 [Macios] 53 voltas;
9) Antonio Giovinazzi (ITA) [Sauber - Ferrari] 1m24s617 [Macios] 66 voltas;
10) Stoffel Vandoorne (BEL) [McLaren - Honda] 1m25s600 [Macios] 40 voltas;
11) Lance Stroll (CAN) [Williams - Mercedes] 1m26s040 [Médios] 12 voltas;
Confira o resultado acumulado da semana de testes:
1) Kimi Raikkonen (FIN) [Ferrari] 1m20s960 [Macios] 108 voltas;
2) Lewis Hamilton (ING) [Mercedes] 1m20s983 [Supermacios] 139 voltas;
3) Sebastian Vettel (ALE) [Ferrari] 1m21s878 [Médios] 126 voltas;
4) Felipe Massa (BRA) [Williams - Mercedes] 1m22s076 [Macios] 103 voltas;
5) Max Verstappen (HOL) [Red Bull - Renault] 1m22s200 [Macios] 89 voltas;
6) Kevin Magnussen (DIN) [Haas - Ferrari] 1m22s204 [Supermacios] 167 voltas;
7) Esteban Ocon (FRA) [Force India - Mercedes] 1m22s509 [Supermacios] 86 voltas;
8) Daniel Ricciardo (AUS) [Red Bull - Renault] 1m22s926 [Macios] 50 voltas;
9) Daniil Kvyat (RUS) [Toro Rosso - Renault] 1m22s956 [Macios] 68 voltas;
10) Valtteri Bottas (FIN) [Mercedes] 1m22s986 [Macios] 180 voltas;
11) Sergio Pérez (MEX) [Force India - Mercedes] 1m23s709 [Macios] 39 voltas;
12) Jolyon Palmer (ING) [Renault] 1m24s139 [Macios] 53 voltas;
13) Carlos Sainz Jr. (ESP) [Toro Rosso - Renault] 1m24s494 [Médios] 51 voltas;
14) Antonio Giovinazzi (ITA) [Sauber - Ferrari] 1m24s617 [Macios] 66 voltas;
15) Nico Hülkenberg (ALE) [Renault] 1m24s784 [Médios] 57 voltas;
16) Fernando Alonso (ESP) [McLaren - Honda] 1m24s852 [Macios] 29 voltas;
17) Stoffel Vandoorne (BEL) [McLaren - Honda] 1m25s600 [Macios] 40 voltas;
18) Lance Stroll (CAN) [Williams - Mercedes] 1m26s040 [Médios] 12 voltas;
19) Marcus Ericsson (SUE) [Sauber - Ferrari] 1m26s841 [Médios] 72 voltas.
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17 fevereiro 2017
Williams FW40
Facebook / Williams Martini Racing
Foi sem aviso prévio que a Williams apresentou no início da manhã desta sexta-feira o novo FW40, carro da equipe para a temporada 2017 da Fórmula 1 e que será guiado pelo brasileiro Felipe Massa e o canadense Lance Stroll.
Ainda com imagens de computação gráfica e através da revista inglesa Autosport, a equipe de Grove já deu uma clara ideia de qual será a tendência dessa temporada em que as regras da principal categoria do automobilismo mundial fazem com que os carros voltem a ter maior carga aerodinâmica, os tornando muito mais rápidos - a expectativa é que cheguem a ser até cinco segundos mais rápidos - que os das últimas três temporadas.
Facebook / Williams Martini Racing
Como era esperado e pede o novo regulamento, a asa traseira é mais larga e mais baixa, o nariz é um pouco mais comprido e alguns apêndices aerodinâmicos já podem ser vistos, mesmo nessas imagens que a Williams divulgou.
Destaque para o retorno da “barbatana”, tendência indica já pelas poucas fotos que vazaram do que seria o carro da Manor para 2017. A extensão na tampa do motor não chega até a asa traseira como nas que a categoria tinha até mais ou menos 2008, mas já alonga consideravelmente a carenagem na parte traseira do carro.
No nariz do carro, a Williams manteve a espécie de língua e, próximo da suspensão dianteira, o carro inglês parece ter uma espécie de saída de ar, provavelmente de algum duto que venha do bico do carro ou da parte de baixo.
Claro que o FW40 – nome que faz alusão aos 40 anos da equipe na Fórmula 1 – tem outras pequenas modificações, mas traz demais dos carros que a equipe fez para as temporadas passadas da categoria rainha do automobilismo mundial.
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| A Williams quebrou o silêncio para apresentar o novo FW40 |
Ainda com imagens de computação gráfica e através da revista inglesa Autosport, a equipe de Grove já deu uma clara ideia de qual será a tendência dessa temporada em que as regras da principal categoria do automobilismo mundial fazem com que os carros voltem a ter maior carga aerodinâmica, os tornando muito mais rápidos - a expectativa é que cheguem a ser até cinco segundos mais rápidos - que os das últimas três temporadas.
Facebook / Williams Martini Racing
Como era esperado e pede o novo regulamento, a asa traseira é mais larga e mais baixa, o nariz é um pouco mais comprido e alguns apêndices aerodinâmicos já podem ser vistos, mesmo nessas imagens que a Williams divulgou.
Destaque para o retorno da “barbatana”, tendência indica já pelas poucas fotos que vazaram do que seria o carro da Manor para 2017. A extensão na tampa do motor não chega até a asa traseira como nas que a categoria tinha até mais ou menos 2008, mas já alonga consideravelmente a carenagem na parte traseira do carro.
No nariz do carro, a Williams manteve a espécie de língua e, próximo da suspensão dianteira, o carro inglês parece ter uma espécie de saída de ar, provavelmente de algum duto que venha do bico do carro ou da parte de baixo.
Claro que o FW40 – nome que faz alusão aos 40 anos da equipe na Fórmula 1 – tem outras pequenas modificações, mas traz demais dos carros que a equipe fez para as temporadas passadas da categoria rainha do automobilismo mundial.
16 novembro 2016
F1 2017 - Dança das Cadeiras (3)
A terceira parte dos posts sobre a Dança das Cadeiras da Fórmula 1 para 2017 está aqui. Hoje é a vez de encerrar com a Williams, Haas, Marussia e a Sauber. Se você perdeu a primeira parte e a segunda parte, clique aqui (Parte 01) e aqui (Parte 02) antes, leia e volte para essa terceira postagem. Agora, se você já passou pelos posts anteriores, fique por aqui.
WILLIAMS
Se teve uma equipe que quase ficou sem pilotos foi a Williams. Felipe Massa e Valtteri Bottas foram procurados pela Renault e outras equipes, mas o cenário foi se fechando e a Williams tratou de garantir Bottas, uma vez que Massa resolveu aposentar-se da Fórmula 1. Lance Stroll vem direto da Fórmula 3 Europeia com um título e um caminhão (talvez uma betoneira lotadinha) de dinheiro.
HAAS
O time americano chegou sem fazer feio na Fórmula 1. Romain Grosjean não fez feio e uma renovação era mais do que esperada. A dúvida ficava para o segundo assento. Esteban Gutiérrez não fez nada demais e não precisava de muito para sacar o mexicano da Haas. Foi Kevin Magnussen resmungar por um contrato maior na Renault e os franceses negarem que a Haas pinçou o dinamarquês de lá. O contrato com o K-Mag é para 2017, mas deve ser estendido.
MARUSSIA
A Marussia ainda não definiu nenhum assento e muito se especula sobre o time. Um nome provável já é o do alemão Pascal Wehrlein. O vínculo do alemão com a Mercedes pode garantir mais uma vez aquele descontinho maroto no preço do motor e é claro que a Manor está de olho nisso. O outro nome deve trazer dinheiro e o favorito nessa leva é o inglês Jordan King, atual reserva do time.
SAUBER
Depois do GP do Brasil a Sauber deve renovar com Marcus Ericsson e Felipe Nasr. Ericsson já tem o contrato encaminhado e Nasr resgatou U$13 milhões que estavam indo para a conta da Manor com os dois pontos conquistados em Interlagos nesse domingo. Se o décimo lugar no campeonato de Construtores for confirmado em Abu Dhabi, é aí que o brasileiro deve ter tudo acertado para mais um ano no time suíço.
[Atualizado dia 21/11/2016 às 21h47] No última final de semana, o cenário da Sauber começou a ganhar uma definição. No domingo, a equipe e Marcus Ericsson confirmaram a permanência do sueco por mais uma temporada no time de Hinwil. Por outro lado, o jornal Folha de São Paulo publicou que o Banco do Brasil não renovou o contrato com a Sauber para 2017. Situação que complica a sequência de Felipe Nasr na categoria.
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