O GP de Singapura de Fórmula 1 abre a segunda fase asiática do calendário e pode ser palco do primeiro título da temporada: o de Construtores. A Red Bull tem tudo para sair do reformulado traçado de rua de Marina Bay com o segundo título consecutivo de construtores e o sexto da história da equipe. Tem isso e mais na prévia do Liguem seus Motores sobre a corrida do final de semana.
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13 setembro 2023
Prévia do GP de Singapura de F1 2023 | #062
22 outubro 2018
Programa #034 - Pós GP dos Estados Unidos de F1 2018
Kimi Raikkonen venceu o GP dos Estados Unidos de Fórmula 1 e ajudou a evitar que Lewis Hamilton conquistasse o pentacampeonato por antecipação. Sebastian Vettel não passou de um quarto lugar depois de um novo erro em disputa de posição.
23 agosto 2017
Como a Haas deve disputar a F1 em 2018?
A Haas vai para a terceira temporada seguindo o exemplo da divisão da Nascar e administrando muito bem o que tem e fechando acordos cedo. A dupla de pilotos foi definida antes mesmo das férias e um novo contrato de fornecimento de motores com a Ferrari está próximo de ser fechado.
MOTOR
A Haas segue surpreendendo o mundo do automobilismo ao saber jogar o jogo da Fórmula 1. Caminhando para a terceira temporada consecutiva na maior categoria do automobilismo mundial, o time americano está muito próximo de fechar um novo acordo de fornecimento de unidades de força com a Ferrari para os próximos anos.
O bom relacionamento construído ao longo dos últimos anos, do início do projeto até a execução, facilitam demais para Gene Haas fechar o segundo contrato de motores com a montadora italiana. Neste quesito só faltam as duas partes assinarem.
PILOTOS
Para a dupla de pilotos não tem rodeio com o time americano. Romain Grosjean e Kevin Magnussen estão fazendo um bom trabalho na segunda temporada da Haas e já estão com a renovação de contrato assinada para 2018. Na verdade, a Haas foi uma das equipes com a menor especulação em torno das vagas para a próxima temporada. Já estava muito claro que o rendimento da dupla os credenciava para uma renovação que foi logo feita.
Lembre-se que boa parte do que foi falado nesta postagem ainda não passa de mera especulação neste momento.
28 fevereiro 2017
F1 2017 - Barcelona I - Kimi Raikkonen desbanca Mercedes e lidera segundo dia de testes
Twitter / Formula 1 (@F1)
Kimi Raikkonen, calçando pneus macios, desbancou Lewis Hamilton durante o segundo dia de testes coletivos da Fórmula 1 em Barcelona. O dia mais uma vez ficou marcado pela regularidade de Mercedes e Ferrari. Nesse grupo dos que mais andaram podemos colocar também o finlandês Kevin Magnussen com a Haas.
Hoje foi a vez da Ferrari dar as cartas no Circuito da Catalunha, em Barcelona, na Espanha. Com Kimi Raikkonen no comando do SF70H, o time conseguiu a melhor marca da semana com pneus macios contra os supermacios usados por Lewis Hamilton no período da manhã. Mais uma vez o time vermelho esteve entre os que mais andaram: foram 108 voltas. Menos que ontem, mas acima da casa das 100 voltas. Essa quantidade de voltas é importante para conseguir uma grande quantidade de dados.
A Mercedes também andou bastante neste segundo dia de testes. Foram 167 voltas no total - 66 de Hamilton e outras 101 de Valtteri Bottas - lembrando que nesses primeiros trabalhos é sempre muito importante acumular quilometragem e depois baixar tempo. Essa situação fica bem clara com Bottas. Por sinal, o finlandês escapou de uma "panca" no período da manhã. As contas da Fórmula 1 nas redes sociais mostraram um momento em que o #77 escapa de traseira em uma das curvas do traçado catalão e chega a tocar com as rodas no muro.
A Haas foi a segunda equipe com mais voltas ao longo do dia. O time americano teve Kevin Magnussen pelo segundo dia consecutivo no comando do VF17. O dinamarquês deu 116 voltas - quase dois GPs da Espanha - e fechou o dia com a quarta melhor marca do dia usando pneus supermacios. O time é outro que não enfrentou problemas até o momento.
No outro lado da tabela está a Williams. Lance Stroll guiou pela primeira vez o FW40 e acabou dando apenas 12 voltas. O jovem canadense rodou e danificou a única asa dianteira que a equipe levou para Barcelona. Resultado: último lugar do dia e o carro estacionado durante boa parte da manhã e toda a tarde desta terça-feira. Cronograma comprometido.
A McLaren viveu outro dia de problemas. O time de Woking teve que trocar mais uma vez o motor Honda por problemas de perda de potência e mais uma vez ficou com o cronograma comprometido. Foram 29 voltas pela manhã e o dia fechou com Stoffel Vandoorne dando apenas 40 voltas.
A Renault não andou pela manhã porque estava esperando a chegada de novas peças da fábrica. Jolyon Palmer deu 53 voltas no período da tarde e, seguindo o exemplo de Nico Hülkenberg, ficou na parte de baixo da tabela de classificação.
A Sauber também não andou pela manhã por problemas no motor Ferrari. Com Antonio Giovinazzi substituindo Pascal Wehrlein o time conseguiu chegar a marca das 66 voltas, mas com uma desvantagem de quase quatro segundos para os líderes.
Confira o resultado do segundo dia de testes:
1) Kimi Raikkonen (FIN) [Ferrari] 1m20s960 [Macios] 108 voltas;
2) Lewis Hamilton (ING) [Mercedes] 1m20s983 [Supermacios] 66 voltas;
3) Max Verstappen (HOL) [Red Bull - Renault] 1m22s200 [Macios] 89 voltas;
4) Kevin Magnussen (DIN) [Haas - Ferrari] 1m22s204 [Supermacios] 116 voltas;
5) Esteban Ocon (FRA) [Force India - Mercedes] 1m22s509 [Supermacios] 86 voltas;
6) Daniil Kvyat (RUS) [Toro Rosso - Renault] 1m22s956 [Macios] 68 voltas;
7) Valtteri Bottas (FIN) [Mercedes] 1m22s986 [Macios] 101 voltas;
8) Jolyon Palmer (ING) [Renault] 1m24s139 [Macios] 53 voltas;
9) Antonio Giovinazzi (ITA) [Sauber - Ferrari] 1m24s617 [Macios] 66 voltas;
10) Stoffel Vandoorne (BEL) [McLaren - Honda] 1m25s600 [Macios] 40 voltas;
11) Lance Stroll (CAN) [Williams - Mercedes] 1m26s040 [Médios] 12 voltas;
Confira o resultado acumulado da semana de testes:
1) Kimi Raikkonen (FIN) [Ferrari] 1m20s960 [Macios] 108 voltas;
2) Lewis Hamilton (ING) [Mercedes] 1m20s983 [Supermacios] 139 voltas;
3) Sebastian Vettel (ALE) [Ferrari] 1m21s878 [Médios] 126 voltas;
4) Felipe Massa (BRA) [Williams - Mercedes] 1m22s076 [Macios] 103 voltas;
5) Max Verstappen (HOL) [Red Bull - Renault] 1m22s200 [Macios] 89 voltas;
6) Kevin Magnussen (DIN) [Haas - Ferrari] 1m22s204 [Supermacios] 167 voltas;
7) Esteban Ocon (FRA) [Force India - Mercedes] 1m22s509 [Supermacios] 86 voltas;
8) Daniel Ricciardo (AUS) [Red Bull - Renault] 1m22s926 [Macios] 50 voltas;
9) Daniil Kvyat (RUS) [Toro Rosso - Renault] 1m22s956 [Macios] 68 voltas;
10) Valtteri Bottas (FIN) [Mercedes] 1m22s986 [Macios] 180 voltas;
11) Sergio Pérez (MEX) [Force India - Mercedes] 1m23s709 [Macios] 39 voltas;
12) Jolyon Palmer (ING) [Renault] 1m24s139 [Macios] 53 voltas;
13) Carlos Sainz Jr. (ESP) [Toro Rosso - Renault] 1m24s494 [Médios] 51 voltas;
14) Antonio Giovinazzi (ITA) [Sauber - Ferrari] 1m24s617 [Macios] 66 voltas;
15) Nico Hülkenberg (ALE) [Renault] 1m24s784 [Médios] 57 voltas;
16) Fernando Alonso (ESP) [McLaren - Honda] 1m24s852 [Macios] 29 voltas;
17) Stoffel Vandoorne (BEL) [McLaren - Honda] 1m25s600 [Macios] 40 voltas;
18) Lance Stroll (CAN) [Williams - Mercedes] 1m26s040 [Médios] 12 voltas;
19) Marcus Ericsson (SUE) [Sauber - Ferrari] 1m26s841 [Médios] 72 voltas.
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| Foi com pneus macios que Kimi Raikkonen marcou o melhor tempo do dia |
Hoje foi a vez da Ferrari dar as cartas no Circuito da Catalunha, em Barcelona, na Espanha. Com Kimi Raikkonen no comando do SF70H, o time conseguiu a melhor marca da semana com pneus macios contra os supermacios usados por Lewis Hamilton no período da manhã. Mais uma vez o time vermelho esteve entre os que mais andaram: foram 108 voltas. Menos que ontem, mas acima da casa das 100 voltas. Essa quantidade de voltas é importante para conseguir uma grande quantidade de dados.
A Mercedes também andou bastante neste segundo dia de testes. Foram 167 voltas no total - 66 de Hamilton e outras 101 de Valtteri Bottas - lembrando que nesses primeiros trabalhos é sempre muito importante acumular quilometragem e depois baixar tempo. Essa situação fica bem clara com Bottas. Por sinal, o finlandês escapou de uma "panca" no período da manhã. As contas da Fórmula 1 nas redes sociais mostraram um momento em que o #77 escapa de traseira em uma das curvas do traçado catalão e chega a tocar com as rodas no muro.
A Haas foi a segunda equipe com mais voltas ao longo do dia. O time americano teve Kevin Magnussen pelo segundo dia consecutivo no comando do VF17. O dinamarquês deu 116 voltas - quase dois GPs da Espanha - e fechou o dia com a quarta melhor marca do dia usando pneus supermacios. O time é outro que não enfrentou problemas até o momento.
No outro lado da tabela está a Williams. Lance Stroll guiou pela primeira vez o FW40 e acabou dando apenas 12 voltas. O jovem canadense rodou e danificou a única asa dianteira que a equipe levou para Barcelona. Resultado: último lugar do dia e o carro estacionado durante boa parte da manhã e toda a tarde desta terça-feira. Cronograma comprometido.
A McLaren viveu outro dia de problemas. O time de Woking teve que trocar mais uma vez o motor Honda por problemas de perda de potência e mais uma vez ficou com o cronograma comprometido. Foram 29 voltas pela manhã e o dia fechou com Stoffel Vandoorne dando apenas 40 voltas.
A Renault não andou pela manhã porque estava esperando a chegada de novas peças da fábrica. Jolyon Palmer deu 53 voltas no período da tarde e, seguindo o exemplo de Nico Hülkenberg, ficou na parte de baixo da tabela de classificação.
A Sauber também não andou pela manhã por problemas no motor Ferrari. Com Antonio Giovinazzi substituindo Pascal Wehrlein o time conseguiu chegar a marca das 66 voltas, mas com uma desvantagem de quase quatro segundos para os líderes.
Confira o resultado do segundo dia de testes:
1) Kimi Raikkonen (FIN) [Ferrari] 1m20s960 [Macios] 108 voltas;
2) Lewis Hamilton (ING) [Mercedes] 1m20s983 [Supermacios] 66 voltas;
3) Max Verstappen (HOL) [Red Bull - Renault] 1m22s200 [Macios] 89 voltas;
4) Kevin Magnussen (DIN) [Haas - Ferrari] 1m22s204 [Supermacios] 116 voltas;
5) Esteban Ocon (FRA) [Force India - Mercedes] 1m22s509 [Supermacios] 86 voltas;
6) Daniil Kvyat (RUS) [Toro Rosso - Renault] 1m22s956 [Macios] 68 voltas;
7) Valtteri Bottas (FIN) [Mercedes] 1m22s986 [Macios] 101 voltas;
8) Jolyon Palmer (ING) [Renault] 1m24s139 [Macios] 53 voltas;
9) Antonio Giovinazzi (ITA) [Sauber - Ferrari] 1m24s617 [Macios] 66 voltas;
10) Stoffel Vandoorne (BEL) [McLaren - Honda] 1m25s600 [Macios] 40 voltas;
11) Lance Stroll (CAN) [Williams - Mercedes] 1m26s040 [Médios] 12 voltas;
Confira o resultado acumulado da semana de testes:
1) Kimi Raikkonen (FIN) [Ferrari] 1m20s960 [Macios] 108 voltas;
2) Lewis Hamilton (ING) [Mercedes] 1m20s983 [Supermacios] 139 voltas;
3) Sebastian Vettel (ALE) [Ferrari] 1m21s878 [Médios] 126 voltas;
4) Felipe Massa (BRA) [Williams - Mercedes] 1m22s076 [Macios] 103 voltas;
5) Max Verstappen (HOL) [Red Bull - Renault] 1m22s200 [Macios] 89 voltas;
6) Kevin Magnussen (DIN) [Haas - Ferrari] 1m22s204 [Supermacios] 167 voltas;
7) Esteban Ocon (FRA) [Force India - Mercedes] 1m22s509 [Supermacios] 86 voltas;
8) Daniel Ricciardo (AUS) [Red Bull - Renault] 1m22s926 [Macios] 50 voltas;
9) Daniil Kvyat (RUS) [Toro Rosso - Renault] 1m22s956 [Macios] 68 voltas;
10) Valtteri Bottas (FIN) [Mercedes] 1m22s986 [Macios] 180 voltas;
11) Sergio Pérez (MEX) [Force India - Mercedes] 1m23s709 [Macios] 39 voltas;
12) Jolyon Palmer (ING) [Renault] 1m24s139 [Macios] 53 voltas;
13) Carlos Sainz Jr. (ESP) [Toro Rosso - Renault] 1m24s494 [Médios] 51 voltas;
14) Antonio Giovinazzi (ITA) [Sauber - Ferrari] 1m24s617 [Macios] 66 voltas;
15) Nico Hülkenberg (ALE) [Renault] 1m24s784 [Médios] 57 voltas;
16) Fernando Alonso (ESP) [McLaren - Honda] 1m24s852 [Macios] 29 voltas;
17) Stoffel Vandoorne (BEL) [McLaren - Honda] 1m25s600 [Macios] 40 voltas;
18) Lance Stroll (CAN) [Williams - Mercedes] 1m26s040 [Médios] 12 voltas;
19) Marcus Ericsson (SUE) [Sauber - Ferrari] 1m26s841 [Médios] 72 voltas.
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26 fevereiro 2017
Haas VF17
Imagens: Facebook / Haas F1 Team
A Haas apresentou na leva desse domingo o novo VF17 com algumas novidades visuais. O modelo da equipe americana da Fórmula 1 vem com uma pintura bem mais escura e com poucas modificações na parte aerodinâmica.
O time da terra do Tio Sam surgiu com uma pintura em cinza chumbo e pequenas mudanças no esquema de cores da temporada passada. O carro tem um bocado a mais de preto também.
Na parte aerodinâmica o VF17 veio com entradas de ar laterais menores, asas/aletas ao lado do cockpit, uma traseira pequena, o bico agora tem a "língua" - coisa que não tinha no ano passado - e, para fechar, a barbatana em formato de "V" na cobertura do motor.
Agora é o dinamarquês Kevin Magnussen que faz dupla com o francês Romain Grosjean na Haas. Sem lugar na Renault, Magnussen conseguiu arranjar um lugarzinho em uma equipe que não tem feito feio na Fórmula 1 e quer alçar voos mais altos.
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| A Haas surge mais escura e com poucas modificações em relação ao carro da temporada passada |
O time da terra do Tio Sam surgiu com uma pintura em cinza chumbo e pequenas mudanças no esquema de cores da temporada passada. O carro tem um bocado a mais de preto também.
Na parte aerodinâmica o VF17 veio com entradas de ar laterais menores, asas/aletas ao lado do cockpit, uma traseira pequena, o bico agora tem a "língua" - coisa que não tinha no ano passado - e, para fechar, a barbatana em formato de "V" na cobertura do motor.
Agora é o dinamarquês Kevin Magnussen que faz dupla com o francês Romain Grosjean na Haas. Sem lugar na Renault, Magnussen conseguiu arranjar um lugarzinho em uma equipe que não tem feito feio na Fórmula 1 e quer alçar voos mais altos.
16 fevereiro 2017
Melhores ultrapassagens da F1 em 2016
Reprodução / YouTube / FORMULA 1
Se ontem foi vez de mostrar os melhores rádios de 2016 na Fórmula 1 elencados pela própria categoria, hoje é a vez de ver quais foram as melhores ultrapassagens do ano, só que esses momentos foram rankeados pelo público que acompanha a categoria pelas redes sociais. Foi por Twitter, Facebook e Instagram que o público votou quais eram as melhores passões da última temporada.
Só de ultrapassagens por foram são seis: Kimi Raikkonen sobre Nico Hülkenberg no GP do México, Sergio Pérez passando Felipe Massa no GP da Bélgica, Hulk mandando o "See you later" para Valtteri Bottas no Japão, Esteban Gutiérrez aproveitando o piso molhado em Mônaco para ultrapassar Raikkonen e o vídeo fecha com os dois passões de Max Verstappen em Nico Rosberg na Inglaterra e aqui no Brasil.
Por dentro, foram três as escolhidas como as melhores do ano. Tem Daniel Ricciardo freando pra lá do "Deus me livre" para ultrapassar Bottas em Monza, Kevin Magnussen quase trocando tintas com Jolyon Palmer no GP dos Estados Unidos e Kimi Raikkonen segurando o carro para deixar o brasileiro Felipe Nasr durante o GP da Hungria.
A mais curiosa é a ultrapassagem de Sebastian Vettel em Hülkenberg e Carlos Sainz Jr. na entrada dos pits durante o GP da China, indo no limite do que o regulamento permite. Confira:
Caso não consiga assistir o vídeo incorporado acima, você pode vê-lo clicando na imagem no início do post ou neste link aqui.
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| Verstappen foi o grande vilão de Rosberg com duas ultrapassagens por fora no campeão de 2016 |
Só de ultrapassagens por foram são seis: Kimi Raikkonen sobre Nico Hülkenberg no GP do México, Sergio Pérez passando Felipe Massa no GP da Bélgica, Hulk mandando o "See you later" para Valtteri Bottas no Japão, Esteban Gutiérrez aproveitando o piso molhado em Mônaco para ultrapassar Raikkonen e o vídeo fecha com os dois passões de Max Verstappen em Nico Rosberg na Inglaterra e aqui no Brasil.
Por dentro, foram três as escolhidas como as melhores do ano. Tem Daniel Ricciardo freando pra lá do "Deus me livre" para ultrapassar Bottas em Monza, Kevin Magnussen quase trocando tintas com Jolyon Palmer no GP dos Estados Unidos e Kimi Raikkonen segurando o carro para deixar o brasileiro Felipe Nasr durante o GP da Hungria.
A mais curiosa é a ultrapassagem de Sebastian Vettel em Hülkenberg e Carlos Sainz Jr. na entrada dos pits durante o GP da China, indo no limite do que o regulamento permite. Confira:
Caso não consiga assistir o vídeo incorporado acima, você pode vê-lo clicando na imagem no início do post ou neste link aqui.
16 novembro 2016
F1 2017 - Dança das Cadeiras (3)
A terceira parte dos posts sobre a Dança das Cadeiras da Fórmula 1 para 2017 está aqui. Hoje é a vez de encerrar com a Williams, Haas, Marussia e a Sauber. Se você perdeu a primeira parte e a segunda parte, clique aqui (Parte 01) e aqui (Parte 02) antes, leia e volte para essa terceira postagem. Agora, se você já passou pelos posts anteriores, fique por aqui.
WILLIAMS
Se teve uma equipe que quase ficou sem pilotos foi a Williams. Felipe Massa e Valtteri Bottas foram procurados pela Renault e outras equipes, mas o cenário foi se fechando e a Williams tratou de garantir Bottas, uma vez que Massa resolveu aposentar-se da Fórmula 1. Lance Stroll vem direto da Fórmula 3 Europeia com um título e um caminhão (talvez uma betoneira lotadinha) de dinheiro.
HAAS
O time americano chegou sem fazer feio na Fórmula 1. Romain Grosjean não fez feio e uma renovação era mais do que esperada. A dúvida ficava para o segundo assento. Esteban Gutiérrez não fez nada demais e não precisava de muito para sacar o mexicano da Haas. Foi Kevin Magnussen resmungar por um contrato maior na Renault e os franceses negarem que a Haas pinçou o dinamarquês de lá. O contrato com o K-Mag é para 2017, mas deve ser estendido.
MARUSSIA
A Marussia ainda não definiu nenhum assento e muito se especula sobre o time. Um nome provável já é o do alemão Pascal Wehrlein. O vínculo do alemão com a Mercedes pode garantir mais uma vez aquele descontinho maroto no preço do motor e é claro que a Manor está de olho nisso. O outro nome deve trazer dinheiro e o favorito nessa leva é o inglês Jordan King, atual reserva do time.
SAUBER
Depois do GP do Brasil a Sauber deve renovar com Marcus Ericsson e Felipe Nasr. Ericsson já tem o contrato encaminhado e Nasr resgatou U$13 milhões que estavam indo para a conta da Manor com os dois pontos conquistados em Interlagos nesse domingo. Se o décimo lugar no campeonato de Construtores for confirmado em Abu Dhabi, é aí que o brasileiro deve ter tudo acertado para mais um ano no time suíço.
[Atualizado dia 21/11/2016 às 21h47] No última final de semana, o cenário da Sauber começou a ganhar uma definição. No domingo, a equipe e Marcus Ericsson confirmaram a permanência do sueco por mais uma temporada no time de Hinwil. Por outro lado, o jornal Folha de São Paulo publicou que o Banco do Brasil não renovou o contrato com a Sauber para 2017. Situação que complica a sequência de Felipe Nasr na categoria.
Perdeu os posts anteriores? Clique aqui para ver a Parte 01 e a Parte 02 dessa série.
WILLIAMS
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HAAS
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MARUSSIA
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SAUBER
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[Atualizado dia 21/11/2016 às 21h47] No última final de semana, o cenário da Sauber começou a ganhar uma definição. No domingo, a equipe e Marcus Ericsson confirmaram a permanência do sueco por mais uma temporada no time de Hinwil. Por outro lado, o jornal Folha de São Paulo publicou que o Banco do Brasil não renovou o contrato com a Sauber para 2017. Situação que complica a sequência de Felipe Nasr na categoria.
Perdeu os posts anteriores? Clique aqui para ver a Parte 01 e a Parte 02 dessa série.
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28 agosto 2016
F1 2016 - GP da Bélgica - Rosberg vence em corrida agitada marcada pela recuperação de Hamilton
Twitter / Formula 1 (@F1)
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Uma corrida pra lá de agitada, que contou com vários acidentes, ultrapassagens, safety-car e até bandeira vermelha. O único piloto que passou ileso por tudo isso foi Nico Rosberg que venceu de ponta-a-ponta e sequer foi incomodado.
Se Rosberg sequer foi incomodado pelos demais carros durante a corrida e só viu uma pequena possibilidade de perder a ponta na relargada após o safety-car, Daniel Ricciardo que largou do quinto lugar foi beneficiado pelo enrosco entre Sebastian Vetel, Kimi Raikkonen e Max Verstappen ainda na primeira curva e depois disso só saiu do segundo lugar quando fez as suas paradas para troca de pneus. O australiano ainda conseguiu suportar sem grandes problemas a pressão de Lewis Hamilton na parte final da corrida.
Lewis Hamilton, que largou da última fila e acumulou ao longo do final de semana nada menos que 60 posições no grid por trocas no componentes do carro #44, conseguiu absorver todo o prejuízo que essas punições lhe causaram e fechou a corrida em terceiro. No final das contas, podemos dizer que para o campeonato, o vencedor moral desse GP da Bélgica foi Hamilton pela bela corrida do inglês.
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Kevin Magnussen foi um que ajudou bastante Hamilton. O dinamarquês perdeu o controle do carro na saída da Eau Rouge e bateu forte na proteção de pneus. Magnussen saiu mancando do carro, mas após exames foi constatado que estava tudo bem com o piloto. O acidente chegou a causar bandeira vermelha e paralisou a corrida por alguns minutos. O safety-car acabou reunindo os carros e facilitando o trabalho de Lewis Hamilton que apostava em uma tática de parar mais tarde.
Outro que foi muito beneficiado com a entrada do safety-car e também seguia na mesma tática de Lewis Hamilton foi Fernando Alonso. O espanhol conseguiu levar a McLarenao sétimo lugar no resultado final da corrida, mas chegou a andar em quarto durante boa parte da prova mostrando toda a recuperação do motor Honda nessa temporada. Jenson Button acabou abandonando ainda na primeira volta da corrida ao ter a traseira estampada por Pascal Wehrlein.
O trio Vettel, Raikkonen e Verstappen foi outro destaque da corrida. Depois do toque na primeira curva que jogou o trio para o final do grid, o safety-car ajudou um bocado o trio que se recuperou na prova e terminaram respectivamente em sexto, nono e 11º. Isso não quer dizer que eles não se encontraram na pista no decorrer da corrida. Tanto Vettel quanto Raikkonen sofreram para ultrapassar a promessa da Red Bull.
Felipe Massa fez uma corrida bem discreta e chegou a brigar para ficar no Top 5 da corrida, mas o final de prova do brasileiro da Williams não foi dos melhores mais uma vez. Massa acabou cedendo algumas posições após tentar ultrapassar Fernando Alonso e fechou a corrida em décimo, mesma posição no campeonato de pilotos.
Felipe Nasr fez uma prova ainda mais discreta com a fraca Sauber que pouco melhorou com as atualizações levadas para a Bélgica. O brasileiro fechou a corrida em 17º e último entre os pilotos que completaram a corrida, também atrás do estreante Esteban Ocon de Manor.
Twitter / Formula 1 (@F1)
O campeonato, depois do GP da Bélgica, ficou muito perto do previsto antes das férias. Como Hamilton conseguiu completar a corrida no pódio, Rosberg descontou dez pontos da diferença e está com nove pontos de desvantagem para o companheiro de Mercedes. Mais do que era esperado depois das punições sofridas ao longo do final de semana. Daniel Ricciardo segue em terceiro. Destaque para as duas Force Indias que entraram no Top 10 do campeonato e já ultrapassaram Felipe Massa, mostrando muito bem o melhor rendimento da equipe nesse momento da temporada.
Twitter / Formula 1 (@F1)
Outro dado que representa muito bem o melhor momento da Force India em relação a Williams é o Campeonato de Construtores. Os indianos ultrapassaram os ingleses com os resultados obtidos nesse final de semana e já ocupam o quarto lugar. A Mercedes segue bem tranquila na ponta com a Red Bull em segundo e a Ferrari no terceiro lugar. Outra equipe que cresceu bastante foi a McLaren que já ocupa o sexto lugar e ultrapassando a Toro Rosso.
A próxima etapa da Fórmula 1 é o GP da Itália, no próximo final de semana, em Monza e marcando o encerramento da temporada europeia da categoria.
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| Rosberg contou com as punições de Hamilton e sobrou na Bélgica |
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| Resultado do GP da Bélgica |
Se Rosberg sequer foi incomodado pelos demais carros durante a corrida e só viu uma pequena possibilidade de perder a ponta na relargada após o safety-car, Daniel Ricciardo que largou do quinto lugar foi beneficiado pelo enrosco entre Sebastian Vetel, Kimi Raikkonen e Max Verstappen ainda na primeira curva e depois disso só saiu do segundo lugar quando fez as suas paradas para troca de pneus. O australiano ainda conseguiu suportar sem grandes problemas a pressão de Lewis Hamilton na parte final da corrida.
Lewis Hamilton, que largou da última fila e acumulou ao longo do final de semana nada menos que 60 posições no grid por trocas no componentes do carro #44, conseguiu absorver todo o prejuízo que essas punições lhe causaram e fechou a corrida em terceiro. No final das contas, podemos dizer que para o campeonato, o vencedor moral desse GP da Bélgica foi Hamilton pela bela corrida do inglês.
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Kevin Magnussen foi um que ajudou bastante Hamilton. O dinamarquês perdeu o controle do carro na saída da Eau Rouge e bateu forte na proteção de pneus. Magnussen saiu mancando do carro, mas após exames foi constatado que estava tudo bem com o piloto. O acidente chegou a causar bandeira vermelha e paralisou a corrida por alguns minutos. O safety-car acabou reunindo os carros e facilitando o trabalho de Lewis Hamilton que apostava em uma tática de parar mais tarde.
Outro que foi muito beneficiado com a entrada do safety-car e também seguia na mesma tática de Lewis Hamilton foi Fernando Alonso. O espanhol conseguiu levar a McLarenao sétimo lugar no resultado final da corrida, mas chegou a andar em quarto durante boa parte da prova mostrando toda a recuperação do motor Honda nessa temporada. Jenson Button acabou abandonando ainda na primeira volta da corrida ao ter a traseira estampada por Pascal Wehrlein.
O trio Vettel, Raikkonen e Verstappen foi outro destaque da corrida. Depois do toque na primeira curva que jogou o trio para o final do grid, o safety-car ajudou um bocado o trio que se recuperou na prova e terminaram respectivamente em sexto, nono e 11º. Isso não quer dizer que eles não se encontraram na pista no decorrer da corrida. Tanto Vettel quanto Raikkonen sofreram para ultrapassar a promessa da Red Bull.
Felipe Massa fez uma corrida bem discreta e chegou a brigar para ficar no Top 5 da corrida, mas o final de prova do brasileiro da Williams não foi dos melhores mais uma vez. Massa acabou cedendo algumas posições após tentar ultrapassar Fernando Alonso e fechou a corrida em décimo, mesma posição no campeonato de pilotos.
Felipe Nasr fez uma prova ainda mais discreta com a fraca Sauber que pouco melhorou com as atualizações levadas para a Bélgica. O brasileiro fechou a corrida em 17º e último entre os pilotos que completaram a corrida, também atrás do estreante Esteban Ocon de Manor.
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O campeonato, depois do GP da Bélgica, ficou muito perto do previsto antes das férias. Como Hamilton conseguiu completar a corrida no pódio, Rosberg descontou dez pontos da diferença e está com nove pontos de desvantagem para o companheiro de Mercedes. Mais do que era esperado depois das punições sofridas ao longo do final de semana. Daniel Ricciardo segue em terceiro. Destaque para as duas Force Indias que entraram no Top 10 do campeonato e já ultrapassaram Felipe Massa, mostrando muito bem o melhor rendimento da equipe nesse momento da temporada.
Twitter / Formula 1 (@F1)
Outro dado que representa muito bem o melhor momento da Force India em relação a Williams é o Campeonato de Construtores. Os indianos ultrapassaram os ingleses com os resultados obtidos nesse final de semana e já ocupam o quarto lugar. A Mercedes segue bem tranquila na ponta com a Red Bull em segundo e a Ferrari no terceiro lugar. Outra equipe que cresceu bastante foi a McLaren que já ocupa o sexto lugar e ultrapassando a Toro Rosso.
A próxima etapa da Fórmula 1 é o GP da Itália, no próximo final de semana, em Monza e marcando o encerramento da temporada europeia da categoria.
24 fevereiro 2016
F1 2016 - Barcelona I (3) - Em dia de pequenas na ponta, o jogo do esconde-esconde segue firme
Imagens: Twitter / Formula 1 (@F1)
Hoje dá para dizer que as pequenas apareceram para a festa. Force India e Haas fecharam o dia no alto da tabela de tempos e completando as surpresas, Kevin Magnussen colocou a Renault no quarto lugar do dia. As três, junto com a Sauber, foram as equipes que não usaram compostos médios para as melhores marcas do dia. A situação permitiu a Nico Hülkenberg e Romain Grosjean ocuparem os melhores lugares do dia.
Para colaborar, a Ferrari sofreu com problemas no sistema de combustível durante boa parte da manhã e só foi dar as primeiras voltas pouco antes do almoço, enquanto a Mercedes segue escondendo o jogo sobre o real desempenho do W07. Os campeões ainda se preocuparam em fazer um revezamento entre os pilotos, Nico Rosberg andou pela manhã e Lewis Hamilton andou no período da tarde. A característica da estrela de três pontas é não andar forte, mas andar muito, tanto que o time é disparado o que mais andou nessa semana.
Apenas três bandeiras vermelhas foram vistas durante o dia. A Toro Rosso que parou na saída dos boxes, Rio Haryanto estreando pela Manor que rodou e uma parada de Magnussen com a Renault na reta principal.
Os brasileiros deram as primeiras voltas nessa pré-temporada, Felipe Massa com o carro novo enquanto Felipe Nasr anda com o carro de 2015 da Sauber. Os dois Felipes andaram muito e passaram da centena de voltas no circuito de Barcelona, amanhã os brasileiros completam os programas de suas equipes.
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| Melhor do dia, Hülkenberg foi o único a marcar o melhor tempo com pneus supermacios |
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| Resultado do dia (Clique na imagem para ampliar) |
Para colaborar, a Ferrari sofreu com problemas no sistema de combustível durante boa parte da manhã e só foi dar as primeiras voltas pouco antes do almoço, enquanto a Mercedes segue escondendo o jogo sobre o real desempenho do W07. Os campeões ainda se preocuparam em fazer um revezamento entre os pilotos, Nico Rosberg andou pela manhã e Lewis Hamilton andou no período da tarde. A característica da estrela de três pontas é não andar forte, mas andar muito, tanto que o time é disparado o que mais andou nessa semana.
Apenas três bandeiras vermelhas foram vistas durante o dia. A Toro Rosso que parou na saída dos boxes, Rio Haryanto estreando pela Manor que rodou e uma parada de Magnussen com a Renault na reta principal.
Os brasileiros deram as primeiras voltas nessa pré-temporada, Felipe Massa com o carro novo enquanto Felipe Nasr anda com o carro de 2015 da Sauber. Os dois Felipes andaram muito e passaram da centena de voltas no circuito de Barcelona, amanhã os brasileiros completam os programas de suas equipes.
22 fevereiro 2016
Agora sim o Renault RS16
Facebook / Renault Sport Formula One Team
A Renault mal apresentou o RS16 de fato. O carro que marca o retorno dos franceses com um time oficial na Fórmula 1, assim como o da Force India, aparenta ser uma pequena evolução do modelo do ano passado. O desempenho do time mostrará o real potencial dos motores produzidos pela própria Renault e a diferença para os motores da Red Bull.
O projeto de médio prazo para voltar ao topo da categoria pode ter uma pedra no sapato se o time começar o ano andando no final do grid e sofrendo com os mesmos problemas de confiabilidade apresentados no início da temporada passada.
A Renault mal apresentou o RS16 de fato. O carro que marca o retorno dos franceses com um time oficial na Fórmula 1, assim como o da Force India, aparenta ser uma pequena evolução do modelo do ano passado. O desempenho do time mostrará o real potencial dos motores produzidos pela própria Renault e a diferença para os motores da Red Bull.
O projeto de médio prazo para voltar ao topo da categoria pode ter uma pedra no sapato se o time começar o ano andando no final do grid e sofrendo com os mesmos problemas de confiabilidade apresentados no início da temporada passada.
03 fevereiro 2016
Renault RS16
Twitter / Renault Sport F1
Apareceu o primeiro carro da Fórmula 1 em 2016. O Renault RS16 foi apresentado junto com a equipe Renault Sport Formula One Team (esse é o nome dela agora). Todo "trabalhado" no preto, o RS16 é o marco da volta da Renault a Fórmula 1 como time de fábrica e não apenas fornecedora de motores. Na minha visão, esse retorno é tão importante quanto o da Honda com a McLaren no ano passado (independente do desempenho) pela história da marca na categoria.
Falando mais sobre esse retorno, o time sofreu uma grande reformulação do que era Lotus para a Renault. Começando pelo chefe da equipe, o francês Fréderic Vasseur, que vem da ART Grand Prix, equipe da GP2 e outras categorias.
Entre os pilotos, todos os boatos foram confirmados. Jolyon Palmer (que já estava assinado com a Lotus) e Kevin Magnussen (entrando no lugar de Pastor Maldonado) serão os títulares. Repetindo o quê falei outro dia, achei muito justa essa troca e acho que Magnussen merecia essa segunda chance na Fórmula 1.
O reserva será o francês Esteban Ocon, confirmado na cerimônia, e a espanhola Camen Jordá foi confirmada pelas redes socias como piloto de desenvolvimento da equipe de fábrica.
Sobre o carro em si, ainda não consegui ver os detalhes, mas ele é todo pretão com alguns detalhes em amarelo e chamou muita atenção. Na parte traseira, tem uns "bem bolados" com uma cor que eu ainda não defini qual é (tem foto que eu vejo cinza e na seguinte é o roxo da Infiniti). O grande logo da Renault nas laterais, a Infiniti também aparecendo na tampa do motor e boa parte do patrocinadores que já eram da Lotus em uma tamanho muito menor só mostram que o investimento dos franceses é alto e está baseado na montadora. Eu acho que por enquanto é isso.
Sobre o desempenho, só esperando os testes e as primeiras corridas para dar algum parecer.
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| No pretinho básico é que vem a Renault RS16 |
Falando mais sobre esse retorno, o time sofreu uma grande reformulação do que era Lotus para a Renault. Começando pelo chefe da equipe, o francês Fréderic Vasseur, que vem da ART Grand Prix, equipe da GP2 e outras categorias.
Entre os pilotos, todos os boatos foram confirmados. Jolyon Palmer (que já estava assinado com a Lotus) e Kevin Magnussen (entrando no lugar de Pastor Maldonado) serão os títulares. Repetindo o quê falei outro dia, achei muito justa essa troca e acho que Magnussen merecia essa segunda chance na Fórmula 1.
O reserva será o francês Esteban Ocon, confirmado na cerimônia, e a espanhola Camen Jordá foi confirmada pelas redes socias como piloto de desenvolvimento da equipe de fábrica.
Sobre o carro em si, ainda não consegui ver os detalhes, mas ele é todo pretão com alguns detalhes em amarelo e chamou muita atenção. Na parte traseira, tem uns "bem bolados" com uma cor que eu ainda não defini qual é (tem foto que eu vejo cinza e na seguinte é o roxo da Infiniti). O grande logo da Renault nas laterais, a Infiniti também aparecendo na tampa do motor e boa parte do patrocinadores que já eram da Lotus em uma tamanho muito menor só mostram que o investimento dos franceses é alto e está baseado na montadora. Eu acho que por enquanto é isso.
Sobre o desempenho, só esperando os testes e as primeiras corridas para dar algum parecer.
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Temporada 2016
01 fevereiro 2016
As curiosas danças das cadeiras dos pilotos pagantes
Esse 1º de fevereiro está pra lá de curioso. Duas notícias envolvendo pilotos pagantes movimentaram o noticiário do automobilismo ao longo do dia: a saída de Pastor Maldonado da Renault e a entrada de Max Chilton na Chip Ganassi. Curiosamente, situações opostas.
Nunca escondi que prefiro pilotos com mais talento em relação aos pagantes (que geralmente vem com muita grana, mas desprovidos de talento), defendi por muito tempo, por aqui mesmo, a escolha de Vijay Mallya em manter o experiente Giancarlo Fisichella nas primeiras temporadas da Force India por dar preferência a qualidade do piloto do que pela grana que entra, afinal, a falta de talento pode custar mais caro que a grana que forra os caixas logo de cara. Hoje o próprio Mallya segue a receita de mesclar pilotos de talento, mas que tragam algum retorno aos caixas da equipe.
Maldonado e Chilton são dois exemplos interessantes. Maldonado sempre levou para as equipes em que passou nas categorias de base e na Fórmula 1 muito mais dinheiro do que a habilidade de conduzir um carro e ainda assim teve raros lampejos de talento, tanto que venceu o GP da Espanha de 2012 com propriedade, mas foi só.
Chilton por sua vez estreou em 2013 na Marussia e conseguiu completar todas as corridas daquela temporada (e mais algumas do início de 2014), mas a responsabilidade por trazer os primeiros pontos ao time acabou sendo de Jules Bianchi. O inglês é constante, mas não parece ser rápido, afinal de contas, aquela Marussia não era o carro certo para mostrar se o piloto tem velocidade.
Nos últimos dias a notícia de que Kevin Magnussen entraria no lugar de Pastor Maldonado porque a PDVSA, petrolífera estatal venezuelana que bancou a carreira de Maldonado, não pagou o valor acordado com a Renault justamente por causa da séria crise que passa a Venezuela. Como os franceses não querem fazer feio no retorno da equipe oficial da montadora, uma grana preta está sendo investida no programa e, digamos assim, a Renault não está precisando do dinheiro que vem do contrato com Maldonado. Hoje a Autosport começou o dia dizendo que Magnussen já estava com o contrato assinado para substituir Maldonado e o próprio venezuelano confirmou a "pá de cal" na sua temporada 2016. Particularmente, acho a decisão da Renault a mais acertada possível e olhe que nem precisava esperar a falta de pagamento da PDVSA. Magnussen deve ser anunciado no dia 3, quando a Renault apresenta o seu novo carro e os planos da equipe.
No caminho contrário da crise de Maldonado, Max Chilton garantiu a "vaga paga" da Chip Ganassi. É, faz algum tempo que titio Chip Ganassi resolveu colocar um quarto carro no grid da Indy com uma condição: que o piloto traga um patrocinador que banque esse carro. Olhe só, Max Chilton preenche esse requisito! A diferença da situação de Chilton para a de Maldonado é que Ganassi não liga muito para o desempenho e mais para a grana que o piloto traz. A principal característica é que os pilotos não costumam correr mais de uma temporada no carro #8.
Chilton já sonha com o título da Indy, mas o fato é que é lá nos Estados Unidos que o inglês vai se provar como um piloto que é bom de fato e mereça a atenção do mundo do automobilismo não apenas pela grana.
Nunca escondi que prefiro pilotos com mais talento em relação aos pagantes (que geralmente vem com muita grana, mas desprovidos de talento), defendi por muito tempo, por aqui mesmo, a escolha de Vijay Mallya em manter o experiente Giancarlo Fisichella nas primeiras temporadas da Force India por dar preferência a qualidade do piloto do que pela grana que entra, afinal, a falta de talento pode custar mais caro que a grana que forra os caixas logo de cara. Hoje o próprio Mallya segue a receita de mesclar pilotos de talento, mas que tragam algum retorno aos caixas da equipe.
Maldonado e Chilton são dois exemplos interessantes. Maldonado sempre levou para as equipes em que passou nas categorias de base e na Fórmula 1 muito mais dinheiro do que a habilidade de conduzir um carro e ainda assim teve raros lampejos de talento, tanto que venceu o GP da Espanha de 2012 com propriedade, mas foi só.
Chilton por sua vez estreou em 2013 na Marussia e conseguiu completar todas as corridas daquela temporada (e mais algumas do início de 2014), mas a responsabilidade por trazer os primeiros pontos ao time acabou sendo de Jules Bianchi. O inglês é constante, mas não parece ser rápido, afinal de contas, aquela Marussia não era o carro certo para mostrar se o piloto tem velocidade.
Nos últimos dias a notícia de que Kevin Magnussen entraria no lugar de Pastor Maldonado porque a PDVSA, petrolífera estatal venezuelana que bancou a carreira de Maldonado, não pagou o valor acordado com a Renault justamente por causa da séria crise que passa a Venezuela. Como os franceses não querem fazer feio no retorno da equipe oficial da montadora, uma grana preta está sendo investida no programa e, digamos assim, a Renault não está precisando do dinheiro que vem do contrato com Maldonado. Hoje a Autosport começou o dia dizendo que Magnussen já estava com o contrato assinado para substituir Maldonado e o próprio venezuelano confirmou a "pá de cal" na sua temporada 2016. Particularmente, acho a decisão da Renault a mais acertada possível e olhe que nem precisava esperar a falta de pagamento da PDVSA. Magnussen deve ser anunciado no dia 3, quando a Renault apresenta o seu novo carro e os planos da equipe.
No caminho contrário da crise de Maldonado, Max Chilton garantiu a "vaga paga" da Chip Ganassi. É, faz algum tempo que titio Chip Ganassi resolveu colocar um quarto carro no grid da Indy com uma condição: que o piloto traga um patrocinador que banque esse carro. Olhe só, Max Chilton preenche esse requisito! A diferença da situação de Chilton para a de Maldonado é que Ganassi não liga muito para o desempenho e mais para a grana que o piloto traz. A principal característica é que os pilotos não costumam correr mais de uma temporada no carro #8.
Chilton já sonha com o título da Indy, mas o fato é que é lá nos Estados Unidos que o inglês vai se provar como um piloto que é bom de fato e mereça a atenção do mundo do automobilismo não apenas pela grana.
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Temporada 2016
30 janeiro 2015
F1 2015 - MP4-30: o carro que marca o retorno da parceria entre McLaren e Honda
Fotos: Twitter / McLaren (@McLarenF1)
Esta semana eu vinha pensando: "A McLaren não é Maria, mas está cheia de graça"! O time de Woking junto com a Ferrari tem pipocado vídeos e posts nas redes sociais que não raramente tem um humor bem inglês, sem contar a Lotus que já tem um perfil na internet bem descontraído há algum tempo. Na quarta-feira a McLaren veio com um vídeo de Jenson Button e Fernando Alonso reecenando uma espécie de "De volta para o Futuro" bem mal interpretado, claro que não dá para esperar que os dois tenham boas interpretações.
Nesta quinta-feira o time apresentou o novo MP4-30 e avacalhou com qualquer expectativa de que o branco e vermelho retornassem a McLaren. O vermelho de fato retornou ao carro de Woking, mas aconpanhado de um prateado mais escuro que faz um degradê com o preto. O desenho lembra demais os carros do início da parceria com a Mercedes, mas seguem a linha que o time adota há quase 18 anos.
Particularmente, esperava o branco e o vermelho, mas não acho que o carro tenha ficado feio, pelo contrário. Como todos os carros mostrados até o momento, o MP4-30 tem o bico mais baixo. O nariz do novo McLaren para ser mais alongado que o do ano passado, mas também aboliu aquele nariz de tamandua. O Santo Antônio também parace ser mais atarracado. Visto de lado, a tampa do motor é mais alongada acompanhando a lateral do carro. As entradas de ar me paracem bem generosas e o novo carro dispõe de duas pequenas aletas no nariz, pouco adiante do eixo dianteiro.
Lembrando que este é o carro que marca a retomada da parceria da McLaren com a Honda e será guiado pelos campeões mundiais Fernando Alonso e Jenson Button.
| Este é o MP4-30, carro que marca o retorno da parceria entre McLaren e Honda |
Nesta quinta-feira o time apresentou o novo MP4-30 e avacalhou com qualquer expectativa de que o branco e vermelho retornassem a McLaren. O vermelho de fato retornou ao carro de Woking, mas aconpanhado de um prateado mais escuro que faz um degradê com o preto. O desenho lembra demais os carros do início da parceria com a Mercedes, mas seguem a linha que o time adota há quase 18 anos.
Particularmente, esperava o branco e o vermelho, mas não acho que o carro tenha ficado feio, pelo contrário. Como todos os carros mostrados até o momento, o MP4-30 tem o bico mais baixo. O nariz do novo McLaren para ser mais alongado que o do ano passado, mas também aboliu aquele nariz de tamandua. O Santo Antônio também parace ser mais atarracado. Visto de lado, a tampa do motor é mais alongada acompanhando a lateral do carro. As entradas de ar me paracem bem generosas e o novo carro dispõe de duas pequenas aletas no nariz, pouco adiante do eixo dianteiro.
Lembrando que este é o carro que marca a retomada da parceria da McLaren com a Honda e será guiado pelos campeões mundiais Fernando Alonso e Jenson Button.
26 julho 2014
F1 2014 – GP da Hungria (2) - Sexta pole de Rosberg na temporada e uma tarefa quase impossível para Hamilton
Sutton/GP Update
Nico Rosberg teve pouco trabalho para conquistar a pole para o GP da Hungria tudo por mais um problema com Lewis Hamilton (assunto que vou falar daqui a pouco). Quem acompanha Rosberg na primeira fila é Sebastian Vettel que chegou a ameaçar a pole do alemão da Mercedes, mas logo a situação retornou ao que vem acontecendo neste ano.
Atrás de Rosberg e Vettel partem Valtteri Bottas/Daniel Ricciardo e Fernando Alonso/Felipe Massa. Duplas que andaram muito bem em Budapeste e farão uma boa briga pelo pódio.
Sutton/GP Update
Quatro carros abandonaram a classificação de hoje e certamente irão bagunçar a ordem definida durante o treino. Daniil Kvyat rodou e logo saiu do carro, Kevin Magnussen bateu no início do Q3, terá que trocar o chassi e vai largar dos boxes, Pastor Maldonado abandonou por uma falha na sua Lotus e, o caso mais grave, Lewis Hamilton abandonou por um vazamento de combustível em sua Mercedes. Pelo que acompanhei até o momento, é possível que o inglês tenha que trocar o chassi porque o site da Fórmula 1 indica que Hamilton irá partir dos boxes atrás de Magnussen. Isso tudo quando o inglês havia dominado o final de semana terminando em primeiro em todos os treinos livres.
Diante disso tudo, fora uma catástrofe, Nico Rosberg vence pela quinta vez na temporada e abre um caminhão de pontos para Hamilton. Resta saber quantos pontos, já que isso irá depender de qual posição irá terminar o inglês da Mercedes.
Até o momento o site da Fórmula 1 indica que o grid terá Kvyat em 10º, Maldonado em 20º, Magnussen em 21º e Hamilton em 22º, os dois últimos largando dos boxes.
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| Rosberg (ao centro) sorrindo após a sexta pole do ano e o abandono de Hamilton. |
Atrás de Rosberg e Vettel partem Valtteri Bottas/Daniel Ricciardo e Fernando Alonso/Felipe Massa. Duplas que andaram muito bem em Budapeste e farão uma boa briga pelo pódio.
Sutton/GP Update
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| Pela segunda vez consecutiva Hamilton tem que abandonar uma classificação |
Diante disso tudo, fora uma catástrofe, Nico Rosberg vence pela quinta vez na temporada e abre um caminhão de pontos para Hamilton. Resta saber quantos pontos, já que isso irá depender de qual posição irá terminar o inglês da Mercedes.
Até o momento o site da Fórmula 1 indica que o grid terá Kvyat em 10º, Maldonado em 20º, Magnussen em 21º e Hamilton em 22º, os dois últimos largando dos boxes.
25 maio 2014
F1 2014 – GP de Mônaco (2) - Rosberg na ponta de novo e Bianchi pontuou para a Marussia
Sutton/GP Update
Segunda vitória na temporada, sexto pódio consecutivo e retomada da ponta do campeonato. A pole em Mônaco rendeu muito para Nico Rosberg que largou bem, manteve a ponta da corrida e venceu pela segunda vez no principado. A vitória chegou em um momento importante de briga psicológica dentro da equipe e quando o companheiro declarou guerra.
Após questionar o erro de Nico Rosberg nos segundos finais da classificação, Lewis Hamilton amargou o segundo lugar durante toda a corrida e ainda enfrentou um problema na vista nas voltas finais. Ainda assim, aguentou a pressão de Daniel Ricciardo nas voltas finais. Não sei se a boca aberta de Hamilton, no sábado, que falou que iria agir como Ayrton Senna agiu com Alain Prost, irá acalmar os ânimos ou irá colocando lenha nesta fogueira.
A Ferrari salvou um quarto lugar com Fernando Alonso, mas poderia ter mais se não errasse com Kimi Raikkonen e fizesse o finlandês perder o terceiro lugar logo após o segundo Safety Car. Isso só mostra que as trocas no comando do time não mudaram nada de forma efetiva dentro da escuderia.
Mais atrás, o feito do domingo veio da pequena Marussia. Quietinho, quietinho Jules Bianchi foi chegando, graças aos abandonos, mas a condução segura também garantia o posto do francês na zona de pontuação. No final, para completar a festa da Marussia, o entrevero entre Kimi Raikkonen e Kevin Magnussen fez Bianchi entrar de vez na zona de pontuação e garantir o nono lugar e dois pontos na classificação, os primeiros do pilotos e da equipe Marussia. O feito de Jules Bianchi fica ainda maior depois de saber que o francês largou do último lugar por ter trocado o câmbio de seu carro.
Mesmo em Mônaco, a corrida teve uma agitação aqui e ali, mas o medo de problemas com as unidades de força das equipes se mostrou maior no principado: foram pelo menos três problemas relacionados com as unidades de força.
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| Rosberg manteve a pole e veceu de ponta a ponta |
Após questionar o erro de Nico Rosberg nos segundos finais da classificação, Lewis Hamilton amargou o segundo lugar durante toda a corrida e ainda enfrentou um problema na vista nas voltas finais. Ainda assim, aguentou a pressão de Daniel Ricciardo nas voltas finais. Não sei se a boca aberta de Hamilton, no sábado, que falou que iria agir como Ayrton Senna agiu com Alain Prost, irá acalmar os ânimos ou irá colocando lenha nesta fogueira.
A Ferrari salvou um quarto lugar com Fernando Alonso, mas poderia ter mais se não errasse com Kimi Raikkonen e fizesse o finlandês perder o terceiro lugar logo após o segundo Safety Car. Isso só mostra que as trocas no comando do time não mudaram nada de forma efetiva dentro da escuderia.
Mais atrás, o feito do domingo veio da pequena Marussia. Quietinho, quietinho Jules Bianchi foi chegando, graças aos abandonos, mas a condução segura também garantia o posto do francês na zona de pontuação. No final, para completar a festa da Marussia, o entrevero entre Kimi Raikkonen e Kevin Magnussen fez Bianchi entrar de vez na zona de pontuação e garantir o nono lugar e dois pontos na classificação, os primeiros do pilotos e da equipe Marussia. O feito de Jules Bianchi fica ainda maior depois de saber que o francês largou do último lugar por ter trocado o câmbio de seu carro.
Mesmo em Mônaco, a corrida teve uma agitação aqui e ali, mas o medo de problemas com as unidades de força das equipes se mostrou maior no principado: foram pelo menos três problemas relacionados com as unidades de força.
04 abril 2014
F1 2014 – GP do Bahrein (1)
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| Clique na imagem para ampliar |
Com a corrida acontecendo no início da noite, a temperatura será um pouco mais amena, situação que beneficia a Red Bull e prejudica um pouco a Williams. A primeira pelos seguidos problemas de superaquecimento nas unidades de força que ainda assombram os touros vermelhos. Para o time de Sir Frank Williams, quanto mais quente, melhor. O carro anda bem em reta e temperaturas mais altas favorecem a aerodinâmica do FW36, caso contrário, a aderência na traseira do carro diminui e a velocidade de curva também.
A aposta certa é seguir com a Mercedes que se comporta bem em qualquer tipo de situação e continua sobrando neste início de temporada.
Comissário convidado
O inglês Derek Warwick é um velho conhecido das salas de comissariado ao redor do globo. Warwick irá para a sua 11ª participação como comissário convidado desde 2010, empatando com o italiano Emanuele Pirro (Comissário na Austrália). Vamos as participações do inglês: Espanha (2010), Hungria (2010), Turquia (2011), Abu Dhabi (2011 e 2012), Alemanha (2012), Japão (2012), Malásia (2013), Bélgica (2013) e Cingapura (2013).
Punições
Quem já chega com punição ao deserto é Daniel Ricciardo. O australiano irá perder 10 posições no grid de largada pela trapalhada da equipe no último pit stop do GP da Malásia, quando o Ricciardo saiu dos boxes com uma das rodas soltas. Também na Malásia, outros três pilotos estrearam as punições por pontos (ou os pontos na cateira), são eles: Valtteri Bottas, Kevin Magnussen e Jules Bianchi, cada um com dois pontos na carteira.
DRS
Duas zonas de ativação da asa traseira móvel estarão liberadas para os pilotos durante as atividades da Fórmula 1 no Bahrein. A primeira fica instalada na reta oposta do traçado bahrenita com o ponto de detecção da diferença colocado um pouco antes da marota curva 9. O segundo trecho está colocado na reta principal. O ponto de detecção está colocado antes da curva 14, que leva para a leve curva 15 e a reta dos boxes.
Temperatura
Como boa parte das atividades irão acontecer à noite, estão previstas temperaturas mais amenas, neste caso, entre 20ºC e 24ºC, com um detalhe importante, sem previsão de chuva pela primeira vez nesta temporada.
Pneus
Os "calçados" escolhidos pela Pirelli para o GP do Bahrein são os compostos Macios e Médios, como em 2013. A escolha acaba sendo bem conservadora já que a corrida acontece ao entardecer, momento em que a temperatura do ar começa a cair. No ano passado, esta mesma escolha tornou-se bem arriscada, já que a corrida acontecia no meio da tarde, período em que são registradas as temperaturas mais altas. Esta será a segunda vez que esta combinação de pneus será usada nesta temporada, antes a dupla Macios/Médios foram usadas no final de semana do GP da Austrália.
Agenda
Com a alteração da programação do GP do Bahrein, as atividades da Fórmula 1 acontecem mais tarde em relação as corridas na Europa. Confira a agenda, tudo no horário oficial de Brasília:
Corrida – Domingo – 05h.
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18 março 2014
F1 2014 – GP da Austrália (2) – Domínio alemão
Sutton/GP Update
Ficou muito claro que o melhor motor é o Mercedes após o GP da Austrália, amplamente dominado por Nico Rosberg e sua Mercedes #6. Com um ritmo muito superior ao dos rivais da Red Bull e da McLaren, Rosberg poderia ser ameaçado pelas Williams, mas os carros do time de Frank e Claire Williams foram vítimas de contratempos que tiraram a possibilidade de pódio e vitória na terra do canguru.
Nico Rosberg largou muito bem, passou Lewis Hamilton e Daniel Ricciardo antes da primeira curva para logo começar o passeio em Melbourne. Mais atrás, Felipe Massa era atingido por Kamui Kobayashi. O acidente encerrou a corrida dos dois, mas o japonês voador não foi punido porque foi descoberto um problema no freio da Caterham de Koba que causou a batida prematura.
Na partida, Hamilton e Sebastian Vettel sofriam com falta de potência e despencavam na classificação da corrida e abandonaram a corrida bem cedo, Hamilton na volta quatro e Vettel na volta cinco.
Enquanto isso, os companheiros dos dois faziam bonito na ponta da corrida. Rosberg mal apareceu na transmissão da TV de tão rápido que estava e Ricciardo sempre aguentando a pressão de Kevin Magnussen com uma McLaren muito bem acertada. No final, o australiano que terminou em segundo na pista, foi desclassificado porque a equipe não cumpriu com o Fluxo de Combustível de 100 kg. Melhor para a McLaren que viu Magnussen herdar o segundo lugar e Jenson Button um justíssimo terceiro lugar. Deste jeito os motores Mercedes cravaram uma trinca logo de cara.
O melhor carro sem Mercedes foi a Ferrari de Fernando Alonso seguido por Valtteri Bottas, Nico Hülkenberg, Kimi Raikkonen, Jean-Éric Vergne, Daniil Kvyat e Sergio Pérez.
Aliás, Bottas fez uma corrida de altos e baixos. Largando de 15º, o finlandês seguia fazendo ultrapassagem atrás de ultrapassagem e quando já ocupava o sexto lugar, exagerou na saída de uma curva e bateu a roda traseira no muro. Com um pneu furado, Bottas teve que trocar o pneu e despencou na corrida. Mesmo assim, o finlandês da Williams contou com a sorte, já que os pedaços de roda e o pneu furado que ficaram na pista chamaram o safety car. Daí foi recomeçar o trabalho anterior até o sexto lugar pista, e quinto com a desclassificação de Ricciardo.
Outro que merece destaque por aqui é o russo Daniil Kvyat. O piloto de 19 anos tornou-se o mais jovem a marcar pontos na Fórmula 1. O piloto da Toro Rosso quebrou o recorde que era de Sebastian Vettel. O atual tetracampeão marcou seus primeiros pontos na Fórmula 1 quando tinha 19 anos 11 meses e 14 dias no GP dos EUA de 2007 pela BMW Sauber, Kvyat marcou os seus primeiros pontos com 19 anos 10 meses e 18 dias neste último domingo, durante o GP da Austrália. Chegou chegando o russo.
Campeonato segue para a Malásia, onde a Williams e Felipe Massa buscam um resultado bem melhor que o da Austrália e onde a Red Bull, que mostrou ter um bom chassi, procura corrigir os erros que causaram o abando e a desclassificação da abertura do campeonato.
Próxima Corrida: GP da Malásia, em Sepang, entre os dias 28 e 30 de março.
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| Rosberg não tomou conhecimento dos adversários e venceu de ponta a ponta o GP da Austrália |
Nico Rosberg largou muito bem, passou Lewis Hamilton e Daniel Ricciardo antes da primeira curva para logo começar o passeio em Melbourne. Mais atrás, Felipe Massa era atingido por Kamui Kobayashi. O acidente encerrou a corrida dos dois, mas o japonês voador não foi punido porque foi descoberto um problema no freio da Caterham de Koba que causou a batida prematura.
Na partida, Hamilton e Sebastian Vettel sofriam com falta de potência e despencavam na classificação da corrida e abandonaram a corrida bem cedo, Hamilton na volta quatro e Vettel na volta cinco.
Enquanto isso, os companheiros dos dois faziam bonito na ponta da corrida. Rosberg mal apareceu na transmissão da TV de tão rápido que estava e Ricciardo sempre aguentando a pressão de Kevin Magnussen com uma McLaren muito bem acertada. No final, o australiano que terminou em segundo na pista, foi desclassificado porque a equipe não cumpriu com o Fluxo de Combustível de 100 kg. Melhor para a McLaren que viu Magnussen herdar o segundo lugar e Jenson Button um justíssimo terceiro lugar. Deste jeito os motores Mercedes cravaram uma trinca logo de cara.
O melhor carro sem Mercedes foi a Ferrari de Fernando Alonso seguido por Valtteri Bottas, Nico Hülkenberg, Kimi Raikkonen, Jean-Éric Vergne, Daniil Kvyat e Sergio Pérez.
Aliás, Bottas fez uma corrida de altos e baixos. Largando de 15º, o finlandês seguia fazendo ultrapassagem atrás de ultrapassagem e quando já ocupava o sexto lugar, exagerou na saída de uma curva e bateu a roda traseira no muro. Com um pneu furado, Bottas teve que trocar o pneu e despencou na corrida. Mesmo assim, o finlandês da Williams contou com a sorte, já que os pedaços de roda e o pneu furado que ficaram na pista chamaram o safety car. Daí foi recomeçar o trabalho anterior até o sexto lugar pista, e quinto com a desclassificação de Ricciardo.
Outro que merece destaque por aqui é o russo Daniil Kvyat. O piloto de 19 anos tornou-se o mais jovem a marcar pontos na Fórmula 1. O piloto da Toro Rosso quebrou o recorde que era de Sebastian Vettel. O atual tetracampeão marcou seus primeiros pontos na Fórmula 1 quando tinha 19 anos 11 meses e 14 dias no GP dos EUA de 2007 pela BMW Sauber, Kvyat marcou os seus primeiros pontos com 19 anos 10 meses e 18 dias neste último domingo, durante o GP da Austrália. Chegou chegando o russo.
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| Daniel Ricciardo foi desclassificado após a corrida |
Próxima Corrida: GP da Malásia, em Sepang, entre os dias 28 e 30 de março.
26 fevereiro 2014
F1 2014 – Testes Coletivos – Bahrein - Dias 02, 03 e 04
Sutton/GP Update
Se Nico Hülkenberg abriu o domínio da Mercedes no Bahrein durante os testes coletivos no Bahrein, na semana passada, nos dias seguintes outros carros empurrados pela marca alemão dominaram as atividades da quinta, sexta e do sábado. Kevin Magnussen, Lewis Hamilton e Nico Rosberg foram os pilotos que comandaram o final da primeira semana em Sakhir. Além do domínio na tabela de tempos, a Mercedes foi a montadora que mais andou no deserto com pouco mais de seis mil quilômetros rodados pelas equipes Mercedes, McLaren, Force India e Williams. Nos tempos agregados da semana, dos dez melhores tempos, seis eram carros com motores Mercedes.
A Renault conseguiu andar no Bahrein, parece pouco, mas para as equipes que mal conseguiam sair dos boxes em Jerez, na Espanha, já é muito. Dentre os carros empurrados pelos motores franceses a Caterham foi o que mais andou com pouco mais de 1.300 quilômetros. A Renault ainda conseguiu ser a segunda montadora que mais "rodou" o seu motor no Bahrein, com aproximadamente 3.317 quilômetros. Red Bull e Toro Rosso voltaram a ter vários problemas e além de andar pouco, ocuparam o final da tabela de classificação.
Os carros movidos pela Ferrari até andam bastante, não tanto quanto os Mercedes, e marcam tempos intermediários, mas sempre bem acima dos carros da ponta e ainda bem mais rápidos que os Renault.
A prova final começa nesta quinta e vai até o domingo. É aí que os times terão a última oportunidade de resolver problemas em pista e cada minuto perdido dentro dos boxes para resolução de problemas será extremamente importante.
As equipes retornarão a pista do bahrenita amanhã para o início da segunda sessão de testes no deserto, a terceira e última da pré-temporada.
1) Nico Rosberg (ALE) [Mercedes] 1m33s283 – 173 voltas;
2) Lewis Hamilton (ING) [Mercedes] 1m34s263 – 140 voltas;
3) Kevin Magnussen (DIN) [McLaren - Mercedes] 1m34s910 – 126 voltas;
4) Jenson Button (ING) [McLaren - Mercedes] 1m34s957 – 168 voltas;
5) Nico Hülkenberg (ALE) [Force India – Mercedes] 1m36s445 – 137 voltas;
6) Fernando Alonso (ESP) [Ferrari] 1m36s516 – 160 voltas;
7) Kimi Raikkonen (FIN) [Ferrari] 1m36s718 – 124 voltas;
8) Felipe Massa (BRA) [Williams – Mercedes] 1m37s066 – 64 voltas;
9) Esteban Gutiérrez (MEX) [Sauber - Ferrari] 1m37s180 – 149 voltas;
10) Valtteri Bottas (FIN) [Williams – Mercedes] 1m37s328 – 170 voltas;
11) Sergio Pérez (MEX) [Sauber – Ferrari] 1m37s367 – 75 voltas;
12) Felipe Nasr (BRA) [Williams – Mercedes] 1m37s569 – 87 voltas;
13) Pastor Maldonado (VEN) [Lotus – Renault] 1m38s707 – 85 voltas;
14) Daniil Kvyat (RUS) [Toro Rosso – Renautl] 1m38s974 – 62 voltas;
15) Daniel Ricciardo (AUS) [Red Bull – Renault] 1m39s837 – 43 voltas;
16) Kamui Kobayashi (JAP) [Caterham – Renault] 1m39s855 – 82 voltas;
17) Sebastian Vettel (ALE) [Red Bull – Renault] 1m40s224 – 70 voltas;
18) Adrian Sutil (ALE) [Sauber – Ferrari] 1m40s443 – 89 voltas;
19) Jean-Éric Vergne (FRA) [Toro Rosso – Renault] 1m40s472 – 77 voltas;
20) Romain Grosjean (FRA) [Lotus – Renault] 1m41s670 – 26 voltas;
21) Max Chilton (ING) [Marussia – Ferrari] 1m42s511 – 20 voltas;
22) Robin Frijns (HOL) [Caterham – Renault] 1m42s534 – 68 voltas;
23) Marcus Ericsson (SUE) [Caterham – Renault] 1m42s905 – 100 voltas;
24) Jules Bianchi (FRA) [Marussia – Ferrari] sem tempo – 8 voltas.
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| Rosberg confirmou o bom momento da Mercedes com o melhor tempo da semana |
A Renault conseguiu andar no Bahrein, parece pouco, mas para as equipes que mal conseguiam sair dos boxes em Jerez, na Espanha, já é muito. Dentre os carros empurrados pelos motores franceses a Caterham foi o que mais andou com pouco mais de 1.300 quilômetros. A Renault ainda conseguiu ser a segunda montadora que mais "rodou" o seu motor no Bahrein, com aproximadamente 3.317 quilômetros. Red Bull e Toro Rosso voltaram a ter vários problemas e além de andar pouco, ocuparam o final da tabela de classificação.
Os carros movidos pela Ferrari até andam bastante, não tanto quanto os Mercedes, e marcam tempos intermediários, mas sempre bem acima dos carros da ponta e ainda bem mais rápidos que os Renault.
A prova final começa nesta quinta e vai até o domingo. É aí que os times terão a última oportunidade de resolver problemas em pista e cada minuto perdido dentro dos boxes para resolução de problemas será extremamente importante.
As equipes retornarão a pista do bahrenita amanhã para o início da segunda sessão de testes no deserto, a terceira e última da pré-temporada.
1) Nico Rosberg (ALE) [Mercedes] 1m33s283 – 173 voltas;
2) Lewis Hamilton (ING) [Mercedes] 1m34s263 – 140 voltas;
3) Kevin Magnussen (DIN) [McLaren - Mercedes] 1m34s910 – 126 voltas;
4) Jenson Button (ING) [McLaren - Mercedes] 1m34s957 – 168 voltas;
5) Nico Hülkenberg (ALE) [Force India – Mercedes] 1m36s445 – 137 voltas;
6) Fernando Alonso (ESP) [Ferrari] 1m36s516 – 160 voltas;
7) Kimi Raikkonen (FIN) [Ferrari] 1m36s718 – 124 voltas;
8) Felipe Massa (BRA) [Williams – Mercedes] 1m37s066 – 64 voltas;
9) Esteban Gutiérrez (MEX) [Sauber - Ferrari] 1m37s180 – 149 voltas;
10) Valtteri Bottas (FIN) [Williams – Mercedes] 1m37s328 – 170 voltas;
11) Sergio Pérez (MEX) [Sauber – Ferrari] 1m37s367 – 75 voltas;
12) Felipe Nasr (BRA) [Williams – Mercedes] 1m37s569 – 87 voltas;
13) Pastor Maldonado (VEN) [Lotus – Renault] 1m38s707 – 85 voltas;
14) Daniil Kvyat (RUS) [Toro Rosso – Renautl] 1m38s974 – 62 voltas;
15) Daniel Ricciardo (AUS) [Red Bull – Renault] 1m39s837 – 43 voltas;
16) Kamui Kobayashi (JAP) [Caterham – Renault] 1m39s855 – 82 voltas;
17) Sebastian Vettel (ALE) [Red Bull – Renault] 1m40s224 – 70 voltas;
18) Adrian Sutil (ALE) [Sauber – Ferrari] 1m40s443 – 89 voltas;
19) Jean-Éric Vergne (FRA) [Toro Rosso – Renault] 1m40s472 – 77 voltas;
20) Romain Grosjean (FRA) [Lotus – Renault] 1m41s670 – 26 voltas;
21) Max Chilton (ING) [Marussia – Ferrari] 1m42s511 – 20 voltas;
22) Robin Frijns (HOL) [Caterham – Renault] 1m42s534 – 68 voltas;
23) Marcus Ericsson (SUE) [Caterham – Renault] 1m42s905 – 100 voltas;
24) Jules Bianchi (FRA) [Marussia – Ferrari] sem tempo – 8 voltas.
Marcador(es):
Bahrein,
Ferrari,
Fórmula 1,
Kevin Magnussen,
Lewis Hamilton,
Mercedes,
Nico Rosberg,
Renault,
Temporada 2014,
Testes Coletivos
19 fevereiro 2014
F1 2014 – Testes Coletivos – Bahrein - Dia 01
GP Update/Sutton
Começou a segunda semana de testes. Neste primeiro dia, quase que o cenário apresentado em Jerez se repetiu. Das fornecedoras, a Mercedes voltou a dominar seguida pela Ferrari e com a Renault ainda engatinhando. Se Kevin Magnussen liderava as atividades no final da manhã, Nico Hülkenberg fechou o dia com o melhor tempo, os dois com motores Mercedes.
As atividades em Sakhir começaram com meia hora de atraso por falta de comissários na pista, problema resolvido os carros foram para a pista. O tempo perdido no início foi compensado no final da atividade.
De problemas, a Red Bull e a Toro Rosso só começaram a andar no período da tarde por atraso na montagem e um possível vazemento de óleo, respectivamente. Sebastian Vettel ainda conseguiu dar 14 voltas (em sequencias pequenas de voltas) com o RB10 até parar na pista bahrenita.
A Williams chegou a andar, mas uma falha no sistema de combustível não permitiu que Felipe Massa fizesse uma volta cronometrada. Dos carros impulsionados com motor Ferrari, quem menos andou foi a Marussia com Jules Bianchi que fez três voltas e também não marcou tempo.
Enquanto isso, no topo da tabela, Force India, McLaren, Mercedes e Ferrari brigavam pelo primeiro lugar, mas sempre com uma pequena vantagem para as três primeiras que sempre marcavam voltas rápidas em sequências mais consistentes. No final do dia, Hülkenberg com o tempo de 1m36s880 fechou o dia no primeiro lugar, quase um segundo mais rápido que Fernando Alonso.
Entre as montadoras, a Mercedes repetiu Jerez e foi a que mais andou com aproximadamente 1.288 quilômetros rodados. A Ferrari andou aproximadamente 806 contra os 514 quilômetros da Renault, boa parte rodada pela Caterham com Robin Frijns.
As equipes retornarão a pista do bahrenita amanhã para o segundo dia de testes.
1) Nico Hülkenberg (ALE) [Force India – Mercedes] 1m36s880 – 78 voltas;
2) Fernando Alonso (ESP) [Ferrari] 1m37s879 – 64 voltas;
3) Lewis Hamilton (ING) [Mercedes] 1m37s908 – 74 voltas;
4) Kevin Magnussen (DIN) [McLaren - Mercedes] 1m38s295 – 81 voltas;
5) Sebastian Vettel (ALE) [Red Bull – Renault] 1m40s224 – 14 voltas;
6) Adrian Sutil (ALE) [Sauber – Ferrari] 1m40s443 – 82 voltas;
7) Robin Frijns (HOL) [Caterham – Renault] 1m42s534 – 68 voltas;
8) Daniil Kvyat (RUS) [Toro Rosso – Renault] 1m44s346 – 5 voltas;
9) Romain Grosjean (FRA) [Lotus - Renault] 1m44s832 – 8 voltas;
10) Felipe Massa (BRA) [Williams – Mercedes] sem tempo – 5 voltas;
11) Jules Bianchi (FRA) [Marussia – Ferrari] sem tempo – 3 voltas.
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| Hulk foi o melhor do primeiro dia de testes no Bahrein |
As atividades em Sakhir começaram com meia hora de atraso por falta de comissários na pista, problema resolvido os carros foram para a pista. O tempo perdido no início foi compensado no final da atividade.
De problemas, a Red Bull e a Toro Rosso só começaram a andar no período da tarde por atraso na montagem e um possível vazemento de óleo, respectivamente. Sebastian Vettel ainda conseguiu dar 14 voltas (em sequencias pequenas de voltas) com o RB10 até parar na pista bahrenita.
A Williams chegou a andar, mas uma falha no sistema de combustível não permitiu que Felipe Massa fizesse uma volta cronometrada. Dos carros impulsionados com motor Ferrari, quem menos andou foi a Marussia com Jules Bianchi que fez três voltas e também não marcou tempo.
Enquanto isso, no topo da tabela, Force India, McLaren, Mercedes e Ferrari brigavam pelo primeiro lugar, mas sempre com uma pequena vantagem para as três primeiras que sempre marcavam voltas rápidas em sequências mais consistentes. No final do dia, Hülkenberg com o tempo de 1m36s880 fechou o dia no primeiro lugar, quase um segundo mais rápido que Fernando Alonso.
Entre as montadoras, a Mercedes repetiu Jerez e foi a que mais andou com aproximadamente 1.288 quilômetros rodados. A Ferrari andou aproximadamente 806 contra os 514 quilômetros da Renault, boa parte rodada pela Caterham com Robin Frijns.
As equipes retornarão a pista do bahrenita amanhã para o segundo dia de testes.
1) Nico Hülkenberg (ALE) [Force India – Mercedes] 1m36s880 – 78 voltas;
2) Fernando Alonso (ESP) [Ferrari] 1m37s879 – 64 voltas;
3) Lewis Hamilton (ING) [Mercedes] 1m37s908 – 74 voltas;
4) Kevin Magnussen (DIN) [McLaren - Mercedes] 1m38s295 – 81 voltas;
5) Sebastian Vettel (ALE) [Red Bull – Renault] 1m40s224 – 14 voltas;
6) Adrian Sutil (ALE) [Sauber – Ferrari] 1m40s443 – 82 voltas;
7) Robin Frijns (HOL) [Caterham – Renault] 1m42s534 – 68 voltas;
8) Daniil Kvyat (RUS) [Toro Rosso – Renault] 1m44s346 – 5 voltas;
9) Romain Grosjean (FRA) [Lotus - Renault] 1m44s832 – 8 voltas;
10) Felipe Massa (BRA) [Williams – Mercedes] sem tempo – 5 voltas;
11) Jules Bianchi (FRA) [Marussia – Ferrari] sem tempo – 3 voltas.
Marcador(es):
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Toro Rosso,
Williams
31 janeiro 2014
F1 2014 – Testes Coletivos – Jerez – Dia 04
Sutton/GP Update
É, os testes em Jerez terminaram com um brazuca na frente. Não que de fato signifique algo concreto, porque não significa muito além do que irei comentar mais adiante, mas parece que Felipe Massa está recuperando a forma na nova casa que a Williams lhe proporciona. O brasileiro terminou o dia na frente de Fernando Alonso, Daniel Juncadella (piloto de testes da Force India), Kevin Magnussen e Lewis Hamilton.
De fato o que dá para tirar destes testes em Jerez é que ninguém está confiando plenamente em seus equipamentos. Dos vídeos que eu vi dos testes, quase não se vê um carro andando no limite, sempre passando lentamente, pilotos freando cedo e acelerando tarde, como dá para ver aqui embaixo.
Nisso tudo, o que ficou bem claro é que como alguns boatos diziam, ainda no ano passado, o motor Mercedes aparenta ser o melhor até o momento, as usinas da Ferrari estão ali pertinho. Por outro lado, os motores Renault, que fecharam hoje com as três últimas posições, não tem sido nada confiáveis. Red Bull, Toro Rosso e Caterham relataram diversos problemas com os motores franceses, principalmente os atuais campeões que deram apenas 14 voltas em quatro dias.
Agora as equipes vão para as suas sedes e se reencontram no dia 19 de fevereiro, no Bahrein, para a segunda semana de testes.
1) Felipe Massa (BRA) [Williams – Mercedes] 1m28s29 – 85 voltas;
2) Fernando Alonso (ESP) [Ferrari] 1m29s145 – 115 voltas;
3) Daniel Juncadella (ESP) [Force India – Mercedes] 1m29s457 – 81 voltas;
4) Kevin Magnussen (DIN) [McLaren - Mercedes] 1m30s806 – 110 voltas;
5) Lewis Hamilton (ING) [Mercedes] 1m30s822 – 41 voltas;
6) Jules Bianchi (FRA) [Marussia – Ferrari] 1m32s222 – 25 voltas;
7) Adrian Sutil (ALE) [Sauber – Ferrari] 1m36s571 – 69 voltas;
8) Nico Rosberg (ALE) [Mercedes] 1m36s951 – 91 voltas;
9) Kamui Kobayashi (JAP) [Caterham – Renault] 1m43s193 – 54 voltas;
10) Daniil Kvyat (RUS) [Toro Rosso – Renault] 1m44s016 – 9 voltas;
11) Daniel Ricciardo (AUS) [Red Bull – Renault] 1m45s374 – 7 voltas.
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| Não foi o melhor tempo da semana, mas Felipe Massa terminou a sexta-feira em primeiro |
De fato o que dá para tirar destes testes em Jerez é que ninguém está confiando plenamente em seus equipamentos. Dos vídeos que eu vi dos testes, quase não se vê um carro andando no limite, sempre passando lentamente, pilotos freando cedo e acelerando tarde, como dá para ver aqui embaixo.
Nisso tudo, o que ficou bem claro é que como alguns boatos diziam, ainda no ano passado, o motor Mercedes aparenta ser o melhor até o momento, as usinas da Ferrari estão ali pertinho. Por outro lado, os motores Renault, que fecharam hoje com as três últimas posições, não tem sido nada confiáveis. Red Bull, Toro Rosso e Caterham relataram diversos problemas com os motores franceses, principalmente os atuais campeões que deram apenas 14 voltas em quatro dias.
Agora as equipes vão para as suas sedes e se reencontram no dia 19 de fevereiro, no Bahrein, para a segunda semana de testes.
1) Felipe Massa (BRA) [Williams – Mercedes] 1m28s29 – 85 voltas;
2) Fernando Alonso (ESP) [Ferrari] 1m29s145 – 115 voltas;
3) Daniel Juncadella (ESP) [Force India – Mercedes] 1m29s457 – 81 voltas;
4) Kevin Magnussen (DIN) [McLaren - Mercedes] 1m30s806 – 110 voltas;
5) Lewis Hamilton (ING) [Mercedes] 1m30s822 – 41 voltas;
6) Jules Bianchi (FRA) [Marussia – Ferrari] 1m32s222 – 25 voltas;
7) Adrian Sutil (ALE) [Sauber – Ferrari] 1m36s571 – 69 voltas;
8) Nico Rosberg (ALE) [Mercedes] 1m36s951 – 91 voltas;
9) Kamui Kobayashi (JAP) [Caterham – Renault] 1m43s193 – 54 voltas;
10) Daniil Kvyat (RUS) [Toro Rosso – Renault] 1m44s016 – 9 voltas;
11) Daniel Ricciardo (AUS) [Red Bull – Renault] 1m45s374 – 7 voltas.
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