Facebook / Romain Grosjean
Essa semaninha é maravilhosa para quem adora todo troca-troca de desenhos de capacetes dos pilotos. Uma semana com GP de Mônaco e Indy 500 é um prato cheio para esse tipo de coisa e não está sendo diferente com a galera da F1, um pouco menos com o pessoal da Indy.
O primeiro piloto que mostrou o desenho do casco modificado para o GP de Mônaco foi Romain Grosjean. O francês lembrou de uma figura que ainda está bem viva na memória da Fórmula 1: Jules Bianchi.
Bianchi também era francês e faleceu em julho do ano passado depois de nove meses em coma por um acidente durante o GP do Japão de 2014. Jules Bianchi, até então, era a sensação da temporada por ter marcado os dois únicos pontos da história da Marussia, equipe pela qual corria, ao terminar em nono justamente o GP de Mônaco daquele ano. Uma façanha quase improvável para a pior equipe da categoria. A morte de Bianchi foi a primeira na Fórmula 1 desde 1994, quando Ayrton Senna morreu em Ímola, na Itália.
Um desenho do rosto de Bianchi e a frase "Monaco 2014" (em inglês, por isso da falta do acento) lembram justamente o feito de Bianchi na prova mais tradicional da Fórmula 1 pela nanica Marussia.
Curiosamente, Grosjean e a Haas, time pelo qual o francês corre, são as sensações dessa temporada. A equipe estreante já marcou 22 pontos em cinco corridas e ocupa o sexto lugar no Campeonato de Construtores, à frente de equipes bem tradicionais na Fórmula 1. Todos os pontos foram marcados por Grosjean, o francês tem liderado na pista os bons resultados da equipe americana.
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25 maio 2016
29 julho 2015
Tributo a Jules
Reprodução / YouTube / FORMULA 1
Jule Bianchi faleceu no último dia 17 e a Fórmula 1 fez a sua homenagem ao piloto que era uma das grandes promessas da categoria para os próximos anos. Assista:
Jule Bianchi faleceu no último dia 17 e a Fórmula 1 fez a sua homenagem ao piloto que era uma das grandes promessas da categoria para os próximos anos. Assista:
Marcador(es):
Fórmula 1,
Jules Bianchi
19 julho 2015
#RememberJules
Fotos: Facebook / Manor F1 Team
Acabei sabendo apenas nesse sábado de manhã da notícia que ninguém que é ligado ao automobilismo gostaria de receber. A morte de Jules Bianchi nove meses após o acidente que aconteceu durante o último GP do Japão faz qualquer pessoa ligada ao automobilismo parar e pensar: "Esse esporte que tira vidas é o que eu gosto"? A resposta ainda assim é "sim".
A reposta continua sendo positiva porque apesar das grandes perdas, temos muita alegria acompanhando e praticando o automobilismo. Se você que lê esse texto resolver perguntar para qualquer apaixonado quem proporcionou as maiores alegrias para os fãs do esporte à motor nos últimos anos uma das respostas com toda a certeza será Jules Bianchi.
"Ah! Mas estão falando isso porque ele morreu". Não! O francês estava no seleto grupo de pilotos que chamavam a atenção ainda nas categorias de base com corridas magnificas, disputas de título sensacionais e uma consistência rara de se ver em jovens pilotos, tanto que ele era a figura de maior importância na recente Acadêmia de Pilotos da Ferrari.
O talento de Jules Bianchi era indiscutível. Se esperava que o francês de 25 anos logo deveria sair da Marussia e rumar para a Ferrari onde o seu potencial poderia ser explorado em sua totalidade e um título poderia vir em breve. A estreia de Bianchi na Marussia - além de ser uma forma de abater as dívidas do time com a montadora - foi uma forma da Ferrari dar quilometragem para o jovem francês.
Bianchi correspondeu muito bem. Na primeira temporada, em 2013, Bianchi foi o melhor entre os pilotos das equipes nanicas - Caterham e Marussia - e em 2014 conseguiu um feito maior ao marcar dois pontos com a Marussia durante o GP de Mônaco. O resultado fez Bianchi terminar a temporada em 16º, a frente de Pastor Maldonado da Lotus - que teve um carro melhor que o do francês -, mesmo sem disputar as últimas etapas do ano devido ao acidente no Japão.
Sou sincero que - se tivesse que saber disso - preferia saber da notícia da morte dele nove meses atrás do que somente agora. Por quê? Imagine o tamanho do sofrimento da família dele neste período, as esperanças alimentadas e todo o resto, antes Bianchi tivesse falecido naquele 05 de outubro do que no último 18 de julho. Essa espera gera um sofrimento gigantesco.
Digo para você que lê esse texto, não espero que aconteça uma revolução na busca pela segurança como aconteceu 21 anos atrás com as mortes de Roland Ratzenberger e Ayrton Senna. A Fórmula 1 introduziu o Virtual Safety-Car - que nada mais é que uma bandeira amarela em todo o circuito e os carros tem que andar em velocidade reduzida durante esse período -, mas ainda é pouco.
Sou a favor da introdução do canopy - cúpula de vidro que protegeria a cabeça dos pilotos e é sempre vista em aviões caça - nos fórmulas. Quem sabe com a morte de Bianchi as equipes resolvam mudar de idéia? O quê eu sei é que a Fórmula 1 precisa fazer mais pela segurança de suas estrelas, já que nada foi feito em 2009, no acidente de Felipe Massa na Hungria.
Agora, já passou da hora da Fórmula 1 voltar a ser a referência em segurança e propor uma mudança radical em seus carros para que episódios assim não se repitam mais.
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| Jules Bianchi no último final de semana dele na Fórmula 1 |
A reposta continua sendo positiva porque apesar das grandes perdas, temos muita alegria acompanhando e praticando o automobilismo. Se você que lê esse texto resolver perguntar para qualquer apaixonado quem proporcionou as maiores alegrias para os fãs do esporte à motor nos últimos anos uma das respostas com toda a certeza será Jules Bianchi.
"Ah! Mas estão falando isso porque ele morreu". Não! O francês estava no seleto grupo de pilotos que chamavam a atenção ainda nas categorias de base com corridas magnificas, disputas de título sensacionais e uma consistência rara de se ver em jovens pilotos, tanto que ele era a figura de maior importância na recente Acadêmia de Pilotos da Ferrari.
O talento de Jules Bianchi era indiscutível. Se esperava que o francês de 25 anos logo deveria sair da Marussia e rumar para a Ferrari onde o seu potencial poderia ser explorado em sua totalidade e um título poderia vir em breve. A estreia de Bianchi na Marussia - além de ser uma forma de abater as dívidas do time com a montadora - foi uma forma da Ferrari dar quilometragem para o jovem francês.
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| Bianchi e a equipe Marussia comemorando os primeiros pontos |
Sou sincero que - se tivesse que saber disso - preferia saber da notícia da morte dele nove meses atrás do que somente agora. Por quê? Imagine o tamanho do sofrimento da família dele neste período, as esperanças alimentadas e todo o resto, antes Bianchi tivesse falecido naquele 05 de outubro do que no último 18 de julho. Essa espera gera um sofrimento gigantesco.
Digo para você que lê esse texto, não espero que aconteça uma revolução na busca pela segurança como aconteceu 21 anos atrás com as mortes de Roland Ratzenberger e Ayrton Senna. A Fórmula 1 introduziu o Virtual Safety-Car - que nada mais é que uma bandeira amarela em todo o circuito e os carros tem que andar em velocidade reduzida durante esse período -, mas ainda é pouco.
Sou a favor da introdução do canopy - cúpula de vidro que protegeria a cabeça dos pilotos e é sempre vista em aviões caça - nos fórmulas. Quem sabe com a morte de Bianchi as equipes resolvam mudar de idéia? O quê eu sei é que a Fórmula 1 precisa fazer mais pela segurança de suas estrelas, já que nada foi feito em 2009, no acidente de Felipe Massa na Hungria.
Agora, já passou da hora da Fórmula 1 voltar a ser a referência em segurança e propor uma mudança radical em seus carros para que episódios assim não se repitam mais.
09 julho 2014
F1 2014 – Testes Coletivos em Silverstone (2) - Pela Ferrari, Bianchi lidera último dia de testes da temporada
Sutton/GP Update
Depois de marcar um bom quinto tempo com a Marussia ontem, Jules Bianchi assumiu o carro de Kimi Raikkonen, lesionado por causa do acidente da primeira volta do GP da Inglaterra no último domingo, e não fez feio. O francês que faz parte da Acadêmia de Pilotos da Ferrari colocou o Cavallino Rampante no lugar mais alto da tabela de tempos deste último dia de testes da temporada.
Outra boa surpresa do dia foi o russo Daniil Kvyat, da Toro Rosso. A promessa do programa de pilotos da Red Bull chegou a liderar o período da manhã, mas foi desbancado por Bianchi no período da tarde.
Kevin Magnussen [McLaren], Giedo van der Garde [Sauber] e Lewis Hamilton [Mercedes] fecharam o Top 5. O vice-líder do campeonato não teve um dia tão bom, além de ser um dos pilotos que menos andou, Hamilton rodou pela manhã e causou uma das bandeiras vermelhas do período.
Divulgação/Lotus
Ainda assim, o quê chamou a atenção da categoria no período da manhã deste segundo dia de testes em Silverstone foram as rodas de 18 polegadas da Pirelli. A montadora apresentou a nova roda e fez os primeiros testes com a Lotus conduzida por Charles Pic. Foram 14 voltas, todas de manhã, aparentemente agradaram a montadora.
A recepção da novidade pela categoria foi tão boa que a Pirelli já anunciou que pode adiantar a nova roda de 2017 para 2016 e no ano seguinte aumentar ainda mais as rodas para 19 ou 20 polegadas.
Confira os tempos do segundo dia Testes Coletivos em Silverstone, na Inglaterra:
1) Jules Bianchi (FRA) [Ferrari] 1m35s262 - 89 voltas;
2) Daniil Kvyat (RUS) [Toro Rosso - Renault] 1m35s544 - 55 voltas;
3) Kevin Magnussen (DIN) [McLaren - Mercedes] 1m35s593 - 91 voltas;
4) Giedo van der Garde (HOL) [Sauber - Ferrari] 1m36s327 - 84 voltas;
5) Lewis Hamilton (ING) [Mercedes] 1m36s680 - 47 voltas;
6) Valtteri Bottas (FIN) [Williams - Mercedes] 1m37s193 - 40 voltas;
7) Max Chilton (ING) [Marussia - Ferrari] 1m37s359 - 77 voltas;
8) Daniel Juncadella (ESP) [Force India - Mercedes] 1m37s449 - 52 voltas;
9) Sebastian Vettel (ALE) [Red Bull - Renault] 1m39s410 - 76 voltas;
10) Charles Pic (FRA) [Lotus - Renault] 1m41s906 - 39 voltas;
11) Julián Leal (COL) [Caterham - Renault] 1m42s635 - 51 voltas;
Confira os tempos acumulados dos dois dias de Testes Coletivos em Silverstone, na Inglaterra:
1) Felipe Massa (BRA) [Williams - Mercedes] 1m35s242 - 42 voltas;
2) Daniel Ricciardo (AUS) [Red Bull - Renault] 1m35s248 - 72 voltas;
3) Jules Bianchi (FRA) [Ferrari] 1m35s262 - 89 voltas;
4) Daniil Kvyat (RUS) [Toro Rosso - Renault] 1m35s544 - 55 voltas;
5) Nico Rosberg (ALE) [Mercedes] 1m35s573 - 90 voltas;
6) Kevin Magnussen (DIN) [McLaren - Mercedes] 1m35s593 - 91 voltas;
7) Adrian Sutil (ALE) [Sauber - Ferrari] 1m35s674 - 74 voltas;
8) Jules Bianchi (FRA) [Marussia - Ferrari] 1m36s148 - 108 voltas;
9) Giedo van der Garde (HOL) [Sauber - Ferrari] 1m36s327 - 84 voltas;
10) Stoffel Vandoorne (BEL) [McLaren - Mercedes] 1m36s462 - 71 voltas;
11) Sergio Pérez (MEX) [Force India - Mercedes] 1m36s583 - 79 voltas;
12) Lewis Hamilton (ING) [Mercedes] 1m36s680 - 47 voltas;
13) Jean-Éric Vergne (FRA) [Toro Rosso - Renault] 1m36s688 - 28 voltas;
14) Pastor Maldonado (VEN) [Lotus - Renault] 1m37s131 - 97 voltas;
15) Valtteri Bottas (FIN) [Williams - Mercedes] 1m37s193 - 40 voltas;
16) Max Chilton (ING) [Marussia - Ferrari] 1m37s359 - 77 voltas;
17) Daniel Juncadella (ESP) [Force India - Mercedes] 1m37s449 - 52 voltas;
18) Pedro De La Rosa (ESP) [Ferrari] 1m37s988 - 49 voltas;
19) Sebastian Vettel (ALE) [Red Bull - Renault] 1m39s410 - 76 voltas;
20) Will Stevens (ING) [Caterham - Renault] 1m40s627 - 95 voltas;
21) Charles Pic (FRA) [Lotus - Renault] 1m41s906 - 39 voltas;
22) Julián Leal (COL) [Caterham - Renault] 1m42s635 - 51 voltas.
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| Bianchi fechou o dia com o melhor tempo correndo pela Ferrari |
Outra boa surpresa do dia foi o russo Daniil Kvyat, da Toro Rosso. A promessa do programa de pilotos da Red Bull chegou a liderar o período da manhã, mas foi desbancado por Bianchi no período da tarde.
Kevin Magnussen [McLaren], Giedo van der Garde [Sauber] e Lewis Hamilton [Mercedes] fecharam o Top 5. O vice-líder do campeonato não teve um dia tão bom, além de ser um dos pilotos que menos andou, Hamilton rodou pela manhã e causou uma das bandeiras vermelhas do período.
Divulgação/Lotus
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| Grandonas, hoje, as novas rodas da Pirelli tiveram maior destaque |
A recepção da novidade pela categoria foi tão boa que a Pirelli já anunciou que pode adiantar a nova roda de 2017 para 2016 e no ano seguinte aumentar ainda mais as rodas para 19 ou 20 polegadas.
Confira os tempos do segundo dia Testes Coletivos em Silverstone, na Inglaterra:
1) Jules Bianchi (FRA) [Ferrari] 1m35s262 - 89 voltas;
2) Daniil Kvyat (RUS) [Toro Rosso - Renault] 1m35s544 - 55 voltas;
3) Kevin Magnussen (DIN) [McLaren - Mercedes] 1m35s593 - 91 voltas;
4) Giedo van der Garde (HOL) [Sauber - Ferrari] 1m36s327 - 84 voltas;
5) Lewis Hamilton (ING) [Mercedes] 1m36s680 - 47 voltas;
6) Valtteri Bottas (FIN) [Williams - Mercedes] 1m37s193 - 40 voltas;
7) Max Chilton (ING) [Marussia - Ferrari] 1m37s359 - 77 voltas;
8) Daniel Juncadella (ESP) [Force India - Mercedes] 1m37s449 - 52 voltas;
9) Sebastian Vettel (ALE) [Red Bull - Renault] 1m39s410 - 76 voltas;
10) Charles Pic (FRA) [Lotus - Renault] 1m41s906 - 39 voltas;
11) Julián Leal (COL) [Caterham - Renault] 1m42s635 - 51 voltas;
Confira os tempos acumulados dos dois dias de Testes Coletivos em Silverstone, na Inglaterra:
1) Felipe Massa (BRA) [Williams - Mercedes] 1m35s242 - 42 voltas;
2) Daniel Ricciardo (AUS) [Red Bull - Renault] 1m35s248 - 72 voltas;
3) Jules Bianchi (FRA) [Ferrari] 1m35s262 - 89 voltas;
4) Daniil Kvyat (RUS) [Toro Rosso - Renault] 1m35s544 - 55 voltas;
5) Nico Rosberg (ALE) [Mercedes] 1m35s573 - 90 voltas;
6) Kevin Magnussen (DIN) [McLaren - Mercedes] 1m35s593 - 91 voltas;
7) Adrian Sutil (ALE) [Sauber - Ferrari] 1m35s674 - 74 voltas;
8) Jules Bianchi (FRA) [Marussia - Ferrari] 1m36s148 - 108 voltas;
9) Giedo van der Garde (HOL) [Sauber - Ferrari] 1m36s327 - 84 voltas;
10) Stoffel Vandoorne (BEL) [McLaren - Mercedes] 1m36s462 - 71 voltas;
11) Sergio Pérez (MEX) [Force India - Mercedes] 1m36s583 - 79 voltas;
12) Lewis Hamilton (ING) [Mercedes] 1m36s680 - 47 voltas;
13) Jean-Éric Vergne (FRA) [Toro Rosso - Renault] 1m36s688 - 28 voltas;
14) Pastor Maldonado (VEN) [Lotus - Renault] 1m37s131 - 97 voltas;
15) Valtteri Bottas (FIN) [Williams - Mercedes] 1m37s193 - 40 voltas;
16) Max Chilton (ING) [Marussia - Ferrari] 1m37s359 - 77 voltas;
17) Daniel Juncadella (ESP) [Force India - Mercedes] 1m37s449 - 52 voltas;
18) Pedro De La Rosa (ESP) [Ferrari] 1m37s988 - 49 voltas;
19) Sebastian Vettel (ALE) [Red Bull - Renault] 1m39s410 - 76 voltas;
20) Will Stevens (ING) [Caterham - Renault] 1m40s627 - 95 voltas;
21) Charles Pic (FRA) [Lotus - Renault] 1m41s906 - 39 voltas;
22) Julián Leal (COL) [Caterham - Renault] 1m42s635 - 51 voltas.
08 julho 2014
F1 2014 – Testes Coletivos em Silverstone (1) - Massa na frente
Sutton/GP Update
Foi azar! É o que se dá para concluir depois de ver o desempenho de Valtteri Bottas no domingo e a liderança de Felipe Massa no primeiro dia de testes coletivos em Silverstone. Está certo que teve o erro da equipe no sábado, mas a Williams tinha dois carros em excelentes condições para a corrida de domingo.
Daniel Ricciardo terminou com o segundo tempo do dia seguido por Nico Rosberg. Adrian Sutil e Jules Bianchi completaram o Top 5 do dia e o grupo de carros que ficou dentro do mesmo segundo de Massa.
O dia também foi marcado pelos testes que a Pirelli fez com os pneus de 18 polegadas que a montadora quer introduzir a partir de 2017. A Lotus foi a equipe que testou os novos compostos mais largos e perfil mais baixo. Talvez, por este motivo, que o time tenha ficado apenas com o nono tempo do dia, quase dois segundos mais lentos.
Amanhã será o último dia de testes coletivos da temporada, depois disso, testes só quando o campeonato acabar lá em Abu Dhabi.
1) Felipe Massa (BRA) [Williams - Mercedes] 1m35s242 - 42 voltas;
2) Daniel Ricciardo (AUS) [Red Bull - Renault] 1m35s248 - 72 voltas;
3) Nico Rosberg (ALE) [Mercedes] 1m35s573 - 90 voltas;
4) Adrian Sutil (ALE) [Sauber - Ferrari] 1m35s674 - 74 voltas;
5) Jules Bianchi (FRA) [Marussia - Ferrari] 1m36s148 - 108 voltas;
6) Stoffel Vandoorne (BEL) [McLaren - Mercedes] 1m36s462 - 71 voltas;
7) Sergio Pérez (MEX) [Force India - Mercedes] 1m36s583 - 79 voltas;
8) Jean-Éric Vergne (FRA) [Toro Rosso - Renault] 1m36s688 - 28 voltas;
9) Pastor Maldonado (VEN) [Lotus - Renault] 1m37s131 - 97 voltas;
10) Pedro De La Rosa (ESP) [Ferrari] 1m37s988 - 49 voltas;
11) Will Stevens (ING) [Caterham - Renault] 1m40s627 - 95 voltas.
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| Massa liderou o primeiro dia de testes com o tempo da manhâ |
Daniel Ricciardo terminou com o segundo tempo do dia seguido por Nico Rosberg. Adrian Sutil e Jules Bianchi completaram o Top 5 do dia e o grupo de carros que ficou dentro do mesmo segundo de Massa.
O dia também foi marcado pelos testes que a Pirelli fez com os pneus de 18 polegadas que a montadora quer introduzir a partir de 2017. A Lotus foi a equipe que testou os novos compostos mais largos e perfil mais baixo. Talvez, por este motivo, que o time tenha ficado apenas com o nono tempo do dia, quase dois segundos mais lentos.
Amanhã será o último dia de testes coletivos da temporada, depois disso, testes só quando o campeonato acabar lá em Abu Dhabi.
1) Felipe Massa (BRA) [Williams - Mercedes] 1m35s242 - 42 voltas;
2) Daniel Ricciardo (AUS) [Red Bull - Renault] 1m35s248 - 72 voltas;
3) Nico Rosberg (ALE) [Mercedes] 1m35s573 - 90 voltas;
4) Adrian Sutil (ALE) [Sauber - Ferrari] 1m35s674 - 74 voltas;
5) Jules Bianchi (FRA) [Marussia - Ferrari] 1m36s148 - 108 voltas;
6) Stoffel Vandoorne (BEL) [McLaren - Mercedes] 1m36s462 - 71 voltas;
7) Sergio Pérez (MEX) [Force India - Mercedes] 1m36s583 - 79 voltas;
8) Jean-Éric Vergne (FRA) [Toro Rosso - Renault] 1m36s688 - 28 voltas;
9) Pastor Maldonado (VEN) [Lotus - Renault] 1m37s131 - 97 voltas;
10) Pedro De La Rosa (ESP) [Ferrari] 1m37s988 - 49 voltas;
11) Will Stevens (ING) [Caterham - Renault] 1m40s627 - 95 voltas.
Marcador(es):
Adrian Sutil,
Daniel Ricciardo,
Felipe Massa,
Fórmula 1,
Jules Bianchi,
Lotus,
Nico Rosberg,
Pirelli,
Temporada 2014,
Testes Coletivos
25 maio 2014
F1 2014 – GP de Mônaco (2) - Rosberg na ponta de novo e Bianchi pontuou para a Marussia
Sutton/GP Update
Segunda vitória na temporada, sexto pódio consecutivo e retomada da ponta do campeonato. A pole em Mônaco rendeu muito para Nico Rosberg que largou bem, manteve a ponta da corrida e venceu pela segunda vez no principado. A vitória chegou em um momento importante de briga psicológica dentro da equipe e quando o companheiro declarou guerra.
Após questionar o erro de Nico Rosberg nos segundos finais da classificação, Lewis Hamilton amargou o segundo lugar durante toda a corrida e ainda enfrentou um problema na vista nas voltas finais. Ainda assim, aguentou a pressão de Daniel Ricciardo nas voltas finais. Não sei se a boca aberta de Hamilton, no sábado, que falou que iria agir como Ayrton Senna agiu com Alain Prost, irá acalmar os ânimos ou irá colocando lenha nesta fogueira.
A Ferrari salvou um quarto lugar com Fernando Alonso, mas poderia ter mais se não errasse com Kimi Raikkonen e fizesse o finlandês perder o terceiro lugar logo após o segundo Safety Car. Isso só mostra que as trocas no comando do time não mudaram nada de forma efetiva dentro da escuderia.
Mais atrás, o feito do domingo veio da pequena Marussia. Quietinho, quietinho Jules Bianchi foi chegando, graças aos abandonos, mas a condução segura também garantia o posto do francês na zona de pontuação. No final, para completar a festa da Marussia, o entrevero entre Kimi Raikkonen e Kevin Magnussen fez Bianchi entrar de vez na zona de pontuação e garantir o nono lugar e dois pontos na classificação, os primeiros do pilotos e da equipe Marussia. O feito de Jules Bianchi fica ainda maior depois de saber que o francês largou do último lugar por ter trocado o câmbio de seu carro.
Mesmo em Mônaco, a corrida teve uma agitação aqui e ali, mas o medo de problemas com as unidades de força das equipes se mostrou maior no principado: foram pelo menos três problemas relacionados com as unidades de força.
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| Rosberg manteve a pole e veceu de ponta a ponta |
Após questionar o erro de Nico Rosberg nos segundos finais da classificação, Lewis Hamilton amargou o segundo lugar durante toda a corrida e ainda enfrentou um problema na vista nas voltas finais. Ainda assim, aguentou a pressão de Daniel Ricciardo nas voltas finais. Não sei se a boca aberta de Hamilton, no sábado, que falou que iria agir como Ayrton Senna agiu com Alain Prost, irá acalmar os ânimos ou irá colocando lenha nesta fogueira.
A Ferrari salvou um quarto lugar com Fernando Alonso, mas poderia ter mais se não errasse com Kimi Raikkonen e fizesse o finlandês perder o terceiro lugar logo após o segundo Safety Car. Isso só mostra que as trocas no comando do time não mudaram nada de forma efetiva dentro da escuderia.
Mais atrás, o feito do domingo veio da pequena Marussia. Quietinho, quietinho Jules Bianchi foi chegando, graças aos abandonos, mas a condução segura também garantia o posto do francês na zona de pontuação. No final, para completar a festa da Marussia, o entrevero entre Kimi Raikkonen e Kevin Magnussen fez Bianchi entrar de vez na zona de pontuação e garantir o nono lugar e dois pontos na classificação, os primeiros do pilotos e da equipe Marussia. O feito de Jules Bianchi fica ainda maior depois de saber que o francês largou do último lugar por ter trocado o câmbio de seu carro.
Mesmo em Mônaco, a corrida teve uma agitação aqui e ali, mas o medo de problemas com as unidades de força das equipes se mostrou maior no principado: foram pelo menos três problemas relacionados com as unidades de força.
04 abril 2014
F1 2014 – GP do Bahrein (1)
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Com a corrida acontecendo no início da noite, a temperatura será um pouco mais amena, situação que beneficia a Red Bull e prejudica um pouco a Williams. A primeira pelos seguidos problemas de superaquecimento nas unidades de força que ainda assombram os touros vermelhos. Para o time de Sir Frank Williams, quanto mais quente, melhor. O carro anda bem em reta e temperaturas mais altas favorecem a aerodinâmica do FW36, caso contrário, a aderência na traseira do carro diminui e a velocidade de curva também.
A aposta certa é seguir com a Mercedes que se comporta bem em qualquer tipo de situação e continua sobrando neste início de temporada.
Comissário convidado
O inglês Derek Warwick é um velho conhecido das salas de comissariado ao redor do globo. Warwick irá para a sua 11ª participação como comissário convidado desde 2010, empatando com o italiano Emanuele Pirro (Comissário na Austrália). Vamos as participações do inglês: Espanha (2010), Hungria (2010), Turquia (2011), Abu Dhabi (2011 e 2012), Alemanha (2012), Japão (2012), Malásia (2013), Bélgica (2013) e Cingapura (2013).
Punições
Quem já chega com punição ao deserto é Daniel Ricciardo. O australiano irá perder 10 posições no grid de largada pela trapalhada da equipe no último pit stop do GP da Malásia, quando o Ricciardo saiu dos boxes com uma das rodas soltas. Também na Malásia, outros três pilotos estrearam as punições por pontos (ou os pontos na cateira), são eles: Valtteri Bottas, Kevin Magnussen e Jules Bianchi, cada um com dois pontos na carteira.
DRS
Duas zonas de ativação da asa traseira móvel estarão liberadas para os pilotos durante as atividades da Fórmula 1 no Bahrein. A primeira fica instalada na reta oposta do traçado bahrenita com o ponto de detecção da diferença colocado um pouco antes da marota curva 9. O segundo trecho está colocado na reta principal. O ponto de detecção está colocado antes da curva 14, que leva para a leve curva 15 e a reta dos boxes.
Temperatura
Como boa parte das atividades irão acontecer à noite, estão previstas temperaturas mais amenas, neste caso, entre 20ºC e 24ºC, com um detalhe importante, sem previsão de chuva pela primeira vez nesta temporada.
Pneus
Os "calçados" escolhidos pela Pirelli para o GP do Bahrein são os compostos Macios e Médios, como em 2013. A escolha acaba sendo bem conservadora já que a corrida acontece ao entardecer, momento em que a temperatura do ar começa a cair. No ano passado, esta mesma escolha tornou-se bem arriscada, já que a corrida acontecia no meio da tarde, período em que são registradas as temperaturas mais altas. Esta será a segunda vez que esta combinação de pneus será usada nesta temporada, antes a dupla Macios/Médios foram usadas no final de semana do GP da Austrália.
Agenda
Com a alteração da programação do GP do Bahrein, as atividades da Fórmula 1 acontecem mais tarde em relação as corridas na Europa. Confira a agenda, tudo no horário oficial de Brasília:
Corrida – Domingo – 05h.
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01 março 2014
F1 2014 – Testes Coletivos – Bahrein 2 - Dia 02
Sutton/GP Update
Mais uma vez o mexicano Sergio Pérez cravou a melhor marca do dia. Com o tempo de 1m35s570 ainda no período da manhã, o piloto da Force India colocou o time pela terceira vez na posição de honra durante a pré-temporada.
No segundo lugar, o espanhol Fernando Alonso com a Ferrari foi o que mais andou nesta sexta-feira. No terceiro lugar é que veio a "surpresa" do dia. Acendendo uma luz no fim do túnel e sem apresentar problemas durante o dia todo, Daniel Ricciardo deu esperanças a Red Bull que mal estava conseguindo andar e quando o fazia ficava muito distante dos ponteiros. O único problema é que o time continua rodando relativamente pouco, foram apenas 66 voltas neste segundo dia de testes desta semana.
No quarto lugar, apareceu Felipe Massa que demonstrou que a Williams segue com bom ritmo. Jenson Button em quinto e um surpreendente Jules Bianchi em sexto. Lewis Hamilton ficou apenas no sétimo lugar. A Mercedes enfrentou problemas, os mais sérios até agora, e viu o carro não andar tão bem quanto tem andado durante a pré-temporada.
O que fica claro com este novo regulamento é que qualquer problema que apareça é um grande problema. Os carros não andam e penam para virar voltas razoáveis, um verdadeiro drama, até para quem vinha muito bem.
1) Sergio Pérez (MEX) [Force India – Mercedes] 1m35s570 – 108 voltas;
2) Fernando Alonso (ESP) [Ferrari] 1m35s634 – 122 voltas;
3) Daniel Ricciardo (AUS) [Red Bull – Renault] 1m35s743 – 66 voltas;
4) Felipe Massa (BRA) [Williams – Mercedes] 1m36s507 – 103 voltas;
5) Jenson Button (ING) [McLaren - Mercedes] 1m36s901 – 52 voltas;
6) Jules Bianchi (FRA) [Marussia – Ferrari] 1m38s092 – 75 voltas;
7) Lewis Hamilton (ING) [Mercedes] 1m39s041 – 89 voltas;
8) Jean-Éric Vergne (FRA) [Toro Rosso – Renault] 1m39s636 – 61 voltas;
9) Esteban Gutiérrez (MEX) [Sauber - Ferrari] 1m39s976 – 106 voltas;
10) Pastor Maldonado (VEN) [Lotus – Renault] 1m41s613 – 31 voltas;
11) Marcus Ericsson (SUE) [Caterham – Renault] 1m42s516 – 55 voltas.
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| Nesta semana, só Sergio Pérez soube o que é terminar o dia na frente |
No segundo lugar, o espanhol Fernando Alonso com a Ferrari foi o que mais andou nesta sexta-feira. No terceiro lugar é que veio a "surpresa" do dia. Acendendo uma luz no fim do túnel e sem apresentar problemas durante o dia todo, Daniel Ricciardo deu esperanças a Red Bull que mal estava conseguindo andar e quando o fazia ficava muito distante dos ponteiros. O único problema é que o time continua rodando relativamente pouco, foram apenas 66 voltas neste segundo dia de testes desta semana.
No quarto lugar, apareceu Felipe Massa que demonstrou que a Williams segue com bom ritmo. Jenson Button em quinto e um surpreendente Jules Bianchi em sexto. Lewis Hamilton ficou apenas no sétimo lugar. A Mercedes enfrentou problemas, os mais sérios até agora, e viu o carro não andar tão bem quanto tem andado durante a pré-temporada.
O que fica claro com este novo regulamento é que qualquer problema que apareça é um grande problema. Os carros não andam e penam para virar voltas razoáveis, um verdadeiro drama, até para quem vinha muito bem.
1) Sergio Pérez (MEX) [Force India – Mercedes] 1m35s570 – 108 voltas;
2) Fernando Alonso (ESP) [Ferrari] 1m35s634 – 122 voltas;
3) Daniel Ricciardo (AUS) [Red Bull – Renault] 1m35s743 – 66 voltas;
4) Felipe Massa (BRA) [Williams – Mercedes] 1m36s507 – 103 voltas;
5) Jenson Button (ING) [McLaren - Mercedes] 1m36s901 – 52 voltas;
6) Jules Bianchi (FRA) [Marussia – Ferrari] 1m38s092 – 75 voltas;
7) Lewis Hamilton (ING) [Mercedes] 1m39s041 – 89 voltas;
8) Jean-Éric Vergne (FRA) [Toro Rosso – Renault] 1m39s636 – 61 voltas;
9) Esteban Gutiérrez (MEX) [Sauber - Ferrari] 1m39s976 – 106 voltas;
10) Pastor Maldonado (VEN) [Lotus – Renault] 1m41s613 – 31 voltas;
11) Marcus Ericsson (SUE) [Caterham – Renault] 1m42s516 – 55 voltas.
11 outubro 2013
F1 2013 – GP do Japão (2) – Vettel dá o troco de novo
Sutton/GP Update
Bem que a Mercedes e Lewis Hamilton tentaram, mas a Red Bull e Sebastian Vettel deram o troco. O primeiro treino livre teve amplo domínio das flechas prateadas, mas no segundo treino livre a Red Bull virou o jogo.
O time dos touros vermelhos tem neste final de semana a Mercedes e a Lotus como maiores rivais, já que os carros prateados e os auri-negros são os únicos que conseguem acompanhar o ritmo dos líderes do campeonato. A Toro Rosso e a Ferrari vem logo atrás com ritmo parecido, mas ainda insuficiente para alcançar as rivais da ponta em Suzuka.
O que impressionou nos treinos livres foram a quantidades de acidentes durante as duas sessões. Só na segunda perna da curva Degner foram três acidentes: Jules Bianchi, Giedo van der Garde e Pastor Maldonado. Sergio Pérez sofreu o acidente mais forte do dia ao escapar na freada para a curva Spoon. Pastor Maldonado ainda perdeu uma roda durante o TL1 e a Williams recebeu uma multa bem generosa de € 60 mil.
Para o treino classificatório de daqui a pouco volta a apostar em Sebastian Vettel, mas fiquem de olho no desempenho de Lewis Hamilton, o inglês dará trabalho para a Red Bull durante o treino classificatório.
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| Vettel virou o jogo no segundo treino e cravou a melhor marca do dia |
O time dos touros vermelhos tem neste final de semana a Mercedes e a Lotus como maiores rivais, já que os carros prateados e os auri-negros são os únicos que conseguem acompanhar o ritmo dos líderes do campeonato. A Toro Rosso e a Ferrari vem logo atrás com ritmo parecido, mas ainda insuficiente para alcançar as rivais da ponta em Suzuka.
O que impressionou nos treinos livres foram a quantidades de acidentes durante as duas sessões. Só na segunda perna da curva Degner foram três acidentes: Jules Bianchi, Giedo van der Garde e Pastor Maldonado. Sergio Pérez sofreu o acidente mais forte do dia ao escapar na freada para a curva Spoon. Pastor Maldonado ainda perdeu uma roda durante o TL1 e a Williams recebeu uma multa bem generosa de € 60 mil.
Para o treino classificatório de daqui a pouco volta a apostar em Sebastian Vettel, mas fiquem de olho no desempenho de Lewis Hamilton, o inglês dará trabalho para a Red Bull durante o treino classificatório.
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09 outubro 2013
F1 2013 - Gameplay - Yeongam
Hoje é a vez do gameplay do F1 2013 no traçado de Yeongam, na Coreia do Sul, onde aconteceu o GP do último domingo, com Jules Bianchi, da Marussia.
O jogo está disponível para PS3, Xbox 360 e PC.
O jogo está disponível para PS3, Xbox 360 e PC.
05 outubro 2013
F1 2013 – GP da Coreia do Sul (3) – Hamilton é desbancado por Vettel
Sutton/GP Update
Classificação chatinha, de empolgante mesmo só o final do Q2 e acho que só. Nem o Q3 teve aquela tensão que paira sobre o final do treino. No final das contas, Sebastian Vettel conquistou a pole, contra as expectativas gerais, com apenas uma volta rápida, no meio da segunda volta rápida o alemão tirou o pé porque a pole já estava garantida. Lewis Hamilton sai do segundo lugar.
Mark Webber conquistou o terceiro tempo, mas parte do 13º pela punição recebida após o GP de Cingapura. Quem sai em terceiro é Romain Grosjean com Nico Rosberg em quarto. A Ferrari ficou com a terceira fila com Fernando Alonso saindo do quinto lugar e Felipe Massa do sexto lugar.
Lá no grupo de trás, uma punição acaba mudando um pouco o final do grid. Jules Bianchi, 21º na classicação, atrapalhou Paul Di Resta durante o Q1 e recebeu uma punição para perder três posições no grid. O resultado é que o francês parte do 22º lugar neste domingo.
Para amanhã as minhas apostas ficam com os carros da primeira fila, mas acredito que Vettel pode ter um desempenho melhor durante a corrida, assim como fez em Cingapura.
Confira os tempos da classificação para o GP da Coreia do Sul, em Yeongam:
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| Agora Vettel é o piloto com o maior número de poles em 2013: 6 no total |
Mark Webber conquistou o terceiro tempo, mas parte do 13º pela punição recebida após o GP de Cingapura. Quem sai em terceiro é Romain Grosjean com Nico Rosberg em quarto. A Ferrari ficou com a terceira fila com Fernando Alonso saindo do quinto lugar e Felipe Massa do sexto lugar.
Lá no grupo de trás, uma punição acaba mudando um pouco o final do grid. Jules Bianchi, 21º na classicação, atrapalhou Paul Di Resta durante o Q1 e recebeu uma punição para perder três posições no grid. O resultado é que o francês parte do 22º lugar neste domingo.
Para amanhã as minhas apostas ficam com os carros da primeira fila, mas acredito que Vettel pode ter um desempenho melhor durante a corrida, assim como fez em Cingapura.
Confira os tempos da classificação para o GP da Coreia do Sul, em Yeongam:
04 outubro 2013
F1 2013 – GP da Coreia do Sul (2) – Hamilton desbanca Vettel no primeiro dia
Sutton/GP Update
Com tempo seco e céu de brigadeiro, Lewis Hamilton dominou os dois treinos livres relegando Sebastian Vettel ao segundo lugar nas duas atividades. O inglês da Mercedes foi o melhor nas duas atividades e marcou o melhor tempo do dia durante o segundo treino livre com a marca de 1m38s673. Vettel bem que tentou, mas só conseguiu um tempo que lhe dava uma diferença de 0s108 para Hamilton.
Ficou claro que a briga vai ficar entre Mercedes e Red Bull já que Mark Webber e Nico Rosberg também brigaram pelo terceiro lugar da tabela de tempos. No final do dia, melhor para o alemão da Mercedes que cravou o terceiro tempo do dia pouco a frente de Webber.
Após um furo no pneu que prejudicou o primeiro treino livre, Felipe Massa novamente mostrou ter um bom ritmo em Yeongam e cravou o quinto tempo do dia, duas posições a frente de Fernando Alonso. O brasileiro foi o primeiro dos carros fora da casa do 1m38s marcando o tempo de 1m39s114.
O primeiro treino ainda contou com os acidentes de Kimi Raikkonen e Rodolfo González, que treinou pela Marussia no lugar de Jules Bianchi. O finlandês retornou no segundo treino depois da Lotus arrumar o carro e Bianchi também conseguiu participar do TL2.
O Tufão já não é uma ameaça tão grande para o GP de domingo, mas ainda passa perto de Yeongam e a chuva que o acompanha está prevista para cair na região do autódromo coreano já neste sábado.
A Fórmula 1 retorna a pista ainda nesta sexta-feira, às 23h, no horário de Brasília, para o terceiro treino livre. A classificação acontece às 02h da madrugada de sábado.
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| Hamilton comandou as atividades nesta sexta-feira |
Ficou claro que a briga vai ficar entre Mercedes e Red Bull já que Mark Webber e Nico Rosberg também brigaram pelo terceiro lugar da tabela de tempos. No final do dia, melhor para o alemão da Mercedes que cravou o terceiro tempo do dia pouco a frente de Webber.
Após um furo no pneu que prejudicou o primeiro treino livre, Felipe Massa novamente mostrou ter um bom ritmo em Yeongam e cravou o quinto tempo do dia, duas posições a frente de Fernando Alonso. O brasileiro foi o primeiro dos carros fora da casa do 1m38s marcando o tempo de 1m39s114.
O primeiro treino ainda contou com os acidentes de Kimi Raikkonen e Rodolfo González, que treinou pela Marussia no lugar de Jules Bianchi. O finlandês retornou no segundo treino depois da Lotus arrumar o carro e Bianchi também conseguiu participar do TL2.
O Tufão já não é uma ameaça tão grande para o GP de domingo, mas ainda passa perto de Yeongam e a chuva que o acompanha está prevista para cair na região do autódromo coreano já neste sábado.
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19 julho 2013
Vai de Ferrari
Nesta terça-feira, a Marussia confirmou o acordo em que a Ferrari será a fornecedora do time russo para os motores, câmbio e KERS a partir de 2014. Além da equipe da própria Ferrari, por enquanto, a Marussia é o único time confirmado que irá receber os materiais da montadora italiana, Force India e Sauber seguem em negociação.
Este acordo pode ter saído por uma clara influência da presença de Jules Bianchi no time rubro-negro. O piloto francês faz parte do Programa de Pilotos da Ferrari e é titular da equipe russa nesta temporada.
Outro fator que pode ter colaborado pela escolha da Ferrari como fornecedora da Marussia é o preço, já que os motores V6 Turbos italianos serão os mais baratos da próxima temporada.
Lembrando que os russos mantém um acordo de desenvolvimento aerodinâmico com a McLaren.
Este acordo pode ter saído por uma clara influência da presença de Jules Bianchi no time rubro-negro. O piloto francês faz parte do Programa de Pilotos da Ferrari e é titular da equipe russa nesta temporada.
Outro fator que pode ter colaborado pela escolha da Ferrari como fornecedora da Marussia é o preço, já que os motores V6 Turbos italianos serão os mais baratos da próxima temporada.
Lembrando que os russos mantém um acordo de desenvolvimento aerodinâmico com a McLaren.
26 maio 2013
F1 2013 – GP de Mônaco (4) – Vitória de Rosberg
Sutton/GP Update
Novo trenzinho em Mônaco. Desta vez a Mercedes conseguiu se manter na ponta graças ao traçado de Monte Carlo que não permite ultrapassagens. O ritmo de Nico Rosberg e Lewis Hamilton sempre foi muito mais lento que o dos rivais que eram limitados pelos carros prateados, mesmo assim a Mercedes conseguia impor a liderança sobre os outros carros do grid, na verdade, as flechas de prata só perderam a dobradinha porque fizeram o primeiro pit stop de Rosberg e Hamilton juntos. Fora isso, a Mercedes foi absoluta com Nico Rosberg no comando. O alemão venceu em Mônaco exatos 30 anos depois de seu pai.
A Red Bull que foi esperta aproveitando a oportunidade que teve e correndo pensando no campeonato sem arriscar a sua posição com um segundo e terceiro lugares e jogando Hamilton para o quarto lugar. Nestes quatro primeiros lugares não teve briga foi tudo decidido nos boxes.
Daí para trás a coisa foi diferente. Sergio Pérez fazia uma linda corrida ultrapassando Jenson Button na saída do túnel e obrigando Fernando Alonso dar a posição por cortar a chincane quando o mexicano tentou a ultrapassagem por lá. Ele tentava mais uma vez sobre Kimi Raikkonen, mas exagerou na dose, furou o pneu do finlandês e logo em seguida abandonou. Raikkonen tentando emendar uma sequência de 23 corridas consecutivas na zona de pontos, parou trocou de pneus e terminou em décimo. Se terminar na zona de pontuação no GP do Canadá ele iguala a marcada de 24 corridas na zona de pontuação feita Michael Schumacher durante aquele tetracampeonato com a Ferrari entre 2000 e 2004.
Sutton/GP Update
Dois acidentes fortes marcaram o GP de Mônaco. O primeiro envolveu o brasileiro Felipe Massa, inclusive repetindo o acidente que o tirou da classificação de ontem. Desta vez o carro da Ferrari não entrou na área de escape da Sainte Devote e ficou exatamente na quina da proteção de pneus da curva tornando o acidente mais forte que de ontem. O acidente gerou muita preocupação com estado do piloto, mas está tudo bem com Felipe Massa.
Sutton/GP Update
Logo em seguida Pastor Maldonado vinha lento do lado de fora da pequena reta que antecede a curva da Tabacaria quando foi fechado por Max Chilton. O carro do venezuelano bateu na proteção que fechou a pista e logo em seguida foi atingido por Jules Bianchi. A bandeira vermelha foi acionada e neste momento todos os carros fizeram a segunda troca de pneus. A relargada aconteceu e o safety entrou mais uma vez pelo detritos do toque de Pérez em Raikkonen e pouco mudou.
Com a corrida conservadora e esperando a oportunidade certa a Red Bull ampliou a vantagem na ponta dos campeonatos de pilotos e construtores. Agora Vettel tem uma vantagem de 21 pontos para Kimi Raikkonen e a Red Bull agora tem uma vantagem de 41 pontos para a Ferrari.
1) [+0] Red Bull - Renault – 164 pts;
2) [+0] Ferrari – 123 pts;
3) [+0] Lotus - Renault – 112 pt;
4) [+0] Mercedes – 109 pts;
5) [+0] Force India – Mercedes – 44 pts;
6) [+0] McLaren – Mercedes – 37 pts;
7) [+0] Toro Rosso – Ferrari – 12 pts;
8) [+0] Sauber – Ferrari – 5 pts;
9) [+0] Williams – Renault – 0 pt;
10) [+0] Marussia – Cosworth – 0 pt;
11) [+0] Caterham – Renault – 0 pt;
Próxima Corrida: GP do Canadá, em Montreal, entre os dias 07 e 09 de junho.
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| Rosberg vence pela segunda vez, agora em Mônaco exatos 30 anos depois de seu pai |
A Red Bull que foi esperta aproveitando a oportunidade que teve e correndo pensando no campeonato sem arriscar a sua posição com um segundo e terceiro lugares e jogando Hamilton para o quarto lugar. Nestes quatro primeiros lugares não teve briga foi tudo decidido nos boxes.
Daí para trás a coisa foi diferente. Sergio Pérez fazia uma linda corrida ultrapassando Jenson Button na saída do túnel e obrigando Fernando Alonso dar a posição por cortar a chincane quando o mexicano tentou a ultrapassagem por lá. Ele tentava mais uma vez sobre Kimi Raikkonen, mas exagerou na dose, furou o pneu do finlandês e logo em seguida abandonou. Raikkonen tentando emendar uma sequência de 23 corridas consecutivas na zona de pontos, parou trocou de pneus e terminou em décimo. Se terminar na zona de pontuação no GP do Canadá ele iguala a marcada de 24 corridas na zona de pontuação feita Michael Schumacher durante aquele tetracampeonato com a Ferrari entre 2000 e 2004.
Sutton/GP Update
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| Felipe Massa bateu pela segunda vez na Sainte Devote neste final de semana |
Sutton/GP Update
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| O acidente entre Bianchi, Maldonado e Chilton chamou a bandeira vermelha |
Com a corrida conservadora e esperando a oportunidade certa a Red Bull ampliou a vantagem na ponta dos campeonatos de pilotos e construtores. Agora Vettel tem uma vantagem de 21 pontos para Kimi Raikkonen e a Red Bull agora tem uma vantagem de 41 pontos para a Ferrari.
1) [+0] Red Bull - Renault – 164 pts;
2) [+0] Ferrari – 123 pts;
3) [+0] Lotus - Renault – 112 pt;
4) [+0] Mercedes – 109 pts;
5) [+0] Force India – Mercedes – 44 pts;
6) [+0] McLaren – Mercedes – 37 pts;
7) [+0] Toro Rosso – Ferrari – 12 pts;
8) [+0] Sauber – Ferrari – 5 pts;
9) [+0] Williams – Renault – 0 pt;
10) [+0] Marussia – Cosworth – 0 pt;
11) [+0] Caterham – Renault – 0 pt;
Próxima Corrida: GP do Canadá, em Montreal, entre os dias 07 e 09 de junho.
24 maio 2013
Com que motor eu vou?
Esta pergunta tem sido muito recorrente entre as equipes da Fórmula 1 que dependem de fornecedores de motor desde que foi definida a mudança para os V6 Turbo 1,6L. Tirando a Mercedes, a Ferrari, a Red Bull e a McLaren, o restante dos times se vê em uma sinuca para decidir qual a melhor opção de motor para os próximos anos.
Apesar de parecer cedo, acredite ou não as equipes já estão em cima da hora para fazer qualquer tipo de escolha de propulsor, já que o tamanho do motor afeta na aerodinâmica do carro e as produções dos próximos modelos de carro de cada equipe começam logo.
Como disse antes, apenas quatro times tem motor definido para a próxima temporada, Mercedes e Ferrari que seguem com motores próprios, a Red Bull que tem contrato de ser a equipe oficial da Renault até 2016 e a McLaren que usará o motor Mercedes pela última vez no próximo ano e passa a usar os motores Honda a partir de 2015. Na maioria dos casos restantes uma combinação de situação comercial e preço envolvem as negociações.
Lá no fundo do grid, a Marussia perde a Cosworth e ficaria a pé, mas a contratação de Jules Bianchi pelo time no início desta temporada pode significar algo mais do que simplesmente ocupar um cockpit vazio. O francês faz parte do Programa de Pilotos da Ferrari e esta chegada dele pode abrir as portas para a montadora italiana no time russo. Outro fator que colabora para a escolha da Marussia é o preço. Segundo a reportagem do jornal alemão Bild, os motores Renault irão custar para os times €$23 milhões por temporada, os da Mercedes €$18 milhões e os da Ferrari €$15 milhões.
A Caterham segue em situação parecida com a Renault. O time não conta com pilotos da montadora, mas está com quase tudo certo para continuar recebendo os motores franceses na próxima temporada, mesmo assim, o time está de olho em outras opções.
Os italianos seguem em negociação com a Force India e a com a Sauber. No caso dos indianos seria um retorno de fornecimento a partir da próxima temporada e para o time helvético o prosseguimento do contrato já em vigor. A Force India atualmente usa o motor Mercedes que também é uma opção para 2014. A Sauber estuda usar motores Mercedes e possivelmente seguir usando o motor Ferrari para passar para a Honda a partir de 2015, se houver a abertura para mais times.
Quem também estuda manter o motor atual para migrar para a Honda em 2015 é a Williams. O time de Grove tem boas lembranças usando os motores japoneses e declararam publicamente o interesse pelas usinas orientais. Correndo por fora, a Mercedes tenta pegar a Williams como um novo cliente usando o preço como atrativo.
Situação parecida acontece com a Lotus que deixou de ser o time de fábrica da Renault e passou a ser cliente. Nos estudos dos ingleses estão todas as opções: manter a Renault, manter a Renault e migrar para Honda em 2015, ou migrar para Mercedes ou Ferrari.
Um time que segue com tudo muito bem encaminhado é a Toro Rosso. Com a influência da Red Bull no projeto, o time satélite dos touros vermelhos estaria com quase tudo certo para usar o motor Renault e chegar a uma ampliação do contrato dos franceses com a marca de bebidas energéticas. Para quem não sabe, a Infiniti, que estampa sua marca nos carros da Red Bull, é de propriedade da Nissan que é parte do mesmo grupo da Renault. Para o próximo ano, a Toro Rosso passaria a usar o motor francês como parte do acordo entre Renault e Red Bull.
Ainda tem muita coisa para se resolver e qualquer informação nova será comentada por aqui.
Apesar de parecer cedo, acredite ou não as equipes já estão em cima da hora para fazer qualquer tipo de escolha de propulsor, já que o tamanho do motor afeta na aerodinâmica do carro e as produções dos próximos modelos de carro de cada equipe começam logo.
Como disse antes, apenas quatro times tem motor definido para a próxima temporada, Mercedes e Ferrari que seguem com motores próprios, a Red Bull que tem contrato de ser a equipe oficial da Renault até 2016 e a McLaren que usará o motor Mercedes pela última vez no próximo ano e passa a usar os motores Honda a partir de 2015. Na maioria dos casos restantes uma combinação de situação comercial e preço envolvem as negociações.
Lá no fundo do grid, a Marussia perde a Cosworth e ficaria a pé, mas a contratação de Jules Bianchi pelo time no início desta temporada pode significar algo mais do que simplesmente ocupar um cockpit vazio. O francês faz parte do Programa de Pilotos da Ferrari e esta chegada dele pode abrir as portas para a montadora italiana no time russo. Outro fator que colabora para a escolha da Marussia é o preço. Segundo a reportagem do jornal alemão Bild, os motores Renault irão custar para os times €$23 milhões por temporada, os da Mercedes €$18 milhões e os da Ferrari €$15 milhões.
A Caterham segue em situação parecida com a Renault. O time não conta com pilotos da montadora, mas está com quase tudo certo para continuar recebendo os motores franceses na próxima temporada, mesmo assim, o time está de olho em outras opções.
Os italianos seguem em negociação com a Force India e a com a Sauber. No caso dos indianos seria um retorno de fornecimento a partir da próxima temporada e para o time helvético o prosseguimento do contrato já em vigor. A Force India atualmente usa o motor Mercedes que também é uma opção para 2014. A Sauber estuda usar motores Mercedes e possivelmente seguir usando o motor Ferrari para passar para a Honda a partir de 2015, se houver a abertura para mais times.
Quem também estuda manter o motor atual para migrar para a Honda em 2015 é a Williams. O time de Grove tem boas lembranças usando os motores japoneses e declararam publicamente o interesse pelas usinas orientais. Correndo por fora, a Mercedes tenta pegar a Williams como um novo cliente usando o preço como atrativo.
Situação parecida acontece com a Lotus que deixou de ser o time de fábrica da Renault e passou a ser cliente. Nos estudos dos ingleses estão todas as opções: manter a Renault, manter a Renault e migrar para Honda em 2015, ou migrar para Mercedes ou Ferrari.
Um time que segue com tudo muito bem encaminhado é a Toro Rosso. Com a influência da Red Bull no projeto, o time satélite dos touros vermelhos estaria com quase tudo certo para usar o motor Renault e chegar a uma ampliação do contrato dos franceses com a marca de bebidas energéticas. Para quem não sabe, a Infiniti, que estampa sua marca nos carros da Red Bull, é de propriedade da Nissan que é parte do mesmo grupo da Renault. Para o próximo ano, a Toro Rosso passaria a usar o motor francês como parte do acordo entre Renault e Red Bull.
Ainda tem muita coisa para se resolver e qualquer informação nova será comentada por aqui.
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17 março 2013
F1 2013 – GP da Austrália (5) – Iceman sai na frente
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Com 1h30m03s225, Raikkonen cruzou a linha de chegada em primeiro mostrando que a Red Bull tem o melhor ritmo na classificação, mas não tem o melhor ritmo de corrida. Durante a corrida, a Ferrari compensa o desempenho da Red Bull na classificação. A Mercedes tentou a mesma tática da Lotus, mas não conseguiu igualar o desempenho, tanto que Lewis Hamilton teve que mudar a tática durante a corrida e terminou em quinto.
Adrian Sutil também surpreendeu ao fazer uma tática parecida com a da Lotus, mas quando o alemão teve que conduzir a Force India com o pneu supermacio por 14 voltas a tática foi para o buraco e o segundo carro indiano despencou para o sétimo lugar.
Nesta corrida a melhor dupla foi de longe a da Ferrari. Alonso e Massa mostraram que o carro vermelho pode sim fazer frente a Red Bull e Lotus, tanto que a escudeira é a líder do campeonato de construtores pouco a frente da Lotus. A Red Bull é só a terceira colocada.
Entre as nanicas, Jules Bianchi foi o melhor sempre comandando o ritmo dos carros da Marussia e Caterham.
1) [+0] Ferrari – 30 pts;
2) [+0] Lotus - Renault – 26 pt;
3) [+0] Red Bull - Renault – 23 pts;
4) [+0] Mercedes – 10 pts;
5) [+0] Force India - Mercedes – 10 pts;
6) [+0] McLaren - Mercedes – 2 pts;
9) [+0] Toro Rosso – Ferrari – 26 pts;
6) [+0] Sauber – Ferrari – 126 pts;
8) [+0] Williams - Renault – 76 pts;
10) [+0] Caterham - Renault – 0 pt;
11) [+0] Marussia - Cosworth – 0 pt;
A próxima corrida já acontece no próximo final de semana, é o GP da Malásia, em Sepang.
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16 março 2013
F1 2013 – GP da Austrália (3) – Só teve Q1
Muita chuva em Melbourne! O clima acabou adiando várias vezes e fazendo com que Q2 e Q3 só aconteçam na manhã de domingo, no horário australiano, e às 21h da noite do sábado no horário de Brasília.
O treino já começou com 30 minutos de atraso pela chuva que caiu já durante o terceiro treino livre. Quando os carros foram para a pista, a chuva embaralhou bem as coisas e muitas rodadas e acidentes foram vistos. Lewis Hamilton, Felipe Massa, Charles Pic, Giedo van der Garde e Esteban Gutiérrez foram algumas das vítimas da pista molhada de Melbourne.
Com uma situação tão adversa, quando a pista melhorou Jenson Button foi o primeiro a usar pneus intermediários mudando o panorama do treino. Os eliminados do sábado foram Pastor Maldonado, Esteban Gutiérrez, Jules Bianchi, Max Chilton, Giedo van der Garde e Charles Pic, este acima dos 107%. Desta parte o destaque foi o estreante Valtteri Bottas que deixou Maldonado no Q1 e conseguiu melhor resultado que o companheiro em classificação logo na primeira corrida.
Por segurança, os comissários decidiram seguir adiando o treino. Quando já eram registrados 50 minutos de atraso os comissários anunciaram que a classificação seria adiada para a manhã de domingo na Austrália.
O treino já começou com 30 minutos de atraso pela chuva que caiu já durante o terceiro treino livre. Quando os carros foram para a pista, a chuva embaralhou bem as coisas e muitas rodadas e acidentes foram vistos. Lewis Hamilton, Felipe Massa, Charles Pic, Giedo van der Garde e Esteban Gutiérrez foram algumas das vítimas da pista molhada de Melbourne.
Com uma situação tão adversa, quando a pista melhorou Jenson Button foi o primeiro a usar pneus intermediários mudando o panorama do treino. Os eliminados do sábado foram Pastor Maldonado, Esteban Gutiérrez, Jules Bianchi, Max Chilton, Giedo van der Garde e Charles Pic, este acima dos 107%. Desta parte o destaque foi o estreante Valtteri Bottas que deixou Maldonado no Q1 e conseguiu melhor resultado que o companheiro em classificação logo na primeira corrida.
Por segurança, os comissários decidiram seguir adiando o treino. Quando já eram registrados 50 minutos de atraso os comissários anunciaram que a classificação seria adiada para a manhã de domingo na Austrália.
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| Por enquanto a classificação está assim |
14 março 2013
F1 2013 – Marussia F1 Team
Começo pelo final, neste caso, o último time do grid atual. Isso porque quando a Marussia finalmente conseguiu traduzir o melhor desempenho em resultado, deixando a HRT com a lanterna, os espanhóis saíram da Fórmula 1 e os russos se tornaram os últimos de novo. O que dá para esperar mesmo é que a Marussia ande no final do grid tentando alcançar a Caterham. A pré-temporada dos russos foi notícia pela demissão de Timo Glock, contratação de Max Chilton e Luiz Razia, a demissão de Razia após andar apenas dois dias e a contratação de Jules Bianchi aos 45 do segundo tempo. Aliás, a dupla de pilotos tem pouca experiência para os parâmetros da categoria, mas traz algumas maletas recheadas de verdinhas.
#22 - Jules Bianchi
O último contratado do grid chegou com uma ajudinha da Ferrari. O francês Jules Bianchi faz parte do Programa de Pilotos da marca italiana e era cotado para assumir o segundo cockpit da Force India, mas com a contratação de Adrian Sutil, Bianchi ficou a pé. Com a demissão de Luiz Razia, Nicolas Todd, empresário do francês, foi rápido e com uma possível ajuda da Ferrari Jules Bianchi fará a sua estreia.
#23 - Max Chilton
O inglês foi um dos primeiros confirmados para esta temporada e chega com muito dinheiro de grandes patrocinadores europeus. Chilton também fará a estreia na categoria no GP da Austrália, após terminar o campeonato de 2012 da GP2 em quarto.
20 fevereiro 2013
Barcelona – Semana 01 (3)
O segundo dia de testes em Barcelona tem poucas mudanças na lista de pilotos escalados, as novidades estão na Mercedes, Sauber e Caterham com Lewis Hamilton, Nico Hülkenberg, e Giedo van der Garde respectivamente. A Williams vai promover um revezamento entre seus pilotos com Pastor Maldonado correndo de manhã e Valtteri Bottas assumindo o FW35 no período da tarde. A Marussia foi a única equipe que não divulgou a sua programação completa para os testes em Barcelona.
Fora as alterações promovidas descritas acima, fica a expectativa para o quê irá fazer Paul Di Resta com a Force India antes do vestibular que o time irá promover com Jules Bianchi (FRA) e Adrian Sutil (ALE), em Barcelona. O alemão assume o carro indiano na quinta, enquanto o francês encerra as atividades na sexta. O time é o único que ainda não definiu o seu segundo piloto para a temporada e é bem possível que o resultado desta semana de testes defina quem ocupará o segundo carro da equipe durante a temporada.
Confira a lista dos pilotos que vão participar dos treinos nesta quarta em Barcelona:
Red Bull - Sebastian Vettel (ALE);
Ferrari - Fernando Alonso (ESP);
McLaren - Sergio Pérez (MEX);
Lotus - Kimi Raikkonen (FIN);
Mercedes - Lewis Hamilton (ING);
Sauber - Nico Hülkenberg (ALE);
Force India - Paul Di Resta (ESC);
Williams - Pastor Maldonado [Manhã] / Valtteri Bottas (FIN) [Tarde];
Toro Rosso - Daniel Ricciardo (AUS);
Caterham - Giedo van der Garde (HOL);
Marussia - não divulgado.
Fora as alterações promovidas descritas acima, fica a expectativa para o quê irá fazer Paul Di Resta com a Force India antes do vestibular que o time irá promover com Jules Bianchi (FRA) e Adrian Sutil (ALE), em Barcelona. O alemão assume o carro indiano na quinta, enquanto o francês encerra as atividades na sexta. O time é o único que ainda não definiu o seu segundo piloto para a temporada e é bem possível que o resultado desta semana de testes defina quem ocupará o segundo carro da equipe durante a temporada.
Confira a lista dos pilotos que vão participar dos treinos nesta quarta em Barcelona:
Red Bull - Sebastian Vettel (ALE);
Ferrari - Fernando Alonso (ESP);
McLaren - Sergio Pérez (MEX);
Lotus - Kimi Raikkonen (FIN);
Mercedes - Lewis Hamilton (ING);
Sauber - Nico Hülkenberg (ALE);
Force India - Paul Di Resta (ESC);
Williams - Pastor Maldonado [Manhã] / Valtteri Bottas (FIN) [Tarde];
Toro Rosso - Daniel Ricciardo (AUS);
Caterham - Giedo van der Garde (HOL);
Marussia - não divulgado.
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03 fevereiro 2013
Force India VJM06
Divulgação
Com apenas um piloto a Force India mostrou o novo modelo para a temporada 2013. Paul Di Resta foi o encarregado de mostrar o VJM06 que não traz muitas coisas novas. Em relação ao carro anterior do time, o que vem de diferente no modelo atual é o bico que não tem mais o degrau.
De interessante mesmo é a inusitada situação que passa a Force India. O time indiano tem a última vaga do grid da Fórmula 1 para esta temporada depois da notícia do brasileiro Luiz Razia ter fechado com a Marussia e da confirmação de Giedo van der Garde na Caterham. Foi assim, com um piloto e sem confirmar o segundo que os indianos fizeram a cerimônia. O favorito para esta segunda vaga na Force India é o reserva de 2012 e campeão do Desafio das Estrelas de Kart deste ano: o francês Jules Bianchi.
Bianchi é considerado peça chave para a negociação de motores do time para a próxima temporada por integrar o programa de pilotos da Ferrari. Estas especulações acontecem pela alteração de regras na próxima temporada, quando os motores deixam de ser V8 e passam a ser V6 Turbo. Pela relação de Bianchi com a Ferrari, isto facilitaria uma negociação da montadora italiana com o time indiano para o fornecimento de motores. Não seria a primeira vez que a Force India usaria os motores italianos. Quando time começou na categoria, após comprar o espólio da Spyker, o motor utilizado era o Ferrari.
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| O VJM06 segue o antecessor com pequenas modificações em seu desenho |
De interessante mesmo é a inusitada situação que passa a Force India. O time indiano tem a última vaga do grid da Fórmula 1 para esta temporada depois da notícia do brasileiro Luiz Razia ter fechado com a Marussia e da confirmação de Giedo van der Garde na Caterham. Foi assim, com um piloto e sem confirmar o segundo que os indianos fizeram a cerimônia. O favorito para esta segunda vaga na Force India é o reserva de 2012 e campeão do Desafio das Estrelas de Kart deste ano: o francês Jules Bianchi.
Bianchi é considerado peça chave para a negociação de motores do time para a próxima temporada por integrar o programa de pilotos da Ferrari. Estas especulações acontecem pela alteração de regras na próxima temporada, quando os motores deixam de ser V8 e passam a ser V6 Turbo. Pela relação de Bianchi com a Ferrari, isto facilitaria uma negociação da montadora italiana com o time indiano para o fornecimento de motores. Não seria a primeira vez que a Force India usaria os motores italianos. Quando time começou na categoria, após comprar o espólio da Spyker, o motor utilizado era o Ferrari.
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