28 novembro 2016

WTCC 2016 - Catar - Tarquini e Bennani vencem no encerramento da temporada

Reprodução / YouTube / FIA WTCC
Tarquini conseguiu a última vitória da Lada no WTCC
O WTCC encerrou a temporada no Catar com as vitórias de Gabriele Tarquini e Mehdi Bennani. Em corridas sem grandes ações na briga pela vitória, Bennani sequer perdeu a pole na largada, enquanto Tarquini ainda teve que disputar a liderança da primeira corrida da etapa disputada na última sexta-feira.

A primeira corrida em Losail teve uma largada até tranquila, mas o acidente que tirou Tiago Monteiro ainda na primeira volta da corrida chamou o safety-car e depois a bandeira amarela. Quando a relargada foi dada, Tom Chilton não aguentou a pressão de Gabriele Tarquini e cedeu o primeiro lugar para o ex-Fórmula 1.

Depois disso, Tarquini encaminhou com tranquilidade a vitória da primeira corrida do final de semana. Tom Chilton, de Citroën, terminou em segundo e Robert Huff com o primeiro Honda completou o pódio. Yvan Müller e Norbert Michelisz completaram o Top 5.

Reprodução / YouTube / FIA WTCC
Bennani encerrou o ano com a pole e a vitória da última corrida do ano
Na segunda corrida a disputa foi ainda menor. Mehdi Bennani largou na ponta e até defendeu-se dos ataques de Thed Björk, mas manteve a posição e venceu com certa facilidade. Björk, José María López, Norbert Michelisz e Tiago Monteiro completaram o Top 5 da última corrida do ano.



Com tudo definido com muita antecedência, a etapa do Catar apenas confirmou os resultados do campeonato. José María López tricampeão com incríveis 381 pontos. Yvan Müller fechou a temporada em segundo com 257 pontos seguido por Tiago Monteiro (214 pontos), Norbert Michelisz (213 pontos), Mehdi Bennani (206 pontos) Robert Huff (199 pontos), Nicky Catsburg (175 pontos), Tom Chilton (163 pontos), Gabriele Tarquini (147 pontos) e Thed Björk (117 pontos), esse foi o grupo dos dez melhores do ano no WTCC.

Entre as montadoras, mais um campeonato vencido com tranquilidade pela Citroën. Os franceses marcaram 957 pontos contra 675 da Honda, segunda colocada nessa temporada. Depois vieram Lada (536 pontos) e Polestar (321 pontos), representando a Volvo. Esse foi o terceiro campeonato consecutivo da Citroën na categoria e com a terceira conquista de título também consecutiva.

Seguindo com o domínio da montadora francesa, no Campeonato de Pilotos de Equipes Independentes a vitória foi de Mehdi Bennani, piloto da marca. O marroquino venceu depois de marcar 190 pontos contra 155 de Tom Chilton, outro que correu de Citroën. O experiente Tom Coronel completou o Top 3 dos independentes com 128 pontos.

Entre as equipes independentes outra vitória da Citroën. A Sébastien Loeb Racing tornou-se campeã com 335 pontos contra os 126 da ROAL Motorsport (Chevrolet). A alemã ALL-INKL.COM Münnich Motorsport (Chevrolet) encerrou o campeonato de equipes independentes no terceiro lugar com 119 pontos.

Várias despedidas marcaram o final do campeonato 2016 do WTCC. A primeira é do atual tricampeão da categoria. O argentino José María López, o "Pechito", fez a última corrida dele pela categoria no Catar. O foco do hermano será a Fórmula E, categoria em que já está disputando o atual campeonato e que tem roubado a atenção das montadoras, pilotos e público desde que foi criada.

Outra despedida significativa é a do tetracampeão Yvan Müller. O francês foi campeão em 2008 (Seat), 2010-11 e 2013 (Chevrolet). Müller tem uma longa carreira nos carros de turismo e pendura o capacete aos 47 anos. Outro grande nome do automobilismo mundial que deixa as pistas em 2016.

A Citroën também depede-se do WTCC. Depois de conquistar o tricampeonato de Pilotos e Montadoras, os franceses mudam completamente o foco do programa esportivo investindo na Fórmula E. Na verdade, esse é o foco da Citroën desde 2015 quando embarcaram no projeto da Virgin na categoria dos carros elétricos. Uma vez que o objetivo foi facilmente alcançado no WTCC, a montadora focou na categoria que tem dado maior visibilidade.

Do outro lado, a Lada também diz "Tchau" mais uma vez para o WTCC. Foram cinco vitórias em quatro temporadas e a montadora russa esteve longe de qualquer briga por título durante essa segunda passagem pelo Campeonato Mundial de Carros de Turismo, assim como aconteceu na primeira passagem.

O WTCC ainda não tem um calendário oficial para 2017 divulgado.

F1 2016 - GP de Abu Dhabi - Hamilton vence e Rosberg conquista o primeiro título

Twitter / Formula 1 (@F1)
Rosberg comemorou com zerinhos o primeiro título
Lewis Hamilton bem que tentou, mas Nico Rosberg garantiu o título inédito da Fórmula 1 após terminar o GP de Abu Dhabi em segundo. A vitória de Lewis Hamilton não foi suficiente para evitar que Rosberg conquistasse o primeiro título dele.

Sem precisar forçar o ritmo ou fazer grandes esforços para levantar o caneco, Rosberg marcou Lewis Hamilton durante toda a corrida. Mesmo quando Max Verstappen assumiu o segundo lugar, o alemão tinha o companheiro inglês da Mercedes na alça de mira. E foi assim, marcando Hamilton, que Rosberg conseguiu o segundo lugar que lhe daria o título da Fórmula 1.

Rosberg tornou-se o segundo filho de campeão a também conquistar um título. Antes de Keke e Nico, Graham e Damon Hill foram os primeiros a conquistar essa façanha. Rosberg também tornou-se o primeiro alemão a conquistar um título com um carro alemão.

Título merecido para Nico Rosberg. O alemão conseguiu virar um campeonato que Hamilton já havia tomado as pontas e tinha tudo para vencer como fez nos dois anteriores. O alemão tirou forças de sei lá onde para reassumir a liderança de um campeonato que parecia perdido. Foi nessa segunda virada que Rosberg mostrou que não perderia mais esse título, não por uma terceira vez.

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Hamilton permitiu que todos terminassem bem juntinhos
Por outro lado, Lewis Hamilton usou da tática para tentar tirar o título do companheiro. O inglês claramente andou em um ritmo bem abaixo do que o carro permitia e proporcionou a aproximação das Red Bulls e das Ferraris. No final da prova, Sebastian Vettel e Max Verstappen estavam no encalço de Rosberg, mas não foi o suficiente para que a dupla executasse as ultrapassagens que Hamilton tanto precisava. O inglês venceu e viu o companheiro de equipe levantar o título.

Sebastian Vettel fez uma bela corrida. O alemão usou da tática para sacar esse terceiro lugar na última corrida do ano. Mérito por ter ficado na pista com os compostos macios por mais tempo que os adversários e depois investir em um stint mais curto com os compostos supermacios. As ultrapassagens sobre Kimi Raikkonen, Daniel Ricciardo e Max Verstappen botaram Vettel no quarto lugar do campeonato.

Já Max Verstappen era uma ameaça real diante da tática de Hamilton em segurar Rosberg. Seria ainda maior se não batesse com Nico Hülkenberg na primeira curva e despencasse para o último lugar da corrida. O garoto da Red Bull voltou ao Top 10 da corrida já na volta 7 e andou por muito tempo em posição de pódio, mas não aguentou a pressão de Vettel nas voltas finais e teve que se contentar com o quarto lugar da corrida e o quinto do campeonato.

Felipe Massa fez uma corrida bem discreta em sua despedida da categoria. O brasileiro largou em décimo, mas terminou em nono à frente de Fernando Alonso. Mesmo assim o resultado não foi suficiente para o brasileiro terminar o campeonato no Top 10.

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Button abandonou a corrida na volta 12
Jenson Button fazia boa corrida, mas abandonou na volta 12 após exagerar em uma zebra e quebrar a ponta de eixo dianteira direita. O inglês arrastou-se até os boxes e foi ovacionado pelas equipes e a torcida. Não foi a despedida que Button merecia, mas ainda assim recebeu o calor e carinho que merecia.

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Resultado do GP de Abu Dhabi
Com a vitória de Hamilton, segundo lugar de Rosberg e Vettel completando o pódio, o Top 10 da corrida ficou completo com Max Verstappen, Daniel Ricciardo, Kimi Raikkonen, Nico Hülkenberg, Sergio Pérez, Felipe Massa e Fernando Alonso. Felipe Nasr completou a prova em 16º.

Twitter / Formula 1 (@F1)
Resultado final do Campeonato de Pilotos de 2016
No campeonato, depois de Rosberg, Hamilton, Ricciardo, Vettel e Verstappen, completaram o Top 10 Sergio Pérez, Valtteri Bottas, Nico Hülkenberg e Fernando Alonso. Felipe Massa encerrou o campeonato em 11º, Jenson Button em 15º e Felipe Nasr em 17º. Agora a Fórmula 1 só retorna em março de 2017.

GP2 Series 2016 - Abu Dhabi - Gasly garante título após virada sobre Giovinazzi

Twitter / GP2 Series Official (@GP2_Official)
Gasly conquistou o título depois de vencer no sábado e terminar em 9º no domingo
Pierre Gasly conseguiu a virada ainda no sábado e apenas marcou Antonio Giovinazzi nesse domingo para conquistar o título inédito da GP2 Series. Depois da briga interna da Prema, Sergey Sirotkin fechou o campeonato de 2016 no terceiro lugar.

Na primeira corrida, Gasly começou bem cravando a pole e fez essa posição valer a pena logo de cara. O francês da Prema parou cedo e só não liderou toda a corrida porque outros pilotos apostaram em fazer a parada obrigatória nas voltas finais da corrida.

No final das paradas, Gasly retornou a ponta seguido por Nobuharu Matsushita e Artem Markelov. Esses resultados unidos a quinta posição de Giovinazzi garantia para Gasly a liderança do campeonato. Foi assim que o campeonato se desenhava para a última corrida.

Com a inversão do grid para a segunda corrida do final de semana, Giovinazzi largou à frente de Gasly, mas apenas a vitória interessava para o italiano. Sem tomar grandes ações durante a corrida, Giovinazzi encerrou a prova em sexto e Gasly em nono, situação que garantiu o título para o francês da Prema.

Na ponta da corrida, vitória de Alex Lynn, pole da corrida, venceu seguido por Johnny Cecotto e Sergey Sirotkin. Entre os ponteiros, pouca coisa mudou desde a largada em uma prova marcada por praticamente uma peregrinação até o final das 22 voltas previstas.

Gasly encerrou o campeonato com 219 pontos, Giovinazzi com 211 pontos e Sergey Sirotkin com 159 pontos. Raffaele Marciello (159 pontos) e Norman Nato (136 pontos) completaram o Top 5 do campeonato de Pilotos.

24 novembro 2016

O casco de Nasr para São Paulo

Facebook / Felipe Nasr
Pintura que Nasr usou no último GP do Brasil
Felipe Nasr também correu o GP do Brasil com uma variação de desenho para o seu capacete. O brasileiro da Sauber, que foi um dos que fez chover em Interlagos, fez um desenho especial para a corrida em casa.

Na foto aí de cima, lá no fundo da imagem você pode ver o casco que Nasr usa normalmente. No primeiro plano está o capacete que o brasileiro usou no GP do Brasil. Como dá para perceber, ele segue boa parte do esquema padrão e só foi acrescentada a bandeira brasileira na parte branca do capacete.

Diferente de Felipe Massa que só usou o esquema especial no domingo, Nasr correu durante todo o final de semana de GP do Brasil com esse desenho especial no capacete.

O casco e o macacão de Massa para São Paulo

Facebook / JMD Jens Munser Designs
Capacete de Massa para o último GP do Brasil dele
Felipe Massa preparou um casco e um macacão com cores diferentes para o último GP do Brasil dele na Fórmula 1. Foi apenas no domingo que Massa mostrou nas redes sociais que disputaria a corrida de São Paulo com uma roupa diferente do restante da temporada.

Ao longo da semana a Martini, patrocinadora da Williams, retirou o nome dela do carro do brasileiro e trocou por "Massa" nas laterais e um "Obrigado" na asa traseira. Suspeito que só adiantaram o trabalho que teriam em Abu Dhabi, afinal, o Emirado proíbe a propaganda de bebidas alcoólicas, mas ainda assim valeu a iniciativa da marca.

Facebook / Felipe Massa
Macacão que Massa usou no domingo do GP do Brasil
No macacão, a bandeira do Brasil estava toda estilizada com losangos na perna direita e nas mangas. Como choveu demais durante a corrida, em uma das bandeiras vermelhas o brasileiro trocou por outro macacão no esquema que os pilotos da Williams tem usado ao longo da temporada. Tanto que na entrada dele nos pits, após bater na curva do Café, ele já estava usando a vestimenta normal da equipe.

Facebook / JMD Jens Munser Designs
Fotos de pessoas próximas de Massa e a bandeira do Brasil no topo do capacete
Na cabeça o layout foi mantido, as cores não. No lugar do azul entrou o verde e o amarelo ainda foi mantido. Isso para ajudar a "emular" uma bandeira do Brasil no casco. O que seria o centro da bandeira está no topo do capacete. Várias fotos da família, amigos e companheiros de trabalhos ao longo da carreira de Massa na Fórmula 1 também fazem parte da pintura do casco do brasileiro.

O curioso é que Felipe Massa usou o capacete e o macacão apenas no domingo do GP do Brasil, antes, na sexta e no sábado ele andou com o macacão e o casco que vinha correndo ao longo de toda a temporada.

23 novembro 2016

O casco de Lewis Hamilton para São Paulo

Divulgação / Facebook / Lewis Hamilton
Capacete de Lewis Hamilton para o GP do Brasil
Lewis Hamilton voltou ao amarelão para o GP do Brasil desse ano. Desde 2014 que o inglês usa o branco e não o amarelo (do casco original) como cor predominante em seus capacetes. Como Nico Rosberg também tinha um capacete amarelo, era muito fácil confundir os pilotos da Mercedes e desde 2014 que Hamilton escolheu o branco como base e Rosberg o preto.

Para o GP do Brasil, Hamilton voltou ao amarelo para homenagear Ayrton Senna mais uma vez. Não é segredo para ninguém que o inglês é fã do brasileiro desde criança. Por isso aquela pintura clássica que Senna usou ao longo de toda a carreira foi a base desse desenho que Hamilton usou em São Paulo.

Pintado por cima do desenho de Senna estava a pintura bem tradicional de Hamilton, apenas com faixas vermelhas, e na parte de trás do casco um Cristo Redentor, uma bandeira do Brasil estilizada com o desenho da tatuagem "Still I Rise" de Hamilton sobre tudo.

O inglês andou boa parte do final de semana com esse capacete, mas acabou trocando durante uma das bandeiras vermelhas da corrida por estar com alguns problemas com a viseira. Hamilton voltou para a corrida com o desenho que tem usado ao longo das últimas temporadas.

O casco de Daniel Ricciardo para Austin

Facebook / JMD Jens Munser Designs
Desenho do casco de Ricciardo lembrando Evel Knievel
Daniel Ricciardo homenageou o dublê e motociclista americano Evel Knievel. Foi com o desenho do capacete de Knievel que Ricciardo correu todo o final de semana do GP dos Estados Unidos, em Austin.

Tirando os patrocínios, o número e algumas fotos do próprio Knievel na parte traseira do casco, o desenho é exatamente o mesmo que o Daredevil usou ao longo de toda a sua carreira.

Facebook / JMD Jens Munser Designs

Sobre Evel Knievel, o americano fez mais de 75 saltos de moto. Os obstáculos eram os mais variados. A lista inclui saltos sobre cascavéis, tubarões, ônibus, paredes de fogo, fontes e até o Canyon do Rio Snake, em Idaho - esse último é um dos mais famosos de toda a carreira de Knievel. O dublê americano quebrou quase 40 ossos em todo o corpo em seus vários acidentes ao longo da carreira, o mais grave foi o que sofreu a tentar saltar a fonte do Caesar's Palace em Las Vegas. Após esse acidente, Knievel ficou em coma por 29 dias.

Facebook / JMD Jens Munser Designs

A lenda da década de 1970 nasceu em 17 de outubro de 1938 e morreu em 30 de novembro de 2007 aos 69 anos por causa de complicações pulmonares. O dublê tinha a saúde bem frágil e chegou a ser diagnosticado com Hepatite C que acredita-se ter sido adquirida em uma das várias transfusões de sangue que fez em razão das fraturas que sofreu em seus números.

F1 2016 - GP de Abu Dhabi - Prévia

É neste domingo que a Fórmula 1 vai definir o campeão de 2016: Nico Rosberg ou Lewis Hamilton. O GP de Abu Dhabi será o cenário da decisão envolvendo a dupla da Mercedes, como aconteceu em 2014. Desta vez, a dupla vive situações bem distintas em relação ao ano em que Hamilton confirmou o bicampeonato da Fórmula 1.

Se naquela época Hamilton chegava ao Emirado com o regulamento embaixo do braço, desta vez será Rosberg quem vai largar com a pontuação à favor. A situação do alemão é bem confortável graças aos 12 pontos de diferença para Lewis Hamilton.

Se Rosberg terminar a corrida à frente de Hamilton levanta o campeonato sem depender de resultados, mas ele ainda terá uma série de possibilidades que garantem o título mesmo terminando a corrida atrás do inglês. Confira as possibilidades de cada um levantar o título em Abu Dhabi:



A definição do quarto colocado do campeonato também está em jogo nessa última corrida da temporada. Com Daniel Ricciardo garantido no terceiro lugar, restou para Sebastian Vettel, Max Verstappen e Kimi Raikkonen a briga pelo primeiro lugar fora do pódio do ano. O trio está separado por 19 pontos na seguinte ordem: Vettel (197 pontos), Verstappen (192 pontos) e Raikkonen (178 pontos). Disputa das mais interessantes.

A PISTA
Reprodução / YouTube / FORMULA 1
Traçado do circuito montado na Marina de Yas
Inaugurado em 2009, o Circuito da Marina de Yas já foi palco de algumas decisões de título, alguns com certa emoção, como os de 2010 e 2014. Desenhada por Hermann Tilke, a pista tem duas longas retas e trechos de alta velocidade, mas abriga também um trecho de média para baixa velocidade e cheio de curvas de 90 graus, além de passar embaixo de um hotel. Essa também é a única corrida que acontece ao anoitecer, começando com a iluminação natural e encerrando com artificial. Você pode conferir um pouco mais da pista clicando aqui ou na imagem logo acima.

PROGRAMAÇÃO
Para quem está no horário de Brasília, a corrida está programada para começar no final da manhã de domingo, já os treinos no início e final das manhã de sexta e sábado - início e final da tarde em Abu Dhabi. Confira a programação no horário de verão:


Qual a sua aposta para a corrida de domingo: Lewis Hamilton ou Nico Rosberg?

22 novembro 2016

Saiu o teaser de Carros 3

Divulgação / Facebook / Cars
O longa chega em junho de 2017
O longa Carros 3 ganhou ontem o primeiro teaser. O vídeo mostra Relâmpago McQueen sofrendo um grave acidente. Confira:



A previsão é que Carros 3 chegue ao Brasil em 15 de junho de 2017.

21 novembro 2016

A carreira de Felipe Massa na Fórmula 1

Reprodução / YouTube / FORMULA 1
Massa despede-se da Fórmula 1 em Abu Dhabi
Felipe Massa​ fará a sua última corrida na Fórmula 1​ neste final de semana. O brasileiro fez a sua estreia pela Sauber em 2002 no GP da Austrália. Massa não passou da primeira curva após ser uma das várias vítimas do acidente iniciado por Ralf Schumacher.

Em 2006, o brasileiro mudou-se para a Ferrari​ e foi nesse ano que ele conquistou as suas primeiras pole e vitória, no GP da Turquia daquela temporada. Ainda em 2006, ele encerrou um jejum de 13 anos sem vitória de um brasileiro no GP do Brasil. Antes de Massa, Ayrton Senna havia sido o último brasileiro que venceu em casa.

Em 2008, Massa venceu pela segunda vez no Brasil, mas ficou com o "gosto amargo na boca" porque perdeu o título para Lewis Hamilton em casa por apenas um ponto.

Em 2009, o maior drama da carreira do brasileiro. Durante a classificação do GP da Hungria, Massa sofreu o seu pior acidente e quase encerrou a sua carreira. O brasileiro só retornaria a Fórmula 1 em 2010 com um segundo lugar no GP do Bahrein.

Em 2014, Massa mudou-se para a Williams. Lá o brasileiro chegou a marca de 200 largadas na Fórmula 1 e também onde conquistou o seu último pódio, no GP da Itália de 2015.



Caso não consiga assistir o vídeo incorporado acima, você pode vê-lo clicando na imagem no início do post ou neste link aqui.

E você, também vai sentir saudades do brasileiro na categoria rainha do automobilismo mundial?

A carreira de Jenson Button na Fórmula 1

Reprodução / YouTube / FORMULA 1
Button fará uma pausa na carrerira em 2017
Jenson Button terá um ano sabático em 2017, pelo menos é o que diz o piloto e a McLaren. O inglês disputou 16 temporadas por cinco equipes diferentes: Williams (2000), Benetton/Renault (2001-2002), BAR/Honda (2003-2008), BrawnGP (2009) e McLaren (2010 até agora).

Button​ é o piloto que está na categoria a mais tempo e já ultrapassou a marca dos 300 GPs, o terceiro que mais correu na categoria.

A carreira de Button começou lá em 2000 no GP da Austrália pela Williams​. Foi na equipe de Frank Williams que o inglês marcou seus primeiros pontos.

Já pela extinta BAR, em 2004, Button conquistou a primeira pole no GP de San Marino. Na mesma equipe, já com o nome de Honda, que no GP da Hungria de 2006 o britânico conquistou a primeira vitória dele em uma corrida caótica e debaixo de chuva.

2009 foi o ano de Button. Pela nanica BrawnGP ele venceu seis das primeiras sete corridas da temporada e arrancou para o título conquistado no GP do Brasil.

Em 2010, Button foi contratado pela McLaren e o cartão de visitas foi a vitória na segunda corrida pelo time, o GP da Austrália daquele ano. Em 2011, o inglês caiu para último e ainda conseguiu vencer o GP do Canadá com uma ultrapassagem na última volta da corrida sobre Sebastian Vettel.

Já em 2015, foi Button quem marcou os primeiros pontos da reeditada parceria da McLaren e Honda, no GP de Mônaco.



Caso não consiga assistir o vídeo incorporado acima, você pode vê-lo clicando na imagem no início do post ou neste link aqui.

E você, acredita que o inglês volta a correr na Fórmula 1?

WRC 2016 - Rali da Austrália - Mikkelsen vence na despedida da Volks

Reprodução / YouTube / FIA World Rally Championship
Mikkelsen garantiu a vitória da Volks na despedida do WRC
A Volkswagen também se despediu com dobradinha do Campeonato Mundial de Rali, assim como a Audi fez no WEC. Andreas Mikkelsen dominou todo o final de semana do Rali da Austrália e deu uma última vitória para a montadora alemã que sai do WRC com o tetracampeonato de pilotos e montadoras.

Apresentando um desempenho muito superior ao dos adversários, Mikkelsen sobrou do shakedown até a última especial do Rali da Austrália. Nem um problema no pedal de freio foi suficiente para pará-lo, apenas diminuir o ritmo. O terceiro piloto da Volks mostrou uma superioridade impressionante e raramente vista nestes anos de domínio de Sébastien Ogier na categoria.

Falando do tetracampeão, um erro no Power Stage acabou tirando as possibilidades do francês dar á última vitória a montadora em que ele conquistou os títulos nos últimos quatro anos do WRC. Ogier começou o Rali da Austrália com um ritmo abaixo do apresentado pelos adversários, mas logo recuperou-se e terminou e última etapa do ano em segundo.

Thierry Neuville sofreu um pouco mais para garantir o pódio no encerramento da temporada. O belga só garantiu o terceiro posto após o furo de pneu de Hayden Paddon. O neozelandês da Hyundai imprimiu um ritmo muito forte e em vários momentos tomou o segundo lugar de Ogier, mas um furo nos estágios finais tirou a chance de Paddon subir no último pódio do ano e o obrigou a terminar em quinto.

O resultado garantiu o vice-campeonato de pilotos para Neuville e o terceiro lugar no campeonato para Mikkelsen.

O Mundial de Rali retorna no final de janeiro com o Rali de Monte Carlo, mas os pilotos que correram pela Volks nos últimos anos seguem sem vagas para correr em 2017.

Stock Car 2016 - Curvelo - Fraga e Ricardo Maurício vencem e Barrichello perde vitória nos metros finais

Reprodução / www.sportv.com.br
Fraga venceu a corrida 1 e praticamente garantiu o título
Estreando no calendário da Stock Car, Curvelo proporcionou corridas pra lá de emocionantes na rodada dupla desse domingo da categoria brasileira. Felipe Fraga estendeu a liderança do campeonato ao vencer a corrida 1 e também com o abandono de Rubens Barrichello restando poucos metros para a bandeirada. Melhor para Ricardo Maurício que venceu pela primeira vez em 2016.

A primeira corrida teve algumas disputas, mas o quê acabou definindo o desfecho da rodada dupla foi o safety-car que entrou ainda na primeira volta. A rodada de Cacá Bueno na curva 2 obrigou que a direção de prova fizesse a intervenção que durou algumas voltas e permitiu que vários pilotos economizassem muito combustível.

Assim que foi dada a bandeira verde, Felipe Fraga e Rubens Barrichello duelaram pela liderança da corrida. Logo o #111 cedeu a pressão de Fraga e de Marcos Gomes caindo para o terceiro lugar. Barrichello chegaria a cair para o quarto lugar com a ultrapassagem de Allam Khodair, mas retomou a posição logo em seguida.

Sem sustos Felipe Fraga venceu a primeira corrida seguido por Marcos Gomes e Rubens Barrichello. O resultado só ajudou Fraga a ampliar a vantagem que tinha sobre Barrichello no campeonato.

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Maurício venceu pela primeira vez em 2016
Na corrida 2, alguns pilotos resolveram arriscar em não fazer o reabastecimento por acreditar que o período de safety-car na primeira corrida havia sido suficiente para economizar combustível necessário para chegar ao fim da corrida. Entre esse pilotos estava Rubens Barrichello que teria que descontar a vantagem que Fraga havia acabado de estabelecer.

A briga pela ponta foi muito acirrada. Diego Nunes e Júlio Campos se revezaram diversas vezes na ponta da corrida até que Nunes resolveu não arriscar e parar para reabastecimento. Campos perdeu ritmo. Com isso a liderança da corrida caia no colo de Rubens Barrichello restando sete minutos para o fim da corrida.

Reprodução / www.sportv.com.br
Barrichello parou a poucos metros da linha de chegada
Nas voltas finais, várias panes secas foram acontecendo ao longo do traçado do Circuito dos Cristais. O primeiro foi Júlio Campos, depois foi Cacá Bueno que parou sem combustível. O #111 bem que tentou, mas ao contornar a última curva da corrida o carro da Full Time Sports entregou os pontos sem combustível para terminar a prova. Ricardo Maurício, segundo naquele momento, chegou a tocar a traseira de Barrichello, mas ultrapassou o campeão de 2014 para vencer pela primeira vez na temporada. Tuka Rocha e Daniel Serra completaram o pódio da corrida. Fraga terminou em 17º e Barrichello em 22º.

Felipe Fraga segue para São Paulo com uma mão na taça da Stock Car. O piloto do #88 tem uma vantagem de 37 pontos para Rubens Barrichello e outros 50 estão em jogo na última corrida da categoria no dia 11 de dezembro.

A final da Stock Car será em Interlagos.

20 novembro 2016

Nascar 2016 - Hometead-Miami - Final de temporada histórico

Twitter / NASCAR (@NASCAR)
Johnson levantou o sétimo título da Nascar
Em final de semana histórico, a Nascar teve o primeiro campeão latino e Jimmie Johnson igualando as marcas de Richard Petty e Dale Earnhardt, cada um dos três tem sete títulos cada. O experiente Johnny Sauter também levantou um caneco na sexta-feira ao conquistar o título da Nascar Camping World Truck Series.

NASCAR SPRINT CUP SERIES
Começando pela divisão principal. Uma corrida cheia de viradas e mudanças de cenário e que também indicavam que o mais improvável era que o sétimo título de Jimmie Johnson pudesse sair neste domingo. O piloto do #48 foi punido logo de cara, perdeu o 14º lugar no grid e largou do último lugar por não ter passado na inspeção. A Hendrick regularizou o carro antes da corrida começar. Largando do 40º lugar, em 30 voltas Johnson já aparecia no Top 10.

Com Carl Edwards ditando o ritmo, Joey Logano e Kyle Busch um pouco sem ritmo, tudo indicava que surgiria um título inédito nesse domingo. Conforme a corrida se desenrolava, cada um dos três ocupava a posição para levantar o campeonato, menos Johnson. Enquanto as equipes da Joe Gibbs e Penske eram perfeitas nos pit stops, a Hendrick fez poucas paradas abaixo dos 12s5. Apenas restando poucas voltas que Johnson entrou na briga com Edwards, Logano e Busch, mas ainda atrás do trio.

Foi em uma relargada a dez voltas para o fim que o rumo do campeonato mudou. Carl Edwards bloqueou Logano, foi para o muro e as chances de um título inédito do #19 ficaram nos muros da curva 1 de Homestead. Busch e Johnson saltaram para as primeiras posições com Logano mais atrás. A corrida ficou parada por quase meia hora em bandeira vermelha.

Duas relargadas depois, uma prorrogação e Johnson assumiu a liderança para não perder mais. O #48 venceu pela primeira vez em Miami, conquistou o sétimo título e igualou-se as lendas Richard Petty e Dale Earnhardt. É um dos maiores campeões ainda vivos, o maior em atividade e também o único no grid da Nascar com mais de um título, já que Tony Stewart encerrou a carreira hoje.

Falando no "Smoke", o piloto do #14 fez uma corrida bem discreta. O resultado final foi bem tímido, um 22º lugar e duas voltas de atraso, mas isso não tira o brilho da carreira do norte-americano que conquistou três títulos na divisão principal da Nascar e outro na Indy.



NASCAR NATIONWIDE SERIES
No sábado, o mexicano Daniel Suárez sobrou e comandou as ações entre os chasers durante boa parte da corrida. A prova da Xfinity foi muito boa e chegou a reunir logo depois da metade os quatro postulantes ao caneco nas quatro primeiras posições da corrida

O piloto da Joe Gibbs Racing fez história. Com uma última relargada perfeita, Suárez venceu e tornou-se o primeiro piloto de fora dos Estados Unidos a conquistar um título em uma categoria nacional da Nascar.



NASCAR CAMPING WORLD TRUCK SERIES
Na sexta-feira, Johnny Sauter conquistou o primeiro título dele em uma categoria nacional da Nascar. A conquista do título da Truck Series veio com um acerto focado na corrida. Desse jeito, Sauter largou no fundo do grid e escalou o pelotão para chegar a posição necessária para o título nas voltas finais.

O piloto do #21 fez a ultrapassagem sobre Matt Crafton, chaser que estava em posição de levantar o título durante toda a corrida, aconteceu restando menos de dez voltas para o fim. Sauter completou em terceiro e a vitória foi do brilhante William Byron.

WEC 2016 - 6 horas do Bahrein - Uma corrida de emoções diferentes

Twitter / FIA WEC (@FIAWEC)
Além de cravar a pole para a corrida, a Audi venceu pela última vez no WEC
As 6 horas do Bahrein foram marcadas por proporcionar ao público e ao Campeonato Mundial de Endurance (WEC) várias emoções diferentes: a despedida da Audi, a decisão do título em três classes, os dramas da Porsche e da Aston Martin, a última corrida de Mark Webber como piloto profissional e também a última pole e vitória da Audi no WEC.

LMP1
Despedindo-se do Mundial de Endurance, a Audi fez muito bonito ao longo de todo o final de semana. A montadora alemã conquistou com o carro #8 a pole para a corrida, o recorde da pista para protótipos com Lucas Di Grassi e uma vitória com dobradinha na última participação nas provas de longa duração.

Com o carro #7 e #8 em estratégias diferentes, a montadora revezou seus carros na liderança em praticamente toda a corrida. O trio formado por Lucas Di Grassi, Oliver Jarvis e Loïc Duval no Audi #8 foi o responsável por comandar a festa ao cruzar a linha de chegada em primeiro seguido pelo Audi #7 de Marcel Fässler, André Lotterer e Benoît Tréluyer.

Twitter / FIA WEC (@FIAWEC)
Webber despediu-se das pistas com um terceiro lugar no comando do Porsche #1
No terceiro lugar da corrida outra despedida. Mark Webber deu adeus as pistas comandando o Porsche #1 que ele dividiu com Brendon Hartley e Timo Benhard ao longo das temporadas de 2015 e 2016. O trio foi responsável por quatro das seis vitórias da Porsche ao longo desta temporada e só não levantou o caneco porque abandonou a primeira corrida do ano (6 horas de Silverstone) e terminou bem atrás na classificação da segunda corrida (6 horas de Spa-Francorchamps).

Com o título de Montadoras garantido na etapa anterior, as 6 horas de Xangai, a Porsche queria confirmar o título entre pilotos também com o #2 da fabricante de Stuttgart. Marc Lieb, Neel Jani e Romain Dumas voltaram a repetir o fraco desempenho das últimas corridas do ano, agora por um estouro prematuro da roda traseira esquerda que obrigou o segundo carro da Porsche ficar algumas voltas no boxes. O sexto lugar foi suficiente para garantir o título para o trio que nesse ano também venceu a mítica 24 horas de Le Mans após a quebra do Toyota #5 (Anthony Davidson, Sébastien Buemi e Kazuki Nakajima) na última volta da corrida francesa.

A Audi se despede com o vice entre as montadoras e pilotos com o trio Di Grassi/Duval/Jarvis e a Toyota encerra o ano com os terceiros lugares entre as montadoras e pilotos com o trio formado por Stéphane Sarrazin, Mike Conway e Kamui Kobayashi.

LMP2
Com o título da classe já definido nas 6 horas de Xangai em favor da equipe e dos pilotos do Signatech Alpine #36 (Gustavo Menezes, Nicolas Lapierre e Stéphane Richelmi) a corrida repetiu os duelos da temporada envolvendo o próprio #36 e também o G-Drive #26 (Roman Rusinov, René Rast e Alex Brundle) e o RGR #43 (Ricardo González, Filipe Albuquerque e Bruno Senna).

Melhor para o G-Drive que confirmou o terceiro posto no campeonato da classe com a vitória nas 6 horas do Bahrein. Entre pilotos, apenas Rusinov confirmou o terceiro lugar, afinal, foi o único do carro que fez todas as corridas. O RGR #43 confirmou o vice-campeonato entre equipes e pilotos e os já campeões do carro #36 completaram o pódio da classe.

LMGTE PRO
A classe viu a vitória da equipe campeã do Aston Martin #95 (Marco Sorensen e Nicki Thiim). A dupla dinamarquesa derrotou Gianmaria Bruni e James Calado com a Ferrari 488 GTE #51. Davide Rigon e Sam Bird, também com a Ferrari 488 GTE #71, completaram o Top 3 da corrida.

O resultado deu para Rigon e Bird o vice-campeonato da classe em 2016 e a dupla foi seguida por James Calado, também o único a correr com o #51 ao longo de toda a temporada.

LMGTE AM
A quebra do Aston Martin #98 (Paul Dalla Lana, Pedro Lamy e Mathias Lauda) acabou abrindo caminho para o título da Ferrari F458 Italia #83 (François Perrrodo, Emmanuel Collard e Rui Águas) entre equipes e pilotos relativamente cedo. Assim a situação de campeonato ficou bem mais tranquila para a Ferrari #83 da AF Corse.

O título ficou com o trio Perrodo, Collard e Águas. A dupla Khaled Al Qubaisi e David Heinemeier Hansson do Porsche #88 ficou com o vice e o trio Paul Dalla Lana, Pedro Lamy e Mathias Lauda (Aston Martin #98) terminaram o campeonato no terceiro lugar no campeonato de pilotos e equipes.

17 novembro 2016

Nascar 2016 - Homestead-Miami - Prévia

Confira os horários do final de semana da Nasca em Miami
Chegamos as últimas etapas das três categorias nacionais da Nascar em 2016. A Camping World Truck Series, a Nascar Xfinity Series e a Nascar Sprint Cup Series encerram as suas temporadas nesse final de semana no oval de Homestead-Miami, nos Estados Unidos. As três categorias irão decidir seus campeões no novo formato do Chase, que estreou na Sprint Cup na temporada de 2014.

Serão 12 pilotos concorrendo nas três categorias. A regra básica que vai definir os três campeões da Nascar em 2016 é quem chegar mais à frente nessa última corrida será o campeão de cada campeonato. Vamos aos candidatos de cada uma das categorias nacionais da stock americana.

Na sexta-feira, a Camping World Truck Series inicia a agenda com o duelo entre os experientes Johnny Sauter, Matt Crafton e Timothy Peters e o garoto Christopher Bell. Sauter é o único com viória no oval da Flórida, nenhum dos quatro marcou uma pole sequer. Crafton e Sauter tem dois Top 5, enquanto Peters tem apenas um. Bell fará a estreia dele no oval de Miami.

A Xfinity Series manteve o nível das finais. Elliott Sadler, Daniel Suárez, Justin Allgaier e Erik Jones serão os candidatos ao caneco da segunda divisão. Sadler é o mais experiente do grupo com sete largadas em Homestead e um Top 5. Suárez, Allgaier e Jones farão a primeira largada deles nessa pista pela Xfinity Series.

Apesar da inexperiência na categoria, o trio não é nada ruim. O mexicano Daniel Suárez tem duas vitórias nessa temporada e Erik Jones outras quatro. Allgaier é o único dos finalistas que chegou a última corrida sem vitórias ao longo de toda a temporada. Sadler faturou três corridas. Um grupo interessante para a final da Xfinity Series.

Agora vamos dar uma pausa nas finais para falar da aposentadoria de Tony Stewart. O tricampeão da Nascar pendura o capacete após essa corrida em Miami. Foram 18 temporadas, 617 corridas, 67 vitórias, 177 Top 5 e 15 poles na stock americana, fora o campeonato de 1996 da IRL (uma das categorias da antiga cisão da Fórmula Indy) e outras três vitórias, sete pódios e oito poles na categoria de monopostos. Uma verdadeira lenda do automobilismo norte-americano. Nessa temporada, conquistou uma bela vitória em Sonoma e ainda brigou pelo título só até o Round of 16, primeira fase do Chase.

A Sprint Cup Series definitivamente elevou o nível das finais com a que já considerada a melhor final do Chase desde que esse sistema foi implementado em 2014. Carl Edwards, Jimmie Johnson, Joey Logano e Kyle Busch serão os candidatos. Logano e Buschinho fazem a segunda participação em uma final de Chase. Logano ficou com o quarto lugar em 2014 e Kyle Busch vai defender o título após a conquista da temporada passada com a vitória nessa etapa de Miami.

Carl Edwards e Jimmie Johnson chegam pela primeira vez nesse tipo de final. Edwards está atrás do primeiro título dele. No grupo dos quatro finalistas, o piloto do #19 é quem mais tem vitórias em Miami com duas conquistas por lá. Johnson quer entrar no seleto grupo dos pilotos com sete títulos da Nascar, antes dele apenas as lendas Richard Petty e Dale Earnhardt Sr. com tantos títulos assim.

Faça as suas apostas daí! As minhas são: Crafton, Suárez e Johnson. Pra você, quem leva o título em cada categoria?

16 novembro 2016

F1 2017 - Dança das Cadeiras (3)

A terceira parte dos posts sobre a Dança das Cadeiras da Fórmula 1 para 2017 está aqui. Hoje é a vez de encerrar com a Williams, Haas, Marussia e a Sauber. Se você perdeu a primeira parte e a segunda parte, clique aqui (Parte 01) e aqui (Parte 02) antes, leia e volte para essa terceira postagem. Agora, se você já passou pelos posts anteriores, fique por aqui.

WILLIAMS
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Se teve uma equipe que quase ficou sem pilotos foi a Williams. Felipe Massa e Valtteri Bottas foram procurados pela Renault e outras equipes, mas o cenário foi se fechando e a Williams tratou de garantir Bottas, uma vez que Massa resolveu aposentar-se da Fórmula 1. Lance Stroll vem direto da Fórmula 3 Europeia com um título e um caminhão (talvez uma betoneira lotadinha) de dinheiro.

HAAS
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O time americano chegou sem fazer feio na Fórmula 1. Romain Grosjean não fez feio e uma renovação era mais do que esperada. A dúvida ficava para o segundo assento. Esteban Gutiérrez não fez nada demais e não precisava de muito para sacar o mexicano da Haas. Foi Kevin Magnussen resmungar por um contrato maior na Renault e os franceses negarem que a Haas pinçou o dinamarquês de lá. O contrato com o K-Mag é para 2017, mas deve ser estendido.

MARUSSIA
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A Marussia ainda não definiu nenhum assento e muito se especula sobre o time. Um nome provável já é o do alemão Pascal Wehrlein. O vínculo do alemão com a Mercedes pode garantir mais uma vez aquele descontinho maroto no preço do motor e é claro que a Manor está de olho nisso. O outro nome deve trazer dinheiro e o favorito nessa leva é o inglês Jordan King, atual reserva do time.

SAUBER
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Depois do GP do Brasil a Sauber deve renovar com Marcus Ericsson e Felipe Nasr. Ericsson já tem o contrato encaminhado e Nasr resgatou U$13 milhões que estavam indo para a conta da Manor com os dois pontos conquistados em Interlagos nesse domingo. Se o décimo lugar no campeonato de Construtores for confirmado em Abu Dhabi, é aí que o brasileiro deve ter tudo acertado para mais um ano no time suíço.

[Atualizado dia 21/11/2016 às 21h47] No última final de semana, o cenário da Sauber começou a ganhar uma definição. No domingo, a equipe e Marcus Ericsson confirmaram a permanência do sueco por mais uma temporada no time de Hinwil. Por outro lado, o jornal Folha de São Paulo publicou que o Banco do Brasil não renovou o contrato com a Sauber para 2017. Situação que complica a sequência de Felipe Nasr na categoria.

Perdeu os posts anteriores? Clique aqui para ver a Parte 01 e a Parte 02 dessa série.

15 novembro 2016

F1 2017 - Dança das Cadeiras (2)

A segunda parte dos posts sobre a Dança das Cadeiras da Fórmula 1 para 2017 está aqui. Hoje é a vez de falar da Red Bull, Toro Rosso, Force India e da Renault. Se você perdeu a primeira parte, clique aqui antes, leia o post e volte para essa segunda postagem. Bom, se você já passou pelo post anterior, fique por aqui e siga lendo.

RED BULL
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Daniel Ricciardo e Max Verstappen foram confirmados até pelo menos o final de 2018 ainda em junho. A dupla era cobiçada por várias equipes, então, Helmut Marko e toda a direção da Red Bull trataram de garantir Ricciardo e Verstappen entre os touros vermelhos.

TORO ROSSO
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A especulação dos caminhos de Carlos Sainz Jr. e Daniil Kvyat para 2017 durou boa parte do ano. O filho da lenda dos ralis Carlos Sainz foi confirmado para 2017 ainda em junho, no final de semana do GP da Áustria. A dúvida que pairava sobra a cabeça de Kvyat era se o russo continuaria com os touros vermelhos depois de ser "rebaixado" para a Toro Rosso no início da temporada ou trocaria de ares.

No final das contas, foi o próprio Kvyat que começou a fechar o quebra-cabeças que era a silly season. Só foi o russo ser confirmado por mais uma temporada na Toro Rosso que as outras equipes começaram a preencher os assentos restantes.

FORCE INDIA
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Inicialmente a Force India conseguiu renovar tranquilamente com Nico Hülkenberg e Sergio Pérez por mais uma temporada. Estava tudo certo, segundo o dono da equipe Vijay Mallya, antes mesmo da Fórmula 1 entrar em férias. Pérez desmintiu o chefe e falou que faltava muito para um acerto. Logo que o mexicano finalmente acertou os pontos do contrato, Hülkenberg debandou do time indiano. Ficou um assento vago.

Aí entrou em ação a Mercedes, fornecedora das unidades de força da equipe. Com Esteban Ocon e Pascal Wehrlein - pilotos vinculados à montadora - na Manor e aguardando uma oportunidade melhor em outra equipe, tudo era questão de uma boa oferta para definir a situação na Force India. Acabou que o escolhido foi Ocon para "2017 e além". Claro que para o francês correr com os indianos foi oferecido um abatimento nos valores dos motores que serão entregues para o time, afinal, nada vem de graça.

RENAULT
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A Renault voltou, como equipe, a Fórmula 1 em 2016 com um projeto de médio prazo para novamente brigar por títulos. Depois de correr com o projeto feito pela Lotus em 2016 e amargar as últimas posições, os franceses querem algo mais que isso. Nesse primeiro momento o objetivo é brigar pelas posições intermediárias e depois disputar títulos.

Para isso, a montadora procurou por pelo menos um piloto experiente para ajudar no processo. Foram atrás de Sergio Pérez, Valtterri Bottas, Felipe Massa e Nico Hülkenberg. O último largou o contrato que, teoricamente, tinha com a Force India para assinar até 2018 (com possibilidade de renovar até 2019) com a Renault e realizar o sonho de correr por uma equipe de montadora.

A segunda vaga não era para ser de Kevin Magnussen ou Jolyon Palmer, mas o mercado foi se fechando e as opções rareando, então, Palmer foi o escolhido. Magnussen é assunto para amanhã.

Para fechar o grid, amanhã é o dia de falar dos lugares definidos na Williams e na Haas. Mas não podemos deixar de comentar das especulações que giram em torno dos quatro assentos restantes na Sauber e na Manor.

Perdeu o post anterior? Clique aqui para ver a Parte 01 dessa série.

14 novembro 2016

F1 2017 - Dança das Cadeiras (1)

A temporada 2016 está acabando, o campeão está praticamente definido (o campeonato será definido em Abu Dhabi) e o grid da Fórmula 1 para o próximo campeonato também está quase fechado. As últimas semanas foram marcadas por anúncios de várias equipes e pilotos do rumo que será tomado em 2017 e alguns casos nos anos seguintes.

Nessa semana o Liguem seus Motores vai tratar justamente dessas trocas, ou permanências, que a Fórmula 1 terá na próxima temporada da categoria. A princípio a rainha do automobilismo mundial manterá as suas 11 equipes e três montadoras (essas bem mais certas ou garantidas). Para ficar bem claro, não vou tratar de favoritismo de equipes ou marcas nessa série de posts, só vou falar de quais serão os pilotos que vão ocupar determinados assentos em 2017.

Nessa segunda-feira, será justamente a vez das equipes que foram as primeiras a definir quais serão os seus representantes no Campeonato Mundial de Fórmula 1 na temporada 2017. São elas a campeã Mercedes, a Ferrari e a McLaren. As três tinham praticamente tudo fechado antes mesmo das férias da categoria.

As três equipes foram as que começaram 2016 com uma vaga já definida para 2017: Lewis Hamilton na Mercedes, Sebastian Vettel na Ferrari e Fernando Alonso na McLaren. Hamilton renovou o contrato, ainda em 2015, até o final da temporada de 2018. No caso de Vettel e Alonso, os dois fecharam os contratos com a Ferrari e McLaren, respectivamente, até o final de 2017.

MERCEDES
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Na Mercedes, a dúvida era se Nico Rosberg teria o contrato renovado e Pascal Wehrlein seria chamado ou se o #6 continuava na equipe. Como Rosberg liderou boa parte da temporada e é um sério candidato ao título desde o início da temporada, seria quase uma contradição dispensar ao final da temporada o provável "atual campeão". Foi no final de semana para o GP da Hungria que veio a renovação de contrato até o final de 2018. Qualquer que seja o campeão de 2016, ele segue na Mercedes em 2017.

FERRARI
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Na Ferrari, Kimi Raikkonen já era dado como carta fora do baralho para 2017. Valtteri Bottas e Romain Grosjean cotados como favoritos para substituir o finlandês na escuderia, mas Raikkonen começou a mostrar um desempenho parecido ou melhor que o de Sebastian Vettel e a renovação de contrato, apenas para 2017, saiu no início de julho, um pouco antes do GP da Inglaterra.

McLAREN
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Manter Jenson Button ou promover a promessa Stoffel Vandoorne? Escolha difícil da McLaren e ela ficou ainda pior depois que Vandoorne substituiu Alonso no Bahrein. O belga marcou os primeiros pontos do time no Emirado e chamou a atenção de outras equipes. A situação só foi definida nas férias e anunciada no final de semana do GP da Itália. Button tira um ano sabático em 2017, abre espaço para Vandoorne e retorna em 2018. É claro que a dor de cabeça ficou para o final da próxima temporada, mas daí o tempo ajuda a resolver a situação.

Amanhã você se liga nos assentos das duas equipes dos touros vermelhos e das sinucas que foram as vagas da Force India e da Renault.

Nascar 2016 - Phoenix II - Finalistas do Chase são definidos em final tenso

Reprodução / YouTube / NASCAR
Logano garantiu a vitória em Phoenix na última relargada da corrida
Joey Logano venceu em um final de prova de tirar o fôlego em Phoenix. O resultado da prova também garantiu Kyle Busch no grupo dos quatro que vão brigar pelo título na corrida final em Miami. A prova de Phoenix desse domingo teve um final típico da Nascar ainda teve o quase garantido Matt Kenseth sair da briga por um erro do spotter do #20.

Joey Logano passou boa parte da prova no oval de Avondale fazendo defesa de posições para não sair do grupo dos quatro que vão disputar o caneco em Miami. Acontece que a reação de Kyle Busch nas voltas finais quase tirou o #22 desse grupo, mas duas bandeiras amarelas e duas prorrogações colocaram Logano na primeira posição. A largada final do piloto da Penske foi melhor e ele só teve que sustentar a posição para garantir um lugar entre os quatro que vão disputar a final Miami.

Kyle Busch foi o piloto que conseguiu a classificação por pontos. Buschinho não fez muita coisa ao longo da corrida e apareceu nas voltas finais, quando a classificação dele estava mais ameaçada. O atual campeão cresceu e chegou a ameaçar demais a classificação de Logano. Nas últimas relargadas o desempenho não foi suficiente para bater Logano, mas o segundo lugar foi o suficiente para garantir Kyle Busch pelos pontos.

A grande frustração do dia foi de Matt Kenseth. O piloto do #20 andou a corrida inteira no Top 10 e dentro da zona de classificação para a o Championship 4. Na primeira relargada da prorrogação veio a virada na situação. Kenseth fechou a trajetória da curva 01, bateu em Alex Bowman e foi para o muro. Ali acabaram as chances de Kenseth brigar pelo título em Miami.

Os outros três pilotos que estavam na briga não fizeram muito durante a corrida. Denny Hamlin até preocupou-se em estar no Top 10, mas não conseguia avançar ao ponto de brigar de fato pela classificação para a final. Já Kevin Harvick e Kurt Busch sofreram com falta de desempenho na pista do Oeste americano e durante boa parte da prova ficaram longe de qualquer possibilidade de tentar a classificação.

Carl Edwards e Jimmie Johnson fizeram corridas discretas, muito pela classificação já estar garantida. Edwards pouco apareceu na transmissão da TV e terminou em 19º. Jimmie Johnson até brigou pela ponta no início da corrida, mas foi punido por ultrapassar o safety-car em uma das paradas. Depois disso, o#48 praticamente saiu da corrida depois de bater com Greg Biffle e Austin Dillon. A classificação final do hexacampeão foi um mero 38º.

O bom destaque da corrida foi Alex Bowman. O substituto de Dale Earnhardt Jr. fez a pole e liderou 194 das 324 voltas da corrida. O desempenho de Bowman foi bem consistente durante toda a prova em Phoenix e pode já ser uma dor de cabeça para Rick Hendrick.

Twitter / NASCAR (@NASCAR)
O Chase segue para a sua última e decisiva fase em Miami, o Championship 4
Agora o Chase segue para a última corrida onde quem chegar na melhor posição levanta o título, ou seja, quem chegar na frente entre Joey Logano, Kyle Busch, Jimmie Johnson e Carl Edwards será o campeão.

A próxima etapa, como dito acima, será a final em Miami no próximo domingo (20).

13 novembro 2016

F1 2016 - GP do Brasil - Hamilton finalmente vence no Brasil e salva o segundo Match Point de Rosberg

Twitter / Formula 1 (@F1)
Hamilton liderou toda a agitada (e paralisada) corrida no Brasil
Lewis Hamilton venceu pela primeira vez um GP do Brasil de Fórmula 1. O inglês da Mercedes comandou a corrida praticamente de ponta a ponta. Não pense que foi fácil para Hamilton porque não foi fácil para nenhum piloto. A chuva caiu forte em Interlagos e obrigou a direção de prova realizar a largada com safety-car e acionar duas vezes a bandeira vermelha, chegando a deixar a corrida parada por aproximadamente 50 minutos além das 34 das 71 voltas sob safety-car (quase metade da corrida) devido a acidentes ou pela própria chuva.

Hamilton caminhou de forma relativamente tranquila para a vitória em São Paulo. O inglês não foi ameaçado por nenhum outro piloto e liderou toda a corrida em Interlagos, talvez a maior ameaça tenha sido o próprio clima que deixou a pista muito perigosa. No final, Hamilton conseguiu a tão querida vitória no Brasil que ele busca desde que chegou à Fórmula 1.

Sobre a pista extremante perigosa devido a chuva, vários pilotos foram vítimas da forte chuva que caia em Interlagos. Sebastian Vettel, Fernando Alonso, Max Verstappen e Nico Rosberg chegaram a rodar ou quase rodar e seguiram na corrida sem danos no carro. Já Kimi Raikkonen, Felipe Massa, Marcus Ericsson e Romain Grosjean bateram e abandonaram a corrida. Grosjean bateu antes mesmo da largada e não chegou nem a largar. Jolyon Palmer bateu em Daniil Kvyat durante o safety-car e também abandonou a corrida por pura bobeada dele Palmer. Curiosamente os episódios de Vettel, Alonso, Verstappen, Rosberg, Massa, Ericsson e Grosjean aconteceram na temida curva do Café ou na subida da Junção.

Nico Rosberg já teve uma corrida um pouco mais difícil. O alemão teve que lidar com a pressão de Max Verstappen e chegou a perder o segundo lugar para o piloto da Red Bull. Graças a um erro de estratégia da Red Bull, Rosberg reassumiu a segunda posição para não perder mais e ficar em situação confortável no campeonato.

Max Verstappen deu show na pista molhada de Interlagos. O garoto do carro #33 andou em segundo, escapou de bater mais de uma vez - e, se duvidar, até fez chover em São Paulo porque na corrida ele fez de tudo. O holandês só não terminou com a vitória ou o segundo lugar porque a Red Bull errou ao tentar fazer seus carros andarem com pneus intermediários e teve que voltar para os pneus de chuva. Depois disso, Verstappen estava fora da zona de pontuação e um por um dos adversários foi ultrapassado até que ele chegasse ao terceiro lugar. De quebra, Verstappinho cravou a volta mais rápida da corrida nessa arrancada das voltas finais.

Outra surpresa da corrida foi o brasileiro Felipe Nasr. O piloto da Sauber conseguiu entrar no Top 10 na volta 10 devido as tentativas dos adversários em andar com pneus intermediários. Nasr chegou a andar em sexto depois da última relargada e acabou perdendo algumas posições até conseguir encerrar a corrida em nono. Esses foram os dois primeiros pontos do brasileiro e da Sauber nessa temporada que também garantem que a Sauber ultrapasse a Manor no campeonato de Construtores, pelo menos até Abu Dhabi.

Twitter / Formula 1 (@F1)
Campeonato de Pilotos após o Brasil e restando uma corrida para o fim da temporada
Agora vamos para a última corrida com a disputa do título entre Rosberg e Hamilton. A dirença entre a dupla é de 12 pontos. Confira agora as possibilidades de cada um dos dois na briga pelo caneco:

Para Rosberg ser campeão:
- Terminar em qualquer posição à frente de Hamilton;
- Pode ser até terceiro, se Hamilton vencer;
- Pode ser até sexto, se Hamilton terminar em segundo;
- Pode ser até oitavo, se Hamilton terminar em terceiro;
- Pode terminar décimo ou pior, se Hamilton terminar em quarto;

Para Hamilton ser campeão:
- Em primeiro, Rosberg pode ser no máximo quarto;
- Em segundo, Rosberg pode ser no máximo sétimo;
- Em terceiro, Rosberg pode ser no máximo nono;
- Em quarto não tem mais chances de título;

Twitter / Formula 1 (@F1)
Massa roubou a cena durante um dos vários safety-cars da corrida
Para encerrar o post dessa corrida, o brasileiro Felipe Massa vinha arriscando ao andar com pneus intermediários, mas acabou aquaplanando e batendo na curva do café. Após abandonar, o brasileiro voltou à pé para os pits. Primeiro, o brasileiro foi muito saudado pela torcida, mas ao chegar ao pitlane Mercedes, Ferrari e a Williams saíram de suas garagens para homenagear o brasileiro que despede-se da categoria ao final da temporada. A própria Fórmula 1 e também a McLaren e a Renault se manifestaram pelas rede sociais agradecendo ao brasileiro.









A próxima etapa da Fórmula 1 será o GP de Abu Dhabi que marca o encerramento da temporada 2016 e também a definição do título dessa campeonato entre Nico Rosberg e Lewis Hamilton.