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06 dezembro 2012

O fim pelo Twitter

O que dizer de uma equipe que vê o seu final pelo Twitter após três temporadas sem qualquer pontuação e competitividade. Assim que a HRT disse adeus a Fórmula 1 na última semana. O diretor-técnico do time, Toni Cuquerella, só informou o final do time pelo microblog durante a semana e a confirmação veio durante o final de semana, quando a FIA divulgou a lista de times inscritos para a próxima temporada.

Este é um time que apenas deixará mais espaços vazios nos boxes e na última fila do grid das corridas da Fórmula 1. A HRT conseguia ser menos carismática e expressiva para a categoria que a Minardi e a Super Aguri juntas e ainda fez a proeza de passar pelas mãos de mais investidores e donos diferentes em três anos que a Minardi em mais de 20.

Nas duas últimas temporadas o time não conseguiu classificar nenhum dos dois carros nas corridas de abertura dos campeonatos e teve como melhor resultado um 13º lugar no GP do Canadá de 2011, com o defenestrado Vitantonio Liuzzi. Além do italiano, também correram GPs pelo time os seguintes pilotos: Karun Chandhok (IND), Sakon Yamamoto (JAP), Bruno Senna (BRA), Christian Klien (AUT), Daniel Ricciardo (AUS), Narain Karthikeyan (IND) e Pedro De La Rosa (ESP). Geralmente se sentava em um carro da equipe quem pagava mais, por isso a variedade de nomes em tão pouco tempo.

Com toda a certeza não é um time que fará falta para a Fórmula 1 daqui alguns anos, talvez mais para o bolso de Bernie Ecclestone.

07 novembro 2012

Formando o Grid para 2013

A turma de pilotos que irá participar da temporada 2013 da Fórmula 1 já começou a ser fechada e mais da metade das cadeiras já está ocupada. Apenas alguns times têm vagas sobrando ou então que sofrem indefinição sobre qual nome irá ocupa-las. Logo abaixo você confere qual a situação de cada equipe de acordo com a atual classificação no campeonato de construtores de Fórmula 1.

A Red Bull Racing já tem a sua dupla definida para 2013. Sebastian Vettel será novamente o primeiro piloto do time. O alemão que é o queridinho da marca de bebidas energéticas tem contrato até 2015, situação que unida ao fato de ter dois títulos conquistados pelo time o colocam em tal posição. Mark Webber teve o seu contrato renovado para a próxima temporada apenas, com o seu contrato se encerrando ao final de 2013. Essa renovação só aconteceu após o australiano vencer o GP da Inglaterra deste ano, no qual ele brigou durante boa parte da corrida com Fernando Alonso.

Na Scuderia Ferrari a dupla foi definida recentemente. Com contrato fechado até o término da temporada de 2016, Fernando Alonso segue firme, forte e tranquilo no time italiano e focado na briga pelo título desta temporada. Caso completamente diferente de Felipe Massa que garantiu o contrato após grandes atuações nos GP da Itália, Japão e Coreia do Sul. O brasileiro acabou renovando o contrato por apenas mais uma temporada, seguindo o exemplo de Mark Webber na Red Bull, e vê o seu contrato se encerrar ao final do campeonato de 2013.

Em Woking, na sede da McLaren, a dupla de pilotos está definida para algumas temporadas além de 2013. O time inglês não divulgou a extensão de contrato de nenhum de seus pilotos colocando dúvida até quando a equipe seguirá com a mesma dupla. Especula-se Jenson Button tenha um contrato com duração que possa variar entre o encerramento das temporadas de 2014 e 2016, enquanto extensão do acordo com o recém contratado Sérgio Pérez é completamente desconhecido.

O time que surpreendeu a Fórmula 1 e venceu a última etapa do campeonato é o único do Top 5 de Construtores com uma vaga disponível no momento. A Lotus ainda tem que definir qual será o companheiro de Kimi Raikkonen (Contrato para 2013) para a próxima temporada. O francês Romain Grosjean, atual piloto titular do time, e o belga Jérôme D'Ambrosio, atual reserva, são os principais nomes na briga para ocupar a segunda vaga do time em 2013. O francês é o favorito, mas tem contra ele as punições e o envolvimento em diversos acidentes desta temporada.

A Mercedes já havia anunciado em novembro de 2011 que Nico Rosberg seguia no time com um contrato para 2013 e além, sem mais definições de duração de contrato, restando definir se Michael Schumacher ainda continuaria pilotando pela montadora alemã. Fato que não aconteceu, já que o heptacampeão anunciou a sua segunda aposentadoria assim que o inglês Lewis Hamilton fechou contrato de três anos (até 2015) com a Mercedes. O time da montadora alemã é o primeiro time de Hamilton depois da saída da McLaren.

Se a Lotus surpreendeu todos em 2012, o quê dizer da Sauber? Com desempenhos memoráveis o time quase venceu na Malásia e conquistou mais dois pódios neste ano elevendo o status de Sérgio Pérez. O time perdeu a sua galinha dos ovos de ouro e trouxe para próxima temporada o alemão Nico Hülkenberg, também com contrato apenas para 2013. Para o segundo cockpit helvético, vários nomes são cotados: Esteban Gutiérrez (MEX), Kamui Kobayashi (JAP), Bruno Senna (BRA), Luiz Razia (BRA) e Heikki Kovalainen (FIN). A vantagem é do mexicano que manteria os patrocínios trazidos por Sérgio Pérez no início de 2011. Todos os outros nomes correm por fora nesta briga já que trariam quantias menos tentadoras, ou então, não contariam com patrocinadores.

A Force India é um dos times que segue sem definição de nomes para ocuparem os seus cockpits no próximo ano. Paul Di Resta está quase garantido no time indiano e é nome quase certo no primeiro carro, mas para o segundo carro da equipe vários nomes são especulados com três encabeçando a longa lista: Adrian Sutil (ALE), Bruno Senna (BRA) e Sebastian Buemi (SUI). Todos estes patrocinados por algumas marcas e trariam uma boa quantia para o time de Vijay Mallya. Correm por fora, com pouco ou nenhum dinheiro: Jaime Alguersuari (ESP), Kamui Kobayashi (JAP), Jules Bianchi (FRA) e Luiz Razia (BRA). A expectativa é que hoje Vijay Mallya faça um anúncio de quem correrá pelo time em 2013.

Assim como a Force India, a Williams segue sem definição de quem corre por lá, mas ao contrário da rival o time tem uma pequena lista. Acredita-se que Pastor Maldonado (VEN) fique, principalmente após a reeleição de Hugo Chávez na presidência da Venezuela. Na segunda vaga a influência de Toto Wolff, diretor do time, pode garantir a presença de Valtteri Bottas (FIN), piloto empresariado por Wolff.

Em Faenza, na Itália, casa da Toro Rosso, a dupla Daniel Ricciardo (AUS) e Jean-Eric Vergne (FRA) garantiu contrato para mais um ano. Segundo a direção da Red Bull, daí pode surgir quem ocupará o segundo cockpit do time principal em 2014.

Na Marrusia, apenas o alemão Timo Glock, com contrato até 2014, esta garantido no time. No segundo cockpit pode continuar acontecendo o rodízio de pilotos que vem acontecendo desde a entrada do time na Fórmula 1 em 2010. O favorito é o reserva do time, o inglês Max Chilton. O atual segundo piloto, o francês Charles Pic, corre por fora na briga para correr no ano que vem.

A Caterham segue sem definição de quem correr por lá em 2013. Basicamente quem tiver dinheiro pega a vaga. Na briga estão os seguintes pilotos: Heikki Kovalainen (FIN), Vitaly Petrov (RUS), Giedo van der Garde (HOL), Charles Pic (FRA) e Bruno Senna (BRA). Nada impede que outro piloto ocupe um destes cockpits.

Para encerrar, a lanterninha HRT tem contrato apenas com o espanhol Pedro De La Rosa até o final do próximo ano. Assim como na Caterham e na Marrussia, quem tiver dinheiro pega a segunda vaga, mesmo assim, alguns nomes são cotados: Narain Karthikeyan (IND), Dani Clos (ESP), Ma Qing Hua (CHI) e Bruno Senna (BRA). Neste caso a possibilidade de outro piloto que surgir com dinheiro e ocupar a vaga é maior, mas algumas revistas apontam que Ma Qing Hua seja o favorito para conduzir o segundo carro da HRT em 2013.

Conforme as vagas forem definidas eu vou atualizando.

23 março 2012

F1 – GP da Malásia (2) – Hamilton na frente

Sutton /GP Update.net
Hamilton novamente foi o melhor da sexta-feira 
Não teve pra ninguém nesta madrugada. Lewis Hamilton foi o melhor nos dois treinos livres para o GP da Malásia. O inglês impôs com folga o melhor tempo das duas sessões logo no primeiro treinamento. As Mercedes e Jenson Button fizeram companhia para Hamilton na ponta da tabela.

Sebastian Vettel apareceu no segundo lugar ao final do primeiro treino, mas não conseguiu repetir o desempenho durante o segundo treino livre. Mark Webber já não foi muito bem e terminou o dia em nono.

Na Ferrari a brincadeira esta ficando mais séria. Fernando Alonso e Felipe Massa não foram bem no primeiro treino. No segundo, o espanhol se recuperou com um sexto lugar, o brasileiro permaneceu na parte de baixo da tabela amargando um 16º no segundo treino e o 17º no geral do dia.

A Williams parece ter perdido um pouco de rendimento. O melhor do dia foi o venezuelano Pastor Maldonado, 14º no geral. O time aproveitou para testar o finlandês Valtteri Bottas durante o primeiro treino: 16º no geral, três a frente de Bruno Senna.

Destaque para as duas HRT que ao final do primeiro treino livre ficaram fora dos 107%, mas no segundo treino se recuperaram e entraram no tempo de classificação. Geralmente quando o time faz isso nos treinos livres, repete o desempenho na classificação e vai para a corrida.

A previsão do tempo foi contrariada nesta sexta, ao invés de chuva durante os treinos, o que se viu foi um sol forte e altas temperaturas.

Confira os tempos agregados dos treinos livres para o GP da Malásia, em Sepang:
1) Lewis Hamilton (ING) [McLaren - Mercedes] - 1m38s021;
2) Michael Schumacher (ALE) [Mercedes] - 1m38s533;
3) Sebastian Vettel (ALE) [Red Bull - Renault] - 1m38s535;
4) Jenson Button (ING) [McLaren - Mercedes] - 1m38s535;
5) Nico Rosberg (ALE) [Mercedes] - 1m38s696;
6) Fernando Alonso (ESP) [Ferrari] - 1m38s891;
7) Romain Grosjean (FRA) [Lotus - Renault] - 1m38s919;
8) Daniel Ricciardo (AUS) [Toro Rosso - Ferrari] - 1m38s953;
9) Mark Webber (AUS) [Red Bull - Renault] - 1m39s092;
10) Kimi Raikkonen (FIN) [Lotus - Renault] - 1m39s128;
11) Jéan-Eric Vergne (FRA) [Toro Rosso - Ferrari] - 1m39s297;
12) Paul Di Resta (ESC) [Force India - Mercedes] - 1m39s298;
13) Nico Hülkenberg (ALE) [Force India - Mercedes] - 1m39s440;
14) Pastor Maldonado (VEN) [Williams - Renault] - 1m39s444;
15) Kamui Kobayashi (JAP) [Sauber - Ferrari] - 1m39s687;
16) Valtteri Bottas (FIN) [Williams - Renault] - 1m39s724;
17) Felipe Massa (BRA) [Ferrari] - 1m39s896;
18) Heikki Kovalainen (FIN) [Caterham - Renault] - 1m40s247;
19) Bruno Senna (BRA) [Williams - Renault] - 1m40s678;
20) Vitaly Petrov (RUS) [Caterham - Renault] - 1m40s857;
21) Sérgio Pérez (MEX) [Sauber - Ferrari] - 1m40s947;
22) Timo Glock (ALE) [Marussia - Cosworth] - 1m41s681;
23) Charles Pic (FRA) [Marussia - Cosworth] - 1m42s874;
24) Narain Karthikeyan (IND) [HRT - Cosworth] – 1m43s658;
25) Pedro De La Rosa (ESP) [HRT - Cosworth] - 1m43s823;
107% - 1m44s882.

09 março 2012

F1 2012: HRT F112

Outro carro que vai andar no final do grid

Se tinha uma coisa no HRT F111 que eu gostava era a pintura. Eu cheguei a escrever sobre isso no post que fiz sobre o modelo espanhol do ano passado. Agora sob nova direção pela enésima vez em três anos, o time trocou a logo, a pintura e seguiu a maioria das equipes com o bendito bico de ornitorrinco. Está certo que é o mais sutil de todos, mas ele está ali.

A pintura é de extremo mal gosto. Já que o time não tem patrocinadores mesmo, a única explicação da troca é querer chamar a atenção, outro não tem. Lembra demais o primeiro esquema de cores utilizado pela Force India no ano de 2008.

Seguindo o exemplo da Marussia, o time vai brigar pelas últimas posições. O carro também não foi testado e também só passou pelo crash-test e um shakedown.

11 fevereiro 2012

F1 – Testes Coletivos – Jerez, Espanha (3)

Getty Images / ESPN F1.com
Alonso fez o melhor tempo da sexta, mas estava longe de marcar o melhor da semana
A primeira semana de testes foi encerrada. Fernando Alonso liderou o quarto e último dia de treinos que, ao contrário do que eu escrevi na quinta, não teve tempos mais baixos. Nico Rosberg foi quem marcou o melhor tempo da semana. Alonso, por exemplo, virou nesta sexta 1m18s877, mais de um segundo mais lento que Rosberg na quinta. A Mercedes, com o modelo antigo, claramente ofuscou o trabalho dos outros times com carros novos.

Não acredito que este tempo conquistado por Fernando Alonso tenha sido com o carro nas mesmas condições dos dias anteriores. O espanhol baixou um segundo e meio de um dia para o outro. Um milagre? Não. Possívelmente o tempo desta sexta foi marcado com o carro mais leve.

Tirando a Ferrari e a Mercedes, um comparativo de tempos de todos os dias, mostra que os times estão em uma constante. Lotus, Red Bull, McLaren e Toro Rosso ocuparam um primeiro pelotão. A Sauber permanece no pelotão intermediário, enquanto a Force India variou entre as primeiras posições e o meio do grid.

A Williams permanece na zona do agrião, o espaço entre as equipes mais novas e as mais velhas. Por acaso, Bruno Senna foi o que mais andou em Jerez, aproximadamente 1.107 Km.

Entre os times mais novos, a Caterham permanece como o time mais rápido, sempre chegando mais perto da Williams. Sem a Marussia, ficou mais difícil de estabelecer um parâmetro para a HRT que também andou com o carro velho. A HRT que vai seguir treinando com o carro velho nos próximos testes, o novo modelo não passou no crash test novamente.

A próxima semana de testes acontece em Barcelona, na Espanha, entre os dias 21 e 24 de fevereiro.

Resultado do terceiro dia de testes em Jerez:
1) Fernando Alonso (ESP) [Ferrari] – 1m18s877;
2) Jéan-Eric Vergne (FRA) [Toro Rosso – Ferrari] – 1m19s597;
3) Sebastian Vettel (ALE) [Red Bull – Renault] – 1m19s606;
4) Lewis Hamilton (ING) [McLaren – Mercedes] – 1m19s640;
5) Romain Grosjean (FRA) [Lotus – Renault] – 1m19s729;
6) Kamui Kobayashi (JAP) [Sauber – Ferrari] – 1m19s834;
7) Nico Hülkenberg (ALE) [Force India – Mercedes] – 1m19s997;
8) Bruno Senna (BRA) [Williams – Renault] – 1m20s132;
9) Jarno Trulli (ITA) [Caterham – Renault] – 1m22s198;

Resultado agregado após três dias de testes em Jerez:
1) Nico Rosberg (ALE) [Mercedes] – 1m17s613 – 174 voltas (~770 Km);
2) Romain Grosjean (FRA) [Lotus – Renault] – 1m18s419 – 212 voltas (~938 Km);
3) Michael Schumacher (ALE) [Mercedes] – 1m18s561 – 174 voltas (~770 Km);
4) Fernando Alonso (ESP) [Ferrari] – 1m18s877 – 104 voltas (~460 Km);
5) Mark Webber (AUS) [Red Bull – Renault] – 1m19s184 – 151 voltas (~668 Km);
6) Sebastian Vettel (ALE) [Red Bull – Renault] – 1m19s297 – 146 voltas (~646 Km);
7) Lewis Hamilton (ING) [McLaren – Mercedes] – 1m19s464 – 166 voltas (~735 Km);
8) Daniel Ricciardo (AUS) [Toro Rosso – Ferrari] – 1m19s587 – 157 voltas (~695 Km);
9) Jéan-Eric Vergne (FRA) [Toro Rosso – Ferrari] – 1m19s597 – 159 voltas (~704 Km);
10) Kimi Raikkonen (FIN) [Lotus – Renault] – 1m19s670 – 192 voltas (~850 Km);
11) Sérgio Pérez (MEX) [Sauber – Ferrari] – 1m19s770 – 116 voltas (~513 Km);
12) Paul Di Resta (ESC) [Force India – Mercedes] – 1m19s772 – 170 voltas (~752 Km);
13) Kamui Kobayashi (JAP) [Sauber – Ferrari] – 1m19s834 – 182 voltas (~805 Km);
14) Nico Hülkenberg (ALE) [Force India – Mercedes] – 1m19s997 – 90 voltas (~398 Km);
15) Bruno Senna (BRA) [Williams – Renault] – 1m20s132 – 250 voltas (~1.107 Km);
16) Jules Bianchi (FRA) [Force India – Mercedes] – 1m20s221 – 48 voltas (~212 Km);
17) Felipe Massa (BRA) [Ferrari] – 1m20s454 – 104 voltas (~460 Km);
18) Jenson Button (ING) [McLaren – Mercedes] – 1m20s688 – 147 voltas (~650 Km);
19) Pastor Maldonado (VEN) [Williams – Renault] – 1m21s197 – 122 voltas (~540 Km);
20) Heikki Kovalainen (FIN) [Caterham – Renault] – 1m21s518 – 167 voltas (~739 Km);
21) Pedro De La Rosa (ESP) [HRT – Cosworth] – 1m22s128 – 108 voltas (~478 Km);
22) Jarno Trulli (ITA) [Caterham – Renault] – 1m22s198 – 117 voltas (~518 Km);
23) Giedo van der Garde (HOL) [Caterham – Renault] – 1m23s324 – 74 voltas (~327 Km).

08 fevereiro 2012

F1 - Testes Coletivos - Jerez de la Frontera, Espanha (1)

Press Association/ESPN F1.com
Raikkonen foi o melhor do primeiro dia de testes
Começaram os testes coletivos da Fórmula 1 em Jerez de la Frontera, na Espanha. Os resultados que os times obtiveram até o momento não tem como serem analisados já que tudo está muito no começo. Um belo exemplo é a Mercedes. A montadora alemã atrasou o projeto e o lançamento do novo modelo do time só será apresentado no dia 21 deste mês. Por enquanto o time corre com o carro do ano passado. Outro time que corre com o chassi da última temporada é a HRT que também não terminou o projeto deste ano.

A Marussia segue com o mesmo problema e prefere nem colocar o seu último carro na pista para testar os novos compostos e fica sem treinar nestas primeiras semanas. Pior mesmo é o fato destes três times não terem quilometragem com seus novos modelos, enquanto os adversários seguem o desenvolvimento dos novos carros.

Sutton/ESPN F1.com
Schumacher foi o melhor hoje com o carro do ano passado
Ontem a Lotus, com Kimi Raikkonen no volante, fechou o dia na ponta, hoje foi Michael Schumacher, com a Mercedes. O que é certo mesmo, é que conforme os dias passam, a pista vai melhora e os tempos baixam. A expectativa é que os dois próximos dias tenham tempos bem menores que os de ontem e hoje. Mark Webber é o piloto com o melhor tempo das equipes com modelos atuais em Jerez.

Sutton/ESPN F1.com
Schumacher é o primeiro no geral, mas Webber tem o melhor tempo com carros desta temporada
A partir de amanhã Sebastian Vettel assume o carro da Red Bull, Fernando Alonso o da Ferrari, Lewis Hamilton o da McLaren, Romain Grosjean senta no carro da Lotus, Nico Hülkenberg corre pela Force India, Jéan-Eric Vergne pela Toro Rosso, Bruno Senna treina na Williams e Narain Karthikeyan na HRT. Nico Rosberg conduz a Mercedes amanhã, o time não divulgou se testa na sexta. Na Sauber, Sérgio Pérez anda amanhã e na sexta é a vez de Kamui Kobayashi. Na Caterham, a expectativa é que Jarno Trulli conduza o carro nos próximos dois dias, apesar do time não ter confirmado a presença do italiano.

Resultado do primeiro dia de testes em Jerez:
1) Kimi Raikkonen (FIN) [Lotus – Renault] – 1m19s670;
2) Paul Di Resta (ESC) [Force India – Mercedes] – 1m19s772;
3) Nico Rosberg (ALE) [Mercedes] – 1m20s219;
4) Mark Webber (AUS) [Red Bull – Renault] – 1m20s496;
5) Daniel Ricciardo (AUS) [Toro Rosso – Ferrari] – 1m20s694;
6) Michael Schumacher (ALE) [Mercedes] – 1m20s794;
7) Kamui Kobayashi (JAP) [Sauber – Ferrari] – 1m21s353;
8) Jenson Button (ING) [McLaren – Mercedes] – 1m21s530;
9) Felipe Massa (BRA) [Ferrari] – 1m22s815;
10) Heikki Kovalainen (FIN) [Caterham – Renault] – 1m23s178;
11) Pastor Maldonado (VEN) [Williams – Renault] – 1m23s371;
12) Pedro De La Rosa (ESP) [HRT – Cosworth] – 1m23s676;

Resultado do segundo dia de testes em Jerez:
1) Michael Schumacher (ALE) [Mercedes] – 1m18s561;
2) Mark Webber (AUS) [Red Bull – Renault] – 1m19s184;
3) Daniel Ricciardo (AUS) [Toro Rosso – Ferrari] – 1m19s587;
4) Jules Bianchi (FRA) [Force India – Mercedes] – 1m20s221;
5) Kimi Raikkonen (FIN) [Lotus – Renault] – 1m20s239;
6) Paul Di Resta (ESC) [Force India – Mercedes] – 1m20s272;
7) Felipe Massa (BRA) [Ferrari] – 1m20s454;
8) Jenson Button (ING) [McLaren – Mercedes] – 1m20s688;
9) Sérgio Pérez (MEX) [Sauber – Ferrari] – 1m20s711;
10) Pastor Maldonado (VEN) [Williams – Renault] – 1m21s197;
11) Heikki Kovalainen (FIN) [Caterham – Renault] – 1m21s518;
12) Pedro De La Rosa (ESP) [HRT – Cosworth] – 1m22s128;

Resultado agregado após dois dias de testes em Jerez:
1) Michael Schumacher (ALE) [Mercedes] – 1m18s561;
2) Mark Webber (AUS) [Red Bull – Renault] – 1m19s184;
3) Daniel Ricciardo (AUS) [Toro Rosso – Ferrari] – 1m19s587;
4) Kimi Raikkonen (FIN) [Lotus – Renault] – 1m19s670;
5) Paul Di Resta (ESC) [Force India – Mercedes] – 1m19s772;
6) Nico Rosberg (ALE) [Mercedes] – 1m20s219;
7) Jules Bianchi (FRA) [Force India – Mercedes] – 1m20s221;
8) Felipe Massa (BRA) [Ferrari] – 1m20s454;
9) Jenson Button (ING) [McLaren – Mercedes] – 1m20s688;
10) Sérgio Pérez (MEX) [Sauber – Ferrari] – 1m20s711;
11) Pastor Maldonado (VEN) [Williams – Renault] – 1m21s197;
12) Kamui Kobayashi (JAP) [Sauber – Ferrari] – 1m21s353;
13) Heikki Kovalainen (FIN) [Caterham – Renault] – 1m21s518;
14) Pedro De La Rosa (ESP) [HRT – Cosworth] – 1m22s128.

04 fevereiro 2012

O retorno do indiano

Novamente Narain Karthikeyan foi confirmado na HRT e fará sua reestréia na Fórmula 1, a segunda em dois anos. A escolha é controversa, já que o indiano foi sacado para abrir espaço para Daniel Ricciardo (AUS) na mesma HRT.

A contratação não vai mudar a cotação do dólar, mas Narain durante a última temporada foi uma verdadeira trava de roda. O indiano mais atrapalhou os ponteiros do que ameaçou seu companheiro ou adversários de equipes próximas. Chegou a atrapalhar tanto que foi alvo de algumas reclamações. Era mais jogo para a HRT contratar um piloto mais jovem que o indiano, mas o dinheiro trazido por ele é importante para o time, já que Pedro De La Rosa não levará grana.

Sem mais especulações, o grid da Fórmula 1 neste ano está fechado.

05 janeiro 2012

F1 – Dança das Cadeiras (2)


Vou terminar o quê comecei. Boa parte do grid está definida e já dá para se ter noção do que cada time quer. 22 das 24 vagas já têm piloto. Vamos ao que cada equipe pode oferecer em 2012.

Red Bull:
O time campeão conta com o mesmo grupo que conquistou os dois últimos campeonatos, além de contar com dois nomes chaves para a última conquista: Adrian Newey e Sebastian Vettel. O primeiro nome nada mais do que fez, para mim, o melhor carro das últimas três temporadas da Fórmula 1. Mesmo em 2009, quando a Brawn dominou a temporada, as Red Bulls pareciam serem melhores mesmo sem o bendito do difusor duplo. Se eu parar para falar de 2010 e 2011 é covardia. Já o segundo nome esteve impossível no último ano depois de muitas trapalhadas e uma incrível recuperação no final de 2010. O título do último ano foi a cereja em cima do bolo chamado planejamento que a marca de bebidas fez ao entrar em 2005 na Fórmula 1. Agora para 2012, espera-se que a disputa esteja mais acirrada para o bem dos próprios touros vermelhos que ainda contam em seu quadro de pilotos com o australiano Mark Webber que pouco fez no ano passado.

McLaren:
Para mim, o time de Woking sempre entra em um campeonato como favorito. Jenson Button e Lewis Hamilton formam a melhor dupla do grid, fator que só garante a McLaren como time favorito em qualquer final de semana. Button vem do seu melhor campeonato na carreira, melhor até que o de 2009, quando foi campeão. O inglês demonstrou estratégias e pilotagens de encher os olhos em algumas corridas de 2011, principalmente no GP do Canadá. Já Lewis Hamilton passou por um 2011 turbulento. O campeão de 2008 se envolveu em confusões fora da pista que o atrapalharam demais dentro dela. Mesmo assim venceu algumas provas, mas as várias confusões em que se envolveu na pista, principalmente com Felipe Massa, foram o que mais chamou a atenção. Apenas nas duas últimas provas, quando estava mais concentrado, Hamilton demonstrou o rendimento que lhe rendeu a fama de bom piloto. Em 2012 espera-se mais do primeiro negro na Fórmula 1. Com Button e Hamilton em forma a McLaren pode fazer frente com sobras a Red Bull e a Ferrari, a nossa próxima da lista.

Ferrari:
O time de Maranello não tem mais a melhor dupla dos times que ponteiam, mas ainda assim respira. Em 2011, só se viu um piloto combativo nos carros vermelhos: Fernando Alonso. O espanhol não perdeu a forma e colocou Felipe Massa no bolso mais uma vez. O brasileiro esteve longe de um bom rendimento e freqüentemente nem sequer defendia a sua posição na pista, só o fazia quando via a McLaren de Lewis Hamilton em seu retrovisor. Está certo que o carro italiano também não foi dos melhores, mas ainda assim Fernando Alonso venceu na Inglaterra e beliscou o vice, até terminar o campeonato em quarto. Neste ano a Scuderia Ferrari promete a reação começando pelo seu modelo. Outro fator que com freqüência aparece na mídia é a pressão da diretoria ferrarista sobre Massa, que tem de mostrar resultados melhores se quiser continuar vestindo este vermelho em 2013.

Mercedes:
Para algumas pessoas o time é o favorito, para mim não. Depois que a Mercedes assumiu o controle do que era Brawn o time não teve carro para bater os seus principais adversários. Nico Rosberg até que se esforçou, mas não conseguiu. Michael Schumacher já passou pela readaptação e tem demonstrado ter reencontrado um bom ritmo, mas não o mesmo de seus últimos cinco títulos ainda pela Ferrari. Espero um rendimento mais próximo de Red Bull, McLaren e Ferrari, já que a montadora faz pressão por melhores resultados.

Lotus:
O que era Renault agora é Lotus. O time perdeu muito com o escândalo deflagrado por Nelsinho Piquet e desde então não é o mesmo. A Renault já declarou que o time o seu primeiro time é a Red Bull e não mais a antiga Renault. A contratação de Kimi Raikkonen e a promoção de Romain Grosjean aconteceram para que o time tenha um novo fôlego. Raikkonen não tem fama de desenvolvedor de carros e Grosjean não fez boas atuações em sua participação anterior. Esta é aquela equipe que espero tudo ou nada. Ao mesmo tempo que o time tem tudo para dar errado, pode dar certo. A fase de Grosjean é melhor e Raikkonen quer uma nova chance depois de fracassar no WRC. Os dois querem demonstrar resultado, assim como a equipe que passou a ter um controle maior da montadora Lotus, que também quer resultados.

Force India:
Se tem um time que tem dado gosto de ver em corridas, é este. A Force India desde que passou para as mãos de Vijay Mallya tem dado bons frutos. Uma boa demonstração é a escolha da dupla para este ano: Paul Di Resta e Nico Hülkenberg. Nenhum dos dois decepcionaram em seus anos de estréia e agora seguem para a segunda temporada. Esta é a mesma aposta que a Sauber fez em 2011. Novatos de qualidade para atrair novos investidores. Dos times que estão fora do escalão principal da categoria, este é o que tem melhores perspectivas para esta temporada, já que os carros do time indiano não tem decepcionado.

Sauber:
Aqui está um time que teve grandes variações de desempenho durante o ano. Talvez este tenha sido o grande problema feito pela aposta de Peter Sauber. Os jovens Kamui Kobayashi e Sérgio Pérez foram rápidos, mas volte e meia tinham fracos desempenhos. Ainda assim acredito que a Sauber suba de rendimento já que Koba e Pérez demonstraram bons rendimentos, principalmente, no final de 2011. Resta a Peter Sauber fazer um carro que faça frente a Force India.

Toro Rosso:
A filial da Red Bull não teve um ano dos melhores 2011. O fator extra-pista foi fundamental para que a equipe não fosse bem com pilotos de médio para cima. A renovação é uma esperança de que os problemas do passado não retornem e que talvez um novo Vettel surja. Pelos desempenhos nas categorias de base e na própria Fórmula 1 a dupla Daniel Ricciardo / Jean-Éric Vergne tem tudo para dar certo e incomodar a Force India e a Sauber.

Williams:
Os problemas financeiros dos últimos anos refletem diretamente na pista. A escolha de Frank Williams já não passa mais pela qualidade do piloto e sim pela quantidade de dinheiro que ele pode trazer. Este é o impasse vivido pelo time no momento. A última temporada não trouxe nada de bom e Frank Williams precisa de dinheiro, ainda mais agora que a AT&T não renovou o contrato de patrocínio. Pastor Maldonado, que não é mais do que mediano, já está confirmado por seu vinculo com PDVSA. A segunda vaga ainda é um problema que está longe de ser resolvido.

Caterham:
A antiga Lotus, agora Caterham, é de longe o melhor time entre os mais novos. A dupla será a mesma pela terceira temporada consecutiva e Tony Fernandes não tem investido pouco para que a equipe entre no grupo intermediário do grid. Esta aí uma grande promessa para este ano. Se a Williams seguir na tocada que teve em 2011, teremos sim um novo time no bloco intermediário.

HRT:
O novo comando que assumiu no final de 2011, chegou fazendo grandes mudanças com a intenção de que a HRT perca a fama de pior time do grid. Para isso é preciso de dinheiro, coisa que a equipe nunca teve, lembrando os últimos anos da Minardi na Fórmula 1. Para que alguma mudança aconteça, foi contratado Pedro de la Rosa que sempre foi conhecido por saber desenvolver carros. Recomeça bem a HRT. Agora só resta saber se mesmo com nova direção os mesmos erros serão cometidos como, por exemplo, não testar o carro na curta pré-temporada.

Marussia:
Está aí, para mim, o mais controverso dos times. É um misto de Sauber, Williams e Toro Rosso. Os dirigentes até o ano passado queriam bons desempenhos sem investimento. Mesmo assim a equipe, as vezes, conseguia ficar a frente de Caterham e HRT. Outro ponto é a escolha de pilotos que sempre é pontuada pelo quanto um deles pode pagar enquanto se mantém Timo Glock pela terceira temporada seguida. O pagante da vez é o francês Charles Pic, que não me recordo ter tido grandes desempenhos nas categorias de base. Agora que a russa Marussia assumiu de vez o controle do time tenha uma melhora de desempenho, mas não acredito que vá acontecer.

04 janeiro 2012

F1 – Dança das Cadeiras (1)


Antes de me ausentar do blog, a Fórmula 1 tinha um de seus maiores entraves na definição de pilotos para a sua próxima temporada. Robert Kubica (POL) não tinha declarado oficialmente qual era a sua condição física para retornar aos carros da então Renault, agora Lotus. O que o polonês dissesse para a Lotus definiria a escolha não só de seu time, mas também a de outros, já que o retorno, ou não, de Kubica influenciaria diretamente na escolha das outras equipes que contratariam este ou aquele piloto.

Red Bull (com Sebastian Vettel e Mark Webber), McLaren (com Jenson Button e Lewis Hamilton), Ferrari (com Fernando Alonso e Felipe Massa), Mercedes (com Nico Rosberg e Michael Schumacher), Sauber (com Kamui Kobayashi e Sérgio Pérez), Caterham (com Heikki Kovalainen e Jarno Trulli) e a Marussia (com Timo Glock e Charles Pic) eram os times que até o GP do Brasil já tinham as suas duplas fechadas para este 2012.

Pois bem, foi surgir a notícia de que Robert Kubica estava fora de pelo menos parte da próxima temporada que o entrave envolvendo Raikkonen / Williams / Lotus foi resolvido. Primeiro saiu a notícia de que Raikkonen não tinha fechado com a Williams e na terça pós-GP do Brasil a Lotus anunciava o finlandês como seu mais novo contratado.

Na quinta-feira da mesma semana, a Williams confirmou Pastor Maldonado como um de seus titulares e o finlandês Valtteri Bottas como reserva do time. Depois de um breve intervalo, uma seqüência de anúncios de pilotos.

Primeiro a Lotus retornou aos noticiários dando o nome do francês Romain Grosjean como o seu segundo titular. Depois a Toro Rosso encerrou a boataria, que aconteceu durante todo 2011, e tratou de colocar em seus cockpits os novatos Daniel Ricciardo (AUS) e Jean-Éric Vergne (FRA), demitindo Jaime Alguersuari (ESP) e Sébastien Buemi (SUI). O mesmo fez a Force India dois dias depois com Adrian Sutil (ALE) ao anunciar Paul Di Resta (ESC) e Nico Hülkenberg (ALE) como seus titulares.

Agora restam apenas duas vagas para esta temporada e nomes como Bruno Senna (BRA), Rubens Barrichello (BRA), Adrian Sutil (ALE), Jules Bianchi (FRA), Giedo van der Garde (HOL), Narain Karthikeyan (IND), Dani Clos (ESP) e Vitantonio Liuzzi (ITA) ainda são ventilados para ocupar as duas vagas restantes no grid: uma na Williams e outra na HRT.

Esta é a primeira parte deste post. Amanhã, neste mesmo bat-horário, neste mesmo bat-canal eu posto a minha avaliação sobre as contratações de cada time para este ano e as expectativas de cada time.

03 novembro 2011

Homenagens

O final de semana do GP da Índia foi todo permeado pelas repercussões dos acidentes que vitimaram Dan Wheldon e Marco Simoncelli. Não sei se todos os pilotos, mas boa parte do grid da Fórmula 1 correu com adesivos em seus capacetes fazendo alusão ao inglês e ao italiano. Jarno Trulli chegou a correr com a pintura do capacete de Simoncelli. A HRT também fez a sua homenagem, mas não cheguei a ver imagens do carro do time. Rolou homenagem até para quem não era do esporte a motor.

Antes da corrida, foi prestado um minuto de silêncio para os pilotos mortos.

Mesmo com um acidente fatal não acontecendo desde o 1º de maio de 1994, algumas figuras importantes da categoria deram seus avisos sobre o tema, como foi o caso de Ross Brawn e Jackie Stewart.

23 agosto 2011

GP da Índia + Patrocínio = Narain Karthikeyan

A situação é simples. Narain Karthikeyan levou o dinheiro para a HRT (Hispania) no início do ano, a direção mudou e o indiano saiu, mas o retorno tem data marcada. Segundo o site Tazio, Karthikeyan vai disputar o GP da Índia no dia 30 de outubro graças a um patrocínio local. A questão é a seguinte: quem sai para Narain correr?

Fica a pergunta.

Só lembrando que outro indiano, que já correu nesta temporada, também quer correr em casa.