O Liguem seus Motores fez a análise da primeira metade do campeonato da Fórmula E. O equilíbrio está marcando a categoria até o momento.
Mostrando postagens com marcador Roma. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Roma. Mostrar todas as postagens
16 junho 2021
Equilíbrio total
Marcador(es):
2020,
2021,
António Félix da Costa,
Diriyah,
DS Techeetah,
Fórmula E,
Jaguar,
Mercedes,
Mitch Evans,
Mônaco,
Nyck de Vries,
Robin Frijns,
Roma,
Stofel Vandoorne,
Valência,
YouTube
04 julho 2013
Um olho no gato e outro no peixe
É para seguir o ditado quase que ao pé da letra que a Williams entra na Fórmula E como fornecedora de baterias para a categoria. Para quem não se lembra ou não sabe, a F-E é uma categoria que estreia em 2014 e será destinada apenas para carros elétricos. Espera-se que cada bateria tenha a durabilidade de 25 minutos obrigando os pilotos a fazer pelo menos um pit stop para terminar a corrida. A categoria fará corridas apenas em circuitos de rua e já fechou contrato com as cidades de Roma (Itália), Los Angeles (EUA), Londres (Inglaterra), Putrajaya (Malásia), Miami (EUA), Buenos Aires (Argentina), Pequim (China) e Rio de Janeiro (Brasil).
Agora você leitor pergunta o quê esse novo contrato tem a ver com o ditado? O Sir Frank Williams é esperto e viu uma oportunidade na nova categoria para desenvolver uma tecnologia que possivelmente será usada na Fórmula 1. O retorno de informação será muito maior já que serão 40 carros fornecendo dados sobre as baterias fabricadas em Grove e um feedback deste não pode ser deixado de lado. Aliás, Frank Williams anos atrás foi tão rápido quanto agora e garantiu um contrato com a FIA para ser o fornecedor de chassis para a Fórmula 2. É dinheiro entrando no caixa da equipe que atualmente tem um caixa relativamente abalado.
Eu não duvido nada que a Williams fique marcada nos próximos anos por ter um dos melhores KERS (sigla para Sistema de Reaproveitamento de Energia Cinética em inglês) da Fórmula 1.
Agora você leitor pergunta o quê esse novo contrato tem a ver com o ditado? O Sir Frank Williams é esperto e viu uma oportunidade na nova categoria para desenvolver uma tecnologia que possivelmente será usada na Fórmula 1. O retorno de informação será muito maior já que serão 40 carros fornecendo dados sobre as baterias fabricadas em Grove e um feedback deste não pode ser deixado de lado. Aliás, Frank Williams anos atrás foi tão rápido quanto agora e garantiu um contrato com a FIA para ser o fornecedor de chassis para a Fórmula 2. É dinheiro entrando no caixa da equipe que atualmente tem um caixa relativamente abalado.
Eu não duvido nada que a Williams fique marcada nos próximos anos por ter um dos melhores KERS (sigla para Sistema de Reaproveitamento de Energia Cinética em inglês) da Fórmula 1.
Marcador(es):
Buenos Aires,
Fórmula 1,
Fórmula E,
Londres,
Los Angeles,
Miami,
Pequim,
Putrajaya,
Rio de Janeiro,
Roma,
Williams
Assinar:
Postagens (Atom)