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04 julho 2013

Um olho no gato e outro no peixe

É para seguir o ditado quase que ao pé da letra que a Williams entra na Fórmula E como fornecedora de baterias para a categoria. Para quem não se lembra ou não sabe, a F-E é uma categoria que estreia em 2014 e será destinada apenas para carros elétricos. Espera-se que cada bateria tenha a durabilidade de 25 minutos obrigando os pilotos a fazer pelo menos um pit stop para terminar a corrida. A categoria fará corridas apenas em circuitos de rua e já fechou contrato com as cidades de Roma (Itália), Los Angeles (EUA), Londres (Inglaterra), Putrajaya (Malásia), Miami (EUA), Buenos Aires (Argentina), Pequim (China) e Rio de Janeiro (Brasil).

Agora você leitor pergunta o quê esse novo contrato tem a ver com o ditado? O Sir Frank Williams é esperto e viu uma oportunidade na nova categoria para desenvolver uma tecnologia que possivelmente será usada na Fórmula 1. O retorno de informação será muito maior já que serão 40 carros fornecendo dados sobre as baterias fabricadas em Grove e um feedback deste não pode ser deixado de lado. Aliás, Frank Williams anos atrás foi tão rápido quanto agora e garantiu um contrato com a FIA para ser o fornecedor de chassis para a Fórmula 2. É dinheiro entrando no caixa da equipe que atualmente tem um caixa relativamente abalado.

Eu não duvido nada que a Williams fique marcada nos próximos anos por ter um dos melhores KERS (sigla para Sistema de Reaproveitamento de Energia Cinética em inglês) da Fórmula 1.

30 agosto 2012

Fórmula E(létrica)

A grande novidade da semana foi anunciada pela FIA na última segunda-feira: a Fórmula E. O “E” é de elétrico mesmo. A intenção da FIA é que a categoria comece de fato em 2014 (2013 será usado como tempo de promoção e preparação para o campeonato). O objetivo é que a categoria comece com 10 equipes e 20 pilotos, expandindo para 14 equipes em 2015.

O planejamento inclui fazer com que a categoria passe por grandes cidades do mundo, em traçados de rua, e a primeira cidade que está garantida é daqui do Brasil: Rio de Janeiro, com um traçado na região da Marina da Glória.

As corridas devem ter uma hora de duração, mas as baterias só aguentariam 20 minutos de corrida fazendo com que os carros sejam obrigados a fazer pelo menos duas paradas durante a prova.

Eu achava que a cara do carro de um campeonato assim seria diferente, mas não ficou nada mal assim. Aqui tem um vídeo do carro em uma exibição na Rússia.

Se você quer ler mais sobre o assunto é só clicar aqui, aqui, aqui, aqui e aqui.

10 agosto 2012

Demolindo tudo

No Rio de Janeiro, os trabalhos de demolição de Jacarepaguá voltaram a acontecer. Nesta semana, parte do asfalto do Autódromo Nelson Piquet começou a ser removido para dar espaço ao Parque Olímpico que será construído na região. No início de 2013, Jacarepaguá será completamente fechado.

Ah! Enquanto isso, nada do projeto de Deodoro que permanece apenas no papel. Durante este período o estado do Rio de Janeiro permanece sem praça para realização de competições.

02 outubro 2009

Bem lembrado

Neste tema eu tenho que concordar. O automobilismo no Rio de Janeiro já foi para as profundezas do inferno. Clique aqui e entenda o quê eu quero dizer.

Não vão construir um autódromo de alto nível por aquelas bandas tão cedo.