31 janeiro 2008

F1 2008: Honda


Apagar 2007 da história é o que a Honda quer fazer em 2008 fazendo o contrário do que aconteceu na última temporada. O fiasco do ano passado só quer ser lembrado pelos membros da equipe como lição para consertar os erros cometidos. Um grande passo para isso foi a contratação de Ross Brawn. Depois de um ano de folga, o inglês não voltou para a Ferrari e rumou para os japoneses da Honda. A dupla de pilotos titulares foi mantida, Jenson Button e Rubens Barrichello. O piloto reserva da equipe japonês é o austríaco Alexander Wurz que encerrou sua curta aposentadoria. As expectativas da Honda é voltar a ter o desempenho de 2006, quando venceram a sua primeira corrida como equipe de fábrica.

Foto: Divulgação

F1 2008: Red Bull


Nada mudou. Ou melhor, pouco mudou. A Red Bull manteve pilotos, a Renault como fornecedora de motor e toda a equipe técnica. A equipe dos búfalos vermelhos espera manter o desempenho que teve nos últimos anos, o meio do grid.

Foto: Divulgação

F1 2008: BMW Sauber


Manter o desempenho do final de 2007 é o que a BMW quer fazer em 2008. Mas isso é apenas uma meta. Vitórias, de preferência muitas. A equipe que pode incomodar Ferrari e McLaren neste ano quer um pedaço do bolo que apenas os carros vermelhos e prateados abocanharam no último ano. O carro teve grandes mudanças na parte aerodinâmica e pode sofrer mais alterações até a primeira corrida na Austrália.

Foto: Reuters

F1 2008: Toyota


O objetivo da Toyota é o de sempre: tentar despontar e conquistar pelo menos algumas vitórias neste ano. Mas neste ano mais um se acrescenta ao de todos os anos: esquecer a fraca temporada de 2007. Para chegar a estes objetivos a equipe contratou Timo Glock e manteve Jarno Trulli. O carro sofreu alterações na aerodinâmica e perdeu vários dos apêndices na parte traseira.

Foto: Divulgação

30 janeiro 2008

F1 2008: McLaren


Depois de perder os dois títulos em 2007, o time inglês aposta tudo em Lewis Hamilton em 2008. Tentando se recuperar da tempestade que arrasou a equipe no ano passado, Ron Dennis e sua equipe juntam forças para fazer frente a Ferrari. A novidade depois da saída de Fernando Alonso foi a contratação de Heikki Kovalainen, que como Hamilton, no seu segundo ano de Fórmula 1.

Foto: Reuters

F1 2008: Ferrari


A escuderia campeã apresentou o seu carro no dia 6 de janeiro. A Ferrari manteve a dupla de pilotos, mas fez alterações na sua equipe técnica. Stefano Domenicali assume o cargo de chefe da equipe deixado por Jean Todt. O carro em si é bem diferente na parte aerodinâmica do que correu em 2007. Kimi Raikkonen já disse que quer defender o seu título conquistado no ano passado. O brasileiro Felipe Massa também já declarou que seu objetivo é o caneco de 2008. A princípio a escuderia italiana mantém a mesma tática de 2007: pilotos com direitos iguais e com o objetivo de conquistar o maior número de pontos para a equipe para chegar ao título.

Foto: Divulgação

F1 2008

Retornando ao automobilismo começo falando das equipes que já lançaram seus carros, seis de nove que vão lançar seus carros antes da primeira corrida no dia 16 de março em Melbourne, Austrália.

Ferrari, McLaren, Toyota, BMW Sauber, Red Bull e Honda já mostraram as cores e as curvas de seus carros. Honda e Renault, que mostra seu bólido amanhã, o fizeram antes de uma apresentação oficial nos treinos que aconteceram em Valência, na Espanha.

Mas vamos ao que interessa. Você confere em partes o que cada equipe tem para 2008.

26 janeiro 2008

"Só não passa maconha!"

Logo nas duas primeiras semanas fomos alguns dias para Foz do Iguaçu e consequentemente do lado paraguaio da fronteira, em Cidad del Leste. Já no primeiro dia por uma esperteza do cobrador descemos na frente da ponte e não pegamos o ônibus que atravessa a fronteira como o meu pai queria.

Com medo de ser assaltado ao atravessar a pé a ponte e também pelo sol que estava fazendo, devia estar próximo dos 40ºC naquele dia, meu pai pensou em um jeito de chegarmos ao Paraguai de um modo seguro.

Vimos um táxi e entramos. Para apenas sondar como estava para passar com as compras no país vizinho para o Brasil, meu pai começa uma conversa com o taxista. E já começa perguntando:

- O quê está passando na ponte?

- Está passando tudo, menos maconha! – responde o taxista

Meu pai pensando que era brincadeira retrucou brincando:

- Cocaína passa?

- Cocaína passa, só não passa maconha!

25 janeiro 2008

Domingo, 6 de janeiro de 2008

Acordo e olho para o relógio que indica 9h30min da manhã. Percebo que meu pai está sentado ao meu lado na cadeira de rodinha. Ele vê que eu acordei e me pergunta:

- Vamos na sua tia de bicicleta?

Primeiro eu exito e penso em uma baita de uma subida que tem no meio do caminho. Logo em seguida vem outro pensamento: “Ah vai sim, vai ser bom”.

As opções são de ir de bicicleta ou não. Meu pai parece ler o meu pensamento e emenda:

- Sua mãe e sua irmã foram na feirinha com o carro, se nós formos de bicicleta vamos chegar mais rápido do que se pegarmos o ônibus!

Agora ele me pegou! Falou no ônibus. Lembrei que hoje é domingo. Domingo você fica penando no terminal, no ponto, no tubo, no que quer que seja. Ah não.

- Vamos de bicicleta!

Levanto e já me troco, pego meu boné (quase que de estimação), coloco meu tênis, vou para a cozinha esquento o leite, pego uma xícara, coloco açúcar, pego a garrafa de café, encho metade da xícara, pego um pedaço de bolo de banana que a minha mãe fez, abro o microondas, completo a xícara e vejo que esquentei demais o leite, reclamo com o meu pai sobre o leite e ele me diz:

- Pega o leite frio na geladeira.

Faço o que ele disse e vou comendo e assoprando e escutando o meu pai falando o caminho que vamos fazer.

Bolo, café com leite quente, mais bolo (que está geladinho), leite gelado, café com leite, ainda está quente, bolo, leite gelado, café com leite, já está bom, mas com mais leite do que café (não gosto quando acontece isso, parece que a mistura leite, café e açúcar fica manca, fora de balanço, fora de equilíbrio), finalizo o bolo e fecho com o leite com café.

- Vamos?

- Vamos!

Saímos de casa com um boné cada, duas garrafas de água (uma para colocar na bicicleta e a outra vai na mochila que vai nas minhas costas). Além da água, documentos e os estojos dos óculos dos dois também estão na bagagem. Pouco peso, está tranqüilo.

Descemos as escadas, pegamos as bicicletas e vamos nessa. Seguimos o caminho tranquilamente até pararmos no posto de gasolina para enchermos os pneus das bicicletas. O meu pai já tinha advertido:

- Acho que o seu está meio murcho!

Seguimos o caminho até chegarmos à subida. Tínhamos saído de casa já era passado das 10h da manhã, pelos meus cálculos deveria ser por volta de umas 10h15min ou 10h30min. O sol estava quente durante todo o percurso eu já sentia o cansaço e ficava indignado que o meu pai tem os seus 49 anos estava mais inteiro do que eu. Paramos logo no início da subida, subir em cima da bicicleta é quase um suicídio. Aproveitamos a pausa para tomar uma água. Até aí tudo bem, foi só começar a subir que o meu corpo começou a dar sinais de não iria agüentar a subida íngreme.

Meu pai subia e eu uns cinco, seis metros atrás. Olhava para o chão, para frente, para trás, para os lados e caminhando e forçando as pernas e o corpo parecia não agüentar e eu continuava e o corpo avisando e eu insistindo e o corpo também e eu parei e puxava o ar e parecia que o ar não entrava e o meu pai subindo e eu parado e eu quase caindo para trás e me apoiando na bicicleta e quase a vista escurecendo e o sol no meu coco e voltei a subir. Esta parada foi boa. Não cheguei a me recuperar por completo, mas consegui terminar a subida do morro. Olho para frente e o meu pai tomando água e só me observando.

- Me dá um gole desta água!

Tomo mais um pouco e devolvo para ele e ele volta a me entregar a garrafa e mando mais alguns goles para a garganta e novamente devolvo a garrafa. Desta vez ele coloca na bicicleta e volta a andar. Vou subir na bicicleta e quase caio. Recupero-me e vou tentando alcançar o meu pai mas as pernas não respondem como quero, agora o corpo cobra o esforço da subida forçada. Mas vou indo, meio capengando, mas vou indo. Até uma alteração de terreno que esboça uma subida me obriga a descer da bicicleta. Vou andando e vejo que o telefone do meu pai começa tocar, eu penso: “Agora é hora de me aproximar dele e dar uma descansada”.

É minha irmã ao telefone e meu pai fala que ela quer falar comigo. Atendo o telefone e repondo algumas de suas perguntas, mas o que me incomoda são minhas pernas. Desligo o telefone após ter adquirido um painel para colocar alguns lembretes, fotos e outras bobagens e seguimos viagem. Agora o terreno até a casa da minha tia é plano ou em descida. Andamos uns 500 metros e chegamos até o Tissi, um mercado. Meu pai entra e sai e é só chegar na casa da minha tia.

Reencontramos minha mãe e minha irmã e passamos o dia todo lá! Comemos um bom churrasco, rimos bastante e vimos pessoas que fazia um bom tempo que não víamos. Foi um dia prazeroso!

Você deve estar se perguntando: “E a volta?”

E a volta?

Pra descer todo santo ajuda!

Ausência

Não postei aqui porque estava viajando, mas estou de volta. Algumas das aventuras das viagens vão aparecer aqui.
até breve

03 janeiro 2008

Trailer traduzido

O site Omelete disponibilizou o trailer oficial legendado de Batman - O Cavaleiro das Trevas. Confira:


02 janeiro 2008

FELIZ 2008!!!

Com um pequeno atraso mas acredito que seja válido!

Um feliz ano 2008 para todos!!!